Avançar para o conteúdo principal

Lua de Sangue - Capitulo XXII - Ajudar a juntar um casal


Capitulo 22 - Ajudar a juntar um casal

[Hanna]
Depois de conversar com Emma e saber o resultado da primeira tentativa e ver que nao tinha sido tao bem sucedido como o previsto, vi-me obrigada a usar outros meios para juntar duas almas, tal como um dia alguem fez por mim.
Fui para junto de Jonh que esperava-me e logo curioso como era de prever perguntou-me o conteudo do meu assunto com a minha amiga Emma.
- Entao o que queria a Emma? - perguntou ja parecendo a minha tia Alice encarnada num corpo de homem.
- Prometes que nao contas a ninguem?
- Juro! - prometeu. - Bom a Emma esta apaixonada.
- Apaixonada! Ena! Ena!
- Fala mais baixo, ninguem pode ouvir! - reclamei quando vi que o seu entusiasmo estava a ser grande demais.
- Entao queres que chore? - brincou.
Nao sabia se estava a ser muito boa ideia confidenciar este assunto a ele e por outro lado sendo ele tao amiguinho de Max.
- Mais alguem sabe do romance?
- Nao fales assim! - repreendi. - Nao!

Nao tinha contado a mais ninguem para nao se espalhar por todo o lado o seu sentimento.Ela merecia sim ser amada e feliz tal como qualquer mulher neste mundo, eu a tinha de ajudar custa-se o que custa-se.
- Porque nao falas com Sarah? Ela é a pessoa indicada para dar conselhos e ideias de juntar duas pessoas.
Começei a pensar para mim mesma na sua ideia. Pedir ajuda a Sarah nao era má ideia, mas assim estaria a trair s confiança de uma amiga.
- Nao sei se é boa ideia isso!
- Porque nao ?
- E se ela por acaso conta a mais alguem! - sopus.
- Nao contou de nos e agora ia contar deles? Ate parece que nao conheces a Sarah!  Pensa nisso!
Afastou-se de mim para ir para a sua aula e fiquei mais uma vez mergulhada nessa possibilidade.  Sarah era uma boa ideia aliada a juntar um rapaz usando o seu discurso persuasivo e juntar uma rapariga usando o seu apoio e conselho.
Bom tinha de aceitar, eu ia sim falar com ela. Emma tinha de entender.
(...)
De volta a casa...
Emma ainda nao tinha chegado, Max ja tinha subido para tomar um duche, Jonh tinha ficado na escola acabar um trabalho de grupo, Nancy no quarto, Mike no jardim, Sarah aqui na sala assistindo Tv, Edmund no gabinete do avo Carlisle e quanto ao resto da familia bom essa nem sinal. Realmente o silencio era grande ate demais, sentei-me ao lado de Sarah no sofá e fiquei a espera que ela tira-se a sua atenção do que assisitia na tv.
- O que foi Hanna? - perguntou ao fim de uns minutos tirando os seus olhos da tv para me observar.
.- Preciso de falar contigo! O assunto é delicado.
Ela ficou séria a espera da minha explicação.
- Bom nao sei como... se devo...
- Fala!
- A Emma esta apaixonada!
- Mas nao entendo o que isso tem de delicado! - parou para pensar, tirando os olhos de mim para deixarem cair-se na tv novamente. - A menos que seja por algum humano.
- Nao! É mesmo com um de nos.
- Nao estou a perceber qual o problema entao!
Nao era facil estar com meias palavras com ela. Tinha de ir directa ao ponto.e ser rapida antes que Emma chega-se.
- É pelo Max que ela esta apaixonada e como ves a situação nao esta a ser retribuida tal como devia.
- Hum! Entendo perfeitamente. - concordou. - Mais um caso como o de Jonh.
- Mais ou menos ou pior.
- Vou ver o que posso fazer! - levantou-se.
- Espera! - pedi.
Ela olhou para tras com um olhar frio.
- Nao contes a mais ninguem, ela nao sabe que contei-te e nem pode saber.
- Esta descansada. - subiu.
Fiquei sozinha na sala a pensar no futuro daqueles dois.

