Estava a trabalhar numa noite como tantas naquele hospital da pequena cidade de Asland, eram sempre pacientes a entrar, outros a sair, no entanto houve uma paciente que chamou minha inteira atenção. Marie a enfermeira de serviço deu a indicação que eu precisava.
- Dr. Carlisle... Ela... O nome da paciente é... Esme Anne Evenson, 26 anos, viúva de um dos soldados da guerra, ela pulou de um penhasco. - fiquei apático, a observar, a mulher que estava diante dos meus olhos.
Uma mulher tao bela, jovem a beira da morte, como a vida era injusta.
Minhas tentativas de fugir foram em vão, eu conhecia aquele cheiro... O aroma daquele sangue convidativo era o dela, a doce criança, porem nao a queria atacar, nao mesmo, nao sendo ela aquela pequena pelo qual um dia fiquei encantado, mas ainda assim tive de ficar longe.
Olhando para ela, reconheci que ja tinha estado que ja tínhamos estado juntos, semente apenas tinha 16 anos, eu quis ficar longe, pois tive medo dos meus sentimentos e dos dela. Fiquei desesperado, a menina, das minhas memórias, agora era uma mulher, ela tinha estado casada, e após perder o marido, tentou suicidar-se, essa ideia matou-me por dentro, senti um gosto amargo do ciúme e muita raiva de mim mesmo por pensar só em mim, e nao na sua dor.
Meus instintos traíram-me, eles deveriam lembrar-me que era perigoso, a mulher perdia a sua vida, eu sofria lentamente, não podia permitir que ela morresse, eu tinha de mudar o seu destino.
Não tratava-se de uma estranha, eu sabia seu nome, Esme, sabia sua idade, eu não podia perde-la novamente.
Eu debatia contra mim mesmo, e no meio dos rápidos devaneios imaginando o quanto bom seria se ela sobrevivesse, eu queria apenas 5 minutos de conversa com ela. Uma linda mulher, a mais linda aos meus olhos, era transparente, límpida, desejei que Edward estivesse no Hospital para dizer-me o que ela pensava naquele momento. Queria saber o que a sua mente sentia, o que a sua voz pedia.
Eu observava cada traço de seu humor, duas lágrimas rolaram pela sua face, meu desespero foi ao ultimo minuto. A menina dos meus sonhos estava morrer, mas porque? O que a levou a fazer tal coisa? Nao podia simplesmente ser saudade do marido falecido, tinha de haver uma razão mais forte.
Não existia imagem forte o suficiente para encapsular a dor que atravessou naquele momento. Seu cheiro era uma grossa neblina no meu cérebro e eu mal conseguia pensar através dela.
Meu desejo era como um fogo correndo nas minhas veias secas, um desejo que aumentava, ele ia queimando por dentro do meu peito para consumir qualquer impulso de bondade da minha parte, do qual eu ainda fosse capaz.
Ela tinha atirado-se de Penhasco, nada justificava o modo como ela abdicou da sua vida.
" Como ela pode? " pensei.
Eu não conseguia mais pensar. Apenas disse a Marie que não havia como salvar a mulher, e que a levaria para casa, para morrer com a sua família. Uma mentira que com certeza ela não acreditou, mas também não questionou ao ver o quanto eu estava impactado.
Peguei na Esme nos braços e corri quase tal e qual a velocidade de Edward, eu só pensava nele. Meu desespero era tão grande que mesmo a quilómetros da nossa casa, Edward conseguia ouvir os meus pensamentos e assim vir ao meu encontro.
Edward pegou nela, dos meus braços e a levou para a cama, para que eu tivesse alguns segundos para pensar no que faria. Mas como era evidente, não a deixaria morrer.
- Ela não suportou a dor da perda! – disse Edward, de certo a ler a mente dela.
Fiquei a questionar-me por qual tipo de perda ela tanto referia, na sua mente.
- Diz-me porque? – supliquei aflito. – Porque que ela atirou-se do penhasco, o que les na mente dela?
