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Lua de Sangue - Capitulo XII - Aparecimento de Rebeca


Capitulo 12 - Aparecimento de Rebeca 

[Rebeca]
A minha viagem pela europa estava a ser cansativa e nao tinha nada de interessante que eu gostasse de ver. Tinhas saudades de algumas pessoas com as quais convivi grande parte da minha inicial exestencia. Sarah apesar de me odiar ou parecer odiar foi sempre especial comigo, pois foi ela que ensinou a dar valor a certos aspectos que hoje uso. 
Ela era a minha melhor amiga ate ela me roubar o namorado, ela nao podia ter feito essa coisa comigo. Para ser franca ate achava que ela tinha inveja de mim, eramos muito diferentes nesse aspecto, ela nunca aceitou o facto de eu me afastar dela pelo facto de nao conseguir conviver com eles. 
Mas desta vez eu estava  de volta porque haviam coisas que eu tinha o direito de esclarecer, eu nao ia fugir mais e sim enfrentar aquela que pessoa. 
(...)
Chegando em Forks...
- Mas que cidade tao zennnnnnnnnnnnnnnnnnnn! - reclamei para mim mesma enquanto caminhava sobre as ruas despidas. 
O meu problema é que nao tinha companhia para as minhas viagens, se nao ate seriam bem fixes, enfim pode ser que aqui tenha a minha vida nova e cheia de surpresas.


[Nancy]
Trancada em meu quarto vem a minha memória saudades de uma pessoa que no passado fez a diferença na minha vida, Rebeca que saudades que me fazes sentir.
A alguns anos que nao sabia de noticias dela, nos tinhamos sido separadas quando ainda tinhas cerca de 16 anos e tambem ainda eramos humanas, hoje sou uma vimpira e temo que ela tambem o seja. Ambas fomos adotadas por familias diferentes, seguimos rumos diferentes, tinha saudade desse tempo, dela. 
- Onde estas Rebeca? - perguntei para mim mesma. 
Hanna entra no meu quarto e ve que estou meio distante. 
- Hei Nancy que cara é essa? 
- Nada! 
- Eu conheco-te, va la conta. 
Nao sabia se era boa ideia falar sobre a verdadeira identidade da minha vida, pois ninguem sabia que eu tinha uma irmã perdida chamada Rebeca. 
- Saudades de casa, do passado! - acabei por falar. 
- Eu tambem tenho por vezes, gostava de voltar a ver a minha familia, infeizmente para eles eu estou apenas morta, e creio que a esta hora ja nao sejam mais vivos. 
Ela ficou triste por falar de algo que para si estava mais que guardado no fundo da sua memória. 
- É as vezes penso o mesmo, como o tempo passa, as pessoas mudam e nos nao. 
- É verdade, mas ainda nao me contas-te o que estavas para ai a pensar, nunca me falas-te sobre a tua familia. 
Ninguem sabia da minha história, nem mesmo os meus amigos, o meu passado nao tinha sido muito risonho comigo. 
Quando conheci Hanna ja vivia sozinha longe da minha irmã Rebeca pois tinhamos perdido os nossos pais. Ai nem gostava de lembrar, pois isso doia muito no meu peito. 
- Coisas tolas, sabes como sou. 
- Sim e essa cara é mesmo de coisa tola Nancy! Eu conheco-te muito bem e nao creio nisso. 
Por vezes esquecia a capacidade que ela tinha de ver a verdade transparecer nos olhos de alguem.
- Nao te consigo mentir.
- Nao! 
- Estava a pensar numa coisa que faz falta do passado, a minha familia. 
- Como era a tua familia? 
- Nao quero falar sobre isso, desculpa. 
- Nao faz mal, tu é que sabes quando deves ou nao falar. 
- Obrigada. 
Dei um abraço nela bem forte. 
(...)
Horas mais tarde...
Sentei numa secretária do meu quarto, aproveitando que Hanna tinha saido e fui ao portátil pesquisei todas as imagens e formas de encontrar respostas sobre o paradeiro da minha irmã, mas tudo era em vao, pois nao havia qualquer tipo de informação sobre ela nos ultimos 5 anos nos orfantos, ou instituições. 
Desligo o portátil e tento de alguma forma desviar a minha atenção disso pois nao quiria que mais ninguem desconfia-se das minhas pesquisas ou saudades de outrem. 


