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Diário de Esme Cullen - Bella faz anos e Alice prepara festa Parte 2


Terça-feira, 13 de Setembro
" Bella faz anos e Alice prepara festa Parte 2 "
Querido Diário:

Carlisle foi o único que permaneceu calmo e tambem o que podia de algum modo estar perto dela sem atacar.
- Emmett! Rosalie! Tirem Jasper daqui. - ordenou, ouvia tudo mesmo estando a uns metros deles.
– Vamos lá, Jasper. - ouvi ele o trazer, o seu esforço era audível, pelo arrasto no chão.
Instantes depois estavam os meus filhos Rosalie, Emmett e Jasper ope de mim. -
Eu sinto muito, Bella. – ouvi a lamentação de Alice. Enquanto caminhava para aqui.
Dei-lhe o meu abraço e consolo de mae, pois a sua intenção nao era de ter estragado a festa.
- Maldita hora em que eu dei aquele presente, estraguei tudo. - olhei nos seus olhos negros da sede.
- Nao estragas-te nada minha querida. Acidentes acontecem. - ela ainda estava triste e preocupada, pois algo mau estava para acontecer e ela ja sabia.
Fazendo-se silencio nesta divisão, houvesse uma voz altíssima e autoritária do meu marido. Fiquei logo preocupada pois estava com receio do que podesse estar acontecer ali com eles.
- Deixa-me passar, Edward.

Alice levantou-se do chão e foi ate Carlisle com uma toalha, eu confiava nela, o seu instinto era bom, ela nao queria magoar amiga.
- Aqui, Carlisle. – ouvi a sua voz de sininhos.
Estava nervosa e com vontade de ajudar, porem so iria atrapalhar sendo que nao seria capaz de estar tanto tempo ao lado de um cheiro como aquele sem poder saborear.
– Tem muito vidro na ferida. – balancei a cabeça ao ouvir o comentário.
Pobre Bella estava condenada ao perigo. Contudo eu confiava no meu marido, ele sabia o que estava a fazer e o que de certo era melhor para ela, nao era a toa que ele conseguia resistir a tudo desde a séculos. Olhei para o meu lado e Jasper ja parecia um pouco mais calmo, no entanto sempre sobre vigília nao fosse o diabo tecelas.
Fiquei atenta ao desenrolar da situação sempre com os meus ouvidos sob escuta.
- Bella! – Carlisle disse levemente. – Queres que eu leve-te até o hospital, ou tu preferes que seja eu a cuidar disso aqui mesmo? - sempre atencioso ele.
- Aqui, por favor. – Bella sussurrou, baixinho, mas de forma possível a ser ouvida por nos. Pelo certo ela so queria poupar o pai a um problema, ela eram uma boa menina. Merecia os melhores cuidados, e ninguem melhor que o Carlisle, nao por ser meu marido ou por ser vampiro, mas pela pessoa que ele encara ser, era um óptimo médico, um anjo.
- Eu vou buscar a maleta. – disse Alice.
- Vamos levá-la para a mesa da cozinha. - eles vinham para aqui, eu tinha de sair e tirar os outros tambem por uma questao de segurança. Virei-me para eles.
- Meninos temos de sair daqui. Carlisle vem para aqui com Bella. - fiz cara seria, para ver se alguem entendia o meu recado.
- Ja percebi! - resmungou Rosalie sempre relutante.
Saímos discretamente em tempo suficiente para eles entrarem e ja nao encontrarem vestígios de alguma presença anterior. Agora estávamos no jardim, aguardando a chegada de Alice e talvez de Edward, nao ficando muito certa da ultima opção, dado que ele nao gostava de estar longe da sua amada e eu ate entendia.
Passos para a cozinha foram audíveis e conversas tambem.
- Como estás Bella? – perguntou Carlisle.
- Eu estou bem.
Devia estar a ser doloroso para o meu filho ver a sua amada ferida e pior era sentir a sua dor de ser uma perigo constante para ela, sem ter forma ou garantia de evitar tal situação.
- Vai, Edward. – ouvi a voz de Bella a pedir para ele ir para ope de nos, nao sofrendo mais a sua agonia constante. - Eu aguento.
Estava pronta para receber Edward em meus braços e dar todo o meu apoio.
- Não precisas de ser um herói.
Herói! (pensei)
Queria que ele le-se o meu pensamento, talvez fosse uma forma exacta para transmitir a nossa força e a sua continua luta pela resistência da tentação.
- Carlisle pode cuidar de mim, sem tua ajuda. Vai tomar um ar fresco. - Bella voltou a insistir com ele.
