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Coração de Robot - Capitulo 16 - Uma ligação de Risco


Capitulo 16 - Uma ligação de risco

Alice Original 
Duas Semanas depois, eu ja nao tinha tantas preocupações com a tal existência da mulher, dado que David, nunca mais tinha me encomudava nesse sentido, no entanto, meu sexto sentido, nao me enganava, mas por outro lado, queria apanhar tudo de surpresa, nao ia confrontar mais o meu marido, porque estava mais visto, que ele ia continuar a negar. 
David a sua maneira, ajudava-me, contudo sentia sempre uma ligeira ocultação de factos, porem tambem nao fazia mal, eu ia descobrir mesmo assim, e depois, Jasper que me aguarda-se. 
Sai da sala e vi o pequeno o jardim ja pronto, hoje era segunda feira e um dia em que, em que iria iniciar o primeiro ciclo de quimioterapia, este por sua vez era um processo delicado que de alguma maneira ia perturbar bem o organismo dele, no entanto Simão era forte e alem disso eu estaria com ele nesta fase complicada, assim como Jasper, incansavelmente nunca se separava dele. Isso deixava-me muito orgulhosa, por ver que se um filho nosso de verdade, sofre-se da mesma forma que este pequeno, ele estaria sempre pronto, ao seu lado mesmo nas horas mais difíceis e delicadas de suas vidas. 
Aproximei-me dele, dado a minha mao, a minha força, e olhando nos seus grandes olhos, percebi o seu medo, claro, nao era caso para menos, mas tambem nao um caso de morte. 



- Simão! - peguei nas suas maos abaixando-me, ficando assim a sua altura.
- Tenho medo Alice! - ele falava com uma um lágrima ja no olho. 
Limpei a mesma lágrima que estava com vontade de cair e depois de uma caricia e um beijo na testa disse:
- Nao precisas de ter medo, eu, o teu pai, vamos estar ao teu lado. É natural sim que depois possas nao estar muito bem disposto, faz parte dos efeitos secundários do tratamento. - ele ficou mais convencido e tambem deixou sair um pequenino sorriso.
Levantei-me e fiquei ao seu lado, estava a estranhar a demora do Jasper. Cruzei os braços ja nao estando a gostar da sua demora, pois nao achava a mínima piada a chegar atrasada a um dado lugar, sendo que ainda mais a um hospital. 
Espreitei para dentro de casa e la vinha ele, todo apressado. Fiz uma cara de mazinha, no entanto ele apenas sorria como se tivesse piada fazer alguem esperar. 
- Jasper ja viste bem que horas são? - perguntei. 
- Ja, ja. Desculpem, mas ainda tenho um e-mail para enviar. Vao indo para o carro, nao demoro. 
Tentei protestar, logo na momento que ele fugiu. Sempre a mesma coisa, o trabalho acima de qualquer coisa, ou será que nao? Ai a minha vontade era de ir atrás dele e realmente ver se enviava ou nao e-mail, contudo eu nao era dessas que adoravam espiar os maridos, bolas eu confiava nele, o que estava a passar-se comigo? 
Fui com Simão indo para o carro, instalei-o na sua cadeirinha e depois arrumei a cadeira de rodas no porta bagagens. Sentei no banco do pendura e continuei a minha espera, como eu odiava esperar. 

Jasper 
Havia uma coisa que eu tinha mesmo de fazer antes de sair, quer dizer, na verdade, um aviso. 
Entrei no escritório, e pela porta secreta, fui descer as escadas de acesso ao laboratório. Encontrei Zaza parado tal como sempre, a robot adormecida. Bom aparentemente tudo estava tal como eu deixei, nao obstante deixei um novo aviso, nao fosse o meu amigo ter a ideia miraboloza e fazer aquilo que nao devia. 
- Zaza! - chamei.
- Dr. Jasper! - levantou os braços, para dar a indicação que estava a ouvir-me. 
Ainda assim mantendo a distancia, porque estava com pressa e precisava de ir embora, dei a minha breve indicação.
- Zaza, eu vou estar fora, por favor nada de fazer aquilo que eu estou a pensar. 
- Como sei o que Dr. Jasper esta a pensar? - falou em tom de brincadeira, ele tinha sempre as palavras certas para criar humor em tudo. 
- Sabes perfeitamente do que falo, em relação a Alice. - ele olhou para amiga, no entanto sempre tomando atençao no que eu dizia. - Nao sei quanto tempo vou demorar, mas ainda assim, nao quero nada de disparates. Quando chegar volto para aqui. Ok? - ele apenas levantou as maos e bateu palmas. 
Estando o meu recado dado, nao podia continuar a fazer a outra Alice esperar, virei costas e sai, trancando a porta. Depois ainda olhei para o portátil e lembrei do e-mail, porem pensando bem, os veriam mais tarde. 
Dei uma corrida ate ao carro e seguimos ate ao hospital, pois a minha mulher ja bufava pela demora. 
(...)

