Avançar para o conteúdo principal

Diário de Esme Cullen - Perigo a espreita


Quinta-feira, 16 de Junho
" Perigo a espreita "
Querido Diário:

O Verão ja tinha chegado e consigo trazia o fraco sol de Forks que por vezes aqui  pousava, as férias dos meus filhos ja tinham começado e com elas traziam a ideias mirabolante de Alice. Edward e Bella ja tinham chegado tambem da viagem que eu e Carlisle tínhamos dado de presente de aniversário a Bella.
Estava a preparar uma planta de uma nova reforma do meu quarto, quando passos de corrida no corredor, e claro isso deixou-me preocupada. Abri a porta do quarto e tentei perceber o que estava a passar na minha casa, no entanto a ela entrou no escritório dele e barulho, zero.
(...)
Reunidos na sala, fiquei a parte com Edward e Bella, Rosalie, enquanto Alice estava sentada ao lado de Jasper, ao qual acabamos por sentar tambem, Carlisle depois de ouvir a conversa de Alice mais cedo, estava estranho, com cara preocupada.
- Bom agora que estamos todos reunidos tenho algo importante a dizer, quer dizer é mais um aviso. - fiquei em alerta, que problema mais podia estar para atormentar?
- Fale Carlisle estamos a ficar nervosos. - pediu Rosalie.
- Anda um vampiro estranho, a solta nas redondezas.
- Um vampiro? - perguntou Jasper. 
- Para ja é so um, mas penso que possam haver mais. 
- Um exercito ? - falou Edward. 
- Talvez. 
Nao estava acreditar que a minha família nunca ia ter paz... 
- Acha que tudo isto é obra dos volturi? Eles realmente fizeram um aviso na outra vez. - relatou Bella e alem disso encontrei uma coisa estranha no Edward dentro do meu quarto esta manha, quer foi mais o Edward que viu uma coisa estranha, e tambem detectou um cheiro nada familiar. - fiquei preocupada com esse reconhecimento do meu filho. 
- Nao sei, se fossem eles talvez tivessem agido de outra maneira e quem sabe ja tivessem atacado. - nao parecia muito certo. Carlisle estava desconfiado que houvesse outro alguem para alem dos volturi que tivesse contas ajustar com Bella, ou connosco.
- É muito estranho, entao se nao forem os volturi quem será ? - perguntou Rosalie, fazendo aquela pergunta que ainda ninguem tinha conseguido chegar, á resposta.
- Boa pergunta Rose. 
- Esperem ! - todos olhamos para Alice. - Existe uma pessoa que tem uma boa razão para tudo o que se anda a passar, esta informação obtive agora.
- Quem ? 
- Victória. - falou Edward, lendo de certo os pensamentos de Alice. - E claro, de certo esse vampiro que esteve dentro de casa de Bella nao quis atacar Charlie, pois o seu alvo seria Bella que nao estava presente. - Edward tinha uma forma exacta de chegar a conclusões absolutamente indeclaráveis. 
- Bem pensado! - comentou Emmett.
- Claro, ela quer vingança. - reforçou a mesma ideia Alice.
Eu ao contrário de todos ainda nem sabia o que dizer, ainda estava na fase de digerir as novas revelações. Tudo era muito estranho, muito complicado.
- Nós vamos precisar de ajuda. - disse Jasper. - Se ela estiver a criar um exercito de vampiros, nao vai ser fácil trava-los, eles sao muitos fortes. - pelo que lembrava daquela vez que ele e Alice apareceram por aqui pela primeira vez, histórias referentes ao assunto, em que esses recém criados conseguiam ser mais fortes que todos os demais poderosos do mundo.
- Sim eu vou ligar as Denali. - disse Carlisle. 
Em instantes estava ele ao telefone falando com Tanya, que eu bem percebi, dado que com aquele tempo de convívio no Alasca, tinha dado tempo para conhecer ao pormenor as vozes de cada um. Sabia que pela sua cara elas so poderiam estará recusar ajuda. Edward olhou instintivamente para Alice, pela cara deles, so poderiam estar em troca de pensamentos.
- Lamento elas nao querem ajudar. - o temível ja era esperado, Alice pela sua cara e Edward pelos seus olhos nao mostravam surpresa e sim certeza de uma recusa de ajuda.
- Boa e agora. - argumentou Edward.
- Nao sei temos de pensar em algum plano. - voltou a salientar Jasper.
- Nao, eu posso ajudar. Eu no meu passado foi um militar e sei muito bem como é lidar com vampiros recém criados. Eu posso treinar vocês para conseguirem se manusear bem com eles. - Jasper deu uma ideia que ate certa forma podia ser a nossa solução.
- O Jasper tem razão. - falou Emmett. 
Jasper com a sua experiência  Emmett com a sua força, Edward com a sua leitura de golpes seria uma meta fácil a travar. Afinal podia haver uma luz.
- Entao esta bem, amanha na clareira começamos com os treinos. Agora quanto a Bella, Edward precisamos de a manter a salvo da Victória. - avisou Carlisle, analisando todos os factos, e tambem os verdadeiros pontos de Victória.
- Sim. 
- Vamos precisar de mais ajuda, porque nao falar com o bando do Jacob? - Bella afirmou. - Seria um trunfo que eles nunca poderiam esperar. - pensando bem, era algo que ate a certo ponto podia ser um bom trunfo, uma boa jogada para uma certa hora de aflição. 
Ainda assim a minha duvida ficou a pairar. 
- Bella tem razão. - concordou Alice. 
- Os lobos a ajudar ? Nao creio que vaiam ceder. - acabou por falar Rosalie com pouco controle das a forma azeda como falava a palavra "Lobos".
- Rose, mal ou bem que nos demos com eles, é necessário criar uma trégua. Estamos a defender a vida de uma humana e de outros tambem. - respondeu Carlisle, com ar orador, e voz firme.
Rosalie de todos nós, para alem de nao aceitar muito bem a realidade que vivia, era contra os lobos, os odiava todo o ódio que o mundo pode ter, nao os via como ajuda, mas uma ameaça. Se ficássemos a espera que ela por alguma razão aceita-se, entao a vida de Bella acabaria num misero segundo, porque por ela nao se faria nada, simplesmente, ajudaria a esse fim. 
Ela nao odiava Bella, odiava a maneira, a forma como friamente, encarava uma situação complexa como esta que nós éramos  Como ela encarava o perigo, sem mostrar medo ou receio de morrer, de como era a coragem de perder a vida para se tornar em algo que nao se escolhia, que acontecia e que de alguma maneira tinha de se aprender a viver assim. 
 Voltando a realidade negra do momento, dei conta da ausência de Rosalie e de Bella. Senti um corrente vinda da janela e logo percebi que elas estavam unidas a conversar. As deixei a vontade, nao ia ouvir conversa alguma, talvez fosse uma maneira sensata de mostrarem uma a outra as diferenças e cada teoria própria. 
(...)
Madrugada... 
Edward ja tinha saído com Bella, dado que no dia seguinte teríamos muito trabalho pela frente, muito treino, muito esforço e acima de tudo cuidado. Victória era astucia e nao ia deixar barato o fim do companheiro. O seu alvo era o nosso ponto fraco, o ponto fraco de Edward. 
Por isso, nao querendo perder ninguem estaríamos atentos a todos os passos, a todas as investidas dela e de sua respectiva guarda. Todos os cuidados eram poucos. 
Alice e Emmett tinha saído para vigília nocturna perto da residência dos Swan, dado que recentemente a casa tinha sido envidada por alguem a mando de Victória, e como esse alguem nao, encontrou o que procurava, podia tentar uma nova tentativa. Carlisle, tambem nao estava em casa tinha saído para um turno no hospital, Jasper andava por ai na medida do possível, sempre na posição protectora  Rosalie, essa, bom quanto a ela, tudo o que podia dizer era que recusava ainda assim, depois de conversar com Bella a sua atitude nao alterado, pelo menos a um ponto visível  mas claro que mal ou bem, que aceita-se Bella, ia estar connosco na luta... Porque era a nossa família, e por ela, nao cruzava os braços. 