Foi audível para mim um gemido, meu marido devia estar a inserir anestesia que pelo pouco que recordava pela uma forma de certas partes do corpo mais dormentes e assim nao sentirem-se mais dores. Pelo menos era tao semelhante a vez que o meu anjo tinha aplicado na minha perna partida em pequena.
- Eu fico - ele realçou mais uma vez a sua presença ao lado dela.
- Porque és tao masoquista? – nem sabia a quem ele tinha herdado esse dom.
Carlisle decidiu interceder.
- Edward,deves encontrar Jasper antes que ele vá longe demais, e eu duvido que ele vá ouvir alguém que não seja tu agora.
Carlisle tinha razão Edward era a única e a melhor pessoa que podia ajudar Jasper nesta altura.
- Sim.  Vai encontrar Jasper. - Bella usava o mesmo argumento de Carlisle.
Vá lá filho faz o que estamos a pedir. (pensei)
- Deves fazer alguma coisa útil. – Alice acrescentou.
Ele ia acabar por ceder a todas as nossas vozes na sua mente. Ele tinha de ceder, era a sua familia que estava a precisar de sua ajuda, seu irmão.
Tive vontade de ir atras dele quando finalmente sai da porta de casa, mas desta vez o meu momento era seu e de Jasper. Sozinhos ia conseguir entender-se e chegar a uma boa conclusão, assim eu esperava.
(...)
Ao fim de alguma tempo ausentes, finalmente os vejo chegar. Coloco um sorriso no meu rosto, contudo nao dura mais de meio segundo porque Rosalie preparava-se para mias uma das suas tantas acusações.
- Rosalie eu não discuti com ninguém fui desculpar-me. - pelo certo estava a responder a um pensamento.
- Bom mesmo que saibas que a culpa disto é totalmente tua. - afirmou.
- Eu sei e assumo o meu erro. - fez frente a ela.
Rosalie podia ser tudo o que nos quiséssemos dizer, desde fútil a igoista... mas ao contrária da doa aceitação daquilo que é, luta muito por manter o nosso segredo, levando a serio tada a farsa, so que pronto, ainda assim podia ser um pouco mais tolerante e nao carregar sempre na mesma tecla... culpa e mais culpa. Edward ja tinha percebido e, e sendo que tambem estava ciente dos riscos.
- Não adianta saber e não fazer nada, pior tentar nos obrigares a um teatro ridículo. O que pensas, se é que pensas! Já não é tão difícil tentares viver no meio deles, que agora queres esfrega-los na nossa cara... - ela estava a passar dos limites.
- ROSE !!! - repreendi, vendo o caso a mudar de figura entre ela e Edward, e realcei  - Ele já está mal o suficiente não precisas disto. - avisei-a, agarrando num braço seu.
- Claro tu sempre o defendes! Também gosta daquela pirralha. - levantei a mao, ciente do que podia fazer, embora nao fosse marcar nada nela, nem uma simples dor.
- Sabes que não é assim Rosalie. Ele a ama, nada mais justo do que querer que ela faça parte da nossa família. Ao contrário de estrares para ai com as tuas malditas acusações, devias era entende-lo, como sendo sua irmã. - respirei fundo, antes de continuar. - Nunca te esqueças que quando precisas-te, Edward foi o primeiro a estender-te a mao. - a proferir estas ultimas palavras ela amansou, pouco, mas amansou a sua raiva.
- Família? Nós deixamos de ser uma família desde o momento que ele decidiu empurrar essa humana para dentro de nossas vidas, se é que é uma vida isto?  Vejam primeiro nós tivemos que ir embora, agora Jasper, a onde esta a família? Ele é egoísta de mais para pensar nisso… - errei ao pensar que ela finalmente tinha compreendido, ela era muito intolerante.
- ROSE! CHEGA! – gritei, não podia deixar ela continuar a dizer deparastes e enfurecer o irmão.
- Esme deixa, ela tem razão. - nao queria ver o meu filho a ser enterrado a cada acusação que Rosalie fizesse questao de dizer, nao podia simplesmente, nem queria.
Ela cruzou os braços.
- Eu prometo resolver isto, só não prometo voltar ao que era antes, mas vou resolver. - olhei para ela, pois isto era resposta um pensamento.
- Pois bem, nao a volta a dar mesmo. – ao fim do comentário virou costas e saiu em direcção a floresta.
Entrei dentro de casa bem antes dele, fui ate ao piano e peguei numa bacia de agua e um pano e comecei a limpar o sangue, quando o vejo a entrar.
- Esme deixa comigo. – ele tirou o pano da minha mao.
- Deixa estar filho, há muito sangue de Bella ainda, nao quero que sintas-te desconfortável. - retirei o pano dele.
