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Coração de Robot - Capitulo 11 - Desconfianças


Capitulo 11 - Desconfianças

Jasper 

(melodia de piano: Yiruma - Love hurts)

Depois de conversar com Alice, notei uma ligeira diferença nela, estava estranha, nao era a mesma pelo qual eu tinha lutado para de alguma forma manter viva, eu sentia que ao poucos, o meu sonho estava acabar, e que aquilo que eu pensava podia acontecer, nao aconteceria nunca. Estava ciente que para tudo era necessário arriscar, contudo o ser humano nunca estava preparado para enfrentar essas rasteiras. 
Sentia-me perdido, de volta ao mundo da solidão, que por raras vezes o visitava, dado que nos últimos dias, a minha vida tinha tomado um rumo novo. Apenas conseguia pensar a onde é que eu tinha errado, a onde eu tinha falhado... mas nao conseguia ter respostas. 
Porque nao dei ouvidos a Melyne, ela tinha razão, eu nao devia ter criado Robot nenhum. 
Entrei dentro do meu escritório, onde apenas ficaria sozinho, onde apenas podia conversar com a minha Alice, de cara para retrato. Ao observar o seu lindo rosto, bateu uma saudade impotente de abrandar. Eu dava o céu e a terra só para o voltar a ter ao meu lado, para o poder beijar e salvar de alguma maneira, visto que no tempo exacto nao consegui. As lágrimas rolavam pelo meu rosto copiosamente, nao tinham hora de parar. A dor da perda estava a voltar, nao havia nada, nem ninguem capaz de a parar, apenas ela, a verdadeira, apenas a sua presença, podia mudar. 
Saudades do seu cheiro unico, das suas doces palavras, da sua bondade, do gosto pelo natural, das nossas viagens infinitas ao mundo... Uma serie de coisas que por mais que a outra tivesse semelhante, nao era completamente igual. Era isso que voltava-me a enterrar na angustia do meu mundo perdido. Só queria que ela volta-se, uma luz que enviassem para mim, um sinal da vida. 
Baixei a minha cabeça, ja nao conseguindo mais encarar o rosto dela, nao aguentava mais. Apenas debatia contra mim mesmo. 


- Porque nao levas-te antes a mim? Porque ela? 
Tantas vezes repetia as mesmas perguntas, nao conseguia achar resposta alguma. Voltei a sentar-me na cadeira, encostando a minha cabeça no dorso da mesma, e tentando fechar os olhos e sonhar com alguns dos momentos mais felizes da nossa vida. Tentando de alguma forma guardar apenas o que era bom de recordar. Adormeci aqui mesmo, o sonho estava a ser agradável, imaginava-me a correr numa praia, de mao dada com ela. Vendo o seus cabelos sendo levados pelo vento, o seu olhar profundo desejando um beijo. 
Nao queria acordar do sonho, pois sabia o que me esperava, uma nova desilusão, porque tudo, nao passava da minha imaginação. Porque Alice nao estava comigo, nem estávamos em praia alguma, nem havia vento, nem desejo, apenas saudade. 

