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Diário de Alice Cullen - Eu nao me lembro de nada


Segunda-feira, 8 de Maio
" Eu nao me lembro de nada "
Querido Diário:

Uma semana depois...
Acordo de um modo mordido, tudo a minha volta torna-se nitido, ate as particulas de ar decifráveis, e como se vi-se tudo a 3 dimensões, a minha força torna-se tao grande que ate desfaço o puchador da porta para sair deste buraco escuro.
Percorro um corredor extenso e procuro uma unica explicação para aquilo que vejo, porque que eu estava neste lugar? Quem eram estas pessoas que me olhavam de um modo medrontoso. Entrei num lugar que era uma casa de banho, olhei no espelho e vi uma pessoa que nao conhecia, ela tinha os olhos vermelhos, pele muito translucida, e as olheiras eram roxas, olhei as minhas maos e comparei-as com as do espelho, mais uma vez nao me reconhecia com a pessoa que refectia nele, se ou menos me lembra-se do que se tinha passado.
Decidi que o melhor mesmo era ir embora deste lugar assustador, começei a correr na rua e ate a minha velocidade era extremamente excessiva, parecia que tinha a velocidade de um carro, era uma sensação optima poder correr assim.
No meio da corrida paro para apanhar umas roupas que encontro, eu sei que roubar é algo feio e que nao se deve levar como um conceito correcto, porem nao podia andar sempre com a mesma roupa. Aos poucos começei por criar o meu proprio estilo.

Quando vejo que ja nada me falta para o momento caminho calmamente pela rua, e nao estando a espera vejo um homem agredir uma rapariga brutalmente, fico escandalizada pois, beter numa mulher é um crime brutal, é ai que encontro uma outra faceta de mim nao antes desvendada, o meu instito de matar.
Aproximo-me deles, separo a rapariga do homem deixando-a figir para parte incerta.
- Olhem so uma menina tao linda. - olho fixamente nos olhos dele e o seu cheiro leva-me a locura de o matar, nao sei o porque fiz, nao tenho explicação para o meu acto, pois a unica coisa que sabia é que estava saciada.
É ai que descobro que a minha forma de sobreviver é bebendo sangue dos outros, mas como nao queria matar inocentes, decidi que apenas mataria os culpados de crimes, os violadores, os ladrões, enfim todos aqueles que nao magoassem alguem. 
(...)
Ao cair da noite...
Eu estranhava o facto de nao me sentir cansada, pois a esta hora qualquer pessoa teria vontade de dormir. Entrei dentro de uma casa abandonada e la dentro estava uma cama, deitei-me sobre ela e fechei os olhos, porem nao consigia adormecer, tentava varias formas contar carneirinhos, contar numeros, histórias, cantar, mas nada funcionava. 
Começei a pensar em tudo o que tinha descobrido de mim hoje, tinha força excessiva, alimentava-me de sangue, velocidade sobrenatural, sentidos tisicos, sem necessidade de dormir. 
- Mas que especie sou eu? - era uma pergunta a qual nao tinha resposta. 
Foi entao que do nada me veio uma imagem a minha cabeça de um homem a minha procura naquele lugar que tinha saido esta manha, ele era tal e qual a mim tinha os olhos vermelhos, a pele translucida... Mas o que será que ele queria de mim? 
- Se ou menos eu me lembra-se do meu passado talvez ouvesse alguma explicação. - monolguei. 
Fique a pensar e a pensar a espera de descobrir mais alguma coisa do meu passado, mas parecia que tudo estava bem longe de mim e que obter essas informações era um caso impossivel, era como se tivessem passado uma burracha na minha cabeça, eu nao conseguia lembrar sequer quem eram os meus pais a minha familia, nem sequer como tinha ido parar aquele lugar onde eu acordei. 
- Mas quem sou eu? 
As perguntas assaltavam-me com piolhos a solta procurando sempre a sua alimentação, no meu caso procurava respostas. 
Instantes depois veio uma nova imagem a minha cabeça desta vez nao o mesmo homem que eu tinha visto a pouco, mas um cavaleiro andante, Loiro, lindo, ele nao me era desconhecido, eu sentia que muito antes eu tinha visto, no entanto nao lembrava onde ou quando. 
Tentei focar-me mais nessa imagem que eu tinha na cabeça, aos poucos procurei mais detalhadamente sobre esse homem, procurei o lugar onde ele podia estar, era como se um inem me quise-se juntar a ele. Eu precisa dele para ficar completa. Uma coisa era certa o meu proximo passo seria ir a procura desse homem, nem que tive-se de percorrer o mundo inteiro e ia encontra-lo baseando-me apenas nas minhas imagens. 
Sair agora a procura era demasiado cedo, embora para mim nao fosse um grande problema, mas ao mesmo tempo precisava de pensar melhor da forma de como podia encontrar-me com ele, naquilo que tinha de dizer, nem tudo era facil. 
- Será que eu posso fazer isto? E se eu tinha namorado? - perguntas e mais perguntas. - Porque que estou sozinha? Porque que ninguem me ajuda? 
Ai bati varias vezes na cabeça, quanto mais pensava menos sabia. Quanto mais perguntas encontrava menos respostas obtinha. Entao deixei de pensar, agi apenas conforme tinha de agir, talvez assim encontra-se o que precisava. Talvez o que eu queria saber estivesse mais perto que eu imaginava ser possivel.


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