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Paixão Proibida de Jane - Capitulo XIV - Carta para William


Capitulo 14 - Carta para William 

[Jane]
Quando mantenho o meu ritmo calmo na entrada com Heidi sou chamada por diz:
- Jane! - fico com o coração nas maos. - Ate a que enfim apareces. 
- Desculpa? Mas eu nao devo satisfações a ti que eu saiba.  - este estava a sair-me pior que aquelas duas. 
- Nao é a mim que deves satisfações é a Heidi, que a tarde andava a tua procura, mas estou a ver que ja falaram sobre o assunto. - por acaso. 
Retomo o meu caminho ate ao meu aposento quando dou por encerrada a conversa. Mal chego sento na minha janela e fico na ideia de ir buscar o meu diário ao esconderijo. 
Procuro por ele uma e duas vezes e nada. 
- Eu ia jurar que tinha aqui o meu diário, onde será que ele esta?
Derrepente fico alerta a imaginar as risadinhas e as vontades de Renata e Chelsea de quererem tramar-me. 
Será que foram elas?
Ai nao eu nem quero ver quando Aro ou Caius ler aquelas páginas, acho que o meu fim fica a vista, e agora como vou avisar o Will?
- Temo que andas a procura disto! - estava com vontade de pega-lo.
- Senhor eu posso explicar tudo.
- Nao existe explicação possivel, Jane tu nao es nem mais nem menos que os outros. 
- Eu sei mestre. 
- Amanha vai haver uma reuniao de concilio, logo veremos qual será o teu castigo. 
- Por favor mestre perdo-me eu fasso tudo o que quiser, só nao faça mal a ele.
- Começa por deixa-lo, talvez a tua pena seja menor.
Deixar a pessoa que eu amo era como matarem por dentro, porem para garantir a sua vida, eu faria tudo, mesmo que isso custa-se.
- Se é esse o preço a pagar para ter uma pena menor eu aceito. 
- ÓPTIMO! Amanha logo se ve o teu destino. 
Ele estava a virar costas, quando chamei uma ultima vez:
- Mestre! - ele olhou para mim. - Prometa que ele fica a salvo. 
- Tudo depende de ti, basta cumprires com a tua palavra. 
A questao de palavras é tudo muito relativo. 
Vi ele a retomar o seu lugar e claro consigo leva o meu diário. Apetecia-me chorar sem nunca mais parar, mas as lágrimas para nós estavam secas. 
Peguei num papel e numa caneta e sentei-me na secretária ao fundo do meu aposento. Tento arranjar coragem para as palavras que vao sair. 

" Querido William:
Nem sei por onde começar, estou tamanhamente triste. 
Sabes hoje descobriram o nosso segredo e agora nao sei o que me vao fazer. Ai se soube-ses o quanto isto me custa. Eu nao quero perder-te nunca, nunca mesmo. 
Aquilo que vou dizer-te agora, acredita que custa-me muito ter de o fazer, mas é a unica forma de garantir o teu bem... estar longe do perigo que a minha familia representa para ti. 
Acredita que amei cada instante passado ao teu lado, cada beijo, cada caricia, cada palavra amiga, porem para tudo existe um fim. 
Eu sei que vais sentir raiva de mim ao ler esta carta, mas é preferivel do que ver-te morrer a merce deles. 
Tu para mim serás sempre o meu Héroi de banda desenhada, dos meus contos de fada... 
AMO-TE DAQUI ATE AO INFERNO! 
Tu foste a unica pessoa no mundo que fez-me acreditar no amor e que me fez a mulher mais feliz, espero que sejas feliz no teu espaço porque eu vou a minha maneira tambem serei. 
Adeus Will, nunca mais vou ver-te. 
Amo.te meu anjo. 
Fica bem e perdoa-me. 
Beijos da tua adorável Jane Volturi. 

P.S: Antes que me esqueça cuida bem de ti. "

Dobrei a carta e arrumei dentro do meu bolso e fui chamar o meu irmão ao seu aposento. 
(...)
- Meu irmão estou perdida. - começei. - Eu estou perdida para sempre. 
- Como assim? O que aconteceu? - ele estava com ar confuso. 
- Eles descobriram tudo, eles ja sabem de mim e dele. 
- Eu pedi por tudo para teres cuidado. 
- Mas eu tive, tu nao estas a entender a forma como fui apanhada. 
- Conta só estou de ouvidos. 
Respirei fundo e começei a relatar o sucedido macabro. Ele estava chocado comigo e eu entendia perfeitamente, a culpa de ter sido apanhada foi toda minha. 
- Jne bolas tanto pedi para teres cuidado.
- Agora nao vale a pena estares a repetir isso meu irmão. - baixei a minha cabeça. 
- Desculpa Jane eu estar a ser assim contigo, mas sabes que nao é por mal que te digo as coisas. 
- Nao faz mal eu tenho aqui uma carta para entregares a ele amanha a tarde a mesma hora de sempre na floresta.
Se alguem soube-se a dor que essa carta causava em mim, nao me condenaria muito mais, porque nao existe pior condenação que ficar longe da pessoa que nos gostamos. 
- Ele vai estranhar a minha presença em teu lugar. - lá isso ia.
Eu nao posso arriscar mais a sua vida. 
- Na hora certa saberás o que dizer e nao vale a pena entrares em muito promenores, tudo o que ele precisa de saber esta lá. 
- Eu entrego-lhe a carta fica descansada. 
- Depois conta como ele riagiu, se assim demonstrar. 
- Claro! 
Sai do seu aposento para seguir rumo ate ao meu porque ou menos lá estaria sozinha e era um bom momento para reflexoes.
Graças aquelas cobras a minha vida esta a esmorenar-se aos poucos, tudo o que acredito esta a morrer a cada instante.
Vida traiçoeira esta, serei eu assim tao merecedora de tamanha vingança. Acredito que dias piores estao para vir e que estas ameaças sao só o inicio. 



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