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New Sun - Capitulo 15 - Conhecer Garrett


Capitulo 15 - Conhecer Garrett 

[Makenna]
O dias estavam a ser fantásticos na companhia dos amigos do meu companheiro, tinha aprendido coisas novas e que ate alguns dias eram desconhecidas para mim tal como impensáveis. So agora começava a conhecer o verdadeiro sentido da palavra liberdade e assim me sentia tao bem. 
- Meu amor ! - chamou Charles, tirando-me do mundo da imaginação. 
- Sim  ! - respondi.
- Estas com a cabeça na lua. - ele conhecia-me tao bem. 
Abraçou-me com o seu abraço forte e carinhoso que ja mais esqueceria um dia. Estávamos juntos e isso era o que importava. Lutei tanto para que estes dias chegassem.  Beijei-o sentindo a intensidade do amor frenético, ja nao havendo o coração acelerado nestas horas de grande exatase, mas sentindo um bater imaginário. Nunca ia esquecer o meu passado, reconhecendo sempre as minhas origens, dado que tinha sido dai que tudo começou para um belo amor num mundo eterno.



- Estas tao linda hoje  ! - pegou-me levantando no ar girando. 
Sentia o vento a bater no meu rosto de porcelana, o cheiro da terra, e ouvia tambem o som dos passarinhos cantando, os movimentos dos humanos caminhando, o buzinar dos carros reclamando... Um monte de sensações tao diversificado e completamentar, cada coisa completava a outra. 
- Nunca tinha percebido como a natureza consegue ser tao maravilhosa! - falei. Ele baixou um pouco ficando ao nivel do seu olhar. 
- O que os nossos olhos veem, nenhuma outra pessoa ve! - ele tinha razão, ninguem dava valor sequer para aspectos tao básicos. 
Eu quando era humana tinha aprendido a amar o espaço verde e sonhar um dia poder viver nele. Hoje poderia faze-lo sem qualquer problema, primeiro porque tinha companhia, e segundo porque esse alguem amava tanto quanto aquilo que a terra tinha para nos oferecer. 
- Vem quero-te mostrar uma coisa que ainda nao viste e de certo vais adorar. - pegou a minha mao puxando apressadamente. Se nao fosse a minha posição de ser um "animal" de certo andaria por ai sorrando no chão. Ri so de pensar.
Trilhamos um caminho de acesso a um lugar novo, desconhecido, mas adorável. 
- Fecha os olhos ! - pediu. 
Pensei ate em fazer batota, no entanto ela apanhava-me sempre, e entao colocou as suas maos sobre o meu rosto, garantindo assim que eu nao estragaria a surpresa. Nao aguentava estar muito tempo sem ver o que estava a fazer, contundo chegamos a um lugar que por ele parou. Sinti o cheiro a flores silvestres. Tento espreitar pelas frestas abertas de seus dedos no meu rosto. E finalmente ele tira as maos. 
Abro os olhos e a boca tambem num "O". Penso estar a ter um sonho. Um miragem e ate a vontade de chorar toma controle de mim. 
- Gostas ? - estava sem palavras. 
Tudo era perfeito, mágico. Como ele conhecia tao bem os meus gostos. Como ele a cada dia me surpreendia. Fixei o meu olhar na bela campina carregada de flores silvestres e pequeno lago. 
- Eu sabia que tu adoravas a vida ao ar livre, por isso troce-te a este lugar. Quando era humano costumava vir para aqui, passava grandes tardes, nunca me vou esquecer. 
- É estranho ! 
- Estranho? Porque?
- Quem olhar para ti a primeira vista pensa que tives-te uma vida de farra, cheia de mulheres bonitas, dinheiro, álcool. - disse o pensava sem qualquer tipo de excitações. 
Esta minha condição, nao me deixava medos expor meus ciumes ou ate minhas duvidas. Ok eu nao tinha nada haver com a vida passada, pois ele ainda nem me conhecia, muito menos eu pensava que algum dia e ficar com ele. Mas o que podia fazer eu se o coração era curioso como eu. 
- A primeira vista sim, nao vou mentir, dado que tambem nao gosto que me mintam. Posso dizer que gozei tudo o que um humano da minha idade podia gozar, nada que a senhorita ja nao tivesse feito. 
Tentou virar o jogo para o meu lado, como os homens gostavam tanto de exibir seus dotes e descobrir os podres das suas companheiras. 
- Ok, ganhas-te! Estamos quites. - sorri e saltei no seu colo. 
Ele beijou o meu pescoço causando uma cociga. 
- Minha morena ! 
- Meu loirão ! - agarrei o seu cabelo curto fazendo um enrolador no meu dedo. 
