Avançar para o conteúdo principal

Lua de Sangue - Capitulo XIII - Rebeldias


Capitulo 13 - Rebeldias 

[Sarah]
A presença de Rebeca estava a deixar-me nauseada, ela era mesmo insuportável e consigo trazia sempre aquele ar de quem é sempre a injustiçada. Como ela tinha coragem de aparecer num lugar que nem sequer lhe pertence? Como ela tem coragem de me aparecer na minha frente com sua cara de anjo deslavado? 
Depois de tudo o que passei por sua casa, depois de toda a minha ajuda no passado ela continuava a mesma pessoa de sempre, burra era eu pensar que ela estava mudada, quer dizer a principio quase levei-me nessa crença, mas agora ninguem me fazia acreditar em outra forma. 
- O que se passa Sarah? - perguntou Nancy. Olhei para trás e vi o seu rosto curioso e ao inicio pensei que nao valeria a pena estar a contar, no entanto os outros de certo iam comentar. 
- Foi... R... Uma vampira que esteve ai e que tirou do serio. - nao queria falar o seu nome pois nao era algo muito importante a situação que ate ao momento estava resolvida. 
Ela nao parecia muito convencida. 
- Sarah quem era essa vampira? - ela estava seria e esperava uma resposta. 
- Rebeca! - tive de falar.
Ela ficou sem reação, eu estranhei, mas onde será que ela a conhecia? 
- Eu preciso ir... - disse ela preparando-se para sair. - pego no seu braço inpedindo a sua saida. 
- Tu nao vais a lugar nenhum, antes de me explicares uma simples coisa.- olhei serias em seus olhos.



- Fala.
- De onde conheces a Rebeca? - ela baixou o olhar, desprendo-se de minha mao.
Sentou no sofa do escritório e finalmente dignou-se a olhar para mim finalmente.Fiquei a espera com os meus braços cruzados de uma verdadeira explicação, pois nao entendia que tanto ela tinha a esconder e porque tanta importancia em saber o nome da vampira.
Havia alguma coisa que ela me escondia, e por conseguinte de todos nos. Um segredo bem guardo.
- Sarah! - falou meu nome. - Eu... conheci Rebeca num sitio próximo a uma terra onde eu fui criada é isso.
- Porque será que tenho a sensação que me estas a mentir? - fiz cara seria.
- É a verdade, acredita no que quiseres. 
Estava a levantar-se quando eu dou uma ultima palavra.
- Isso nao explica a tua repentina reação ao nome que premeditei. 
Ela ficou imovel, nao respirava, conhecia muito bem esse estado. 
- Nao é da tua conta. - fiquei louca de raiva e corri na sua direção, odiava quando faziam de mim parva. 
Quando estava quase a saltar na sua cola aparece Edward e Bella que me tirao logo do caminho. 
- Estas louca Sarah? O que te deu? - Bella falava muito chocada, por conseguinte Edward estava abraçar Nancy.
- Preciso de tomar ar! - desprendo-me de Bella e saiu porta fora. 
Sempre a mesma coisa, sempre eu a ma da fita e os outros sempre os bons. Eu vou descobrir o segredo que esta menina esconde, eu vou saber o que tanto existe entre ela e Rebeca. 

[Nancy]
Quando Sarah me contou que Rebeca estava aqui em Forks fiquei sem reação, eu tinha saudades dela, tinha vontade de a ver, porem tinha medo de que talvez nao aceitassem tao bem, pois a reacção de Sarah em relação ao assunto era tao má que quase nos pegamos. 
Eu nao podia sequer contar a verdade, ninguem podia saber. Era um segredo que so a mim competia. Uma vida prendida por muita dor, sofrimento, saudade, tristeza. 
Edward e Bella foram os verdadeiros salvadores a minha vida, pois souberam como actuar no momento exacto. Estava grata porque embora nao me conhecendo bem la no intimo nunca me precionaram, eu amava esta familia por isso mesmo, eles entendiam. Agora percebia porque que Hanna e Rosalie eram semelhantes como eu e Alice eramos dignas de ser mae e filha.
Alguem bate na minha porta quando estou meio pensativa na frente do portátil.
- Posso? 
- Claro! - era Hanna.
- O que estas a fazer ? - sentou-se no meu lado na cama.
- Estou, quer dizer estava a ler um artigo. 
- Hum...
- Mas porque?
- Por nada, soube que a pouco houve um conflito entre ti e Sarah.
- Nao foi nada de especial. - tentei por tudo apagar o assunto no exacto instante.
Nao gostava de tocar nesses problemas e muito menos em assuntos de familia.
- Tudo bem estou a ver que queres estar sozinha. 
- Nem por isso, eu preciso de conversar com alguem. 
- Sobre?
- Hum que tal sobre voces? Tu e Jonh como estao? 
Arranjei um assunto banal para conversar, era a unica forma de manter a cabeça ocupada em que nenhum bisbilhoteiro podesse sincronizar comigo. A minha mente estava fecha neste momento.

