Avançar para o conteúdo principal

Diário de Rosalie Hale - Os superiores


Quinta-Feira, 6 de Março
" Os Superiores "
Querido Diário:

Eu não aguentava mais ter de pela manha sair para ir para a maldita escolinha. Que raiva ter de fingir que esta tudo bem quando não esta e pronto. Odeio ter de fingir ser humana quando não sou. Porque insistem comigo nisso, porque?
- Rose esta tudo bem ? - Esme entra no meu quarto batendo primeiro.
- Não Esme não esta nada bem, sabes nunca esteve. - desabafei. Ela aproximou-se de mim, sentando no canto da minha grande cama de casal.
- O que se passa meu amor? O que te deixa chateada?
- O facto de ter de andar a fingir ser quem não sou.
- É tudo para o teu bem e de todos. Sabes que não podem simplesmente expor a vossa verdadeira identidade, existem superiores que não toleraria isso. - superiores?
- Quem são esses tais de superiores? - eu estava curiosa e não ia descansar enquanto ela não me desse uma boa explicação.
- Bom, o Carlisle podia explicar-te muito melhor essa história, infelizmente ele já saiu para o hospital.
- Esme quero que sejas tu a contar. - fiquei a espera de seu relato.
- Ok. A muitos anos o Carlisle antes de viver a vida que vive ao nosso lado, viveu muitos anos em Volterra. Lá tem os tais superiores Aro, Caius e Marcus e claro respectiva guarda portadora de dons absolutamente espantosos. - nada do que ela me contava assustava.

- E mais? O que eles fazem? 
- Eles controlam as acções de nós vampiros, não podemos comprometer o nosso segredo, temos de saber manter em segurança sem que seja alvo perigo. 
- Agora entendo, o porque de Carlisle pedir tanto para que tenhamos cuidado com as amizades. 
- Sim. É por isso mesmo. - sorriu para mim Esme. - Não podemos desafia-los eles são perigosos, jamais alguém sai com vida.- estremeci. - Mas graças a deus nunca tivemos nenhum problema com eles e espero que de futuro também não. Bem e agora já chega de conversas porque já estas atrasada para as aulas Rose. - Esme antes de sair deu-me um beijo na testa e fechou a porta atrás de si. 
(...)
Chegando a escola, mantive o dia inteiro calada, Alice não parava de insistir comigo para conversar, Edward já entendia bem qual a razão de eu não dizer uma palavra. 
- Estas assim pelo que acabas-te de ouvir esta manha da Esme! - informou de surpresa ele. 
- Sim, nunca pensei que ouve-se alguém por detrás desta origem. - era verdade nunca tinha pensado nisso, muito menos perguntado a alguém, não era algo que eu tive-se interesse em saber. 
- Sempre tem Rose, tudo tem uma razão de ser. O mundo não é como é ? 
- Sim.
- Então, nós tal como os humanos também temos regras e leis a cumprir. 
- Leis e regras um pouco complicadas não achas? Acho que simplesmente tudo podia ser mais fácil, todos seriamos mais felizes. 
- Talvez, no entanto não seria a mesma coisa. 
Estar aqui a discutir ideias com Edward não me ia levar a lugar algum, já tinha entendido que cada um de nós pensa de forma diferente. Cada um a sua maneira cria as suas própria teorias. 
- Bom que tal irmos para dentro sempre estamos mais a vontade. - Alice meteu-se. 
- Já vou Alice. - respondi rapidamente. 
Edward seguiu com ela para dentro, deixando-me a pensar no banco ope do Volvo, hoje infelizmente Emmett e Jasper tinha faltado para caçar, o que ate um pouco me deixava triste, não tinha aqui o meu ursinho para me consolar ou simplesmente contar as suas piadas de tantas vezes. 
O Sinal tocou e eu senti-me obrigada a ter de entrar. 



Comentários

Mensagens populares deste blogue

One Shot - Bella - Carta para Edward Cullen

Meu amor... Como é estranho voltar a dizer estas palavras... Palavras que durante meses  atormentarem-me sempre que eram proferidas, por mim ou por outros, faziam-me desabar, chorar. Agora não me canso de as repetir. Porquê? Bem, porque elas significam que voltas-te. Significam que o meu coração voltou a bater, que eu voltei a existir, que deixei de ser um robô triste e amargurado. Agora posso afimar (e até gritar paa quem não quiser acreditar) que eu, Isabella Swan, voltei a viver e a acreditar no amor, na felicidade, que deixei de ser um ser sem alma, sim porque quando voltas-te não só trouxes-te a minha alegria de viver e o meu coração como também a minha alma. Alma essa que, tal como o meu coração, pertence-te. Por favor... Não voltes a deixar-me, porque o meu coração não vai aguentar  perder-te uma segunda vez. Tu és a minha vida! Edward Cullen, tu és a razão de eu existir e continuar viva. Se alguem perguntar a banda sonora da minha vida eu respondere...

Diário de Rosalie Hale - O casamento de Edward e Bella parte 2

Sábado, 3 de Julho " O casamento de Edward e Bella parte 2 " Querido Diário: Depois de ditos os repectivos "sim" demos inicio a festa da boda, todos os convidados estavam absolutamente deslumbrados com o vestido de noiva de Bella, claro que Alice conseguia saber tudo e tinha um grande gozo nisso. Edward nao tirava os olhos de Bella o tempo todo, os convidados sentiam-se tentados a ver a cena de tanto amor no ar do casal mais perfeita da festa. Eu por minha vez senti-me tao feliz vez a felecidade enorme deles uma realidade quase impossivel, era um sonho que de um livro tinha-se tornado uma realidade. Sim Edward estava amar, coisa que ás uns anos era impensavel acontecer.  Como estava curiosa quanto a opiniao dos convidados fui ter com algumas pessoas. Encontrei Renné a mae de Bella quase em lágrimas.  - Entao Renné como se sente por ver que sua unica filha agora é uma mulher casada? - perguntei. - Muito bem, ela merece tudo de bom, ela vai ser muito...

Diário de Rosalie Hale - Uma vingança Atroz

Segunda-feira, 18 de Fevereiro " Uma vingança Atroz " Querido Diário:  Sentia raiva dentro de mim, ao saber que o homem que tanto amei, fez o mal que fez, estava agora a rir-se de mim consolado com seus amigos e vibrando com o copo cheio desse maldito álcool.  Decididamente montei um esquema onde mataria um por um, deixando para o fim o Royce King, o maior alvo abater. Ainda no meu closet desta modesta mansão procurei no roupeiro um vestido de noiva., e vestiu-o para o efeito de um casamento, podiam achar-me louca, ou talvez desequilibrada  mas uma coisa era sempre garantida eles teriam que morrer.  Sai de casa num forma bem ousada para a acção, o primeiro efeito a provocar no homem seria o seu destino fatal. Esme tentou demover-me da minha acção, porem foi ela tambem em vao, porque que os meus olhos sedentos viam era a dor desses malditos.  (...) Em pouco tempo tinha morto 6 homens, faltava ele, a sua morte seria diferente de todos os...