Alice Original 
A anos que nao sabia como era viver numa família  a anos que tinha perdido o meu espaço, o meu lar, apenas sabia que tinha saudades, no entanto, nao sabia se era correcto voltar, achava que seriam tantas perguntas a surguir que eu nem saberia como conseguir responder. Como encara-los ao fim de tanto tempo desaparecida, que justificação podia dar eu? Como Jasper iria reagir? A minha mae como iria olhar para mim? Como eu podia enfrentar a sua dor. Como podia enfrentar a minha cunhada, que ate hoje devia debater-se por nao ter conseguido salvar a minha vida naquela tempestade. 
Talvez ele ja tivesse reconstriuido a sua vida, talvez ja tivesse esquecido a mim. Quem sabe, a minha família  ja tinha superado a dor, se calhar  ja ninguem lembrava de mim. Doía tanto pensar assim. No entanto eu tinha de conformar-me com essa possibilidade. 
Sentei no cadeirão da casa da minha amiga, a unica que sabia a verdade, da razão de nao ter voltado. Kim, estava a ser muito amável comigo. Estava tao distraída que esquecia por completo, que ja nao estava sozinha. 
 - Entao Alice, como te sentes? - perguntou ela. 
- Sinto-me um pouco melhor, sabes, estava para aqui a pensar que devia... voltar para casa. - acabei por desabafar.
- E como explicas ao teu marido, a tua volta? Como explicas o teu desaparecimento, sem rasto? Nao falo isto para o teu mal, simplesmente, so quero alertar-te para potenciais perigos que possas vir a correr. - tentou advertir-me dos meus riscos. - Ja viste que se ele arranjou um nova mulher? Como a vais encarar? Como vais pensar, quer dizer olhar olhar para ela e pensar que de alguma forma ela partilha a mesma cama que ele? - eu nao acreditava que ele fosse capaz de fazer isso, embora ele estivesse no direito de refazer a sua vida, nao podia descartar essa possibilidade. Era verdade que ja estava desaparecida a anos e tambem seria muito estranho voltar assim, sem explicações. 
Levantei-me e fui ate a janela, Kim seguiu-me.
- Alice, amiga. Eu sei que doí muito ouvir isto, mas tens de estar preparada, se é isso que queres fazer. - olhou nos meus olhos, pegando na minha mao. - Independentemente daquilo que decidas, eu vou apoiar-te, porque é isso que uma amiga faz. - deu-me um abraço e eu fiquei mais feliz. 
Era bom ter alguem que podia dar-nos força, acreditar em nós. E era com esta mesma força que eu ia voltar, eu ia conseguir conquistar aquele meu marido, eu ia, nem que tivesse de mentir para conseguir te-lo ao meu lado, mas eu o ia ter, ou eu nao me chamava Alice. 
O rumo da minha vida estava prestes a mudar, a conversa com Kim, tinha ajudado de alguma maneira a pensar num plano de volta, eu ia voltar para ao lugar que so a mim pertencia. Jasper era meu e só assim seria. 


