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Coração de Robot - Capitulo 25 - Um Homicidio

Capitulo 25 - Um Homicídio

Alice Robot


Ao sair de casa senti uma ligeira perseguição de uma louca, chamando pelo meu nome, talvez essa mesma mulher fosse amiga da outra, pelo qual vinha a procura de conversa, infelizmente tinha tido o azar de nao apanhar em casa e assim encontrar-me a mim por engano.
Tentei esquecer a louca e simplesmente apressei mais o meu passo, mudando constantemente de direcção. O meu foco neste momento era outro, precisava de rondar a zona, afinal havia alguma coisa estranha, começando pelo simples facto de Luisy anunciar ausência de Alice. Levei a minha mao ao queixo, procurando por respostas, mas nenhuma me parecia certa.

Deixei-me ir mias e mais, ate chegar quase ao fim do bairro, ou seja ao ultimo quarteirão da zona, que por sinal era bem escuro e sombrio. Olhando bem para a zona, detectei algo que chamou em parte a minha atenção. Um carro, digamos que recente, que estava mesmo estacionado na frente da casa abandonada, ou pelo menos esse era o aspecto que ela tinha.
Tentei uma vez mais desembrulhar as curiosidades comigo mesma.

- Vamos lá ver! Se a casa esta abandonada, que razão tem um carro recente de estar aqui? - perguntei de mente para mim. - Como é óbvio, a menos que haja algum encontro e que seja o local perfeito para algum esquema! - levei uma vez mais a mao ao queixo.

Caminhei um pouco mais a frente, nao via sombra alguma, a casa estava completamente as escuras, e num silencio de morte.

- O que será que se passa aqui? - questionei-me uma vez mais.

Parei por um segundo quando ouvi um barulho que me deixou logo em alerta, era um tocar de um telemóvel. Olhei para todos os lados, tentando entender quem estava aqui, porem nao havia sinal, era como se tivesse desaparecido a prova de uma presença.

Retomei novamente o meu passo que tinha sido interrompido anteriormente, ao aproximar-me da casa, consegui ouvir um novo barulho. Um cair de um corpo pesado no chão, um bater de uma porta, contudo era tudo o que eu conseguia identificar.
Era muito sordido de facto estes barulhos, mas eu nao conseguia encontrar uma nova explicação a menos que estivesse perante algum crime... Seria isso?
Instantes depois ouvi passos de corrida apressada para fora da casa, como se esse alguem tivesse com medo de ser apanhado e nao olhasse a meios para atingir os seus fins.
Decidi que o melhor modo mesmo de encontrar alguma coisa era de facto entrar e procurar por minha conta. Eu nao tinha medo de nada, nem mesmo de ser surpreendida, como era obvio nesta vida tudo era tao banal, e pouco surpreendente.
Rodei a maçaneta da porta da entrada que estava entreaberta, e aos poucos fui abrindo-a para olhar o interior que realmente nao dava para enganar muito, era completamente escuro e medonho.
Segui por esse corredor fora, ate chegar a outra divisão, que estava com que uma porta escancarada, olhei para dentro e vi um corpo caído no chão. Era um homem, este aparentava ter pelo menos a idade do Jasper, mais corpulento talvez, mas seriamente inconsciente.

Tentei tocar no sujeito e assim verificar de alguma maneira de encontrar os seus sinais vitais, aparentemente respirava, embora fraco. Ao lado do corpo estava um pedra, este devia ser o objecto pelo qual tinha sido usado para o ataque e fuga.
Peguei nela e pelo peso nao via que esta fosse capaz de deixar alguem morto, sendo que era mais que suficiente para deixar alguem a dormir.
Entao se o homem nao estava morto e se nao havia indícios de maldade acrescida, entao eu nao estava a fazer nada neste espaço.
Sai para fora e sendo nesse exacto momento  que ele acorda, levantando-se e começa a vir na minha direcção. Nao entendia o que ele queria de mim, tanto que nao tinha nada que o podasse ajudar, pelo contrário so a projedicar.

