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Lua aos Retalhos - Capitulo VI - Primeiros passos


Capitulo 6 - Primeiros passos




Música: Marit Larsen - If a Song Could Get Me You


Hoje o dia estava lindo cheio de sol tal como era preciso para um belo passeio ate ao jardim com minha pequena. Quando fui ao quarto para acordar Leticia ja ela estava em pé no berço, debrucei-me para lhe dar um beijinho.

- Bom dia princesa! - sabia que por mais que ela nao responde-se como muitos bébes fariam na idade dela, sorri porque sabia que duma forma ou de outra ela o diria em pensamentos ou actos. Alice mal me viu no quarto, pronteficou-se toda para algumas das tarefas rotineiras.

- O que vamos fazer agora ?

- É a hora de dar banho a Leticia.

- Hum eu faço isso Rose.

- Cuidado Alic...

- Ja sei que ela tem aquela doença que a torna fragil. Rose confia em mim, esta bem ?

- Esta bem. - dei um suspiro.

Enquanto ela a levava para lhe dar banho, eu preparava a roupa para ela vestir.

(...)

Horas mais tarde...

Leticia estava toda sorridente, afinal de contas estava um dia lindo cheio de passarinhos cantando ao som de um leve vento. Posei ela no chao queria muito fazer uma pequena experiencia com ajuda de Esme. Hoje seria o primeiro dia em que iria ver minha filha andando nem que fosse por muito pouco.

- Esme tu ficas desse lado enquanto eu pego nela pela cintura e a vou levando ate ti.

- Ok querida.

Começamos o teste.

Coloquei-a em posição de andar ela deu 1 passo e depois outro e mais outro e finalmente ja estavamos ope de Esme. Foi um momento magico para mim, minha filha tinha dado os primeiros passinhos, ninguem imaginava a alegria que eu sentia. Deixei Esme a cuidar dela e eu a correr em minha velocidade sobrenatural ate a garagem e sai em meu BMW ate ao hospital para dar a boa nova ao Carlisle e ao mesmo tempo para saber de novidades.



[Esme]


Rose tinha saido e deixado ao meu cuidado esta linda princesa. Sabia o quanto ela estava felicissima por ver que a cada dia que passava havia alguns progressos positivos em Leticia. Quando olhei para a porta dei conta de que estavamos a ser observadas por alguem. Tentei fingir que nao tinha dado conta de nada ate esse alguem aparecer e dar cara. Era minha neta Nissie que esta curiosa em ver como estava a priminha a portar-se.

- Vem cá querida! - chamei.

- Avo ela é mesmo muito frágil ? - a pergunta dela era mesmo muito inocente, realmente uma criança era frágil em varios sentidos.

- Sim é mas nao so por causa de ser humana. - ela arregalou os olhos e logo sentou ao meu lado para ouvir minhas explicações.

- Como assim ?

- Avo explica... - respirei fundo e continuei. - Entao uma criança é sempre frágil, e entao ela tambem é muito especial sabes porque?

- Nao, porque?

- Porque sobre de uma doença a nivel osseo.

- Queres dizer que ela é como o vidro ?

- Exactamente.

- Ja ouvi falar nessa doença na escola, os professores dizem que ela é muito rara.

- Sim é verdade.

- Por isso é que ela é pouco desenvolvida?

- Nao querida uma coisa nao tem nada haver com outra isso ja se deve a outros problemas.

- Ah bom. Avo! - chamo por mim.

- Sim querida!

- Será que um dia ela vai ser uma de nos ?

- Nao sei, porque a pergunta ?

- Entao assim quando ela fosse uma vampira seria forte e nao sofreria mais dessa doença.

- Nem tudo é assim tao simples. De facto a tua resposta nao é desparatada tem o seu sentido, mas no entanto ate chegar a esse ponto, tem de ser algo muito forte, algo que seja feito so como ultimo recurso.

- Estas a querer dizer que so usavam esse meio caso ela estivesse a morrer?

- Sim, caso contrário era estar a cometer um erro.

- É... - dei um abraço bem forte em minha neta mais velha, isto de ser avo tinha sempre as suas vantagens, adorava muito estes pedaços de ternura.

Renesmee estava muito crescida e tambem muito inteligente para idade que tinha, embora ela tivesse 8 anos aparentava ter 17 e era isso que lhe valia, porque ja estava no ultimo ano e o proximo passo a seguir seria entrar no mundo universitário que ate certo ponto dava umas dorezinhas de cabeça a Edward só de pensar.



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