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New Sun - Capitulo 26 - Um desentendimento


Capitulo 26 - Um desentendimento 

[Charles]
Forks era uma cidade incrível  a minha companheira estava a sentir-se muito bem e via nos seus olhos a pouca vontade de ir embora. Caçar com os cullens estava a experiência bem engraçada, conviver com eles estava ser do melhor que há. Nunca na minha existência e e vida humana tinha visto gente tao focada para o bom humor. Emmett o fortão era bem entendido para as piadas, a sua mulher Rosalie estava sempre no acontecimento para dar uns dos seus repreensiveis carolos. 
Caçar animais era algo que nao era novidade para mim, desde a algum tempo antes de conhecer a minha Makenna aprendi a ganhar um novo habito e gosto, dado que convivia de muito perto com os humanos. O sangue animal nao era mau, ate pelo contrário era bem apetitoso, no entanto haviam sempre cheiros e sabores que nos levavam a loucura de matar. Aconteceu-me muitas vezes, raramente conseguia controlar a minha sede, mas quando conhecia a minha amada, tive de mudar o rumo da minha vida. Estava apaixonado e digamos de passagem que tambem obessecado em ficar com ela para mim, para sempre. 
No entanto a nossa estadia por estes lados estava a chegar ao fim e dentro de pouco tempo voltaríamos a digressão das viagens pelo mundo. A vida que eu sempre estava habituado a conquistar.
- Makenna o que achas de irmos dar uma caçada antes de partirmos? Os cullens querem fazer uma caça despedida. - perguntei.
- Claro, o que decidires é bom para mim, meu amor. - sorriu.



Esme a matriarca da familia ficou muito feliz por ambos estarmos de acordo em dar uma ultima caça antes da nossa viagem. 
(...)
- Ja sabem, sempre que quiserem venham visitar-nos. - disse Esme, no momento da despedida. 
- Verdade assim podemos fazer mais truques daqueles que ensinas-te Charles. - brincou o Emmett, logo sorri.
- Ok nao vou esquecer! - disse.
Acenamos um adeus começando afastar-nos calmamente, tal como naquela vez na clareira. A partida custava-me, no entanto nao podíamos ficar aqui permanentemente. Tínhamos um vida completamente diferente da deles e nao havia forma de mudar um velho principio.
 Ao aproximar-mos de uma fronteira nao me sentia muito seguro, nao pelo facto de ter de enfrentar perigos ou problemas, mas pelo simples sentido de nao ficar cara a cara com um lobo. 
- Make.. eu acho que é melhor utilizar-mos outro caminho! - estava com receio.
- Claro que nao! Vamos por aqui, nao há perigo! - tentou de algum modo despistrar a minha desconfiança. Como eu gostava de ser com ela por vezes.
Caminhou um pouco mais, nunca soltado a sua mao da minha. Ouvi uns barulhos, deduzi desde logo que podiam ser eles no plano de vigilancia. Parou completamente. Ainda assim o meu medo estava presente e vendo que estava a expor a minha companheira ao perigo dava remorsos so de pensar.
- Olá ! - um rapaz muito jovem que aparentava os seus 15 anos apareceu do meios das árvores  - Quem sao voces? O que querem daqui? 
Sempre a mesma forma de receber um estranho, sempre a mesma atitude medronha. 
- Olá, o meu nome é Makenna e este é o meu companheiro Charles. - olhou para o mim que estava com vontade de rosnar  vendo que era uma crinaça que estava na minha frente. Pousou logo a sua mao em meu peito. - Nos somos vampiros e precisamos da vossa autorização para passar esta fronteira. - esclareceu ela.
O Jovem ficou apreensivo e colocou-se logo em posição de ataque, ja estando a prever essa situação preparei-me tambem. 
- Calma, nos viemos em paz! Nao queremos problemas! 
- Somos amigos dos cullens! Conhece? 
