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Nossas Vidas - Capitulo XXIII - Vamos lá saber a verdade


Capitulo XXIII - Vamos lá saber a verdade


POV Filipe


Ja eram quase 9 horas e Maria estava atrasada para a nossa conversa, queria muito saber a verdade dos factos ocorridos neste tempo, queria que ela fosse sincera comigo e que nao me esconde-se nada, queria poder ajuda-la, mas se ela continua-se a fazer questao de nao me por ocorrente dos problemas que a envolviam, entao ai so havia uma saida era seguirmos os nossos caminhos, nao podia continuar uma relação baseada na mentira.

Fui para a minha janela do meu escritório avisto um caso aproximar-se da minha casa e logo deduzo que e ela chegando, vou direito a porta para abrir.

- Olá desculpa o meu atraso, apanhei algum transito.

- Olá nao tem problema entra.

Fomos para a sala de estar.

- Entao o que tens para me contar na verdade ?

- Filipe... Eu ...

- Tu?

- Eu andava a receber ameaças constantes do meu ex. e nao queria-te preocupar com os meus problemas.

- PORQUE? Que ocultas-te isto? Maria tu sabes que eu gosto muito de ti e e por gostar tanto de ti que fico muito triste por ver que nao confias o suficente em mim.

- Nao e nada disso amor.

- Nao é ? Entao que explicação tu das ? - ela ficou calada. - Pois nao tens. Maria eu andei este tempo todo a pensar e siceramente nao da para continuarmos assim.

- Estas a querer dizer que eu e tu ?

- Nos acaba aqui, se nao confias em mim nao existem condiçoes para continuarmos nesta situação, aserio que eu gosto muito de ti, mas tens de compreender que a base de uma relação exite a complicidade e nao a mentira.

- Amor eu nao te menti!

- Mas ocultas-te. Para mim isso é bem pior.

Ela começou a chorar e logo saiu porta fora, nao havia mais nada que nos podecemos melhorar. Tive pena de a deixar naquele estado, mas eu nao conseguia continuar a enganar-me a mim proprio, nao fazia parte do meu ser faze-lo.

(...)

Quando derrepente fui ver se ainda a encontrava la fora, mas ela ja nao la estava sabia que isto significava o fim da nossa história.

(musica: Luan Santana - te vivo)


POV Maria


Nao queria acreditar que ele estava a me dizer aquelas palavras, magoava-me tanto estar a ouvi-lo dizer. Porque ? Eu nao era merecedora disto.

Sai de la sem voltar a olhar para tras nao fazia sentido olhar para o passado e sim olhar para o futuro, sim este futuro seria bem diferente daquele que eu tinha planeado para nos os dois.

(...)

Cheguei em casa ninguem estava na sala e ainda bem a ultima coisa que queria naquela momento era conversar, queria-me fechar sozinha no meu cantinho e pensar na minha futura vida.

Tinha acabado o meu conto de fadas e começado o meu massacro. A vida era mesmo injusta para comigo. Agora em quem eu me ia refugirar? So me vinham a minha cabeça as palavras dele "Acabou", Nao contive as minha lagrimas, foi assim ate de manha.  E o grande culpa de tudo isto era do idiota do Ricardo, ele tinha conseguido o que queria, a minha destruição.

(...)

De manha quando acordei olhei para a janela e nao sentia-me nada bem so queria voltar a fechar os olhos e continuar a dormir, sentia-me tao fraca sem aquele escudo protetor. Minha irmã logo pela manha veio ao meu quarto e nao gostou nada de me ver e logo nao foram precisas palavras para descrever o que se havia passado.


POV Verónica


Nao tinha gostado nada de ver o estado deprimente da minha irmã, eu tinha de fazer alguma coisa so nao sabia o que! Nao podia ficar aqui de braços cruzados assistir a destruição dela. Começei a pensar e logo decidi que iria conversar com o Filipe, eu tinha mesmo de falar com ele era a unica forma, ele tinha de me ouvir e tinha de entender. Ela era a minha irmã e nao estava nada bem assim.

