Avançar para o conteúdo principal

Nossas Vidas - Capitulo XII - O Nascimento


Capitulo XII - O Nascimento


Quando chegamos ao quarto dela nao contive as minha lagrimas de alegria de poder voltar a vela bem, estava muito feliz por ela e pela nossa filha que estava para nascer dentro de poucas horas.

Mal me cheguei perto da cama dela eu peguei em sua mao e ela olhou para mim e disse:

- Estás aqui meu amor, desculpa por ter desconfiado de ti.

- Nao precisas de pensar nisso agora, pensa na nossa filha que vai nascer.

- A nossa filha! Como será que vai ser ela ?

- Será linda como a mae. Como queres chama-la, ja pensas-te nisso?

- Já quero que ela se chame Ines. O que achas?

- Acho uma escolha perfeita, vamos ser uma familia feliz eu prometo. Nada nos vai separar.

- Eu amo-te.

- Eu tambem te amo muito.

Abracei a minha namorada e começei a acariciar a sua barriga. Nos riamos com os ponta pes da criança dentro da barriga dela. Eis que ela tem uma grande contração e as enfermeiras levam-na para a sala de partos e eu fico na sala de espera aguardar noticias do parto. Maria chega para me consolar e me dizer palavras amigas. Eu so queria que tudo fosse diferente, mas uma vez que a vida foi desta forma planeada so tinha que aporveitar o bem dela.


Horas depois...

Saiem uma serie de enfermeiras e medicos das portas das salas de partos e nada da minha namorada ou filha, fico a espera, no entanto sai Verónica na maca para ir em direção ao quarto para repousar, eu dou-lhe a mao e acaricio o seu rosto.

Depois sai uma enfermeira com a minha filha nos braços, eu fico a olhar para ela começam me a cair lagrimas. Uma coisa era certa eu ja era pai de uma linda menina chamada Ines. Este era sem duvida nenhuma o melhor dia da minha vida. O proximo passo seria casar com a mulher da minha vida e sermos felizes.

Corri ate ao quarto de Verónica queria muito dizer-lhe o quanto estava feliz por termos uma filha tao linda, e dizer tantas vezes cantando que a amo, abraça-la, beija-la, enfim queria partilhar este momento com ela e quem sabe pedir a sua mao em casamento. Eu era loucamente apaixonado por ela e ela por mim so tinhamos que ser felizes.

Olhei para o rosto, bem nos olhos dela dei conta de que ela estava muito feliz tanto quanto eu e tomei coragem para fazer o pedido de casamento.

- Amor ?

- Sim.

- Quero-te pedir uma coisa.

- O que ? - ficou curiosa.

Eu sabia que ela era uma jovem bem curiosa, mas tambem sabia que ela gostava imenso de surpresas.

- Queres casar comigo? - cori ao pernonsiar estas palavras.

- Casar? Que ideia é essa?

- Nao queres ?

- Claro que quero, sabes que te amo.

- Nao vale a pena adiar o nosso amor, ja temos uma bela filha nao sei porque nao casar ja.

- Casamento é algo serio.

- Eu sei que algo serio, o nosso amor tambem é serio.

- Amo.te muito amor eu aceito sim casar contigo.

- Ai que alegria me das amor, eu prometo estar sempre ao teu lado.

Foi mais um marco neste dia tao feliz para a minha vida. Eu amava e estava realizado, a mulher da minha vida ia ser so minha e de mais ninguem. A vida era mesmo justa.



Comentários

Mensagens populares deste blogue

One Shot - Bella - Carta para Edward Cullen

Meu amor... Como é estranho voltar a dizer estas palavras... Palavras que durante meses  atormentarem-me sempre que eram proferidas, por mim ou por outros, faziam-me desabar, chorar. Agora não me canso de as repetir. Porquê? Bem, porque elas significam que voltas-te. Significam que o meu coração voltou a bater, que eu voltei a existir, que deixei de ser um robô triste e amargurado. Agora posso afimar (e até gritar paa quem não quiser acreditar) que eu, Isabella Swan, voltei a viver e a acreditar no amor, na felicidade, que deixei de ser um ser sem alma, sim porque quando voltas-te não só trouxes-te a minha alegria de viver e o meu coração como também a minha alma. Alma essa que, tal como o meu coração, pertence-te. Por favor... Não voltes a deixar-me, porque o meu coração não vai aguentar  perder-te uma segunda vez. Tu és a minha vida! Edward Cullen, tu és a razão de eu existir e continuar viva. Se alguem perguntar a banda sonora da minha vida eu respondere...

Diário de Rosalie Hale - O casamento de Edward e Bella parte 2

Sábado, 3 de Julho " O casamento de Edward e Bella parte 2 " Querido Diário: Depois de ditos os repectivos "sim" demos inicio a festa da boda, todos os convidados estavam absolutamente deslumbrados com o vestido de noiva de Bella, claro que Alice conseguia saber tudo e tinha um grande gozo nisso. Edward nao tirava os olhos de Bella o tempo todo, os convidados sentiam-se tentados a ver a cena de tanto amor no ar do casal mais perfeita da festa. Eu por minha vez senti-me tao feliz vez a felecidade enorme deles uma realidade quase impossivel, era um sonho que de um livro tinha-se tornado uma realidade. Sim Edward estava amar, coisa que ás uns anos era impensavel acontecer.  Como estava curiosa quanto a opiniao dos convidados fui ter com algumas pessoas. Encontrei Renné a mae de Bella quase em lágrimas.  - Entao Renné como se sente por ver que sua unica filha agora é uma mulher casada? - perguntei. - Muito bem, ela merece tudo de bom, ela vai ser muito...

Diário de Rosalie Hale - Uma vingança Atroz

Segunda-feira, 18 de Fevereiro " Uma vingança Atroz " Querido Diário:  Sentia raiva dentro de mim, ao saber que o homem que tanto amei, fez o mal que fez, estava agora a rir-se de mim consolado com seus amigos e vibrando com o copo cheio desse maldito álcool.  Decididamente montei um esquema onde mataria um por um, deixando para o fim o Royce King, o maior alvo abater. Ainda no meu closet desta modesta mansão procurei no roupeiro um vestido de noiva., e vestiu-o para o efeito de um casamento, podiam achar-me louca, ou talvez desequilibrada  mas uma coisa era sempre garantida eles teriam que morrer.  Sai de casa num forma bem ousada para a acção, o primeiro efeito a provocar no homem seria o seu destino fatal. Esme tentou demover-me da minha acção, porem foi ela tambem em vao, porque que os meus olhos sedentos viam era a dor desses malditos.  (...) Em pouco tempo tinha morto 6 homens, faltava ele, a sua morte seria diferente de todos os...