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Coração de Robot - Capitulo 23 - Chamada de Risco

Capitulo 23 - Chamada de Risco

Félix
Repousando no quarto do hotel depois do grande embaraço de ter chocado com aquela jovem mulher que por sinal era bem interessante, mas que infelizmente nao tinha rolado mais do que a troca de 2 ou 4 palavras.

Ao levantar, lembrei que tinha de avisar o meu cliente, Jasper Cullen, da minha chegada e de noticias, pelas quais nao ia ficar muito feliz, porem que ia ajudar a esclarecer as suas duvidas.

Peguei no telemóvel e digitei o numero da morada da casa.

Alice Original
Estando ja a porta do meu quarto para ir conversar com Jasper, ouço o telefone a tocar, desço as escadas as correr e aviso logo:

- Luisy deixe estar eu vou atender! 

Peguei no ocultador.

- Alo? 

- Alo? Boa Noite, daqui fala o investigador Félix Martinis e gostaria de falar com o senhor Jasper Cullen! 
Investigador? Fiquei nervosa. 

- O senhor Jasper nao esta, esta a falar com a esposa, Alice Brandon. - dei a conhecer-me.

- Óptimo, creio que temos algo a falar senhorita. 

O meu coração congelou. Jasper o homem da minha vida, nao acreditava em mim ao ponto de pedir para investigarem a minha vida. Nao podia ser, ele nao tinha esse direito, eu que ia contar tudo agora...

- Aguarde um pouco ja volto a ligar!

Desliguei e corri ate as escadas onde Jasper repara na minha correria e nao sei como ele surgiu perguntou:

- Com quem falavas ao telefone? Quem ligou? 

- Nao é nada, sao publicidades, sabes como sao as pessoas, umas chatas.

Ele assentiu e sentou no sofá vendo um jornal, e eu retomei o meu passo ate ao quarto, dado que lá seria mais seguro de manter uma conversa com o tal homem que ja sabia tudo a cerca da minha vida.
Tranquei a porta e vendo que ja nao impedia o meu procedimento, peguei no telemóvel e digitei o numero pelo qual aparecia no mostrador do telefone, de onde tinha ocorrido a chamada, e pelo qual tive a sensata coragem de apagar.

Ele atendeu e logo percebeu tratar-se de mim.

- Entao dona Alice, creio que o seu marido nao confia totalmente em si! - a sua voz irritava, era demasiado sinismo.

- Vá directo ao assunto! 

Nao gostava nada quando começavam a enrolar as palavras com outras e por fim acabarem por nao dizer nada do que eu esperava ouvir.

- O seu marido a coisa de algumas semanas pediu para investigar a sua vida. Ao que parece bem boémia. - bufei. - Ele pagou bem pela investigação, alias ate é uma pena ter que dar uma noticia assim...

- O que voce precisa para ficar quieto e deixar a nossa vida?

- 5 milhões! 

Ele estava de brincadeira comigo é que so podia, eu nao tinha como conseguir esse dinheiro todo.

- Eu nao tenho esse dinheiro todo, tudo o que tenho sao algumas economias, caso nao tenha reparado, eu fui dada como morta e como é obvio o  meu acesso as contas do meu marido é impossível!

- Nao se preocupe ele ja vai pagar muito bem! 

Estava a dar em doida, como se ainda nao basta-se manter uma longe agora tinha dois! 

- Nao! Eu tenho joias que podem muito bem cobrir o valor que voce quer, e em troca voce da-me as provas que tem contra mim! - fez-se silencio.

Estava disposta a tudo para proteger o meu marido da grande dor de saber a verdade por outrem.
- Esta optimo assim! Combinamos encontrar-nos onde? 

-  Amanha a noite no Lago azul, conhece? 

Nao sei se era boa ideia fazer isso, mas eu tinha de arriscar para meu próprio bem.

- Amanha a noite esta bom! Nao creio que o espaço que voce escolheu seja o mais indicado, talvez escolhessemos uma casa.

Nao entendia que tanto problema tinha o espaço, por mim qualquer lugar servia.

