Capitulo XX - Tentar a fuga
POV Verónica
Estava farta de estar amarrada a cadeira nesta imunada
cave, nao fazia ideia de horas poderiam ser e a quanto tempo estaria eu aqui
trantada. Começei a olhar para todos os
angulos, para poder encontrar algum ponto de fuga possivel, mas era inutil ele
tinha mesmo pensado em tudo, foi entao que me dei conta de que existia uma
janela a qual nao portadora de grades e que por sinal eram bem grandes e era de
certa forma um excelente ponto de fuga, caso ja me encontra-se livre das cordas.
Tentei soltar-me embora fosse perda de tempo, nao era
facil de desistir eu tinha de conseguir me pirar dali para fora, queria voltar
para casa para junto da minha familia, nao queria permanecer aqui para toda a
vida, neste cativeiro asqueroso. Ouvi passos vindos da sala, fiquei alerta
porque a qualquer instante ele poderia entrar e eu aporveitaria a deixa para a
pratica de algum teatrinho e so depois entraria com o meu plano em pratica,
nada podia falhar, era a minha vida que estava em jogo.
Ele entrou, logo começei o jogo.
- Ai ai a minha barriga esta me a doer muito ai ai . -
estava a fingir uma subita dor e ele estava acreditar que era mesmo verdade.
- O que tens hoje ? Queres alguma coisa ?
- So quero que soltes os braços eu so me quero aninhar
so isso mais nada. - olhei para ele com olhos de quem esta a sofrer muito mesmo
e ele estava a cair na minha jogada.
- Espera vou so buscar uma coisa para tu poderes tomar
acalma as dores e so depois te vou soltar, mas e por pouco tempo.
- Sim, pode ser e despacha-te que estou mesmo aflita.
- Esta bem, esta bem, ja estou a ir.
O idiota estava mesmo a cair no meu plano agora tinha
mesmo de aporveitar que ele viesse para soltar e so depois deixa-lo esquecer
que me deixava solta aqui e voltar para dentro se dar conta de que eu estou
fugindo. Ele reapareceu com uns comprimidos na mao e um copo de agua, começei a
beber muito devagar sem parecer nada de quem esta bem e ele me desamarrou e eu
aninheime tal como eu lhe havia afirmado. Ele ficou uns 2 minutos a observar-me
estava na minha hora de fingir o sono de quem esta a reagir a medicação, ele ao
me ver que estava tao quietinha saiu e foi para dentro descansado. Quando eu
confirmei que nao havia mesmo perigo abri a janela e estudei bem a altura da
mesma, seria bem facil de sair sem deixar rasto.
(...)
Estava mesmo com sorte quando chegei ao fundo da rua
havia la um taxi estacionado e eu so consegui dizer ao homem para arrancar
logo, ele nao parecia muito confiante devido ao meu estado estava eu toda
imunda.
Quando consegui ver que me estava afastar tanto da
casa fiquei tao feliz, mas sabia que ele assim que visse que eu nao me
encontrava la iria começar logo a minha procura, mas desta vez ele me iria
encontrara assim tao facilmente, antes mesmo de ele pensar em fazer ja estaria
bem atras das grades.
Ja estava a
chegar perto de casa e eu logo desci e fui a correr ate a porta, queria muito
ver a minha filha, o meu marido, a minha irmã, ai estava com tantas saudades,
nao sei se aguentava muito mais tempo longe de todos. Fui um alivio quando ouvi
vozes vindas da cozinha, ja tinha saudades destes burburinhos de fundo fui
direitinha a cozinha.
- Olá Antónia, como ja tinha saudades dos seus
cozinhados. - ela olhou para mim muito espantada, claro que era obvio na sua
cara que nao estava nada a espera da minha presença. Logo saltei a dar um forte
abraço era tao bom, sentia-me agora tao aconchegadinha, enfim casa.
- Menina estava tao preocupada contigo como é que
sais-te de la ?
- É uma longa história, numa hora eu conto pode ser?
Agora quero saber onde esta o resto da familia? - nao consegui conter as minhas
lagrimas, voltei abraça-la novamente, havia esta coisa boa entre mim e a minha
empregada porque apesar de ela o ser sempre tinha sido uma segunda mae para mim
mesmo apos a morte dela.
- A menina Maria saiu e nao disse para onde ia, o seu
marido saiu e foi para a empresa se nao me engano, a Dona Mónica foi levar a
menina Ines na creche. Quer que prepare
alguma coisa para comer? De certeza que deve estar com fome. - ela sabia mesmo
quando nos tinhamos fome era por saber que ela se preocupava connosco que eu
gostava tanto dela.
- Ainda bem que esta tudo bem por aqui. - sorri para
ela em retribuição ao seu sorriso matreiro.
(...)
Quando acabei a minha refeição fui em caminho ao meu
quarto queria muito tomar um duche bem quente para descontrair e esquecer um
pouco aquele sitio horrivel.
Sentia-me agora muito mais leve que uma pena, era tao
bom estar em casa neste aconchego longe do perigo perto das pessoas que amamos,
mas mesmo assim haviam coisas que me preocupavam muito seria ele agora capaz de
fazer mais alguma coisa de mal a nos, bem pensando bem ele tinha todo esse
estilo de vilão pronto a enfernizar a nossa vidinha. Tentei nao pensar muito mais
nisso e fui me deitar na deliciosa casa e fechei os meus olhos e esqueci o
mundo por breves momentos.

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