Comentários

Mensagens populares deste blogue

One Shot - Bella - Carta para Edward Cullen

Meu amor... Como é estranho voltar a dizer estas palavras... Palavras que durante meses  atormentarem-me sempre que eram proferidas, por mim ou por outros, faziam-me desabar, chorar. Agora não me canso de as repetir. Porquê? Bem, porque elas significam que voltas-te. Significam que o meu coração voltou a bater, que eu voltei a existir, que deixei de ser um robô triste e amargurado. Agora posso afimar (e até gritar paa quem não quiser acreditar) que eu, Isabella Swan, voltei a viver e a acreditar no amor, na felicidade, que deixei de ser um ser sem alma, sim porque quando voltas-te não só trouxes-te a minha alegria de viver e o meu coração como também a minha alma. Alma essa que, tal como o meu coração, pertence-te. Por favor... Não voltes a deixar-me, porque o meu coração não vai aguentar  perder-te uma segunda vez. Tu és a minha vida! Edward Cullen, tu és a razão de eu existir e continuar viva. Se alguem perguntar a banda sonora da minha vida eu respondere...

Diário de Rosalie Hale - O casamento de Edward e Bella parte 2

Sábado, 3 de Julho " O casamento de Edward e Bella parte 2 " Querido Diário: Depois de ditos os repectivos "sim" demos inicio a festa da boda, todos os convidados estavam absolutamente deslumbrados com o vestido de noiva de Bella, claro que Alice conseguia saber tudo e tinha um grande gozo nisso. Edward nao tirava os olhos de Bella o tempo todo, os convidados sentiam-se tentados a ver a cena de tanto amor no ar do casal mais perfeita da festa. Eu por minha vez senti-me tao feliz vez a felecidade enorme deles uma realidade quase impossivel, era um sonho que de um livro tinha-se tornado uma realidade. Sim Edward estava amar, coisa que ás uns anos era impensavel acontecer.  Como estava curiosa quanto a opiniao dos convidados fui ter com algumas pessoas. Encontrei Renné a mae de Bella quase em lágrimas.  - Entao Renné como se sente por ver que sua unica filha agora é uma mulher casada? - perguntei. - Muito bem, ela merece tudo de bom, ela vai ser muito...

Diário de Rosalie Hale - Uma vingança Atroz

Segunda-feira, 18 de Fevereiro " Uma vingança Atroz " Querido Diário:  Sentia raiva dentro de mim, ao saber que o homem que tanto amei, fez o mal que fez, estava agora a rir-se de mim consolado com seus amigos e vibrando com o copo cheio desse maldito álcool.  Decididamente montei um esquema onde mataria um por um, deixando para o fim o Royce King, o maior alvo abater. Ainda no meu closet desta modesta mansão procurei no roupeiro um vestido de noiva., e vestiu-o para o efeito de um casamento, podiam achar-me louca, ou talvez desequilibrada  mas uma coisa era sempre garantida eles teriam que morrer.  Sai de casa num forma bem ousada para a acção, o primeiro efeito a provocar no homem seria o seu destino fatal. Esme tentou demover-me da minha acção, porem foi ela tambem em vao, porque que os meus olhos sedentos viam era a dor desses malditos.  (...) Em pouco tempo tinha morto 6 homens, faltava ele, a sua morte seria diferente de todos os...