Ele vinha aos zizagues, nao ciente do que estava prestes a cometer. Tentei afastar-me um pouco mais do seu perímetro de visão, contudo nao encontrava nem forma nem maneira de livrar-me dele, era como se ele tivesse algum GPS perto e que facilmente me detectasse.
Parei ate porque nao podia nada contra mim, deixei ele aproximar, ate porque o mal era dele.

- Oh Alice achas mesmo que vais conseguir fugir de mim? - arregalei os meus olhos.

Entao a pessoa que eu tinha a impressão de ouvir correr e era ela? Mas o que este tipo queria?

- Eu nao sei o que estas a falar! - fui sincera e ao mesmo tempo era a oportunidade certa para saber o real motivo da sua vinda a este lugar.

- Eu é que levo com a pancada na cabeça e tu é que esqueces? - ironizou. - Vem cá minha linda, vamos continuar aquilo que mal começamos.

Ele aproximou-se cada vez mais de mim, entrei em pânico saudável e rapidamente consegui encontrar um objecto cortante perfeito para defender-me.
Ao tentar agarrar-me nao fiz mais nada do que espetar a navalha no seu peito e assim, cair em cima do meu corpo como um peso morto. Ao sentir o nojo da sua queda impuro para bem longe, vendo cair sobre as ervas altas e silvas picantes.

Começo a ver umas pequena claridade a surguir, entao viro costas e sigo caminho de volta, tendo primeiro de passar um lugar para limpar as manchas de sangue da minha roupa, e o meu corpo e assim e assim desfazer-me da arma, antes de voltar a casa e acima de tudo esquecer este infeliz episódio.

Maria

Depois de esputidamente ser interrompida pelo tocar mistério do meu telemóvel, voltei ao local pelo qual estava muito ansiosa de saber o que se andava a passar por estas bandas.
Aproximei-me exactamente da casa e vi um carro que anteriormente nao tinha tido o cuidado de examinar, nesse instante fiquei logo sob alerta e cuidadosamente fui entrando no perímetro. 
Se haviam mistérios, eu Maria Whitlock, ia os desvendar e por fim aos segredos.

Entrei dentro da casa que estava e lá dentro ouvisse um silencio impossível, a porta como era óbvio estava completamente aberta, como se alguém tivesse acabado de fugir por aqui. Fui entrando pelo interior da casa, observando tudo a minha volta, mas pessoas que era bom nem ve-las, contudo olhando bem para os pormenores do chao, havia um objecto interessante, nao um qualquer, era uma espécie de cofre, isso claro chamou logo atenção cleoptamaniaca.

- Parece que o nosso ladrão esqueceu-se de levar o que queria! - comentei para mim mesma.

Peguei no cofre e fui ate a janela para poder ganhar claridade e assim conseguir ver o que existia no seu interior. Ao abrir fiquei muito surpresa, eram jóias, bem valiosas e so podiam pertencer aquela pessoa.

- Ai Alice acho que metes-te na boca do lobo sem saber! - voltei a comentar.

Fechei o cofre, olhei a minha volta, certificando-me que nao aparecia ninguem indesejado e que assim podesse ir embora deste lugar e assim preparar-me de corpo e alma para o que estava para começar.

(...)

Ja no hotel, sentei na minha cama e fiquei um tempo novamente a observar todas as peças valiosas que menina tinha sido capaz de deixar para tras, eu nao o faria, mesmo estando sob uma situação complicada. Depois olhei para a pasta, e comecei a rir muito. 
As jóias era o preço a pagar por um silencio que ia ser impossível, dado que as provas estavam comigo e o cofre, tambem. 

Jasper

Carolina do Norte
Este estado era completamente simpático, as pessoas pessoas daqui eram simples e bem acolhedoras, ja para nao falar que a clínica que era formidável. Simão estava a reagir muito bem ao tratamentos, o que era um ponto positivo, e isso era o meu bem fundamental neste momento, contudo andava a tentar a horas contactar com a Alice e nao obtinha resposta alguma, isso deixava-me preocupado com vontade de voltar logo para casa, pois ausência de noticias deixava-me muito desesperado, sendo que no dia em que havíamos saído, ela nao estava muito bem.
Levantei-me da cadeira na sala de espera e encontrei o médico que estava a fazer a assistência do meu filho. Ele vinha com uns papeis para mim.