Ja no hospital, estava na sala de espera com a minha esposa aguardar pela saída do meu filho. Era um tratamento cujo o tempo era sempre demorado, e depois os efeitos bem complicados. 
A espera era muito dolorosa, nao gostava de ficar assim, era um tédio infernal, Alice nao falava simplesmente, mantinha-se calada a ler uma revista, nem agia tal como imaginava que uma podesse agir. Era tao fria a sua atitude, que de tempos em tempos levava-me a ter duvidas. 
Cheguei ate ela e tirei a revista das suas maos, claro que ela nao ficou propriamente muito feliz, mas ainda assim mantinha-se calada. Sentei ao seu lado, e fiz com que ela olhasse para mim. 
- O que foi Jasper? Qual é o problema? - perguntou com cara inocente, perante a situação.
- Alice, estou a estranhar-te! Tu nao estas preocupada com o teu filho? - ela olhou para o lado, nao querendo encarar o meu olhar. - Nao tens medo do que possa estar acontecer a ele? Nao te preocupa o tempo que esta a demorar? O sofrimento que ele esta a ter? 
- Jasper, o que queres que faça? Diz-me achas mesmo que rastejar neste chão  vai mudar o que se passa? Eu amo o meu filho sim, mas a coisas as quais nao sei como reagir. Entende, esta e a minha forma de manter o meu sofrimento oculto. - nao fiquei muito convencido, ela continuo a olhar para o chão  como se procura-se as palavras certas para falar. Depois ja nao estando a olhar para si, ela olha para mim. - Meu amor, eu sei que esta a ser complicado para ti, mas para mim tambem, eu entendo a tua atitude, é claro que tambem devia estar assim, ja eu ja habituei a ver este sofrimento de noite e dia. Ja nada surpreende-me! - ela ja chorava. 
Estava para responder-lhe quando um médico surge na sala e eu deixo a conversa pendente. 
- Doutor, doutor! - chamo pelo médico. 
- Diga, o senhor é... 
- O pai do Simão. 
Alice ja estava ao meu lado, tambem aguardar por noticias. 
- O tratamento ainda esta demorado, nao sei quanto tempo ainda pode demorar, sabe é a primeira fase do ciclo demora sempre mais. - avisou o médico. - Mas ainda assim aconselho os senhores a distraírem a cabeça, o vosso filho vai precisar muito da vossa ajuda. - baixei a cabeça e médico colocou uma mao no meu ombro. - Animasse a casos de sucesso nesta doença, pense você so esta a tentar ajudar o seu filho.
- Eu so queria que ele fica-se bem. Mas a quimio, é um tratamento tao agressivo para uma criança, porque nao optávamos pela ocorrência de um dador de medula óssea? - nao ia desistir de encontrar soluções. 
- Vamos ver o que isto vai dar, ainda é cedo para pensar noutras alternativas. 
- Como cedo?
Ele so podia estar de brincadeira com a minha cara. Via-se mesmo que nao era ele estava a sofrer, nao era ele que tinha um filho nessas circunstancias, talvez nem pai fosse, e com o seu perfil, nunca ia saber o que isso era.
- Ouça, para alem de médico, tambem sou pai, e sei o quanto é difícil querer ajudar  e nao poder. 
Tinha muita piada este.
- Meu amor, deixa que os médicos sabem o que fazem. 
Toda a gente devia estar combinada nesta sequência  tudo estava louco? Ou eu estava a ficar louco? Pois so haviam essas duas alternativas.
- Deixe tudo connosco, nos estamos aqui para ajudar. Com licença. - ele afastou-se de nos.
A minha vontade era nula de andar, Alice bem tentava puxar por mim, mas o meu corpo estava tal como a mente preso e preso. 
- Jasper, eu assim nao vou conseguir. Ajuda-me! - falava ela. 
Tudo o que vinha a minha cabeça eram as palavras do médico, "ainda é cedo para pensar noutras alternativas". Via-se mesmo que nao era o seu filho que estava a sofrer, era muito facil falar, mas sofrer na pele, era completamente diferente, ja nao falaria da mesma maneira e ai eu estaria pronto para argumentar. 
- Desculpa Alice, ainda nao estou muito conformado. 
- Jasper olha para mim. - fiz o que ela pedia. - Leucemia nao é uma sentença de morte. Ok tudo bem é uma doença delicada, tem os seus riscos, mas pensa, ele pode melhorar. 
Ela nao parava de insistir na mesma tecla. Porque toda a gente pensava que era tudo simples? O que a minha mulher tinha na cabeça? Um cérebro ou so cabelo apenas? Que tipo de mae era ela que parecia estar a distancia de tudo, apática a situação, indiferente ao sofrimento. Nao dava para entender a coragem de certos seres humanos. 
- Eu nao quero falar mais nada. Preciso de dar uma arejada. 
Ela ficou para trás  eu apenas sai para o jardim, sentei no banco e baixei a cabeça e fiquei a pensar. Sozinha ficaria melhor, nao teria mais perguntas, mais afirmações absurdas.