[Sarah]
Ela que nem pense que me vai passar por parva, a mim ninguem me engana, eu sou rebelde e quando fico reliada ninguem me para. 
- Ai maninha que cara é essa? 
- Para com as piadas Ed.
- Estou a brincar contigo. - amandei uma almofada nele.- Calma nao precisas de ficar assim baby. 
Tapei os ouvidos, nao tinha paciencia nem tempo para ouvir o idiota do meu irmão. Sai para a janela e de la corri a toda a velocidade na floresta. Carlisle e Esme estavam para fora, Alice e Jasper em um congresso, Bella e Edward estavam na garagem,  Rosalie e Emmett estavam caça, quanto aos outros que se danem, bando de imprestáveis, so mesmo agora ao fim de todo este tempo é que dou conta disso, como é que eu fui tao burra em acreditar nesta gente e depois a bruxa sou eu. 
Rebeca, Rebeca mais alguma coisa tu escondes, e o problema é que Nancy sabe o que é. 
Porque que ela nao me conta? (pensei)
Eu vou descobrir sozinha, ai vou vou, nem que para isso me tenha de despegar da familia, dos valores. 
Agora o circo vai pegar fogo. A bondagem acabou e todos vao aprender que comigo nao deivam ter aberto guerra. (pensei)



Comentários

Mensagens populares deste blogue

One Shot - Bella - Carta para Edward Cullen

Meu amor... Como é estranho voltar a dizer estas palavras... Palavras que durante meses  atormentarem-me sempre que eram proferidas, por mim ou por outros, faziam-me desabar, chorar. Agora não me canso de as repetir. Porquê? Bem, porque elas significam que voltas-te. Significam que o meu coração voltou a bater, que eu voltei a existir, que deixei de ser um robô triste e amargurado. Agora posso afimar (e até gritar paa quem não quiser acreditar) que eu, Isabella Swan, voltei a viver e a acreditar no amor, na felicidade, que deixei de ser um ser sem alma, sim porque quando voltas-te não só trouxes-te a minha alegria de viver e o meu coração como também a minha alma. Alma essa que, tal como o meu coração, pertence-te. Por favor... Não voltes a deixar-me, porque o meu coração não vai aguentar  perder-te uma segunda vez. Tu és a minha vida! Edward Cullen, tu és a razão de eu existir e continuar viva. Se alguem perguntar a banda sonora da minha vida eu respondere...

Diário de Rosalie Hale - O casamento de Edward e Bella parte 2

Sábado, 3 de Julho " O casamento de Edward e Bella parte 2 " Querido Diário: Depois de ditos os repectivos "sim" demos inicio a festa da boda, todos os convidados estavam absolutamente deslumbrados com o vestido de noiva de Bella, claro que Alice conseguia saber tudo e tinha um grande gozo nisso. Edward nao tirava os olhos de Bella o tempo todo, os convidados sentiam-se tentados a ver a cena de tanto amor no ar do casal mais perfeita da festa. Eu por minha vez senti-me tao feliz vez a felecidade enorme deles uma realidade quase impossivel, era um sonho que de um livro tinha-se tornado uma realidade. Sim Edward estava amar, coisa que ás uns anos era impensavel acontecer.  Como estava curiosa quanto a opiniao dos convidados fui ter com algumas pessoas. Encontrei Renné a mae de Bella quase em lágrimas.  - Entao Renné como se sente por ver que sua unica filha agora é uma mulher casada? - perguntei. - Muito bem, ela merece tudo de bom, ela vai ser muito...

Diário de Rosalie Hale - Uma vingança Atroz

Segunda-feira, 18 de Fevereiro " Uma vingança Atroz " Querido Diário:  Sentia raiva dentro de mim, ao saber que o homem que tanto amei, fez o mal que fez, estava agora a rir-se de mim consolado com seus amigos e vibrando com o copo cheio desse maldito álcool.  Decididamente montei um esquema onde mataria um por um, deixando para o fim o Royce King, o maior alvo abater. Ainda no meu closet desta modesta mansão procurei no roupeiro um vestido de noiva., e vestiu-o para o efeito de um casamento, podiam achar-me louca, ou talvez desequilibrada  mas uma coisa era sempre garantida eles teriam que morrer.  Sai de casa num forma bem ousada para a acção, o primeiro efeito a provocar no homem seria o seu destino fatal. Esme tentou demover-me da minha acção, porem foi ela tambem em vao, porque que os meus olhos sedentos viam era a dor desses malditos.  (...) Em pouco tempo tinha morto 6 homens, faltava ele, a sua morte seria diferente de todos os...