- Tudo bem, apenas me avise da morada. 

- Claro, amanha volto a ligar. Com licença.

Suspirei de alivio, por ver que ele ja tinha desligado. Agora estava metida num grande problema. 

Jasper
Alice estava muito estranha, muito perturbada. Decidi ir ao telefone e ver qual o numero que havia ligado para cá, mas nao por mais estranho que parecesse nao havia qualquer registo para uma chamada nocturna. 

Aqui havia gato.

Pousei o jornal e fui ate ao quarto do meu filho, queria contar para ele uma grande novidade que tinha descoberto a pouco nas minhas pesquisas.

Subi as escadas muito rapidamente e entrei no quarto dele, batendo primeiro ao de leve.

 - Posso entrar campeão! 

- Sim! - ele sorria ao ver-me.

Sentei-me na sua cama e ao seu lado. Peguei nas suas maos.
- Filho, o papa tem uma noticia para te dar! 

Ele arregalou os olhos curioso, mas feliz.

- O que é? 

- A pouco tive a pesquisar encontei uma grande clínica que tem bons médicos que de algum modo podem ajudar ao teu problema, nao falo pela doença, mas pelo facto de poderes voltar andar, quer dizer, ja viste como vai ser bom, poderes brincar com as outras crianças?

- Eu vou poder voltar andar papa? Brincar na rua, poder correr? - ele estava tao surpreso, tao animado, mas tambem quem ficaria indiferente a esta noticia. - A mama ja sabe? 

- Nao, daqui a pouco vou contar e ela vai ficar muito feliz tambem. - ele sorriu.

- Pai! 

- Sim filho! 

- Ja te disse que alguma vez que és o melhor pai do mundo? 

Fiquei tao orgulhoso de sentir que de alguma maneira era uma referencia para uma criança, um idolo. 

Ainda lembrava do tempo em que era criança, talvez com os meus 8 anos e no quanto eu via no meu pai o meu heroi, e que ele mesmo sem querer fazia os meus dias os melhores e os mais felizes da minha vida. 

Infelizmente a vida pregou uma partida e o meu elo forte, caiu, e eu cai tambem. 

Ele ate podia ter ido embora, mas eu ficava aqui para um dia, que hoje iria ser o herói de alguem, e mesmo achando naquele tempo a injustiça da vida, tinha aprendido a dar valor as pequenas coisas, como amar um filho e ser um bom pai.

- Creio que nao, mas agora que o dizes, fico muito grato por achares isso de mim, filhao.
- Porque é verdade. És um alguem sem explicação, pelo menos a mama dizia isso todos os dias.
Mesmo longe a minha Alice nao tinha esquecido de mim, dado ao nosso filho o conhecimento do pai que tinha.

Maria 
Cheia de energia era hora de descobrir o que a pasta continha. Levantei da cama e peguei na pasta. Fui ate a uma mesinha perto da janela e abri, começando a desfolhar.

A medida que ia lendo, fui ficando surpresa, porque tudo o que o documento retratava referia-se a uma pessoa em particular, alguem que conhecia muito bem e pelo qual andava ameaçar, a minha amiga Alice. 

- Meu deus, eu que pensava, que era a unica que tinha as cartas na mao. Afinal ela esta cheia de inimigos.
Comecei a rir-me como uma desalmada. 

Agora é que o circo ia pegar fogo e ela so se ia queimar. 

Amanha faria uma visitinha a ela, so para ver a sua cara quando eu fala-se que alem de ter as minhas provas, agora tinha as de um alguem diferente.

Era agora que ela ia cair do seu reino encantado. 

Alice Original
Eu nao sabia o que fazer, agora que tudo estava a ficar no seu devido lugar é que alguem vem e começa todo o meu pesadelo.

Eu tinha mesmo de resolver este assunto, amanha sem falta teria de arrumar uma forma de sair a noite, sem que ninguem desse por isso, era a minha vida, e a de muitos em jogo. Nao podia simplesmente deixar que alguem chegasse e por pouco que fosse termina-se com tudo o que eu precisava para estar bem com a minha familia.