Zaza 
Nao podia deixar  a minha amiga assim desligada, nao podia mesmo. Alice tinha direito a viver tal como todos os outros, tal como eu. Ainda por cima sabia que a minha amiga estava apaixonada. Dr. Jasper nao podia separa-la assim, nao era justo, quando ele próprio sabia o quanto ao amor, embora eu nao soubesse o que isso era, apenas sabia pelo ar que eles tinham, pelo sorriso, pelo diferente olhar, que estavam bem. Ia simplesmente ignorar o seu pedido e ligar a minha amiga, porque eu tinha que fazer o que era justo, e neste caso a robot tinha de voltar a viver. 
Saltei para o chão, depois para um balcão e finalmente estava ope de Alice, afastei os seus longos cabelos e atrás do pescoço estava o tal botão, liguei. 
Aguardei uns minutinhos a sua entrada no mundo real. O seu corpo moldado e firme começou a mostrar os primeiros sinais de vitalidade, os olhos abriram e aos poucos começou a levantar a cabeça, mexendo as maos, a observar tudo a sua volta. Fiquei tao feliz por ver que a missão estava a ser cumprida.
- Zaza! Amigo? - ela chamava por mim. 
- Sim, Alice ! Que bom que voltas-te! 
Ela olhou para mim e eu levantei os braços, mostrando a minha felicidade de a ver tal como ela devia estar, eternamente ligada. 
- Nao gosto deste lugar, quero sair daqui. 
- Espera! - coloquei-me na sua frente, mas eu era tao pequeno que nao ia de forma alguma impedir a sua saida. Voltou a olhar para mim, abaixando-se e pegou-me ao colo. - O Dr. Jasper disse que mais tarde ia voltar aqui, se ele nao te encontra aqui é bem capaz de aborrecer-se comigo. - fiquei murcho. 
- Zaza, nao vai acontecer nada contigo, eu prometo, mas agora preciso que ajudes a sair. - no entanto ficou em silencio. - Ups, eu nao sei subir escadas. 
- Sabes sim. - ela ficou impressionada. 
- Como, se nunca consegui? - ela estava a leste do concerto que Dr. tinha feito nela, e tambem na alteração mecanica do seu corpo, dos seus movimentos. 
- Quando ficas-te doente, o Dr. Jasper alterou algumas coisas em ti, e umas dessas coisas foram os movimentos, agora é independente. - ela ficou feliz e num ápice, subiu as escadas. 
Ela estava a espera de conseguir abrir a porta, no entanto eu ja estava a prever que estivesse trancada, ele sempre fazia isso. 
- Esta trancada! - ficou indignada. 
- A chave esta ai, eu sempre vejo tudo. 
Ela encontrou e acenou um adeus para mim, saindo. 
Agora estando novamente sozinho, so esperava que nao sobra-se para mim. 

