Capitulo 24 - Cullens estao salvos
[Charles]
Dias depois...
Ja estavamos longe do perigo, longe do mal e da mentira. Aro nao inspirava qualquer tipo de confiança. Pelo canto do olho vi o fraco a vontade dela, pelo que conhecia da sua personalidade devia estar a remoer na história dos cullen. Os seus olhos descriminavam as suas perguntas completas sem respostas.
Parou de correr. Tive vontade de questinona-la, no entanto nao queria faze-lo, entao o silencio instalou-se, ate ela o quebrar.
- Charles, achas que eles ... - nao acabou a frase.
- Querida, nao penses nisso! - coloquei uma mao na minha cabeça, encostando assim ao meu ombro.
- Tenho pena deles, eram inocentes. - disse ela.
- Sim, eram. O pior é que os volturi nao pensavam dessa maneira, havia muita falsidade na suas falas, principalmente a de Aro. - falei, e ela mantive a sua cabeça encostada. - Ou menos Caius nao mostrou fingimentos e deu logo a conhecer a sua faceta do mal.
Relembrei a cena da clareira, em que estávamos do lado do inimigo, bem na frente daquela familia, da verdade nao causadora de qualquer tipo de mal ou perigo para a sociedade humana, como vampirica.
De todos os elementos presentes, aquele que fazia mais temer a nossa presença e a precisão da fuga era sencivelemente Aro, embora o seu aspecto nao o denuncia-se, mas a mente baseada na mentira dizia-o muito bem, conseguia perceber muito bem a sua ideia, a sua vontade.
- Calma, nao fiques assim ja esta tudo resolvido nos estamos vivos, longe deles, longe do perigo. - tem acalma-la, ou menos estávamos a salvo das mentes mentirosas e corruptos.
- Como consegues ? - nao estava a entender.
- O que?
- Como consegues ser assim frio!
- Eu nao estou a ser frio. Makenna na terra e no nosso mundo so existe espaço para duas coisas. A primeira para os vencedores e a segunda para os poderosos.
- Estas a querer dizer que os Volturi sao poderosos, assim como vencedores.
Lamentavelmente esta era a minha ideia e posição, na terra nao havia espaço para os falhados.
- Sim.
- Eu nao concordo.
Era dificil fazer alguem entender alguma coisa quando o assunto girava a volta dos volturi. Ok eu ate podia estar a ser igoista, no entanto nao podiamos lutar contra os factos, e levar assim com as consequências drásticas e devastadoras que acabaria com a minha felicidade vitalicia, por outro lado tinha de concordar com a minha Mak que eles nao tinham causado qualquer tipo de perigo a ninguem e que de certo ia passar por cima deste mal entendido muito bem.
- Charles eu quero voltar a Forks! - avisou, tirando-me dos meus devaneios.
- A Forks? - estava surpreso.
- Sim. Eu quero ve-los, sinto que a sua presença ainda mantem-se.
Fiquei calado, pensei em alguma coisa plausível Ela estava decidida comigo sem mim ela ia, por isso nao tinha muitas alternativas se nao aceitar.
- Vens ou ficas?
- Vou contigo, mas continuou achar uma perda de tempo. - olhou-me nos meus olhos.
- Para mim nao é uma perda de tempo.
Caminhou na frente e voltamos a entrar pela mesma floresta que a uns dias tínhamos saido. Trilhamos imenso caminho e finalmente chegamos na clareira e aparentemente nao tinha qualquer sinal que denuncia-se uma luta ou morte, quer dizer segundo consegui ouvir no momento da nossa fuga, percebi pelo som e pelo fumo que eles tinham morto a informadora do caso... pensei muito no nome e lembrei, era Irina Denali. Quanto ao resto estava tudo bem. Olhou para mim.
- Ves eu disse que nao ia acontecer nada de mal!
- Estou a ver sim.
Pegou na minha mao e saimos para outro caminho que ia dar a uma outra continuidade de floresta que por conseguinte tinha um trilho para uma zona coabitada deles, pelos menos o cheiro levava por esse sitio. Chegamos a uma mansão, fiquei pasmadissimo pois e tantas décadas de existência nunca tinha visto nenhum vampiro a coabitar nestas circunstancias.
Apercebi-me que Makenna estava saudosa de alguns aspectos da sua vida humana, e para ser bem franco ate eu e embora para ela tudo fosse mais recente do que para mim.
- Vamos! - puxou por mim.
Começei avistar gente a medida que aproximávamos da casa. Olhou para o mim antes de continuar a caminhada, os seus olhos mostravam perguntas que o seu faro ainda nao estava completamente habilitado a responder.
- São eles! - falei.
- Sao especiais. - disse deslumbrada.
Entretanto aparece alguem na varanda olhando na nossa direcção, talvez surpresos por nao estarem a espera de visitas, sendo elas inesperadas. O rapaz eu conhecia bem, o seu nome Edward, ao seu lado estava um jovem muito bonita que por conseguinte devia ser a sua esposa Bella.
