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New Sun - Capitulo 21 - Forks


Capitulo 21 - Forks

[Makenna]
Uma vez que estava a espera de receber ordens para partirmos a rumo a uma sentença aproveitei o momento para caçar alguma coisa com o meu Charles. Chegando na densa floresta encontrei vários petiscos, desde crianças a adultos. A sede estava a deixar-me nervosa e receando a caça, quando preparo para saltar, o meu companheiro puxa-me o braço, fico irritada. 
- O que pensas estar a fazer? - perguntei irritada, por perder uma presa. 
- Queres dar a nossa existência a perder? 
Nao entendia qual era o problema, pois desde que lembrava-me caçava sempre humanos. 
- Makenna, estamos em Volterra! A cidade justiça que ja perdura a séculos. - revirei os olhos, cravando o meu olhar num humano bem gordinho. - Kenna! - gritou. O que nos valia era que o nosso som nao audível a eles, se nao acabaria por assustar a nossa comida. 
Entretanto aparece Renata e sussurra ao meu ouvido: 



- Anda tenho algo para tu alimentares-te! - fiquei feliz. Sussurrei desta vez ao seu ouvido.
- E ele ? 
Ja estava a ver o seu mau humor a funcionar, ele nao gostava de quando eu tinha segredo na sua frente. 
Ela olhou para ele analisando e depois olhou para mim.
- Ele pode vir, mas nao podemos contar isto a ninguem! - avisou.
Charles veio ao meu lado e assim como Renata que nos levou ate a uma sala onde era indicada para receber as supostas visitas turisticas do castelo, dado que o cheiro a humanos era intenso. Durante o caminho passamos próximos a uma secretária que emanava um cheiro bem apetitoso, deduzi desde logo que se tratava de uma humana. 
Renata reparou na minha surpresa por ver uma humana ao serviço do castelo. 
- É A Gianna acredita e tem esperança que um dia va pertencer ao clã dos Volturi. - esclareceu ela a minha curiosidade. 
Pobre coitada nao tinha hipótese mesmo, ou entao sorte por ainda nao ter morrido, a menos que a sua hora ja tivesse marcada, claro. 
- Muito pensativa ! - comentou Charles com cara de brincadeira.
Ao invez de responder, dei uma cotovelada e sorri. Renata abre uma porta com humanos desmaiados. Fico focada corações acelerados e nao perco tempo dou inicio a matança da sede. 
Senti o sangue espesso sobre a minha garganta delgada e deliciei-me em tanto. Como era mel este sangue, a sede estava a ficar mais saciada, porem a vontade de parar de beber nao acabava, talvez era pelo forte odor que estes corpos mortos ainda continham. Charles vendo que eu nao parava, arrastou-me com ajuda de Renata para fora da sala. 
Tive vontade de protestar a minha saida, contudo nao queria arranjar problemas uma vez que estava dentro do castelo e nem provocar um stress para a minha amiga. Entao acalmei-me vendo que tambem estava agir mal, para com eles. 
- Desculpa Renata! As vezes nao consigo controlar-me muito bem. O sangue é como uma droga que nao tem fim. - olhei para Charles lembrando uma das suas frases da minha vida passada, ele sorriu e deu-me a mao.
- Aconteça o que acontecer, vou estar sempre, mas mesmo sempre ao teu lado, meu amor! - beijou a minha mao.
- Pronto, pronto. Nao vamos perder mais tempo. Vamos para o jardim. - trilhamos o acesso ao jardim voltando a passar por Gianna. 
Desta vez ja estava mais controlada, dai que nao criava grandes problemas com a mina sede, pois estava adormecida.
(...)
Hora de partir para Forks! 
Charles e eu fomos na frente dos volturi, assim como todas as testemunhas presentes para a situação de traição de regras por parte dos tais cullens. Meros segundos depois antes de entrarmos no campo de visão dos supostos adversários esperamos a chegada dos maiores interessados a este momento, vi Renata com o seu manto negro ao lado do seu mestre Aro Volturi, o homem que causava-me aquele friozinho na barriga. 
Ja na clareira reparei na quantida de vampiros que estava na nossa frente e entre eles destingiu um, era Garrett aquele nomade que um dia apareceu no nosso território em Barcelona. Claro como podia esquecer dele! Sorri, embora o momento nao fosse propicio a isso. Depois de ouvir durante algum tempo Aro discursar, de observar aquela que parecia mais uma familia do que um clã, vi que nao havia nada de criminoso tal como inicialmente pensava, embora nao conhecendo de todo o caso. 
Ele calou-se dando assim inicio a nossa actuação testemunhal. Antes de dirigir uma palavra olhei cautelosamente para o meu companheiro, depois virei-me para Aro e os outros.
- Essas sao as unicas opções? - perguntei cautelosa a Aro. - Concordamos contigo ou lutamos contra ti? 
- Claro que nao minha adorável Makenna! - Afirmou horrizado com a minha conclusão drástica. - Mesmo que discordes da decisão do conselho podes partir com o teu companheiro, a semelhança de Amun. 
Voltei a olhar para Charles, precisava de tirar de seus olhos uma razão a nossa opinião. 
- Nós nao estamos aqu para lutar. - respirei fundo e fiz uma pausa, antes de continuar com a minha justificação face ao que via diante dos meus olhos. - Estamos aqui na qualidade de testemunhas. E aquilo que defendemos é a inocencia desta familia condenada. Tudo o que Garrett referiu é verdade. - lançei um olhar na sua direcção, percebi que ele estava contente por ver que nos tambem conseguíamos ter compaixão e que ao contrário destes vampiros todos que estavam sedentos de uma luta onde os vencedores seriam os volturi.
- Ah! - fez aquela cara de ironia, Aro. - Lamento que tenhas essa opinião sobre nós. Mas essas sao as contigencias do nosso trabalho. - Charles ja nao se segurava diante de mim. 
- Não é o que vejo, mas o que sinto. - acabou por deitar para fora as palavras presas na sua garganta, ele estava meio nervoso. De seguida tal como eu olhou para Garrett e continuou a falar. - O Garrett afirmou que o grupo deles tem a capacidade de detectar a mentira. Eu tambem sei quando dize-me a verdade ou nao. - aproximou-se cada vez mais de mim, temendo o mesmo que eu. Estava assustado.
- Nao deves recear-nos amigo Charles. Nao há duvida que o patriota acredita no que diz. - deu uma gargalhada. 
Vi que o meu companheiro estava a ficar com um olhar estranho, começei a recear o pior, entao coloquei-me na sua frente. 
- Este é o nosso testemunho. - declarei diante de todos os presentes. - Agora vamos partir. - consentiu ele. 
Recuamos muito devagar e finalmente viramos costas e deixando de ver o que estava para continuar. Entramos pela floresta branca dentro ate desaparecemos. 


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