[Sarah]
Depois de conversar com Hanna percebi que realmente podia ser util sim em ajudar mais um casal a formar-se porque nao?
Passei discretamente no corredor e quando parei bem na frente da porta do quarto de Max entrei sem bater.
- Ninguem ensinou-te a bater antes de entrar ? - reclamou vendo a minha entrada sem explicação.
- Desculpa Max! - desculpei-me com cara de gozo.
- O que precisas? Se vens a procura de Edmund, ele esta no gabinete de Carlisle. - indicou.
- Alguem disse que eu estava a procura do Edmund ? - questionei ironica. - Eu vim falar contigo.
- Comigo? - perguntou escandalizado. - Mas o que eu fiz?
- Nada, mas podes vir a fazer. - brinquei. - Na verdade existe uma coisa que devo-te contar e para ser sincera...
O seu rosto mostrou-se serio e curioso.
- O que tens para contar-me ? O que posso fazer?
- Emma esta apaixonada por ti. Nao sabe como agir perante a tua presença, como te o dizer.
A cara de seria deu lugar a cómica e riu-se as gargalhadas, como ele era um inencivel, alias como os homens eram todos uns inssenciveis ate certo ponto de vista.
Parou de ir-se por uns minutos e ao ver que eu nao estava achar a minima graça falou.
- Desculpa, mas é que nao era algo que eu estivesse a espera de ouvir.
- E o que esperavas ouvir? - perguntei irónica.
- Nada, nada. Nao precisas de ficar assim com essa cara de enjoada. Ja percebi o recado. - respirou fundo, antes de voltar abrir a boca para dizer mais um disparate. - Nao sei o que tenho eu haver com isso? Se esta apaixonada o que posso eu fazer?
Bolas incessível era pouco para descrever este gajo.
- Eu é que ja percebi que nao da para falar contigo. - levantei-me da cama e ele puxa o meu braço obrigando-me a olhar a sua cara.
- Sarah a serio tu nao estas a pensar ...
- Sim, tenta ser simpático com as pessoas e eu sei que bem no fundo te es e vais conseguir. - dei um bater leve no ombro. - Tu tambem deves gostar de alguem, por isso mostra esse teu lado carinhoso que tens dentro de ti.
Sai finalmente do quarto deixando ele com os seus pensamentos e reflexoes da nossa conversa. Ele era um bom rapaz e de certo seria fácil chegar a um boa conclusão sozinho.



Comentários

Mensagens populares deste blogue

One Shot - Bella - Carta para Edward Cullen

Meu amor... Como é estranho voltar a dizer estas palavras... Palavras que durante meses  atormentarem-me sempre que eram proferidas, por mim ou por outros, faziam-me desabar, chorar. Agora não me canso de as repetir. Porquê? Bem, porque elas significam que voltas-te. Significam que o meu coração voltou a bater, que eu voltei a existir, que deixei de ser um robô triste e amargurado. Agora posso afimar (e até gritar paa quem não quiser acreditar) que eu, Isabella Swan, voltei a viver e a acreditar no amor, na felicidade, que deixei de ser um ser sem alma, sim porque quando voltas-te não só trouxes-te a minha alegria de viver e o meu coração como também a minha alma. Alma essa que, tal como o meu coração, pertence-te. Por favor... Não voltes a deixar-me, porque o meu coração não vai aguentar  perder-te uma segunda vez. Tu és a minha vida! Edward Cullen, tu és a razão de eu existir e continuar viva. Se alguem perguntar a banda sonora da minha vida eu respondere...

Diário de Rosalie Hale - O casamento de Edward e Bella parte 2

Sábado, 3 de Julho " O casamento de Edward e Bella parte 2 " Querido Diário: Depois de ditos os repectivos "sim" demos inicio a festa da boda, todos os convidados estavam absolutamente deslumbrados com o vestido de noiva de Bella, claro que Alice conseguia saber tudo e tinha um grande gozo nisso. Edward nao tirava os olhos de Bella o tempo todo, os convidados sentiam-se tentados a ver a cena de tanto amor no ar do casal mais perfeita da festa. Eu por minha vez senti-me tao feliz vez a felecidade enorme deles uma realidade quase impossivel, era um sonho que de um livro tinha-se tornado uma realidade. Sim Edward estava amar, coisa que ás uns anos era impensavel acontecer.  Como estava curiosa quanto a opiniao dos convidados fui ter com algumas pessoas. Encontrei Renné a mae de Bella quase em lágrimas.  - Entao Renné como se sente por ver que sua unica filha agora é uma mulher casada? - perguntei. - Muito bem, ela merece tudo de bom, ela vai ser muito...

Diário de Rosalie Hale - Uma vingança Atroz

Segunda-feira, 18 de Fevereiro " Uma vingança Atroz " Querido Diário:  Sentia raiva dentro de mim, ao saber que o homem que tanto amei, fez o mal que fez, estava agora a rir-se de mim consolado com seus amigos e vibrando com o copo cheio desse maldito álcool.  Decididamente montei um esquema onde mataria um por um, deixando para o fim o Royce King, o maior alvo abater. Ainda no meu closet desta modesta mansão procurei no roupeiro um vestido de noiva., e vestiu-o para o efeito de um casamento, podiam achar-me louca, ou talvez desequilibrada  mas uma coisa era sempre garantida eles teriam que morrer.  Sai de casa num forma bem ousada para a acção, o primeiro efeito a provocar no homem seria o seu destino fatal. Esme tentou demover-me da minha acção, porem foi ela tambem em vao, porque que os meus olhos sedentos viam era a dor desses malditos.  (...) Em pouco tempo tinha morto 6 homens, faltava ele, a sua morte seria diferente de todos os...