- Gostas muito de brincar senhorita. - ri-me as gargalhadas. 
Saltei para o chão e comecei a correr, ele vinha a trás de mim para me apanhar. Entrei pelo cume da floresta sendo que assim daria mais trabalho a ele e tambem usaria as minhas técnicas de agilidade. 
Saltei num tronco de uma arvore, trepei ate ao cimo, sentei no ramo e mandei um beijo convidativo.
- Manhosa! Vem aqui ! - chamou. 
Em vez disso mantive-me no lugar apreciando a vista. 
- Nao vens para baixo ? Eu vou ai ! - ameaçou. 
Continuei a minha observação descontraída. E senti o tremer da árvore  olhei discretamente para o chão e la estava ele a subir como um macaco que vinha buscar sua banana. Sorri e levantei-me ficando de pé no ramo. 
- Espera por mim ! - olhei uma ultima vez para ele e pronto saltei para o chão. - És muito brincalhona. 
Estávamos tao distraídos com a brincadeira que nem demos pela chegada de um estranho no nosso espaço. O que inicialmente parecia clima de amor e festa, tornou-se em clima de tensão. 
Ele desceu logo da árvore colocando-se no meu lado e o cheiro desse alguem desconhecido estava cada vez mais próximo  mais intenso. Comecei a ver uma sombra, aparentava ser um homem, o seu cheiro identificava a sua espécie  Olhei uma vez para o meu companheiro, na esperança de tentar entender a situação. Eu nao tinha medo, se tivesse de lutar o faria sem problema. A pessoa para bem na nossa frente. 
Ele tinha um aspecto um pouco selvagem e sedento. Os seus olhos denunciavam a sua sede indeterminável. 
- Quem és tu? - perguntei tal como um dia fiz a mesma pergunta a Charles. 
- Garrett ! 
- O que fazes aqui ? 
As vezes abusava dos meus interrogatórios. 
- Bom estava de passagem por este lugar e cheirei algo conhecido. - a sua resposta nao me agradava muito, muito menos o seu tom acido.
- O meu nome é Charles e esta pequena é a minha companheira Makenna.
Ok la estava ele a inferiorizar-me como sempre. Quando Garrett se preparava para falar eu fiz uma afirmação breve e estantanea.
- Ja nao caças a algum tempo. Os teus olhos denunciam a tua sede. - afirmei.
Ele arregalou bem os olhos. 
- Nota-se assim tanto? - qiestionou ele surpreendido.
- Makenna esta a exagerar ! Não é meu amor ? - odeava quando tentavam fazer de mim parva.
Charles puxou-me a um canto. 
- Estas a passar-te? Ele é uma visita tal como nós. No mínimo tenta ser simpática.
- Estou a dizer alguma mentira? 
- Nao, mas nao é algo muito correcto estar a dizer. 
- Vais me ensinar regras de etiqueta? - perguntei irónica.
- Nao ! 
- Ok ! 
Virei-me novamente para a visita e sorri como se nada fosse. Charles veio logo para o meu lado e de certo a espera de um pedido de desculpas da minha parte. Respirei fundo e finalmente abri a boca para dizer.
- Desculpa a minha indelicadeza. - ja estava.
- Nao tem de pedir desculpa, hora essa ! Tem razão eu nao caça a umas horas. - esclareceu. 
Entao sem mais rodeios pisquei o olho ao meu namorado e mostrei o sitio a Garrett indicando o melhor momento e espaço a caça. 
- Nunca caço animais minha cara amiga, acho mais apetitoso um bom humano. - ri. 
- Lá isso é verdade, mas este lugar nao é muito frequente a humanos. - avisou.
- Que pena ! Bom mas ate deu jeito vir aqui assim conheci novos colegas. Pode ser que nos voltemos a ver um dia desses! - falou.
- Sim, pode ser ! - respondi.
- Ate a próxima !  - vimos a sua ida para longe e ficamos novamente sozinhos. 
O silencio reinou nos primeiros minutos, logo depois Charles olha para mim e pega-me em seu colo.
- A onde é que ficamos mesmo? 
- Do que estas a falar? - fiz-me de desentendida.
- Da brincadeira de a pouco. 
- Ha ! 
Saltei para o chão e voltamos a festa inesquecível. Corremos, saltamos, beijamos, abraçamos e ate fomos para o lago e nadamos. Momentos assim nao tinham lugar a serem esquecidos. Ele sabia mesmo como eu adorava estar assim, viver assim sem regras ou quais queres responsabilidades. 
Eramos nomades e assim permaneceríamos  A familia era so eu e ele, embora tendo sempre a vontade de visitar a minha familia gradualmente, mas nunca conseguiria preencher o espaço dele, pois era insubstituível.


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