David
Ja tinha amanhecido, quando acordei, levantei-me da cama e olhei para a parede onde estava o seu retrato. Era domingo, dia de descanso, e com muita pena minha dia em que difícil de nos vermos. 
- Bom dia ! - saudei, um homem apaixonado era capaz de tantos disparates. 
Sentei na minha secretária, fiquei um tempo a observar tudo, desde a caneta, ao papel... e surgiu-me uma ideia, muito especial. 
Se Alice gostava de rosas, eu estava disposto a criar aquela que ninguem nunca viu. Ia criar a rosa azul, porque assim, cada vez que olha-se para ela, lembraria o seu olhar. Ela ate podia gostar da rosa amarela, mas de certeza que ia amar a nossa rosa, aquela que so simbolizava o amor que só nos sentíamos um pelo outro. 
Peguei numa caneta e num papel e comecei a escrever algumas ideias, ainda tinha que fazer um trabalho de pesquisa, minucioso. Pela primeira vez, eu ia usar os meus conhecimentos de botânica, para uma boa razão. 
(...)
Foram horas descontroladas de muito trabalho, mas daqui por um tempo o resultado seria fantástico. Ela ia gostar e eu estaria presente para ver o brilho no seu olhar, o seu encanto. 
Nao conseguia estar muito mais tempo aqui, tinha de sair e ve-la. Queria muito contar a minha ideia, sendo que preferia fazer surpresa, mas para que isso acontece-se ia levar muito tempo eu nao ia aguentar este segredo. 
Sai de casa e em pouco tempo estava no jardim, esperei que ela chega-se. Sentei num banquinho e tirei uma nova rosa para oferecer-lhe.  Escondi a rosa. Ela vinha lá, com aquele sorriso de mel. Levantei-me num impulso e a beijei, pegando logo de seguida nas suas doces maos, a puxando para sentar no banquinho. 
- Quero muito contar-te uma coisa. - ela abriu mais o sorriso.
- O que? - perguntou.
- Eu sei que gostas de rosas e tambem sei que a tua cor favorita é o amarelo. - respirei fundo. - Mas eu pensei muito, muito mesmo, e acabei de iniciar a criação de uma nova rosa. - ela preparava-se para falar, mas eu a interrompi, colocando o meu dedo nos seus lábios. - Nao é uma rosa qualquer, é especial e so a ti pode pertencer, é a rosa Azul, simboliza o teu olhar e o nosso amor. 
Ela ficou um tempo em silencio, cheguei mesmo a recear a minha revelação.
- Nao gostas-te? Desculpa, se nao é algo que sonhas-te um ter, mas... - ela interrompe-me.
- É a coisa mais linda que alguem pensou para mim, é maravilhoso ter algo que so eu e tu saibamos o significado. Que seja essa a prova de um amor duradouro. - beijei-a. 
Ela estava feliz e encantada por receber essa noticia, em breve, ela poderia a ver crescer no jardim, poderia acompanhar todas as suas fases. Podia a ter, cheirar... Ja imaginava um jardim cheio, com ela bem no meio, apanhando uma por uma, para um belo cesto, para poder decorar o seu espaço. 
- Obrigada por seres tao carinhoso comigo, no entanto existe uma coisa que eu ainda nao sei. - fiquei curioso e nao chegando a conclusão alguma. 
- O que? 
- O teu nome. - lembrei-me logo, que disparate, como eu podia ter esquecido. 
- David. - ela abriu novamente aquele sorriso. - Há ja me esquecia, toma, esta rosa é para ti, ainda nao é da minha criação, mas tambem sei que gostas desta. - ela abraçou-me. 
E acenou um adeus, dado que ja estava a ficar um pouco tarde para ela, e porque tambem devia estar a chegar a sua hora da melodia. 
Eu fiquei, queria ouvi-la tocar, a tanto que nao a ouvia. Sentei novamente no banco e visualizei a sua sombra a sentar no banquinho da frente do piano e começou para mim a harmonia. Gostava tanto de estar ao seu lado, de poder apreciar cada movimento seu, cada nota tocada. Queria tanto ver a fluidez dos seus dedos a flutuar pelo teclado. Contudo no meu lugar estava outra pessoa, uma pessoa que ela nao amava, o dr. Jasper. 
Senti ciumes, pois quem devia estar ali era eu, a sua permanecia na casa, a sua constante aproximação dela, o seu constante olhar, fazia perder a cabeça, faziam ter me vontade, de a tirar deste lugar, de a levar comigo, mas eu nao podia fazer isso, porque nao sabia se ela ia aceitar, porque nao sabia se ela estava disposta trocar esta vida, por uma mais simples, mais simbólica, em que nao havendo o mesmo dinheiro que ela tinha aqui, tinha muito amor. 
A melodia parou, eu levantei-me, deixei de a ver, de certo estava a recolher-se e claro que era natural de acontecer, tambem ja estava a ficar tarde e eu tinha de voltar para casa, pois no dia seguinte tinha aqui o meu trabalho, a sua presença permanente. 
(...)
