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Diário de Alice Cullen - América


Terça-feira, 25 de Dezembro
" América "
Querido Diário:

Quando estávamos a chegar ao território dos lobos e lembrei de algo. Uma vez que o trato com a minha familia estava mais que unido, quer dizer agora estávamos todos amigos uns dos outros nao havendo mais perigo ou uma guerra entre vampiros e lobos. O que queria dizer que Sam ou outra pessoa qualquer da tribo poderia contar ao meu pai da nossa passagem por este lugar no momento de nossa ida. Mas por outro lado nao havia outra maneira de esconder e teríamos mesmo de fazer isto.
Corri com o meu marido do meu lado, e a cada passo nosso a fronteira estava próxima. Abrandei o passo ao ver gente rondando, olhei para Jasper e juntos paramos, ja passavam da meia noite.
- Podemos passar? - pedi autorização.
Dirigimo-nos na direcção do oceano.
- Podem, nos fazemos questão de vos acompanhar ate a costa ? - indicou Sam.
- Espera! - antes de entrarmos no oceano lembrei de dar um bilhete para ele entregar a minha familia de modo a que nao se sentissem sozinhos. 
Olhei para Jasper, pensando numa forma de nao causar preocupação, dado que este nao sabia da nossa fuga. Entramos dentro de agua e nunca mais vimos ninguem.
- Claro. 
Depois nadamos por todo oceano ate chegarmos a uma cidade fantástica que era América. Saímos numa zona costeira de forma natural sem causar grandes suspanses. E a medida que caminhávamos lembrei-me mentalmente da mensagem que tinha deixado para eles. 

" Nao venham a nossa procura. Nao a tempo a perder.
Lembrem-se: a Tanya, a Siobhan, o Amun, o Alistair, todos os nomades que conseguirem descobrir. No caminho contactamos com Peter e Charlotte.
Lamentamos muito de vos deixar assim, sem despedidas ou explicações, mas nao havia alternativa.
Com todo o nosso amor. "

Lamentava mesmo ter feito isto, mas depois do que eu vi e imaginei que podia acontecer com o meu Jasper, nao podia ficar e arriscar-me a perde-lo. Eu sei que podiam ate achar-me igoista, no entanto tambem sabia que eles iam entender. Jasper pegou a minha mao, fazendo-me olhar os seus olhos.
- Vai correr tudo bem! - garantiu-me. 
Para nos ate podia correr tudo muito bem, no entanto sentia-me péssima por ver que para eles tudo podia nao correr da mesma forma. 
- Eu sei que sim meu amor! - sorri. 
Beijou meus lábios e entramos numa rua escura que me fez lembrar os tempos de incio da minha existência  Lembrar os tempos pelos quais procurei meu marido. nesse instante sou assaltada por uma visão desta vez com Bella. 
Bella desconfiada ia ate ao chalé vendo que o papel da minha mensagem correspondia a folha do seu livro " O Mercador de Veneza". Ela ia abri-lo e descobrir a informação que necessitava e fazendo o que eu pedia, momentos depois. Ela queima o livro. 
A visão se vai novamente. 
- O que foi meu amor ? - Jasper sempre atento.
- Um visão, Bella vai encontrar a informação que precisa. Espero que ela guarde segredo.
- De certeza que o vai fazer, jamais vai colocar a pessoas todas preocupadas. 
- Tens razão. 
- É aqui. - apontou para um prédio abandonado.
Esta era a moradia do Peter e Charlotte. Entramos de uma forma calma e despreocupada. Jasper foi na frente. 
- Ei Peter ! - chamou ele.
- Ei Jasper ! Ei Alice ! - eles apararecem do alto de umas escadas. Sorri-o e logo vou comprimenta-los. - Como voces estao? 
Olhei por segundos para o meu marido vendo se estávamos prontos para contar parte da nossa vinda. Ele acenou-me que sim e entao tomei a liberdade de começar.
- Olá Peter, Charlotte. Bom o que nos traz aqui nao é so uma mera visita, mas um pedido de ajuda. - ele ficou desconfiado.
- Ajuda? 
- Sim, nao estamos sem tempo para muitas explicações, mas assim que chegarem e Forks, a nossa familia contará tudo. 
- Claro. - ele nao parecia muito convencido.
Entao meu Jass intreviu tentando por tudo fazer eles crerem no pedido. 
- É serio o pedido, se nao fosse um caso urgente acreditem que nao estaríamos aqui a incomodar-vos. - disse ele.
- Tudo bem eu entendo. Eu e Charlotte vamos sim, vamos vos ajudar meu irmão.
Era tao bom ver que havia sempre alguem disposto ajudar-nos. Estava crente numa coisa, se um dia eles necessitassem de ajuda, podiam ter certeza que eu e Jasper seriamos os primeiros ajudar. 
Sorri para eles. Despedimos nao sabendo ao certo quando os voltaríamos a ver, se algum dia voltaríamos  Acenei com a mao, juntamente com o meu companheiro e em segundos saimos do local. 
Próximo destino ainda nao sabíamos. Precisávamos de arranjar uma prova que indica-se a inocência da nossa familia e que prova-se que Renesmee era mesmo filha de Bella e Edward. Nao seria facil travar um guerra com os volturi, face as provas que Irina tinha. No entanto eu nao ia perder a esperança. Previa que algo bom podia acontecer, bastava procurar e achar uma prova concreta.
(...)
Na Ilha de Esme... Brasil...
A Ilha de Esme era uma ilha sem igual no mundo, nao ser da nossa familia, mas por ter o simbolismo do amor. Aqui podia relaxar um pouco e tentar de um modo recorrer a uma visão que me desse uma pista de algum ser semelhante a Renesmee. Carlisle havia comentado naquela época que Bella estava grávida que haviam ser como a minha sobrinha, embora sendo raros, mas existiam o que fazia do acontecimento algo possível  mas incomum  Pensei e mais pensei. Procurei por todas as parte da minha mente uma resposta, uma pista, uma chance e foi entao que me recordei que existiam tribos aqui no Brasil e que de certo ia encontrar aquela que melhor correspondia a realidade. 
Partimos numa buca a pente fino aqui. Nao ia desistir e muito menos abandonar a minha causa. Se nos eramos inocentes entao eu iria prova-lo, nem que fosse a ultima coisa que eu pudesse fazer.


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