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New Sun - Cpitulo 22- Testemunhar


Capitulo 22 - Testemunhar 

[Charles]
Makenna estavam muito agitada, entao como a única forma de mante-la era caçando, fomos ate algum lugar adequado na floresta. Chegando na floresta estavam alguns humanos, desde crianças a adultos. A sua sede estava a deixar-la nervosa e descontrolada, quando preparava-se para saltar, puxo pelo seu braço, deixando-a assim irritada. 
- O que pensas estar a fazer? - perguntou irritada, por perder a sua presa. 
- Queres dar a nossa existência a perder? 
Os seus olhos nao via mal algum, estávamos num território ao qual deivamos respeito e cuidado.
- Makenna, estamos em Volterra! A cidade justiça que ja perdura a séculos. - revirou os olhos, cravando o seu olhar num novo humano. - Kenna! - gritei. Ela estava a passar das marcas.
Entretanto aparece Renata e sussurra ao seu auvido algo intrigante dado que eu nao podia saber. Odiava segredos e cochichos sendos eles de mulheres. Garrr.
O meu mau humor estava a tomar posse de mim. Renata olhou para mim com olhos analisticos e depois olhou para Kenna.



- Ele pode vir, mas nao podemos contar isto a ninguem! - avisou.
Fui ao lado de minha companheira assim como Renata que nos levou ate a uma sala secreta para receber visitas turísticas do castelo, dado que o cheiro a humanos era intenso, ate doentio para alguem que ja vivia nesta existência a décadas. Durante o caminho passamos proximos a uma secretária que emanava um cheiro bem atraente, nao tao poderoso quanto o de Kenna foi enquanto humana. Deduzi desde logo que se tratava de uma humana por varias variantes, delas o cheiro e a cor avivada da sua pele e saliência de suas veias. 
Renata reparou na surpresa de minha amada por ver uma humana ao serviço do castelo. Os volturi eram seres muito imprevisíveis  tinham seus trunfos quanto a Gianna a mera secretária de Aro Volturi. Claro havia aparencias a serem mantidas.
- É A Gianna acredita e tem esperança que um dia va pertencer ao clã dos Volturi. - esclareceu ela. 
Esta nao teria qualquer tipo de chance na vida eterna. Pois quanto mais acha-se esse sonho possível era quando podia acabar em pesadelo ou tragédia.
- Muito pensativa ! - comentei Charles com cara de brincadeira, queria mostrar meu bom humor depois da cena de segredinhos delas.
Ao invez de responder tal como esperava da sua parte, deu uma cotovelada e sorriu manteria para mim. Renata abre uma porta com humanos desmaiados. Observo com todo o cuidado eles, e pronto ja era de esperar Makenna nao aguentar e começar a sua alimentação e como eu nao queria ficar para trás dei-me ao luxo de alimentar-me tambem.
O sangue era saboroso e ate do bom, reconhecia tao bem este tipo sanguíneo  era dos mais raros a face da terra. Era impressionante como os volturi conseguiam ter um cuidado tao minucioso na escolha de suas presa. Nao havia duvida que estávamos a lidar com vampiros de paladar muito requintado. Parei de pensar e tomei a minha atenção na minha insaciável Kenna. Ela nao parava de beber, e fui obrigado a arrasta-la com ajuda de Renata para fora da sala, evitando assim problemas.
A sua cara mostrava protesto, ainda assim mantivesse no silencio, talvez lembra-se do erro que podia estar para criar. 
- Desculpa Renata! As vezes nao consigo controlar-me muito bem. O sangue é como uma droga que nao tem fim. - olhou mim lembrando uma das suas frases da sua vida passada, sorri e deu-lhe a mao.
- Aconteca o que acontecer, vou estar sempre, mas mesmo sempre ao teu lado, meu amor! - beijei a sua delicada mao.
- Pronto, pronto. Nao vamos perder mais tempo. Vamos para o jardim. - trilhamos o acesso ao jardim voltando a passar por Gianna e sem que mais ninguem visse troquei um olhar com ela para mostrar prova de a nossa ida estar em sigilo. 
Agora finalmente ela estava controlada, a sua sede mais calma, tomara depois de tantos litros... (pensei)