- Claro que os conheço  Se sao amigos deles, tem a minha permissão e do resto do bando para passarem por aqui. - sorriu alegremente a minha companheira, começando pouco depois a engelhar o nariz, logo percebi que havia um cheiro bem desagradável a pairar no ar. 
(...)
Passamos mar, terra, ar ate chegarmos ao nosso destino. O movimento aqui era de loucos, era porta sim porta nao, tudo abrir e a fechar, era a corrida dos saldos. Como os humanos nunca mudavam os seus hábitos simples e idioticos. O deslumbre das luzes criou na minha companheira a saudade da sensação da vida passada. Porem o passado era isso mesmo passado, sem volta, sem ida, mas com recordações para um dia recordar. 
Tinha a mulher perfeita, a vida que sempre desejei, que mais podia eu querer, se o mais importante eu ja tinha. Agora mais que nunca sabia que eternamente seria feliz e assim queria manter a minha promessa de um dia. Nunca jamais faria nada que de algum modo podesse ser prejudicial a nos os dois, enquanto casal. Olhei para ela e falei uma serie de coisas, no entanto ela nao dava resposta a nada, o seu olhar estava fixo num ponto alem, a vontade presa a um pensamento.
- Estas pensativa! Estou aqui a horas a falar contigo e tu nada. - interromepeu-a dos seus devaneios.
- Disses-te alguma coisa? - perguntou nao estando a prestar muita atenção ao que eu dizia.
 - Estava a dizer que esta pensativa. 
- Nao... quer dizer sao coisas minhas. - falou de um modo estranho. - A onde é que vamos? - tentou desviar o assunto.
- Estava a pensar irmos a um lugar aqui, uma espécie de favela, onde á sempre gente apetitosa para caçar. 
Com tudo isto a minha sede tinha voltado a cativar-me para mais uma boa caça.
- Mas estas com sede? - a sua cara de escandalizada, nao era de estranhar, ela conhecia muito pouco acerca da minha capacidade de reter muito sangue. Sim, pensando em meios estatísticos  o sangue animal e o sangue humano tinham uma certa percentagem diferente, sendo que um em relação ao outro era mais rico em certos nutrientes. E era isso que fazia toda a diferença. - Charles desculpa, mas acho que deves ir pouco um pouco. Daqui a pouco vamos ficar sem alimento. 
- Precupas-te em demasia, minha cara. - pegei no seu rosto roubando logo um beijo.
O seu cheiro espantoso e eu tal como ela nao resitia ao seu encanto, esta era a mulher pelo qual eu estava eternamente ligado. Beijei mais e mais. Ela era a minha droga.
- O que se passa ? - perguntei quando deslargou-se do meu abraço. 
O seu faro de vampira estava a leva-la a ficar tensa. Olhou para todos os lados, segui o seu olhar nada aparentava estranheza. Levantei-me do chão e aproximou-me dela colocando a minha mao no seu ombro, logo ela a tirou. Coloquei-se em posição de ataque.
- Que desagradável forma de aproveitarem-se do nosso espaço. - ouvisse uma voz de mulher, ela voltou os seus olho para onde o som saia e viu uma vampira.
- Quem es tu? - perguntei, na medida de proteger sempre a Makenna. 
- Charlotte e voces ? 
Fixei o meu olhar nela, na sua expressão. 
- Eu sou Makenna e este é o Charles. - respondeu a minha companheira, sendo que eu é que devia estar a fazer esse papel.
Segundos depois de fazer a nossa apresentação a presença de outro vampiro torna-se insidiosa  Esse alguem aproxima-se gradualmente dela, da rapariga pequena. 
- Começo achar que é melhor irmos embora! - sussurrei da minha amada. 
Estava com receio de manter-me aqui e principalmente de manter ela presente ao risco.
- Eu nao vou sair daqui! - bateu o pé na terra batida. Como ela era teimosa.
Segui o olhar dela na direção dos vampiros recem chegado a local.
