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Diário de Rosalie Hale - De regresso a casa


Segunda-feira, 3 de Março
" De regresso a casa"
Querido Diário:

Hoje era o nosso ultimo dia a desfrutar dos restos do que havia em pé nesta casa que ao inicio era uma beleza eterna, agora não passa mais de uma casa que sofreu uns danos, enfim isto tudo deve-se a força maluca de Emmett.
- Não sei o que vou dizer a Esme! - monologuei, nem sequer estava a espera de obter resposta por parte dele, porque sei tão bem que ele responde.
Peguei nas minhas roupas que ainda estavam inteiras, que já nem isso quase que tinha e fui por numa mala e carregar assim na bagagem do carro. Eu mais parecia um monte de farrapos, como ele me deixa.

Ele aproxima-se de mim e diz:
- É mesmo assim que gosto de te ver, SELVAGEM! - sussurrou ao meu ouvido, quase me deixando arrepiada. 
- Sim, mas se continuarmos assim vamos ficar sem roupas e ter que andar nus pela casa e etc... 
- E então, assim é que e bom, poupa-se o trabalho de rasgar. - eu não estava acreditar que ele estava a dizer estas babozeiras. - Oh amor eu só estou a brincar. Achas mesmo que eu ia deixar a minha gata linda andar assim em tragues menores pela casa? Sabes que tudo o que mostra é só para mim. - beijou-me na bochecha, depois no ombro ate beijar-me a boca. 
- És um louco! - acabei por afirmar.
- Pois sou e sabes porque ? Por ti. - só sei que ele me pegou com sua força masculina e me deitou sobre um sofá que ainda estava em pé e ali mesmo fizemos amor, aquele amor bem selvagem que quase que mais parece sexo. 
- Amo-te Meu ursinho. - eram sempre as minhas palavras para descrever o prazer de cada momento passado com sua companhia. 
- Também te amo minha gata, minha barbie, minha mais que tudo. Minha vida és tu. 
As horas estavam a passar e eu não queria estar a chegar muito tarde a casa, afinal de contas tinha telefonado a Esme ainda esta manha para quando chegássemos fossemos caçar todos juntos. 
(...)
Afastei ele de mim, ele fez beicinho que nem os bebes fazem quando se retira um brinquedo. 
- Vamos embora amor, não podemos perder mais tempo. - ele levantou-se meio amoado. - Emmett não fiques triste porque sabes que não é o fim. - ele sorriu para mim e deu um ultimo beijo. 
- Vamos! - pegou na minha mão e com a outra carregou a ultima mala para o carro. 
Adeus Génova contigo ficam as boas recordações de um casamento perfeito e olá Forks para o resto da vida. Pelo caminho ele não disse uma palavra, então como eu não gostava de fazer viagens em silencio, coloquei musica a tocar no rádio, logo o ambiente começou a mudar. 
(...)
Quando avistamos Forks, não foi de evitar que estive-se chovendo e fazendo mais frio que o costume, embora um vampiro não tenha frio, é sempre mais correcto vestir de acordo com a estação e a temperatura não vá alguém pensar que somos loucos ou algo assim. 
Entramos dentro da garagem, deixamos o carro e entramos pela porta dos fundos, queria fazer uma surpresa a Esme e ao resto da família, mas quem acaba surpreendia sou eu quando vejo duas pessoas estranhas na sala, juntamente com Esme,Carlisle e Edward. 
- Ainda bem que chegaram meus queridos temos aqui uma surpresa. - uma surpresa estranha.
Olhei para Emmett e tal como eu ele estava sem palavras. 
Sentei no sofá a espera de uma explicação, meu marido fez o mesmo gesto. 
- Rose estes aqui são a Mary Alice Brandon e o Jasper whitlock. - apresentou Carlisle. 

- Podem tratar-me apenas por Alice. - afirmou a rapariga baixinha.
- Prazer meu nome é Rosalie Hale Cullen. - apresentei-me com minha educação sublime. - E este que esta ao meu lado é o meu marido Emmett Mcarty Cullen. 
Ficamos ali a conversar durante horas sobre a nossa lua de mel, do quanto tínhamos adorado a nossa casa de férias que agora não passava mais de um casa de animais. 


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