Capitulo XVIII - O susto
POV Verónica
Estava muito descansada no meu jardim de volta das
minhas plantas preferidas quando ousso alguns passos muito estranhos, começo a
tremer com receio de ser um ladrao, mas ao me virar deparo-me com o ex-namorado da minha irmã. Ele vem direito
a mim, no entanto tras algo na mao, mas nao consigo decifrar o que!
- Olá, olhem so quem aqui esta se nao e minha
ex-cunhada?
- O que queres Ricardo ? Deixa-me em paz a mim e a
minha familia. - tentava me soltar do seus braços imundos. - Deixa-me.
- Nao tu vens comigo ate um lugarzinho que eu sei.
- Nao, larga-me. - eu bem tentava me soltar mas nao
conseguia ele tinha mais força que eu.
Logo apos ele me colocar no carro ele me taca a boca
com uma fita, mas antes coloca um lenço com um produto que me provoca
sonolencia e adromeco...
POV Ricardo
Ahahah o meu plano so agora estava a começar, um por
um eu ia tirando do caminho e Maria de certa forma ficaria para ultimo.
Ate lhe ia deixar uma mensagem so para ela estar bem a
ver que as minhas ameaças eram bem verdadeiras.
" Olá é so para te avisar que eu nao estava a
brincar quando disse que dava cabo da tua vidinha, ate ja começei com a
vingança espero que nao sintas a falta da tua queridinha irmã. Deixa-me que te
diga ela esta mesmo muito engraçada a dormir ahahah.
Adeus, quem sabe a proxima nao serás tu."
Ahahah agora sim ela ia começar a sentir medo das
minhas ameaças, sim porque eu nao estava para brincadeiras. Tudo o que queria
era que ela sofre-se por aquilo que me estava a fazer, eu sabia que a culpa de
nos ja nao nos permanecermos juntos era tambem em parte minha, mas isso nao lhe
dava a ela o direito de me ter trocado assim tao rapido por outro, que ainda
por cima era riquinho.
(...)
Fui ate a cave para ver como estava a minha recem
refem, que para meu espanto ja estava acordada e logo começou a me olhar com os
seus olhos muito arregalados e claro tirei-lhe a fita da boca para ela poder
falar.
- Podes falar agora.
- O que queres de mim Ricardo, achas mesmo que e assim
que vais merecer a minha irmã ? achas mesmo?
- Nao sei, eu nao quero que ela volte para mim, so
quero que ela sofra tanto quanto eu sofri.
- Nao tens vergonha do que estas a fazer? Achas justo
os outros terem de pagar dessa forma. So porque tu no teu passado possas ter
sofrido nao quer dizer que nos agora tenhamos que passar pelo mesmo.
- Nao começes com as tuas palavras mansas.
- Nao e começar nem acabar, so te quero fazer ver as
coisas. Ricardo pessa comigo tu gostas da minha irmã entao deixa-nos em paz nao
e a fazer estas locuras que tu vais conseguir ter as pessoas mais perto de ti.
- Cala-te ja te disse. - logo eu lhe deu uma valente
chapada que a deixou cair no chao.
- Nao voltes a fazer isto, ou entao nao sei o que te
acontece.
- Oh estas me ameaçar é ? Nao tenho medo nenhum de ti.
- Para Ricardo enquanto é tempo, ainda podes
redimir-te.
- Nao nao vou parar. - ele parecia bem decido com o
que estava a fazer e a dizer.
- Eles vao começar a andar a minha procura e tu nao
vais conseguir escapar a ficar detido.
- Olha que pena nessa altura nem conto em que estejas
viva.
Ela ao ouvir isto começou a ficar com certo medo.
- Entao ja tas com medinho.
- Eu nao tenho medo de nada.
- Nao foi o que pareceu.
- Enfim eu vou te deixar sozinha.

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