Capitulo V - Suspeitas
Haviam-se passado quinze dias desde o último encontro
com o namorado da minha irmã, eu nada satisfeita com tais argumentos dados por
ele decidi que tinha de fazer alguma coisa de útil, se havia alguma coisa de
errado tinha que eu descobrir antes que fosse tarde, minha direito de saber o
tipo de namorado que tinha, tinha de defender minha familia. Decidi entao
contratar um detetive muito bom, ao qual que me garantiu que em pouco tempo
teria sua investigação pronta, e com a maior descrição eu pedi que ninguem da
minha familia poderia saber deste assunto.
Eu estava ciente de que consuante o resultado tudo
poderia mudar, mas era algo que teria de ser feito, mal ou bem tinha de ser.
Voltei para casa hoje mais cedo as minhas aulas hoje estavam muito aborrecidas
e queria muito estar em casa para poder conversar com minha irmã ao fim de poder
descobrir mais novos factos a juntar em minha investigação. Chegei em casa
estava tudo muito calado, chamei por Antónia.
- Sim menina. Já por casa tao cedo?
- Sim, hoje sai mais cedo as aulas estavam
aborrecidas.
- Compreendo, as vezes a dias que sao mais aborrecidos
que outros.
- É isso mesmo.
- Antónia a minha irmã ja chegou ?
- A menina Maria ligou a dizer que hoje vinha mais
tarde, tem uns projectos para entregar amanha.
- Hum estou a ver, e a madrinha está ?
- Sim a senhora esta no escritório.
A madrinha no escritório ? ela nem tinha esse habito.
- Bem vou ter com ela.
- Menina quer que prepare alguma coisa para comer?
- Nao Antónia eu acabei por comer alguma coisa no bar
da faculdade.
- Ai a menina tem de se alimentar em condições essas
comidas nao sao nada boas.
- Mas sao rapidas. Nao se preocupe comigo.
Sai em direção ao escritório afinal queria saber o
porque de a madrinha estar lá se nao era costume. Entrei.
- Madrinha por aqui?
- Oh, olá querida ! Decidi vir aqui para ler um pouco.
- Estranho tu nunca tens este habito de vires para
este espaço.
- Oh é verdade, mas sabes as vezes da-me aqueles
surtos de saudade de quando entrava aqui e via a tua mae debruçada nesta
secretária a estudar muitos dos seus casos clinicos, e dizia para ela se
destrair um pouco porque afinal de contas a vida nao era so trabalho e ela
dizia muita vez que nao gostava de ter trabalho atrasado.
- Eu sei como era a mae, sempre muito emprenhada.
- É nisso nem eramos muito iguais, eu achava que a
vida tinha de ser vivida nao so pelo trabalho, mas tambem pelas coisas boas que
existem para serem aporveitadas.
- Afinal de contas ela conseguiu conciliar as coisas
madrinha, o resultado esta a vista.
- Sim eu sei meu amor, a mae sempre amou voçes e
muito.
- Eu sei disso melhor que muita gente, ela foi sem
duvida a melhor mae do mundo, e onde quer que ela esteja a torçer por nos
seremos tambem felizes tal como ela foi.
- Bem vamos parar com ela conversa antes que começe a
chorar aqui.
- Ora essa madrinha nao a problema em chorar. Sabes
bem que a momentos em que é necessario largar as nossas lagrimas.
- Eu sei, mas é mais forte que nós.
- Bem madrinha vou subir tenho matéria para por em
dia.
- Vai minha linda.
Sai dali e subi em rumo ao meu quarto, tinha de haver
uma maneira de poder falar com minha irmã. Eu estava curiosa em saber se
existia novos factos, mas como os havia de saber? Hum nao esta nada fácil.
Para relaxar decidi tomar um duche, quando chegei do
banho no meu telemóvel estava uma chamada registada de um numero que nao
conhecia, mas quem seria bem uma coisa era certa o investigador nao podia ser
ele nao tinha capacidade para ser tao rapido assim com o assunto, bem decidi
ligar para o numero foi entao que atendeu ao 2 toque.
- Sim?
- Sim boa tarde, Verónica ?
- Sim sou eu quem fala ?
- Fala Vicente, nao sei se estas recordade de mim, fui
teu colega no secundário.
Colega? Mas depois de sair do secundário ninguem mais
me disse nada, hum passava se alguma coisa.
- Hum nao estou a ver que es desculpa.
- Nao faz mal de qualquer maneira queria perguntar-te
uma coisa.
-Diz entao.
- Bem gostava de saber se queria logo a noite ir beber
um café comigo.
Agora estava a perceber o que ele queria. Histórias de
engate, sempre a mesma coisa, bem tinha de dar uma resposta, oh pensando bem
porque nao aporveitar a deixa para uma boa saida dos problemas quem sabe quando
volta-se a casa a minha irmã ja estaria la para saber detalhes. Boa Verónia é
isso mesmo.
- Bem nao estava a espera de um convite.
- Nao me digas que nao podes?
- Nao nao é nada disso, posso sim.
- Entao vou te buscar a que horas ?
- As nove ?
- Por mim esta bom, bem entao estamos combinados ate
logo.
- Até logo.
Desliguei o telemóvel, nao estava nada a espera seria
muito mau nao aceitar o convite, fui escolher uma roupa bem sensual para a
saida desta noite afinal de contas tinha de fazer boa figura, mas o incrivel da
situação e que nao me recordava dele, bem decidi ir ao meu facebook decerteza
que ele deveria ter, entao coloquei no motor de busca seu nome e apareceu e
primeiro e realmente este tinha estudado na mesma escola que eu fui ver as
fotos e logo lembrei dele, nao estava acreditar era o rapaz mais giro da
escola, ele tinha olhos azuis e cabelo loiro e estava a convidar-me para um
café mas que surpresa mesmo, realmente a minha madrinha tem uma certa rasao a
vida da muitas voltas. Passei o resto da tarde a suspirar e contar os minutos
aquela poderia ser uma bela noite.
Eram quase 9 horas ele tinha-se oferecido para me vir
buscar, mas havia uma coisa que me intrigava como ele tinha chegado ao meu
contacto ? Bem isso seria uma coisa que tinha de perguntar a ele se quise-se
saber. Entao chega um carro a bombar la fora e eu fico com uma ansiedade so de
ouvir seu aproximar era o tudo ou nada disse eu para mim mesma.
Ele tocou a campainha.
- Deixe Antónia que eu abro.
- Boa noite ? Uau estas lindas Verónica.
Ai ele estava-me a elogiar isto ja começava bem.

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