Comecei andar de um lado ao outro, estava muito nervosa, ate alguem bate a minha porta.
- Alice posso entrar! - falou Jasper atras da porta.

Nao queria falar com ninguem agora, precisava de arrumar uma forma plausível de dizer que precisava de ficar sozinha, mas nada vinha a minha cabeça. 

- Nao, eu estou com uma grande dor de cabeça, preciso mesmo de dormir.

Fiquei a espera de ouvir ele falar algo mais, mas parece que ele tinha entendido bem o recado. 

O meu medo estava a ser aquele maldito. Corri ate a meu cofre e procurei pelas minhas jóias todas, pois seriam essas que eu ia usar para pagar o seu silencio.

Tinha pena de desfazer-me delas, pois algumas eram tao valiosas, sendo que eram peças raras e de grande estima, mas enfim era para o meu bem, receberia outras um dia.

Deitei-me na cama e tentei descansar, pois uma grande dor de cabeça ja estava atacar-me em força e amanha teria um longo dia ate ao encontro, assim como a grande tarefa de deixar toda a gente tranquila e oculta dos meus devaneios. 

Jasper
Algo de muito estranho andava acontecer nesta casa e principalmente com Alice, que nao sei como ela estava estranha demasiado isolada, nos últimos minutos. Nao gostava desta falta de comunicação que existia entre nos, afinal éramos um casal que estava unido para se ajudar nas horas mais difíceis da vida.

Com todo este problema eminente é que tinha esquecido de contar a Alice a novidade quanto ao facto de ter encontrado um lugar para a recuperação do nosso filho, porem amanha de manha avisaria para que partíssemos pela tarde para Carolina do Norte e assim ser uma novidade para iniciar o seu belo dia.

De certeza que ela ia ficar feliz com a noticia e que nao iria ficar longe nem por um minuto do filho, assim como eu, assim eu esperava. 

Entrei no quarto e ela ja dormia, era estranho pois sempre sempre ficava acordada para receber-me e assim fazer assim fazer as suas perguntas habituais, era certo que ficar sem saber dos factos deixava-me triste, se fosse algo de grave ela contaria.

Sentei na borda da cama e comecei a troca de roupa.

- Ja ai estas? Nem dei pela tua entrada! - ela falava num sussurro rouco.

- Ja, dorme... - virei-me para afagar o seu cabelo e dar um beijo.

Ela logo fechou os olhos e em pouco tempo deitei-me ao seu lado abraçando-a, para que nao se senti-se sozinha. 

(...)

O dia ja estava a clarear e a cama ja estava completamente vazia, levantei-me logo assustado e nao percebendo qual o motivo tao forte pelo qual faria a minha esposa saltar da cama quando ainda apenas eram cerca das 8 e meia da manha.

Fui ate ao Closet e nada, ao banheiro tambem nao. 

- Alice onde é que te metes-te? - monologuei preocupado.

Alice Robot
A noite tinha sido muito tensa pelo menos a meu ver, dado que a outra andava muito quieta e pouco implicante com a minha presença, ja nao falar da quantidade de telefonemas que ela fazia... mas enfim da vida dela eu nao queria saber, apenas tinha pena do Jasper que nao merecia saber aquilo que estava para saber e que afinal de contas eu bem tentava mostrar pela forma indirecta.

Sai do meu quarto e dirigi-me ao jardim como todas as manhas gostava de fazer, ja era uma rotina para um ser como eu ter de o praticar.

Ao por um pé fora da mansão vi a sombra de alguem, inicialmente escondi-me para nao ser apanhada a espiar, mas depois aproximei-me um pouco mais e reparei que era ela. Entranhei desde logo a sua atitude, estava triste e diferente, nao sei se era possível alguem mudar da noite para o dia, mas esta era a minha impressão por alguem que desde o inicio nao despertava qualquer tipo de confiança e que a fim de talvez umas horas decidi-se mostrar a sua verdadeira identidade. 