(...)
Forks...
Eu e ela fomos na frente dos volturi, assim como todas as testemunhas presentes para a sentença final. Meros segundos depois antes de entrarmos no campo de visão dos supostos Cullens esperamos a chegada dos maiores interessados a este momento, entre eles visualizei Renata, a amiga de Makenna com o seu manto negro ao lado do seu mestre Aro Volturi e restantes. Ele nao me dava grande inspiração, as suas ideias eram muito variadas, a sua mente estava em constante mentira. Ja na clareira reparei na quantidade de vampiros que estava na nossa frente e entre eles destingiu um, era Garrett aquele nomade que um dia apareceu no nosso território em Barcelona e ate despertou grande alarido na minha companheira, ainda me lembrava e bem do seu interrogatório. Depois de ouvir durante algum tempo Aro discursar, a usar do seu poder da palavra, de ouvir as testemunhas que estava a favor da familia Cullen. Eles nao aparentavam ser criminosos e muito menos seres irresponsáveis ou quebradores de regras. Alem de mais a criança que estava com eles nao parecia ser totalmente imortal.
Ele calou-se dando assim inicio a nossa actuação testemunhal. Antes de dirigir uma palavra, Makenna olhou cautelosamente para mim pouco receosa, depois virou-se  para Aro e os outros.
- Essas sao as unicas opções? - perguntou cautelosa a Aro. - Concordamos contigo ou lutamos contra ti? 
- Claro que nao minha adorável Makenna! - Afirmou horrizado a conclusão drástica dela. - Mesmo que discordes da decisão do conselho podes partir com o teu companheiro, a semelhança de Amun. 
Ele referia-se ao tal casal que tinha testemunhado a favor dos Cullens e que nao nao estava disposto a tomar esta acção como uma guerra sem fim, essa tambem era a minha ideia, dar apenas o testemunho.
Voltou a olhar para mim, precisava de tirar de meus olhos uma razão para nossa opinião. Mostrei através do olhar a minha ideia.
- Nós nao estamos aqui para lutar. - respirou fundo e fez uma pausa, antes de continuar com a sua justificação face ao que via diante dos seus olhos. - Estamos aqui na qualidade de testemunhas. E aquilo que defendemos é a inocência desta familia condenada. Tudo o que Garrett referiu é verdade. - lançou um olhar na sua direcção, percebi que ele estava contente por ver que nos tambem conseguíamos ter compaixão e que ao contrário destes vampiros todos que estavam sedentos de uma luta onde os vencedores seriam os volturi. 
Acreditava da mesma forma que a minha companheira e eles que a inocência era o principal factor a ser mostrado assim como defendido, mesmo sendo algo quase impossível.
- Ah! - fez aquela cara de ironia. - Lamento que tenhas essa opinião sobre nós. Mas essas sao as contingências do nosso trabalho. - ja nao me segurava diante dela. 
- Não é o que vejo, mas o que sinto. - acabei por deitar para fora as palavras presas na minha garganta, estava meio nervoso. De seguida tal como ela olhei para Garrett e continuei a falar. - O Garrett afirmou que o grupo deles tem a capacidade de detetar a mentira. Eu tambem sei quando dize-me a verdade ou nao. - aproximei-me cada vez mais dela. Estava assustado, as minhas palavras podiam sair-se caras.
- Nao deves recear-nos amigo Charles. Nao há duvida que o patriota acredita no que diz. - deu uma gargalhada. Como ele conseguia ainda assim ironizar tudo e todos. 
Fiquei de olhar semicerrado, entao quando menos estava a espera, a minha amada colocou-se na minha frente, para de certo defender-me sacrificando a sua vida. 
- Este é o nosso testemunho. - declarou diante de todos os presentes. - Agora vamos partir. - consentiu ele. 
Recuamos muito devagar e finalmente viramos costas e deixando de ver o que estava para continuar. Entramos pela floresta branca dentro ate desaparecemos. Se esta familia ia sair inteira  eu nao sabia, mas que estavam a ser injustiçados, isso estavam.


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