O que uma mae nao fazia por um filho? Estava a limpar um estrago que tinha sido criado por ele acidentalmente. Prendi a minha respiração e sacrifiquei-me entao eu, em vez dele, pois para tortura ja bastava o que se tinha passado a pouco. Nao gostava de o ver a sentir-se mal, partia-me o coração ver o seu rosto triste e magoado, angustiado. So esperava que ele pensasse bem naquilo que ia fazer, que nao magoa-se mais a sua alma.
- Que alma? Nao tenho alma. - respondeu ao meu pensamento espontâneo.
- Toda a gente tem alma, tem coração... Fisicamente pode estar morto, mas psicologicamente ele continua a bater e a tua alma precisa de estar completa, nao separes aquilo que o destino reservou para ti.
- Nao consigo estar bem comigo depois do que aconteceu hoje... - disse e seguiu caminho ate a cozinha, escutei Carlisle contar as crenças sobre a alma.
Carlisle tinha consciência de nosso estado condenado, mas acreditava tal como eu que havia uma esperança, algum sentido após nossa existência, era claro que Edward não concordava com isso, achava que nós éramos monstros sem alma. Ouvi Bella concordar com ele, era claro ela tinha uma visão diferente de nós, só isso explicava o facto de ela nao ter medo.  Instantes depois reparei na passagem rápida dele ate a rua, de certo queria respirar e nao inalar perto o cheiro dela, entretanto nao consigo ficar oculta as conversas dele com Alice, dado que estao perto de mim.
-Alice sabes que não estou chateado. - disse ele. - Calma Alice, ele esta bem, acalmou-se, talvez ele queira viajar contigo, ele disse que ia levar-te a fazer compras. - pausou de certo estava receber uma resposta sob pensamento. - Alice, Jasper precisa mais de ti. - sempre preocupado.
- Tudo bem, umas compras seriam óptimas, vocês andam a repetir as mesmas roupas de mais, talvez ver alguns desfiles, ate conhecer estilistas novos. – Alice estava a  tentava ser descontraída.  - Edward, pare de pensar aboboreiras. - avisou ela.
Era por isso que estes meus dois filhos nunca davam problemas porque acabavam por entender-se muito bem.
-Alice vai falar com Jasper! - pediu, ri-me so de ouvi a conversa daqueles dois. O que me valia por aqui era que o piano estava quase limpo sem vestigos de sangue.
Estava tao aborta a ouvir os disparates deles que nem dei pela saída da cozinha de Bella e Carlisle. Lancei lhe um sorriso carinhoso, ela parecia pouco constrangida.
- Eu acho que devia levar-te para casa agora. – sugeriu ele.
- Eu faço isso. – interrompeu entrando na sala, bem devagar para certificar-se que o ar estava seguro, tentou esconder a sua vergonha.
- Carlisle pode levar-me. – disse ela talvez percebendo como ele estivesse perturbado.
- Eu estou bem. – respondeu. – Vais precisar trocar-te, de qualquer forma. Vais fazer Charlie ter um ataque do coração dessa maneira. Eu vou pedir a Alice dar-te alguma coisa. – saio para fora.
Entraram em casa e Alice foi vestir Bella, ele estava o mais distante ate ela se livrar daquele sangue.
- Vamos. – Alice disse. – Eu vou arranjar algo menos macabro para tu usares. - brincou.
Alice a levou ao andar de cima. Bella tentava especular como a situação estava. Sussurrava o mais baixo possível  mas nao havia nada que escapasse aos nossos ouvidos tisicos.
Entao o tempo era de espera e apenas estávamos eu, Carlisle e Edward. Meu marido aproximou-se dele e perguntou.
- Filho, como estas?
- Estou tentando achar uma saída, resolver o problema que eu próprio iniciei. - Carlisle tinha confiança nele.
Esperou Bella na porta da frente, ate que ela desceu, olhou para ela não disse nenhuma palavra, segurava apenas na porta aberta. O facto de nao haver troca de palavras preocupava-me e fazia-me temer o pior.
- Apanha as tuas coisas! - disse ele.
Ignorou os presentes, dado que faziam lembrar o desastre desta noite, sendo algo que ele nao tinha previsão de esquecer.
- Agradece depois de os abrires. - disse calorosamente.
Depois de-mos uma boa noite em voz baixa. Ele queria era tirar Bella dali o mais rápido possível. Entao acenei ao ver o arranque do carro e Carlisle sempre a dar-me carinho e conforto.
- O que vai ser do nosso menino. - disse.
- Nao sei Esme, nem tenho previsão de isto acabar. - respondeu ele, abraçando-me mais forte ainda.
Que noite complicada...

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