- A mente dela é uma lagoa sem sombras, clara como cristal, seu único pecado foi amar demais, confesso que estou surpreso por encontrar alguém com uma capacidade tão grande para amar. - ela de certo devia ter amado muito o seu marido, mas ainda assim nao era uma razão tao capaz para tal efeito devastador.
— Não posso deixá-la morrer, Edward. - disse num impulso, solidário.
Ela me pertencia de alguma maneira, que deixa-la morrer era matar-me a mim próprio e mergulhar numa solidão sem fim.
- Faz diferença se eu disser-te para não transformá-la em vampira? - perguntou Edward, deixando-me um pouco desesperado.
- Não. Eu a encontrei a apenas alguns minutos, contudo não poderia viver sem ela, tente entender o meu lado, nao o faria se nao fosse importante para mim.
- Pai... – disse Edward surpreendendo-me. Ele nunca digira-se a mim dessa maneira.
- Ela está fazer uma reflexão sobre todos os acontecimentos da sua vida, e posso dizer-te que a vida dela, desde quando tu tratas-te da sua perna quebrada, só houve sofrimento e dor, não sei se ela suporta encarar isso de novo. - ele explicou sob pontos da vida dela.
Dor era tudo que eu nao queria causar, pelo contrário, tinha intenção de a fazer muito feliz, dar uma vida que ela merecia e que de alguma forma nao tinha.
- Não vou deixá-la morrer Edward, não importa o que tu digas, eu quero... Mas não posso, é mais forte do que eu. Um dia vais entender. - ele nao pareceu muito convencido desse veredicto.
- Ela quer morrer, não vês? A situação dela é diferente da minha, ela abriu mão da sua vida após perder o seu filho, assim como a minha mãe. - congelei.
Esta doce mulher, doce pequena tinha sido mae e ainda por cima tinha perdido a sua criança. Tanto sofrimento.
- Filho? Ela é casada? Tem outros filhos? - perguntei num impulso descontrolado.
- Ah meu Deus, Carlisle, tudo é muito confuso, apenas deixe-a morrer eu imploro.
Nao podia ceder ao que o meu filho pedia, nao podia pronto. Ok podiam chamar-me de igoista, tudo o que quisessem, mas eu Carlisle Cullen, nao ia deixa-la.
- Sai daqui Edward, não posso deixá-la morrer. - pedi para que sai-se ja que nao estava disposto em ajudar-me, ou menos que deixa-se que eu o fizesse sozinho.
- Ela não é mais a menina alegre que era aos 16 anos, muita coisa aconteceu desde então. - ele continuou com o seu poder de persuasão.
Ele ate podia tentar de tudo, mas nada, absolutamente nada, impedia aquilo que eu pretendia fazer.
- Sei que não! Ela é uma mulher agora, mas o olhar ainda é o mesmo, toda a amargura da sua vida não pode ofuscar a doçura que sempre teve. - mostrei a ele que essa sua mudança podia ser revertida.
Mesmo contra a vontade de Edward, segui o mesmo ritual que usei na sua transformação, mas desta vez foi mais difícil, o sangue dela tinha um aroma feito especialmente para mim, como um perfume feito de acordo com as preferências do meu subconsciente. Eu não queria que ela morresse, na minha consciência eu não a estava matar, e sim salva-la da morte que ela tanto chamava.
Quando o veneno entrou no seu sistema nervoso, ela gritava desesperada, e eu sabia o quanto tudo era doloroso. Em meio aos gritos de desespero abriu os olhos, olhou para mim e calou-se... mediante os altos graus de febre e convulsões, ela sussurrou:
- Dói muito.
- Logo vai passar querida eu prometo. - por mais que a sua dor fosse grande agora, ela ia passar e em breve seria uma de nós.
- Não querias chegar às estrelas? - perguntou em plena agonia.
- Já cheguei às estrelas querida Anne, elas estão presas nos seus olhos.
- Esme! Chama-me de Esme. - disse ela quase sem um fio de voz.
