Avançar para o conteúdo principal

Diário de Alice Cullen - Quando um sonho se torna uma visão


Quarta-feira, 26 de Abril
" Quando um sonho se torna uma visão "
Querido Diário:

Esta manha tinha acordado com o sol a bater-me no rosto e tambem com a minha irmã a puchar por mim fora da cama. Abri os meus olhos e caminhei para o a janela e vi como o sol estava lindo, brilhando intensamente, olhei para o lado e ja a minha pequena estava ao meu lado a sentir o mesmo que eu.
- Vamos Alice, vamos tomar um banho de rio. - a sua ideia era um tanto bem sugestiva.
Vesti um fato de banho e uma outra roupa por cima bem confortável e ela fez o mesmo, seguindo-me. Passei primeiro na cozinha roubando uma maça do cesto de compras acabado de chegar.
- Alice nao vais comer nada ? - Perguntou em cuidados Angela.
- Agora fico bem com a maça, daqui a pouco como mais alguma coisa. - lançei um sorriso e sai a correr sob o campo.
Ai adorava sentir o vento batendo no rosto, adorava sentir os meus pés na erva, e quando estava bem pertinho do riacho poisei as minhas coisas e com a minha mao provei a temperatura da agua. Quando vi que estava boa entrei e saborei a fresco da agua na minha pele.
Era um sonho estar aqui.


- Alice espera por mim. - abri os olhos e vi Cynthia  correndo para aqui.
- Vem, a agua esta optima.
Ela chegou e entrou se sequer provar a temperatura.
Brincamos muito dentro de agua ate finalmente estarmos completamente cansadas, depois quando vimos que estavamos secas, deitei-me de baixo do sobreiro que fazia uma boa sombra a beira do riacho. Olhei para o lado e vi que a minha irmã ja dormia, tomara ela brincava tanto que era normal ficar rota de cansaso. Tentei fechar os meus olhos e tentei sonhar mais uma vez com o meu cavaleiro, e quando menos esperava começei a ver coisas estranhas acontecendo no meu sonho, desde aparecer um cavaleiro a um monstro que mata uma jovem mulher. Abri imediatamente os olhos assustada e o problema que aquela imagem permanecia na minha cabeça.
Levantei-me e acordei a minha irmã e juntas caminhamos ate casa onde ela tomou um duche e eu aporveitei que a minha avo estava sozinha na sala lendo pra contar do sonho estranho.
- Avo posso falar consigo um minutinho? - ela retirou os oculos e poisou o livro no colo e olhou para mim.
- Podes falar minha querida, passa-se alguma coisa? - ela estava preocupada.
- Esta manha quando sai mais Cynthia  nos fomos tomar um banho de rio...
- Sim fizeram muito bem.
- E quando estavamos cansadas deitei-me na sombra do sobreiro e quando fechei os olhos pensei que estava a sonhar com uma coisa linda, instantes depois esse sonho estava a ser um pesadelo, avo eu vi um homem matando uma mulher. - mostrei medo.
- Tens a certeza do que viste?
- Sim. Avo o que e isto que nao me sai da cabeça? - ela sorriu e pegou nas minha maos.
- Querida eu penso que tu possas possuir uma coisa que a tua tia Alice possuia.
- Que coisa e essa? - estava curiosa.
- A tua tia tinha visões do futuro!
- Visões?
- Sim, ela preveu o casamento do teu pai, o nascimento de uma menina de outra familia, e preveu tambem a morte do teu tio na guerra, porem a sua carta de avisa-lo a ter cuidado chegou tarde e ele ja estava morto. - era espantoso.
- Dai tu teres contado que ela morreu de desgosto de amor.
- Sim.
- Achas que eu serei como ela?
- Penso que sim.
Começei a olhar para os cantos da sala e pensei muitas vezes naquilo que tinha visto esta tarde.
- A mae nunca vai acreditar no que digo. Ela nao entende nada.
- ...
Deitei a minha cabeça no seu colo, ela começou a fazer festinhas na minha cabeça.
- Tu vais conseguir viver bem com aquilo que tens, tu vais conseguir salvar muita gente com o teu dom.
- E se eu nao conseguir? - tinha de pensar o pior.
- Ai nao podemos fazer nada meu anjo. - ela suspirou quando viu que eu ficava mais triste. - E ja agora estava a dizer que sonhavas com um cavaleiro, fala-me dele. - ela pediu.
- Bom esse cavaleiro é a pessoa com que eu vou ser feliz e viver salva.
- Hum que coisa bonita.
A minha avo levava muito a serio os meus sonhos e agora as minhas visões estranhas, se eu conta-se a minha mae, ela ia dizer que eram fantasias da minha cabeça e nunca, mas nunca ia conseguir salvar ninguem, acho que antes mesmo ela me internava num ospicio, achando que eu estar louca.
Portanto tinha de aprender a viver este segredo.
(...)
Horas mais tarde...
A noite tinha caido e o seu estava limpo, isso queria dizer que amanha teriamos outro dia com muito sol. Fui para o meu quarto e coloquei um terço sob a cama porque sabia que antes mesmo de me deitar tinha de rezar para ter um dia bom e agradecer pelo que tinha sido hoje.
Mas quando estava para me preparar para o efeito começo a ouvir uma voz no andar de baixo desesperada falando. Deicido espreitar para ver o que se passa e fico a escuta.
- Ai dona Madeleine voce nem sabe o que aconteceu a pouco na cidade.
- O que aconteceu?
- Uma jovem rapariga foi brutalmente morta por um monstro, ninguem viu apenas encontraram o corpo sem uma pinga de sangue.
Fiquei alerta com a explicação da mulher, tudo encaixava na descrição da minha visão, uma morte. Agora so nao entendia a razão de estarem a dizer ser um monstro, tentei ouvir um pouco mais a conversa.
- Nao me diga. - a minha avo devia estar chocada.
- É verdade dona Madeleine, estou tao chocada quanto a senhora. Ja nao se pode viver em paz que ate ja existe risco.
- Obrigada por me contar, senhora Melyde.
Quando vi que a mulher tinha saido e que a minha avo estava sozinha desci as escadas e fui ao encontro dela.
- Avo! - chamei. - Eu nao pode deixar de ouvir a conversa...
- Senta aqui comigo minha querida. - ela puxou por mim. - Parece que a tua visão estava certa do que ia acontecer.
- Eu nao consegui evitar a morte dessa moca.
- Nem tu nem ninguem. - ela passou a sua mao no meu rosto. - Va agora vai para a cama que amanha e outro dia.
Fiz o que ela pediu e subi, fiz a minha reza do costume e deitei-me.


