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Paixão Proibida de Jane - Capitulo II - Tirar primeiras impressões


Capitulo 2 - Tirar primeiras impressões





- O meu nome é Jane Volturi. - disse eu calmamente tentando controlar-me ao lado dele. Nao estava a ser fácil resistir ao seu cheiro tentador, mas tinha que aguentar, nao o queria maguar.


- Também és como eles? - perguntou ele.

- Sim.

- Porque nao me matas-te como eles fizeram com os outros? - era muito cedo para responde de forma coerente a essa pergunta, eu propria tinha de encontrar uma razao muito forte para explicar o que se passava comigo.

- O que me vais fazer? - ele tremia muito de medo.

- Vou ajudar-te a fugir daqui.

- Ajudar-me? - olhou-me nos olhos, porem nao demorou muito para desvia-los. - Nao sei se acredito em ti.

- Acredita eu estou a falar a verdade, nao tenho razao para estar a mentir, se quisesse fazer-te mal eu ja o teria feito.

- É incrivel como podem haver pessoas como tu, carinhosas... - esta frase tinha um certo toque de irónia por parte dele, que me deixou um pouco triste.

- Agora anda, vamos aporveitar o momento em que esta tudo mais calmo, para poderes sair em segurança. E já agora ainda nao me disses-te como te chamas?

- O meu nome é William. - bonito nome pensei.

Estava agora com ele na floresta próxima ao castelo, aqui ele estava em segurança, sabia que nao corria perigo. Mesmo no momento da despedida em que eu ja estava a virar costa para ele no intuito de voltar para casa ele chama por mim e sou obrigada a olhar para ele.

- Jane!

- Sim?

- Quando nos voltamos a ver? - a sua pergunta deixou-me surpresa, realmente nao esperava nada assim, esperava simplesmente que ele fosse embora e nunca mais volta-se para estes lados perigosos.

- É perigoso ver-nos! Eu sou uma vampira, eu nao quero maguar-te.

- Tu salvas-te a minha vida, nao podes simplesmente querer desaparecer assim sem mais nem menos.

- William ve se entendes uma coisa, o que aconteceu foi num impulso de proteção, apenas isso.

- Por favor deixa-me conhecer-te um pouco mais. Voltamos a encontrar-nos aqui amanha a mesma hora? - o convite dele era bem tentador, por um lado queria aceitar e aporveitar, mas por outro queria recusar e virar esta página da minha vida.

- Tudo bem amanha a mesma hora aqui estarei. - sorri para ele.

- Ainda bem que aceitas-te. Vamos dar-nos muito bem. - estava com medo disso mesmo. Tinha medo que esta história acaba-se de uma forma mais trágica.

Despedi-me dele e segui ate ao castelo que pelo menos deviam estar em pulgas para saber ao que se devia a minha ausencia. Nao era de estranhar, eu raramente saia e quando o fazia, era acompanhada.

(...)

O que será isto? Que sentimento é este que anda a querer crescer dentro de mim? Nossa eu acho que preciso de fazer alguma coisa para me destrair antes que Aro se lembre de ler a minha mente e expor a situação a todos.

Cheguei em casa bem surrateiramente, no entanto meu irmão apanhou-me de surpresa, deixando-me meio insegura.

- A onde estives-te minha irmã? - perguntou ele com um ar de quem esta bem disposto a por a minha resistencia em prova.

- Apanhar ar lá fora. - nao ficou muito convencido com a minha justificação descabida.

- Tu disses-te apanhar ar lá fora? Tu nuncas gostas de sair sozinha! Jane passa-se alguma coisa que eu precise de saber? - boa ao meu irmão raramente lhe mentia. Nao estava a ser facil mante-lo oculto dos acontecimentos recentes.

- Nada Alec, para de fazer filmes, sim! - mostrei o meu ar irado.

- Ei nao precisas ficar assim comigo só porque eu estava a estranhar, ate parece que toquei numa ferida.

- Nada disso. Agora de se nao te importas deixa-me passar.

- Claro. Estas a vontade.

Fui para os meus aposentos, pelo menos lá nao tinha ninguem que me pode-se fazer perguntas tolas, desconfianças parvas, enfim ninguem me criticava e sim ouvia. Muito eu gostava da paz e do socego.



[William]

Tudo parece-me tao estranho. A poucas horas estava a beira da morte e por sorte fui salvo por uma bela vampira que ate nem era nada de deitar fora. Pior de tudo estava a ficar um pouco apanhado por ela, será isto possivel? Nossa o amor é estranho para mim, nunca na vida pensei em viver algo deste tamanho, bem vale sempre a pena tentar.

Entrei em casa e encontrei deitada a minha irmã Wanessa assistindo a Tv, mal me viu a entrar perguntou:

- Onde andas-te ate agora? - perguntou ela. Como eu nao queria que ninguem soube-se a verdadeira história, pensei em algo credivel em que ela acredita-se sem fazer mais perguntas. - Entao vais contar aqui a maninha ou vou ter de descobrir sozinha?

- Wanessa minha querida irmã eu tive... - pensei rapidamente antes poder continuar a argumentar. - Em casa de uns colegas, ja sabes como somos nos rapazes, gostamos de ter as nossas party´s.

- Sei, coisa de homens né! - ufff, que alivio ela estava acreditar em minha conversita de café. - Olha a mãe deixou umas coisas no congelador para mais tarde se quiseres comer.

- Onde ela foi?

- A mae so chega para a semana porque ela teve de dar uma saida ate Génova, sabes naquelas saidas de negócios la da empresa que ela trabalha.

- Sei isso tudo, ok maninha nao precisas de te preocupar com nada que eu ja comi na rua.



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