Olhei profundamente nos olhos dela, segurei sua mão direita, logo tudo chegaria ao fim, tentei conversar, para disfarçar a dor, para distrair todo desconforto que sentia, afaguei seus cabelos e disse ao seu ouvindo:
- Parece que todas as estrelas do céu estavam de folga nos últimos anos, elas não cuidaram de ti como eu estipulei, mas ouve, Esme, de hoje em diante eu vou cuidar de ti, tal como mereces.
- Se queres que algo seja bem feito, faz tu mesmo... – tendo dito essas palavras, ela ficou inconsciente. Logo ela acordaria com uma sede sem fim, e Edward novamente na minha cola para julgar.
(...)
Edward havia dito que quando ela quando abriu os olhos, tinha sentido toda aquela dor, e que viu o meu rosto que ela não tinha esquecido durante toda uma década, ela ficou aliviada. Ela não ficou realmente muito aborrecida em descobrir que era uma vampira, mas não aceitou as coisas tão bem, e assim como Edward ficou triste pela perda dos seus pais, ela ficou triste diante da perda do seu filho. E é exactamente aqui que começava uma história de amor, e não havia história de amor mais bonita que a nossa.
Esme aprendeu tudo ainda mais rápido que Edward, e ele adquiriu um admiração por por ela devido ao seu carácter e pureza de pensamentos, eu via que ele ficava fascinado com o que o que via e ouvia, como se mal pudesse acreditar na bondade dela.
Esme teve muitos problemas com a disposição de tanto tempo, ela não mais podia dormir, a nova vida era complicada, pois a sua delicadeza era vista mesmo na maneira singela como caçava, se alimentar era uma tortura, pois ela tinha muita pena dos animais que tinha que matar para saciar sua sede.
Ate começou a cultivar um jardim, mesmo diante de tudo, via que ela estava mais feliz agora, superava a morte do seu filho. Enquanto ela cavava um buraco para plantar uma orquídea lilás, me aproximei para tentar uma conversa.
- Tens muito jeito com as plantas! - disse-lhe, quanto aproximava-me mais dela.
- Obrigada. Não é tão difícil.
Senti-me tao tentado que acabei por perguntar o que se tinha passado nos seus últimos tempos de humana.
- Como aconteceu?
- O suicídio? - ela respondeu com outra pergunta.
- Não o motivo que te levou a cometer o suicídio. Sinceramente, Esme custa-me acreditar no que leva alguém a cometer tal acto, como é possível que alguém se veja em total desespero a ponto de abrir mão do mais importante que a vida tem em si. - falei abertamente com ela.
- Meu bebê morreu apenas alguns dias depois de nascer por causa de uma infecção pulmonar, tudo isso foi muito doloroso, perder um filho é algo difícil de explicar, é um sentimento ardente... Uma possibilidade que vai desaparecendo como uma luz que se apaga. - ela baixou o olhar. - Meu coração já não suportava tanto mal e a minha vida perdeu o sentido. Nenhuma palavra era capaz de consolar-me, todas desabavam em um segundo, como uma esperança que expira. Eu dava passos na direcção oposta, sentia uma dor crescente, meu sorriso foi desaparecendo. O que leva alguém a cometer tal acto? Alguém que perdeu o sentido das coisas. Alguém que perdeu tudo. A própria vontade.
Fiquei tao sensibilizado com a sua história, que talvez estando no seu lugar, sentisse desse mesmo modo o mundo a desabar aos meus pés.
- Não foi culpa tua, não precisava ter feito o que fizes-te. - ainda assim tentei mostrar que tudo podia ter tido um rumo diferente, talvez recomeçar.
- Eu não tinha mais nada a perder.
- Eu já senti isso, e cheguei um dia a achar que eu não tinha nada a perder, e hoje vejo que se eu não tivesse fracassado nas minhas tentativas de suicídio no canal da mancha em Londres, teria perdido a chance de conhecer-te, e isso é tudo para mim. - fui o mais sincero que um homem pode ser.
- Confesso que estou parcialmente feliz por ter um vampiro medico dos meus sonhos como amigo. - disse ao sorrir.
Fiquei impressionado com a forma como ela falou de mim " um vampiro médico dos meus sonhos".