Comentários

Mensagens populares deste blogue

One Shot - Bella - Carta para Edward Cullen

Meu amor... Como é estranho voltar a dizer estas palavras... Palavras que durante meses  atormentarem-me sempre que eram proferidas, por mim ou por outros, faziam-me desabar, chorar. Agora não me canso de as repetir. Porquê? Bem, porque elas significam que voltas-te. Significam que o meu coração voltou a bater, que eu voltei a existir, que deixei de ser um robô triste e amargurado. Agora posso afimar (e até gritar paa quem não quiser acreditar) que eu, Isabella Swan, voltei a viver e a acreditar no amor, na felicidade, que deixei de ser um ser sem alma, sim porque quando voltas-te não só trouxes-te a minha alegria de viver e o meu coração como também a minha alma. Alma essa que, tal como o meu coração, pertence-te. Por favor... Não voltes a deixar-me, porque o meu coração não vai aguentar  perder-te uma segunda vez. Tu és a minha vida! Edward Cullen, tu és a razão de eu existir e continuar viva. Se alguem perguntar a banda sonora da minha vida eu respondere...

Diário de Rosalie Hale - O casamento de Edward e Bella parte 2

Sábado, 3 de Julho " O casamento de Edward e Bella parte 2 " Querido Diário: Depois de ditos os repectivos "sim" demos inicio a festa da boda, todos os convidados estavam absolutamente deslumbrados com o vestido de noiva de Bella, claro que Alice conseguia saber tudo e tinha um grande gozo nisso. Edward nao tirava os olhos de Bella o tempo todo, os convidados sentiam-se tentados a ver a cena de tanto amor no ar do casal mais perfeita da festa. Eu por minha vez senti-me tao feliz vez a felecidade enorme deles uma realidade quase impossivel, era um sonho que de um livro tinha-se tornado uma realidade. Sim Edward estava amar, coisa que ás uns anos era impensavel acontecer.  Como estava curiosa quanto a opiniao dos convidados fui ter com algumas pessoas. Encontrei Renné a mae de Bella quase em lágrimas.  - Entao Renné como se sente por ver que sua unica filha agora é uma mulher casada? - perguntei. - Muito bem, ela merece tudo de bom, ela vai ser muito...

Diário de Rosalie Hale - Uma vingança Atroz

Segunda-feira, 18 de Fevereiro " Uma vingança Atroz " Querido Diário:  Sentia raiva dentro de mim, ao saber que o homem que tanto amei, fez o mal que fez, estava agora a rir-se de mim consolado com seus amigos e vibrando com o copo cheio desse maldito álcool.  Decididamente montei um esquema onde mataria um por um, deixando para o fim o Royce King, o maior alvo abater. Ainda no meu closet desta modesta mansão procurei no roupeiro um vestido de noiva., e vestiu-o para o efeito de um casamento, podiam achar-me louca, ou talvez desequilibrada  mas uma coisa era sempre garantida eles teriam que morrer.  Sai de casa num forma bem ousada para a acção, o primeiro efeito a provocar no homem seria o seu destino fatal. Esme tentou demover-me da minha acção, porem foi ela tambem em vao, porque que os meus olhos sedentos viam era a dor desses malditos.  (...) Em pouco tempo tinha morto 6 homens, faltava ele, a sua morte seria diferente de todos os...