Ja em casa, lembrei-me novamente dela, da sua beleza, era a segunda vez que estava com ela e o sentimentos ambos nutríamos  estava a crescer incondicionalmente. Ela era sem duvida alguma a mulher da minha vida. Passei pela minha tia e ela estranhou um pouco o verdadeiro sentido para tanta felicidade, no entanto, resposta eu podia dar, dado que era tao recente e tao inexplicável, que ninguem ia acreditar. 
- David ! Que cara é essa ? Nossa nem pareces o mesmo. 
- Tia, tia, a vida corre-me bem. - respondi apenas. 
Ja estava de costas viradas para ir buscar agua, sou surpreendido com a sua afirmação tao correcta. 
- É a tal rapariga, a do piano! - engasguei-me com a agua. - Cuidado, querido tens de ter cuidado a beber a agua. 
As vezes pensava que a minha tia, realmente podesse ter algum dom, de ler pensamentos, mas nao, como ela sempre afirmava e muito bem, as vezes valia mais um olhar que mil palavras, e ela estava realmente certa. Eu estava feliz, os meus olhos transbordavam para fora toda a felicidade, toda a minha vontade de ser aquilo que era ao lado da minha mulher amada. Era hora de dizer a verdade, se nao ela própria acabaria por chegar lá, e seria mais constrangedor, ser desde logo confrontado com isso.
- Eu nao te consigo esconder nada pois nao. A verdade, é que... essa rapariga do piano, ela existe, tanto que eu ja estive com ela e... nao sei explicar, sinto um friozinho na barriga sempre a vejo. Ela é especial, a mulher que qualquer homem gostaria de ter, na verdade uma verdadeiro sonho. - deitei para fora tudo o sentia, tudo o que realmente para mim era importante. Ela sorriu, estava feliz por mim. 
- Só quero que sejas muito feliz, que sejas aquilo que um dia os teus pais quiseram que tu fosses. És um bom rapaz, essa rapariga, vai gostar de ti, ainda assim. Podes nao ter muito dinheiro, mas tem aquilo que basta, amor para dar, esse vale mais que tudo. Se existe coisa que o dinheiro nao compra é a felicidade. Por isso digo que tens o meu apoio. - abracei-a, era tudo o que eu queria ouvir. 
Palavras sinceras, mas vividas. Ela sabia muito mais do que eu podia imaginar que soubesse, estava do meu lado, pronta para ajudar. E eu pronto para lutar pela minha Alice, ela ia ser minha, nós seriamos únicos. Viveríamos o nosso conto, a nossa vida, o nosso amor. 
Fui para o meu quarto, depois de insistentemente a minha tia ter-me obrigado a comer um pedaço de meu bolo favorito. 
Deitei-me na cama e olhei para a janela, estava um ceu cheio de estrelas, e pensei:
" Será que ela esta a ver as estrelas "
Desde miudo que sabia o significado de cada uma delas, para mim, eram todas importantes, dadas as suas intensidades de luz, porem havia sempre aquela destacava-se mais das outras, era a estrela maior, aquela que em todas as noites de criança pedia um desejo. Agora adulto, ia pedir para ela novo que ja estava a realizar, contudo, queria ter certeza que aquilo que estava a viver, continuaria assim e que seria mais forte, que tudo. 
- Estrela maior, tu que iluminas todas as noites, eu preciso que me ajudes. Eu peço-te que des-me a mao para continuar com a minha chama acesa, porque eu a ama, e nao a quero perder. Eu acredito na tua força divina, e por acreditar nisso, olhava-te todas as noites, eu sei que para alem de ti, estao ai os meus pais, que acreditam que esta minha razão de te pedir um desejo é nobre, e nao o faria se nao fosse importante para mim. - a intensidade do meu pedido fez rolar uma lágrima do meu olho. 
Nunca tinha chorado por pessoa alguma, menos claro, pelos meus pais, na sua morte. Esta mulher realmente estava a mudar-me por completo, a fazer de mim aquilo que eu nao era, alias nunca fui, romântico  Nao sei que poder ela tinha, mas eu ja estava completamente enfeitiçado, estava. 



Comentários

  1. Ehhhhhhhhhhh eu li, eu li! Sairam daqui e aproveitei para ler :D Estava bem curiosa, sabe?

    Estou com uma dó imensa do Jasper. Coitadinho! Por fim, por mais que fizesse, ele acabou sozinho, pois a mulher que ele fez para ser sua companheira realmente gosta de outro.

    David por fim está aprendendo a amar essa nova Alice, que o ama também. Que fofo.

    Agora o que em deixou feliz é a Alice verdadeira de volta a história! Tomara que ela não ouça a amiga e volte mesmo para o Jasper!

    beijinhos

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    Respostas
    1. Bom é verdade que a vida de Jasper nao esta a ser fácil e que o mundo parece estar a cair, mas eu acredito que esta fase seja so inicio da mudança.
      Quanto ao David, ele realmente esta apaixonado,eles fazem mesmo um casal lindo.
      Alice original é muito decidida e acredito que volta sim,os mistérios so agora vao começar.
      Beijinhos

      Eliminar

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