- Então, o que se passou contigo, nesses últimos anos?
- É uma longa história.
- Eu tenho todo tempo do mundo, esqueces-te que somos imortais? - perguntei tentando fazer brincadeira.
- Na verdade sim, sempre me esqueço. - sorriu.
- Como ele era? - tive de questionar nesse sentido, queria saber se ela tinha ou nao esquecido o marido.
- Bem, eu fui obrigada a casar. Não foi um bom casamento, ele batia-me, humilhava-me de todas as maneiras que um ser humano pode humilhar, era ciumento e paranóico, o homem mais covarde que já conheci.
Senti raiva pela primeira vez, desde que lembrava-me disso. Esse ser humano era o mais asqueroso, pior que a nossa espécie, por fazer sofrer uma mulher, que ainda por cima como a linda Esme.
- Porque não contas-te aos teus pais, arranjar ajuda?
Queria perceber toda a sua história, desde o inicio do sofrimento do casamento ate ao depois da morte do filho.
- Foi a primeira coisa que eu fiz, mas meus pais aconselharam-me a ser uma boa esposa e ficar calada. - nao estava acreditar no quanto alguem podia ser tao frio e indiferente ao sofrimento da própria filha.
- Meu pai era muito rígido e a minha mãe nunca opôs-se a nada que ele dissesse, eu não queria a vida dela para mim, nunca quis ser como ela, não foi isso que eu sonhei para mim, eu não queria muito, queria apenas me mudar para o Oeste, ser professora de uma escola qualquer, construir meu próprio destino.
O sonho dela era de ser professora... que doce.
- Esme, meu pai também era muito rigoroso, mas pelo menos o teu pai não obrigou-te a caçar monstros, como o meu.
Lembrei-me da asquerosidade que ele fez-me passar, na péssima pessoa que eu me sentia e principalmente por deixar-me chegar ao que sou hoje.
- Não tinha muita diferença Charles Evenson, era um monstro, quando ele foi para a guerra, eu tive um tempo de paz, mas não durou muito.
" Como assim ele nao tinha morrido? " pensei.
- Uma vez eu ví meu avô dizer que os pais sempre estão certos e que sabem o que é melhor para nós, mas isso não é totalmente verdade. - disse num desabafo, guardando para mim o pensamento.
- Não, não é. Meu pai achava que uma moça decente não podia viver sozinha no meio de florestas. Charles era filho de um amigo da família, um homem com bons prospectos, meu pai pressionou-me a aceitar, deu no que deu. - deu de ombros. - Casei com ele em 1917, com 22 anos, não demorou para que eu descobrisse que essa havia sido uma má decisão. Charles era diferente em público do que era na vida privada, ele abusava de mim, torturava-me... Prefiro nem lembrar quando ele foi convocado para lutar na Primeira Guerra Mundial isso foi um enorme alívio para mim, eu tive um tempo para pensar no que eu ia fazer da minha vida, mas ele logo voltou.
- O que aconteceu quando Evenson voltou? - perguntei.
- Quando ele voltou, em 1919, foi um terror. Pouco depois do seu retorno, eu descobri que estava grávida. A gravidez foi a desculpa que eu precisava para fugir. Para ficar longe dele, do perigo que ele representava para a criança que transportava no meu ventre.
- Quando ele soube que ia ser pai, ele não mostrou nenhuma mudança positiva? - tentei perceber do inicio ao fim as atitudes do marido dela.
- Não há paternidade que faça aquele homem mudar, ele chegou a dizer que eu o traia enquanto ele estava na guerra e que o filho não era dele, eu não podia deixar uma criança nascer naquela casa. Fugi em 1920 para ir morar com meu primo Paul, que vivia com a esposa e dois filhos em Milwaukee, você conhece?
- Milwaukee? Não, mas já ouvi falar. - tentei ver se lembrava do sitio.
- Paul era meu primo de segundo grau, e sua esposa sentiu-se ameaçada por mim e revelou aos meus pais onde eu estava. - abaixou a cabeça.