Minha companheira sorriu alegremente aproximando-me mais. Quanto a mim nao estava muito confiante da ideia de estarmos aqui. As vezes pensava que eu estava a perder a minha experiência com uma recem criada.
- Olá sou Makenna! Talvez nao estejam recordados da ultima visita na clareira, no dia ...
- Ja sei! Olá meu nome é Edward Cullen e esta a minha esposa Bella Cullen.
- Prazer! Este aqui é o Charles o meu companheiro.
Ela gostava muito de fazer o papel de apresentação.
- Prazer é todo nosso. Por favor entrem.
Subiu as escadas e eu fui a tras de si. Quando pousou um pé no chao na casa vi a cara de deslumbre da minha companheira.
- Estou absolutamente deslumbrada! - disse ela. - Tudo é perfeito. A pessoa responsável pela decoração esta de parabéns.
- Obrigada ! - aparece uma mulher muito gentil, ela tambem tinha estado lá. - O meu nome é Esme. Eu recordo-me de os ver.
- É verdade, nao foi pelas melhores razões, mas o que importa é que tudo acabou bem.
- Ha isso é verdade, minha querida.
Eles eram muitos simpáticos, a sua hospitalidade era imensa.
- Querem alguma coisa? - reparei na surpresa de Makenna com a pergunta.
- Desculpe?
- Ai as vezes esqueço que estou a lidar com vampiros.
- Porque diz isso?
Ela olhou para Edward que estava ao seu lado. A troca de olhares denunciava um conversa.
- Bom o meu filho Edward sabe que voces sao de confiança e por isso vou vos contar a nossa história. - ficamos atentos, ate ela encaminhar-nos para um sofá e sentarmos. - A muito tempo esta familia começou atravez do meu marido Carlisle é um médico muito conceituado na cidade. Foi ele que criou Edward, depois a mim, a Rosalie, ao Emmett.. mais tarde apareceu aqui um casal sao o Jasper e Alice. Anos depois o meu filho Edward conheceu esta jovem a Bella, ela ainda era humana quando a paixão tomou conta destes dois, casaram tiveram uma filha a tal pequena que todos julgavam ser imortal.
- Uau estou sem palavras. - sorriu e estava surpreendido.
- A história do Edward em parte tem semelhanças a minha e da Makenna. - anunciei logo recebendo um beijo do meu tesouro.
- É verdade, ela era humana e ele vampiro. - informou Edward, deixando em parte surpreso.
Pois ate onde eu sabia nunca tinha tido qualquer tipo de liberdade nesse sentido de ele conhecer a minha vida.
- Makenna querida, esta familia e possuidora de grandes dons. O Edward tem o dom de ler a mente. A Bella tem um escudo protetor. A Alice de prever o futuro. O Jasper consegue atraves da mente promover a paz de espirito. A Renesmee atraves do toque consegue mostrar as imagens da vida, ou dos sonhos ou o que pensa.
Agora ja estava mais descansado por perceber de onde ele tinha tirando aquela conclusão certeira, leu a minha mente ou de Makenna.
- Nao, nem sempre é necessário ler a mente quando a verdade transborda atras do olhar. - ela sorriu e nada a espera da sua visão absoluta.
- Alem de um bom leitor és um bom observador. Parabéns Esme tem uma familia fantástica. - elogiou.
- Obrigada minha querida.
Como sendo uma boa observadora tambem a minha companheira estava intrigada com outro aspecto nunca antes conhecido, ate para mim era desconhecida a realidade, no entanto ja tinha ouvido por ai menção ao assunto.
- Respondendo a tua pergunta. Existem dois tipos de alimentação vampirica. - respirou fundo. De certo ela tinha formulado uma pergunta oculta. - Primeiro temos os vegetarianos onde encaixamos a nossa familia e a familia Denali, ou seja isto quer dizer que nos somos possuidores de olhos de tonalidade dourada, porque alimentamos de sangue animal. - tudo fazia sentido. - Segundo temos a alimentação comun onde encaixamos voces, outras familias, outros nomades, ou seja isto quer dizer que voces sao possuidores de olhos de tonalidade vermelho sangue, porque alimentam-se de sangue humano.
Ela ficou pensativa e de certo os seus pensamentos estavam a levar a uma conclusão errada.
- Nao meu amor o que uma vez expliquei-te foi a diferença ente clã e nomade. - inverti lendo os seus olhos.
- Ha claro. - sorriu.
- Estejam a vontade e desfrutem de uns dias aqui na nossa comunidade, vao gostar de certeza.
Os cullens eram muito hospitaleiros e bons a criar vinculos nas amizades, nao era a toa que toda aquela gente estava do seu lado porque tinha uma profunda amizade a esta familia.
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