- Peter estes sao Makenna e Charles. - deu-nos a conhecer a ele.
- Creio que ja nos conhecemos da outra vez na clareira de Forks. - falou para mim. - Makenna olhou para mim, mostrando um sorriso.
- Sim talvez! 
- O que voces vieram fazer ate aqui! - polou na frente Charlotte, com uns olhos sedentos de curiosidade. 
Ela olhou para o mim de algum modo para arranjar uma boa forma de explicar as nossas intenções  Segundo conhecia da mulher com que pretendia passar a minha longa eternidade  nao ia mentir, eles tinham aspecto de serem nomades tal como nos. 
- Ja percebi ! - surpreendi-me momentaneamente com a repentina resposta. - Fiquem a vontade para caçar, desculpem de alguma forma se nao estamos agir com muita hospitalidade, no entanto nao temos por habito receber visitas. 
Entendia muito bem a posição deles, afinal de contas apenas queriam defender o espaço que era deles.
- Claro entendo perfeitamente. Nao era a nossa intenção de modo algum de os encomudar. - desculpei-me ja com vontade de ir embora. 
- Ora essa nao tem de pedir desculpa. A Charlotte é que nao tem muito por habito receber convidados. - reparei no olhar dela cravo no do companheiro. - Desculpa meu amor, mas as vezes é melhor sermos um pouquinho mais simpáticos. - amuou, nao era a minha intenção provocar um problema casual entre um casal.
Minha companheira voltou a olhar para mim, e dando um simples toque percebi que o melhor mesmo era dar privacidade ao casal, dado que assim estariam mais a vontade.
- Ja se vao embora? - perguntou ela. 
- Nao apenas vamos dar um passeio por ai...
- Para ver de longe do deslumbre das luzes da cidade. - finalizei a sua frase o, tirando sempre as ideias mais originais da mente da minha doce. 
Afastamo-nos calmamente e deixamos de os ver. Visitamos tudo o quanto eram sitios luminosos, escuros, movimentados, barulhentos  agressivos, calmos... Uma serie de lugares, tal como sempre gostava de visitar, assim que recaia sobre um lugar novo. Los Angeles estava a ser uma caixinha de surpresas, primeiro reparei no deslumbre da minha Makenna face á cidade. 
Queria aproveitar ao máximo a estadia, aproveitar cada minuto, segundo num lugar especial...
(...)
Depois de algum tempo apreciar a cidade, era hora de regressar ope dos amigos. Nao estava muito confiante nas ideias da minha amada de quanto a voltarmos.
- Charles! - chamou por mim.
- Sim ! Precisas de alguma coisa? - parou e agarrou no meu colarinho. 
Pensei por meros segundos, no entanto o meu pensamento é interrompido.
- Eu preciso que o meu Charles volte, é pedir muito? - fiquei com cara de descompreendido. - Ultimamente andas no mundo da lua. Nao reconheco-te, nao és mais o homem pelo qual apaixonei-me. Desculpa se estou a ser desagradável contigo, mas é o que eu sinto. - nao tirava o meu olhos dos seus.
Nao acreditava nos que os meus simples ouvidos tisicos ouviam.
- Nunca pensei ouvir isto de ti, Makenna. Eu que sempre te amei, sacrifiquei a minha vida por ti e tu julgas dessa forma? Tu nem imaginas a dor que estas a fazer-me sentir. Eu preciso de ficar sozinho. Vai te embora. 
Cedeu ao meu pedido, sem voltar a prenunciar mais nenhuma palavra. fiquei sozinho com os meus pensamentos, era hora de ficar a conversar com os meus botões, nao queria ver ninguem nem ser interrompido.
Ela tinha de entender a minha posição, tambem tinha de aprender a compreender a sua, no entanto se continuássemos com estas ideias diferentes e frontais podíamos destruir a nossa relação e eu acabava de quebrar uma promessa.


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