Pensei seriamente se devia ou nao falar com ela, pois podia nao levar a bem a minha vontade de ajudar, sendo que o nosso contacto nunca tinha sido mais amigável, porem estava pronta para enfrentar qualquer tipo de mau humor que ela pudesse crer descarregar, afinal de contas eu era uma máquina onde aquilo que ouvia, tambem saia.

Caminhei ate ela, sentado no seu lado.

- Eu sei que nos somos própriamente amigas, contudo eu vejo que estas a precisas de ajudar... - ela olhou para mim com cara seria,  limpando as lágrimas. - Entendo bem a tua vontade de querer melhorar aquilo que inicialmente nao fizes-te e que ao fim de tudo era apenas por amor ou outra coisa. 

- Tu nao sabes o que dizes! Alias ninguem chamou-te! - levantou-se revoltada, virando as costas.
Levantei tambem e decidamente deixei algumas palavras.

- Mal ou bem eu sempre soube de tudo, e mesmo que tu nao acredites e nao gostes de mim, nunca projediquei ninguem! Porque? Eu respondo-te, porque o teu marido é a melhor pessoa que alguma vez pensei que fosse conhecer, nao por ter sido ele a criar-me, mas por ter um bom coração e que mesmo tu nao acreditando sofreu muito durante todos estes anos. - ela voltou-se para mim. - Alice, ele gosta de ti, e nao merece mal nenhum, ele é diferente das outras pessoas, diferente daqueles que querem-te mal. 
- Deixa-me em paz! Onde é que ja se viu dar ouvidos a uma robot, o que sabes da vida? - ela falava num modo exaltado.

Eu nao ia levar a mal as suas palavras.

- Sei tanto quanto tu, afinal de contas as tuas memórias sao o meu pensar! 

Ela entrou ao ouvir o meu proferir, pois ela sabia o quanto eu e que nao tinha qualquer chance de tentar deitar-me a baixo.

Entrei em casa e ja via o Jasper a correr pelas escadas preocupado. 

- O que se passa Jasper? - perguntei.

- Viste onde esta a Alice? 

- Sim, quer dizer ainda a pouco estava comigo no jardim, mas depois veio para dentro...

Ele correu ate para o sentido do escritório, bom a sua cara mostrava preocupação que eu nao estava a perceber, afinal de contas a casa toda, hoje tinha acordado desencontrada ou com vontades muito estranhas, a começar por certas pessoas, intolerantes.

Fui ate ao piano e iniciei o melodiar, dado que era das poucas coisas que deixavam mais relaxada e menos introduzida nos problemas dos outros e assim lembrar apenas momentos que fazem feliz com o único alguem que so sabe fazer sorrir, suspirar e dar de conhecer o verdadeiro significado da palavra AMOR! 



Comentários

  1. Ops, Maria conseguiu o que não deveria ter e a coisa vai feder.

    E me parece que o investigador é um sujo também, e quer é tirar proveito da situação, talvez tentar fazê-la fazer mais e mais erros...

    A robô até foi simpática, poxa, mas a Alice está triste demais para ver isso.

    Até o Jasper esta desesperado e talvez fosse mesmo melhor ela dizer a verdade de uma vez, hein?

    Beijinhos

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    Respostas
    1. Como eu havia dito, isto so ajudou mais ao plano maquiavélico de Maria, ter cada vez mais provas para continuar com o seu jogo de chantagens.

      Sim o investigador Félix nao é bem aquilo que parece e cá entre nos, Jasper caiu bem, afinal de contas isto foi mais um gozo.

      Como falei a robot nao ia de modo algum projedicar mesmo a outra nunca ter sido a mais simpatica com ela, mas enfim como eu digo temos de ser para os outros, como alguns nao sao para nos.
      Alice esta mesmo mal, tadinha agora começo a sentir o verdadeiro desespero dela e a vontade de ser verdadeira.

      É Jasper nao sabe o que passa e mesmo,assim apenas tenta entender,mas o pobre coitado nem sabe como ajudar.
      De facto contar a verdade seria a melhor solução, contudo a pressao a que Alice esta sujeita é imensa, nao sera facil.

      Beijinhos :D

      Eliminar

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