- Sr. Jasper Cullen!

- Sou eu sim, doutor.

- Venha comigo!

Segui ao lado do médico que em pouco tempo voltou a ficar com cara mais séria, isso levou-me logo a pensar coisas negativas e ate medonhas.
Entrei dentro do seu consultório e ele sentou na minha frente.

- Algum problema doutor? - perguntei ficando nervoso.

- Houve uma pequena alteração no diagnóstico do seu filho, quer dizer na verdade as analises  que fizemos a criança, detetaram outro problema mais complicado do que aquele que tínhamos previsto e...

- Fale logo o que o meu filho tem!

- O Simão, nao sofre apenas leucemia, na verdade detectamos um outro problema, bem raro no mundo, talvez de uma percentagem de 5 num milhão. É um problema que nao tem cura e que com o tempo so pode dificultar mais a saude do seu filho.

- Doutor por favor!

- O seu filho sofre de Osteogénese imperfeita!

A revelação bateu em meu rosto com um luva. Simão estava mais doente do que aquilo que eu imaginava. 
- O que é isso propriamente? -tentei perceber qual o sentido da doença e qual o risco.

- A Osteogénese imperfeita é a chamada doença dos ossos de vidro, nao tem cura e facilmente está introduzida nos genes da criança, isto quer dizer que so se podem manifestar mais tarde e que o crescimento da criança pode ser muito condicionado por isso.

- Isso quer dizer que ele nao vai poder crescer como uma criança normal?

- Ele crescer cresce, mas num registo diferente, e num período diferente, consoante o progredir da doença.
- Existe alguma maneira de regredir a doença?

Eram muitas revelações para a minha cabeça. Muitos problemas para resolver e como eu nao sabia. A falta da Alice ao meu lado nesta hora. O medo de perder o meu filho.

- Nao existem maneiras eficazes de regredir a doença, ouça o seu filho nao é a primeira criança a sofrer desta complicação, existem muitas crianças, hoje adultas que consoante certos cuidados tem uma vida normal. - o medico estava a ser o mais positivo comigo. - Ouça, voce tem um filho forte, e se conseguir ter os cuidados que vou prescrever, poderá viver saudável.

- Mas doutor... - ele parou de escrever, ficando apenas a olhar para mim. - Existe alguma forma de ele poder voltar andar?

- Como é evidente, o facto de ele nao poder andar, é devido aos tratamentos agressivos que o seu corpo tem sido sujeito. Nao falo pelo seu problema ósseo, como é óbvio, mas pela leucemia, que tem prejudicado muito a saude dele.

- Isso quer dizer que ele pode esquecer a sua ideia de poder brincar, jogar a bola... - falei tentando sempre entender ate que ponto a vida dele estava frágil.

- Entenda uma coisa, as coisas que é complicado falar, sem fazer outros diagnósticos. Entendo muito bem o que esta a sentir, tambem sou pai, e embora os meus filhos, sejam crianças saudáveis, sei ver como seria se eles fossem portadores de doenças como as dos meus pacientes. - apenas estava a ouvi-lo. - É claro que ele pode ter uma vida normal dentro de certos parâmetros, mas como é obvio a coisas que ele mesmo voltando andar nao poderia fazer, porque esta sujeito a diferentes acções que nos estamos, mais venerável. Nao me leve a mal aquilo que lhe vou dizer agora. - ele respirou fundo, antes de falar, eu por minha vez estava bem nervoso. - Mais valia nao terem este filho, nao falo por mal, entenda, mas quando a sua esposa esteve gravida, os médicos que a seguiram podiam ter alertado para este problema, tudo podia ser diferente. A casos de pessoas que abortam por isso, e nao é por ai que a vida se torna mais infeliz, talvez tudo fique mais facil e menos deloroso para uma criança, porque mesmo voces nao percebendo, elas sentem que sao um fardo na vida. 
Fiquei com a lágrima no olho de ouvir a possibilidade de ter morto um filho bem antes de nascer. Ele tinha razao, quando um pai e uma mae nao estavam preparados para ter um filho gravemente doente, essa era sem duvida a melhor solução. 
Porem pensar assim, era ser egoísta, e tao mesquinho, talvez covarde de ter vontade de tirar a vida a um ser simples e fraco. Eu jamais teria coragem de quer que um filho meu morresse, preferia morrer eu, a ele.
- Jamais aceitaria essa possibilidade na minha vida. - falei.
- Posso fazer-lhe apenas uma pergunta, claro se nao for incomodo? 
- Claro!
- O senhor nao teve acesso a alguma das anomalias da gravidez da sua esposa? Bom é que vendo pelo meus registo e pela doença em si, ja é de ter motivo de conhecimento por parte da familia.

