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Diário de Alice Cullen - A dúvidas de Rosalie


Sexta-feira, 12 de Maio
" A dúvidas de Rosalie "
Querido Diário:

Pela manha sai do meu quarto e fui ate a sala peguei num livro e o esfolhei todo, no entanto nao tinha nada me deixa-se com a minha atenção presa, fui a procura de outro, e nada. Desistei de procurar formas de me deixar ocupada, se soube-se alguem soube-se o quanto isso me deixava aborrecida. Fui para a varanda ver como estava a manha aqui em Forks.
- Alice? - Rosalie chama por mim, fico surpresa quando olho para trás.
- Sim? Precisas de alguma coisa?
- Sim! Queria conversar contigo, claro se possivel.
- Claro, porque nao. O que queres falar ? - perguntei enquanto debrussava-me na varanda.
- Na verdade eu gostava de conhecer a tua história, sabes nao é por mal, é que sou um pouco curiosa e... - eu a interrompi.
- Nao precisas de te justificar com nada. Eu em teu lugar terias as mesmas perguntas para fazer, as mesmas curiosidades. - disse sorrindo, ela fez o mesmo gesto.

- Eu vou contar-te a minha história, embora a tua seja bem mais chocante que própriamente a minha foi. - ficou apatica com a minha observação.
- Como sabes da minha história ? - ela queria saber, era normal ela comecar a desconfiar que alguem me tinha contado ou coisa assim, ela nao sabia nada acerca de eu possuir um dom.
- Eu tenho um dom de prever o futuro, consigo prever o que vai acontecer as pessoas. Nao precisas de ficar assim eu nao sou nenhuma bruxa ou feitiçeira. - brinquei.
- Eu nao sei que diga.
Aos poucos começei a ter umas luzes vindo a minha cabeça sobre o meu passado.
- A muito tempo eu tinha cerca de 17 anos quando eu e minha irmã fomos para casa de minha avo, lá começei a ter as minhas primeiras visões estranhas, inicialmente eu chamava de sonhos estranhos, depois esses sonhos contuinuaram a perceguir-me, ate mesmo acordada essas visões me atromentavam.
Espontaneamente a memória me confirmava que eu tinha este dom ja desde humana e que por conseguinte tinha uma irmã.
- Que coisa mais estranha...
- Sim, e pior de tudo foi quando minha avo revelou a mim que tudo o que eu estava a passar, ja uma tia minha tinha passado por algo semelhante, tambem ela se chamava Alice.
A tia Alice. (pensei)
- Mas como é que tu ... - interrompi ela novamente.
- Tornei-me vampira? Pois tambem eu gostava de saber, eu sei que pode ser absurdo eu nao saber, mas a unica coisa que me lembro é de acordar num sitio escuro e estranho. - intristeci por nao conseguir obter essa informação da minha memória fraca.
- Lamento o que te aconteceu...
- E como chegas-te ao Jasper ? Quer dizer tem de haver uma explicação para o vosso encontro.
- E tem, sempre sonhei em um dia encontrar o meu cavaleiro andante, depois de me tornar no que sou agora vi essa oportunidade mais perto de mim, podes nao acreditar mas o instinto levou-me a encontra-lo, tal como a encontrar esta familia. - expliquei.
- Ele tambem possui algum dom?
- Segundo sei ele tem o dom de calmar estados de espiritos. - esclareci, as perguntas insaciaveis dela.
A sua espressão ficou um tanto ou quanto confusa, é claro que ela estava ruidinha de inveja de nao ter um dom como o meu.
(...)
Horas mais tarde...
Entrei numa sala que mais parecia uma biblioteca e vi Edward sentado numa cadeira de pele, fui ter com ele e meti conversa. Momentaneamente ele se levanta.
- Posso ajudar-te de alguma forma? 
De todas as pessoas ele era o unico que nao tinha qualquer tipo de contacto comigo, parecia isolado. 
- Nao, ninguem pode ajudar-me. 
- O que se passa, eu sei que nao nos conhecemos muito bem, mas e que eu sou curiosa e tal... 
Ele olhou para mim. 
- Eu sei que queres ser minha amiga, eu sei que es boa pessoa. 
Como ele sabia de todos os meus interesses? (pensei)
- Eu leio a mente de todos. 
- Ah. - fiquei com vontade de corar. 
Ele pareciamente triste, realmente ele era o unico que nao tinha qualquer parceiro. 
- Nao tenho porque nao quero. Existe uma pessoa que gosta de mim, sente-se atraida por mim, porem eu nao lhe dou bola. Sinto que o meu coração ainda espera alguem mesmo nao sabendo quem. 
Fiquei atenta ao seu desabafo. 
- Que pessoa é essa que dizes que gosta de ti? - queria saber. 
- Tanya Denali, é o clã que Carlisle diz serem nossos primos. - sorri.
Que bom a familia era mesmo grande. (pensei)
- As vezes ter uma familia grande nao se resume a sermos completamente felizes. 
- Vais estar sempre a ler a minha mente. - brinquei, nao me importava com esse aspecto. 
- Desculpa é o habito, nao consigo evitar. 
- Nao faz mal. Agora acredita que comigo por perto a tua vida vai mudar para melhor. - queria de alguma forma arrancar um sorriso seu. 
- Obrigada, estou mesmo a gostar de te conhecer minorca. 
- Ei nao me chames de minorca ou gigante. - rir as gargalhadas. 


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