David
Estava completamente cheio de saudades da minha doce Alice, daquela que nunca era indiferente a mim, infelizmente nao sabia nada dela, a tanto tempo que nao a via. O que tinha acontecido? Porque ela nunca mais tinha voltado aparecer? Porque que do nada uma nova Alice, tao idêntica a ela, apareceu? Tantos mistérios esta casa carregava, mas respostas, essas dificilmente conseguia encontrar.
Tinha pena que ela estivesse aqui para ver a rosa que eu tinha criado, ver o quanto ela ja a crescer forte neste cantinho do jardim. Contudo a sorte nao queria nada comigo, assim como ela apareceu, tambem desapareceu, eu ja devia estar acostumado. 

(Melodia de piano : The Moment - Yirume)

Peguei no regador e dei uma rega na rosa e ouvi passos, olhei a minha volta, nao via ninguem, talvez fosse so impressão minha. No entanto um cheiro era conhecido, um aroma que eu nao conseguia esquecer, nem que passassem séculos. Seria ela? A minha Alice?
- Alice! - chamei. 
Um novo passo surguiu, olhei para tras e a vi. Mas nao caindo mais na ratoeira das trocas, verifiquei se esta realmente era minha doce Alice. 
- David! Tive tantas saudades, pensei que nunca mais te ia ver. - sorri, era ela. Ai que vontade de a beijar e nunca mais a largar. 
Beijei-a delicadamente e senti o seu doce toque, a sua macia pele. Agora mais que nunca sabia que a minha mulher mais que perfeita, estava de volta. Tinha tantas perguntas para fazer-lhe, tantas coisas coisas para contar-lhe, tantas caricias para dar. 
Eu parecia estar a viver um sonho, que nao real, que esta mulher diante dos meus olhos era apenas fruto da imaginação, mas nao, era ela e tinha voltado para mim. 
Peguei nas suas maos e olhei nos seus olhos, naqueles olhos estranhos, mas profundos, aquele olhar que eu via o céu pintado de todas as cores. 
- Eu ainda nem acredito que estas aqui. Foram semanas a tua espera. Onde estives-te? O que aconteceu? 
Ela largou a minha mao, afastou-se para sentar e depois de por breves instantes  em silencio, olhou para mim e começou o seu relato. 
- Eu tenho uma doença, que vezes em vezes impede-me de manter-me aqui. 
- Estas doente? - a interrompi, mas ela levou o seu dedo aos meus lábios, para que podesse contar o resto do seu sucedido. 
Mantive-me em silencio tal como ela queria, respeitei a sua vontade, o que eu nao fazia por amor. 
- Contudo agora ja estou boa, nao vai haver nada que me impeça de estar aqui contigo, vamos voltar a recuperar o tempo perdido. Quero ser feliz, nada mais importa. - abracei-a. 
- Espero nao voltar a ficar longe de ti, nao vou aguentar. - sorriu para mim, como o seu simples sorrir era uma vida repleta. 
Lembrei-me por momentos de uma coisa, ao qual ela ia ficar muito feliz de saber. A rosa estava criada e a crescer saudavelmente. Todos dias sonhei com o seu encontro, de rosa azul para Alice. 
- Meu amor, eu... ja consegui criar a nossa rosa. - ela abriu um grande sorriso. - Anda vem comigo. - peguei na sua mao. 
Levei ate a sitio simbólico, onde estava.
- Aqui. - indiquei, ela baixou e ficou a observar, muito impressionada, com a beleza dela. 
- Tao linda a minha flor, a tua, a nossa. - ela levantou-se e beijou-me, retribui no mesmo gesto. 
Ela estava contente e eu mais contente estava, fazer a minha mulher feliz era a minha prioridade, te-la bem, uma certeza e ve-la todos os dias uma razão. 
Agora que ela estava de volta, nao havia sentido manter um caso de busca com a outra, quer dizer, ela tinha as suas duvidas, eu as minhas, mas ela nao confiava no marido, era problema dela, eu nao tinha nada haver com isso. 
Aquilo que procurava ja tinha encontrado, a onde ela estava eu nao sabia, e continuava a ser um mistério, para mim. Mas com o tempo ela ia acabar por contar, certos segredos iam revelar-se. 
- Daqui a pouco vou ter de voltar para casa, nao que ninguem me veja aqui. - estranhei, será que ela estava a esconder-se da outra? 
- Porque ? - perguntei, mesmo ja tendo receio da resposta.
Ela ficou pensativa. 
- Eu tenho mesmo que ir, depois quando der explico-te. 
Quando der? Mais segredos? 
Vi ela afastar-se de mim, aos poucos estava a ver apenas um adeus, aos poucos uma simples sombra. Voltei a ficar novamente sozinho jardim, pensando nos mistérios, no seu súbito receio de alguem a ver. 
Pouco a pouco começava achar que a minha vida nao era esta de ser jardineiro, e sim de investigador de casos, sim porque, se fosse a pensar melhor, estava casa estava mergulhada nos segredos e nos mistérios mais estranhos, começando pela chegada da outra mulher, o desaparecimento da minha Alice, as estranhas atitudes do doutor Jasper, ao ter duas mulheres, das quais uma pertencia-me, nao que eu fosse dono dela, mas apaixonado pela sua pessoa.
Bem parei de pensar nessas coisas, pois estavam atrasar todo o meu trabalho e em pouco tempo estaria na minha hora de almoço. 
Voltei ao trabalho de rega, ao corta aqui, corta ali, ao enche aqui, esvazia ali... Uma serie de tarefas que nao podia deixar de fazer, dado que depois do meio dia seria impossível estar aqui com a intensa luz do sol a bater nos olhos, mesmo que ele estivesse fraco, ofuscava na mesma. 