- Eu não a culpo, qualquer mulher sente-se ameaçada diante de ti!
Ela sorriu, seu coração estava tão pesado, eu queria fazer com que ela se sentisse melhor, mas era em vão. A dor era mais forte do que a vontade de ser feliz.
- Continua querida...
- Bem... Depois escapei mais para o Norte, quando meus pais descobriram onde eu estava, disfarcei me facilmente, fingindo ser uma das viúvas da guerra.
Agora estava o mistério desvendado, face ao que diziam dela ser uma viúva de guerra.
- O que fazias em Ashland?
- Eu ensinava numa escola, sempre quis ser professora, tal como disse, achei que pudesse ganhar a vida assim e criar meu filho, mas nem tudo ocorreu como eu imaginava, se eu soubesse... - nem acabou a frase.
- Se você soubesse do que?
- Eu não fazia ideia que estavas trabalhar no hospital de Ashland, se eu soubesse não tinha pulado do penhasco da cidade. - brincou com as palavras.
- Eu não sabia que eu tinha significado tanto para ti.
- Sim, é muito importante, o caminho que segui levou-me para longe de ti, e agora o mesmo caminho trouxe-me aos seus braços.
Edward e Esme uniram-se em uma amizade sem tamanho, ela era a mais velha da família e representava a figura materna, Esme possuía um instinto quanto a isso.
- Esme, estou feliz que tenhas juntado-te a nós. – disse Edward docemente.
- Obrigada querido, nossas vidas se cruzaram de uma forma tão avassaladora que só temos um ao outro. Eu não vou ter a oportunidade de ver meu filho crescer, mas eu vou dizer tudo que eu ia dizer a ele sobre os caminhos que escolhemos seguir, eles determinam tudo. - ela era tao doce com o Edward que mais parecia sua mae verdadeira, talvez fosse esse instinto maternal que apaixonava-me nela.
- Nem sempre nós temos a oportunidade de escolher certo?
- Sim Edward, nem sempre o coração segue por um caminho bem cuidado e nítido. Nem sempre o coração segue por um caminho denso com bosque de cedros. O coração poderá seguir por caminhos áridos. Em apenas segundos o coração pode chegar a um impasse. Nem sempre os caminhos do coração vão directamente as flores de um jardim. Às vezes leva até a face de uma rocha negra e grandiosa. Nem sempre o caminho certo está aberto. As vezes há somente uma leve silhueta de um caminho praticamente invisível. É necessário seguir cautelosamente por ele, pois nem sempre o chão é sólido. Nem sempre o coração segue pelo caminho onde há luz. Haverá ocasiões onde a escuridão será tão espessa que nada poderá ser visto. Haverá dias em que o coração irá sentir uma grande tristeza pousando pesadamente em seus ombros, quase o sufocando. Mesmo que os caminhos do coração vá onde não há luz, devagar seus olhos se acostumarão com as sombras profundas. O coração sempre proporcionará um leve fulgor que o envolverá todo o caminho a ser percorrido. E com amor esse fulgor se dissipará em todas as direcções colocando fim ao ar pesado e opressivo que os caminhos do coração possa te levar.

OMG essa one esta divina!
ResponderEliminarCarlisle é um super homem, desculpe a expressao.
Ele salvando a sua amada que um dia foi cuidada por si.
Beijos
Eu tambem acho que sim, o casal Carlisle e Esme sao para meu ver o melhor de toda a história.
EliminarMagina, de facto é assim que todo o mundo o idializa, ele salvou a vida de muitos.
Ja viu como o mundo da voltas. Quem diria, ne?
Beijinhos :D
concordo com vc Paula Morais , eles são um exemplo de casal , como eles conseguem se amar tanto ?!
EliminarOlá!
EliminarSeja desde bem vindo ao meu blog e claro obrigada por deixar seu comentário.
Sim Eles sao um casal de exemplo para todos aqueles que se inspiram na sua arte de amar. :D
Da proxima vez que deixar comentario, escreva o seu nome para ser mais facil de responder.
Beijos e obrigada.