[Alice]
A minha filha hoje estava um pouco estranha, Nancy normalmente era uma pessoa tao estorvetida que adorava estar no jardim a desfrotar de uma boa leitura, ou de uma boa jogada de xadrez com Carlisle, hum alguma coisa se passava e eu sendo a Dona Alice Cullen ia descobrir. 
Fechei os olhos e tentei ver alguma coisa do futuro dela. Avistei um revelação surpreendente, uma coisa boa ou má estava para acontecer a nossa familia. Rebeca uma jovem vampira nomade estava para chegar, nao era uma visita qualquer era a irmã da minha filha?
Era isso que andava a preocupar a minha pequena, era por isso que ela estava sempre no quarto hoje e pouco saia de lá, era por isso que ela se sentia triste e isolada. 
- Nancy meu amor eu vou ajudar- te, prometo. - falo para o ar.
- Ajudar ? 
Ups (pensei)
Sempre o mesmo menino Edward, lendo e ouvindo os meus pensamentos. 
- Eu que ideia menina Alice Cullen, voce é que fala e pensa muito alto. - tive vontade de rir as gargalhadas, mas o momento para estava propicio para tal efeito. - Preocupada com a tua filha?
- Sim, alias nem sei porque perguntas, talvez ja tenhas lido a mente dela e a minha tambem. 
- Eh digamos que sim, mas vale sempre a pena uma confirmação tua. - brincou, depois mostro-se serio. - Nao sei porque sinto que alguma coisa esta para acontecer e vai mudar e muito a nossa familia. 
Mudar? (pensei)
- Sim, a vida deles sofreu uma mudança, alias todos os dias sofre, e com isso tambem a consequencias e sequelas do passado. Cada um deles tem um segredo que pretende guardar a sete chaves. - fiquei atenta ao discursso do meu irmão. - O que eles vivem agora ja eu vivi em primeira mao no passado, tu tambem e todos os outros. 
- E dai o que isso tem haver com a subita tristeza de Nancy? Ou o suposto aparecimento de Rebeca? 
- Tem tudo, o passado pressegue-nos para os cantos. 
Fiquei a tentar montar o pazzel que o meu irmao estava a mostrar sob inigmas. Aos poucos começava a entender toda a logica do seu raciocionio e o impacto que isso provocava. Ele tinha razão. Haviam coisas que ia mudar. 

[Rebeca]
Encontrei uma casa junto a floresta, ao inicio tive vontade de ir lá, mas depois pensei que nao era la muito boa ideia, no entanto havia qualquer coisa que me chamava atenção la. Fiquei a observar o aspecto moderno do edificio, da forma como estava pacatamente silencioso, era estranho. 
Afastei-me um pouco quando vi que alguem estava sair da casa, eram 2 jovens raparigas e 2 rapazes, mas era engracado porque havia uma jovem que eu reconheci, era Sarah. Mas o que ela estava a fazer aqui? Quem eram aquelas pessoas com as quais ela convivia? Será que tambem eram vampiros? 
Tentei aproximar-me um pouco mais a frente, mostrei-me forte face ao perigo que eu estava a mostrar. Senti o cheiro deles, era igualmente doce como o meu, nao eram humanos e sim seres sobrenaturais como eu. 
Sarah deve ter dado conta de um cheiro estranho, pois colocou-se logo em posição de ataque com a minha aproximação. Mostrei-me a eles, vi surpresa em cada rosto, espanto, e sobretudo saudade. 
- Rebeca? - Sarah apenas falou espantada com a minha presença inesperada. - Como sabias que eu estava aqui? 
- Eu nao sabia, simplesmente estava farta das minhas viagens pela europa e decidi parar aqui. Por acaso estava de passagem quando notei nesta linda casa aqui na floresta e fiquei curiosa. 
- Hum. - mostrou-se rigida. - Quanto tempo pretendes ficar ca? 
- Nao sei. Isso incomoda-te ?
- Nao, mas existem humanos por perto, se aqui pretendes ficar tens de te submeter a regras de sobrevivencia. 
- Isso é um aviso? 
Ela estava a ficar nervosa com a minha presença, estava igual a sua postura de mandante. 
- Entende como quiseres, primeiro terei de falar com o Carlisle Cullen para saber o que ele acha da tua presença em nosso território. 
- Ok, ficarei a espera. 
Virei costas a ela sem dizer mais uma unica palavra. 


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