Comentários

  1. Finalmente eu consegui ler!!! Ehhhh, estava mega curiosa!
    Jasper todo cheio de mistério tentando esconder a robô da esposa a todo custo.
    Aliás, ele foi e pediu para Zaza não ligara robô e o danado o fez. Foi como se ele tivesse mandado ligar, isso sim! Huahaua
    Alice continua desconfiada de Jasper, mas não sei. Estou começando a achar que ela não gosta dele, que talvez tenha voltado apenas pelo dinheiro dele.
    Juro que eu fiquei revoltada porque ela pareceu nem se importar tanto com o Simão. Puxa, mesmo que ela não seja a mãe, ele é uma criança, como assim ela não está preocupada? Imagina se a verdadeira mãe dele descobre o pouco caso que ela está fazendo do menino... Que mau!
    Jasper ficou tão revoltado como eu.
    O reencontro da robô com David foi fofo. Ele terminou a rosa para ela... Mas é uma pena ela não ter fugido com ele, né? Ela nem deveria ter voltado para a casa! OOO
    Aliás, ela mentiu ao David... que feio! Se bem que é difícil explicar que se é um robô não? Imagino que ele deve estar pensando que as duas são uma só, mas com disturbio de personalidade, ehehehhe.
    Deixa eu tentar correr ler o outro, beijinhos! :D

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    Respostas
    1. Sim Jasper tenta a todo o custo esconder, no entanto o amigo, troca-lhe as voltas e que voltas.
      Alice tem o seu jeitinho mesmo, mas ela nao é interesseira, dado que os pais tem uma boa fortuna, no entanto nao usou o meio mais facil para chegar ate ele. O sentido da sua desconfiança é em relação a existencia de outra mulher.
      Sim a rosa ficou pronta para ela.
      Quanto a mentira da Alice é muito mais complicada que a da outra. David é um simples jardineiro, vai ser meio complicado ele perceber, mas no fim ele vai entender.
      Inicialmente pensou isso mesmo, mas agora percebe que existe algo que as diferencia de alguma maneira.
      Beijinhos :D

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