Ligei para ele, logo atendeu ao segundo toque.

- Bom dia ! Com quem eu estou a falar?

- Bom dia, daqui fala Veróncia Mayer sou irmã da Maria.

- Ah sim diz.

- A minha irmã nao esta nada bem, acho que deviamos conversar pessoalmente nao achas melhor?

- Nao tenho nada para conversar, mas se insiste vens ter comigo ao hospital. terei todo o gosto em conversar contigo.

- Claro, ate mais tarde.

- Ate...

Desliguei a chamada, ninguem poderia saber do que eu ia fazer, sendo isto para o bem da minha irmã. Estava preocupada com o estado dela, tinha medo de que isso acaba-se em uma depressao.

(...)

Estava a sair de casa e minha madrinha me perguntou algo:

- Verónica querida onde vais ?

- Vou sair, tenho uns assuntos a tratar. Queres alguma coisa de mim é isso?

- A tua irmã nao esta bem pois nao? O que aconteceu?

- Desculpa madrinha, mas estou mesmo com pressa, mais logo conversamos.

- Esta bem entao vai la, nao quero que te atrases.

Logo retomei meu caminho ate ao meu carro, havia um assunto importantissimo a tratar. Como ja era de prever o estado da minha irmã ja era notório pelas pessoas da casa, nao queria que isto chega-se muito mais longe.

(...)

Estava ja ope do hospital, fui ate a recepção e pedi para me chamarem o Doutor Filipe.

Estava a espera quando ele apareceu e me encaminhou para um lugar mais discreto e calmo para termos a nossa conversa muito mais a vontade.

- Entao que te tras aqui?

- Como eu ja te havia dito o assunto chama-se Maria.

- Pois, eu nao sei o que queres saber, a tua irmã nao te contou a nossa conversa de ontem ?

- Filipe a minha irmã nao esta nada bem, acho que foste muito brusco com a tua decisao.

- Brusco?

- Sim, tu a estas a deixa-la numa altura nada boa da vida dela.

- Ela nao foi justa comigo percebes? Eu merecia saber o que se andava a passar. A confiança perdeu-se. - consegui notar um tristeza nos seus olhos, tanto ele como ela estavam a sufrer por isso.

- Porque nao das uma nova oportunidade a voçes ?

- Nao vale a pena.

- Como sabes ja alguma vez tentas-te ?

- Nao, mas sabes que em se perdendo a confiança todo o resto é complicado dar certo.

- Desculpa, mas eu nao concordo contigo.

- Claro es irmã dela tens de a defender.

- Nao se trata de defenção, a minha irmã nao necessita de que ninguem a defenda, ela precisa de ter-te a ti ao lado dela. Volta para ela acaba com esta dor, eu sinto que tambem sofres por isso, nao te vale de nada mentires a ti proprio.

- Pois, embora nao queria te dar razao sou obrigado a dar-ta, tu consegues-me convercer a voltar a tentar.

- Entao de que estas a espera ? Vai ter com ela e surpreende-a.

- E vou fazer isso mesmo assim que acabar o meu turno.

- É e outra coisa ela nao pode saber da nossa conversa, fica sendo um segredo so nosso.

- Claro esta descansada cunhadinha.

Estava contente porque havia conseguido o mais importante, que era fazer com que a minha irmã e o seu companheiro voltassem a estarem juntos e serem felizes. Eles mereciam-no.

(...)

Estava a chegar a casa com um grande sorriso na cara, como quem diz que saiu de uma luta vitorisa. Minha madrinha ainda estava em casa e logo com o seu arzinho de suspeita perguntou:

- Que sorriso é esse? Menina Verónica o que andas-te a fazer?

- Oh querida madrinha andei a trabalhar com umas colegas minhas num projecto para a faculdade.

- Com esse sorriso ?

- Sim porque estavamos contentes porque ja estava finalizado. - consegui engana-la, se havia uma coisa que eu nao gostava muito nas pessoas era que fossem muito metidicas.

- Bem sendo assim nao te vou encomodar mais.

- Obrigada!


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