Fiquei um tempo a olhar para o homem que parecia estar a ser o mais sincero e depois, comecei a pensar para comigo mesmo na possibilidade de Alice ter ocultado outra coisa que eu devia saber enquanto pai. 
- Lamentavelmente eu nunca soube de nada, na verdade a minha esposa sofreu um acidente de barco, acabando mesmo por ficar desaparecida durante uns anos e... como é de ver eu nunca fui alertado dessas inventualidades.

- Mesmo assim a sua volta, ela teria de ter alertado voce como progenitor acerca dos problemas da criança.

- Alertou apenas para a facto de ele sofrer Leucemia, mas acha que ela estava a esconder isso de mim? - questionei o médico, começando a ficar nervoso.

- Bom, como médico que sou, acho muito dificil ela nao saber dos problemas que a criança era portadora, alias ela deve ter consigo todos os exames, registo da criança. Se fosse voce falaria com ela.

A conversa com o doutor tinha ajudado a desenrolar novos factores que nunca imaginei saber e pior de tudo era sentir que Alice estava a mentir-me. 
Nao sei ate onde ela estava a pensar em chegar, mas eu nao perder tempo quando chegasse na minha casa eu iria exigir todos os documentos necessários do meu filho, e assim saber ao certo se havia ou nao a possibilidade de ela saber aquilo que os médicos dizem como certo.

Alice Original

Um novo dia tinha começado, mas ainda assim sentia as sequelas da noite perigosa e assustadora que tinha sido naquela casa. Embora nao tivesse recebido mais noticias daquele homem, ainda me sentia com medo e em parte ate culpada. 
Ate podia parecer estranho ter medo daquilo que nao havia razao, mas haviam coisas que eu tinha deixado para tras, coisas que nao devia ter deixado. Afinal as provas nem na minha posse estavam, o que ainda fazia de mim refem do maldito que as encontra-se. Eu precisava de voltar aquela casa, nem que fosse para verificar. 
Sai do quarto muito apressada e ao descer as escadas sou surpreendida com a presença de Maria.


- Estava a ver que ias ficar a manha toda a dormir! - comentou sorrindo para mim com um modo sinico.
- Podias ter avisado que vinhas cá! - afirmei.

- Creio que aquilo que tenho para falar contigo nao precisa de aviso prévio, ou ja te esqueces-te do que sei, hum?

Senti-me obrigada a ceder a sua chantagem de meia leca e levei-a ate ao escritório de Jasper que era um lugar perfeito para conversarmos, sem assim termos o problema das paredes desta casa terem ouvidos.
Entrei dentro de escritório, deixei ela entrar e logo de seguida tranquei a porta.

- Parece que estas com medo que alguem ouça a nossa conversa!

- Fala logo! - exigi.

- Calma!

Ela começou andar de um lado para o outro.

- Tens uma bela casa, um belo carro, um belo marido.
- Maria nao tenho o dia todo.

Ela começou a rir da minha cara, sentando-se por fim no puf, e ficar a olhar para mim com cara séria.
- Eu vim visitar-te ontem! Alias vi-te a sair e fui atras de ti, so que és muito rápida e perdi-te o rasto. - pausou. - Mas diz-me uma coisa, pelo caminho que fiz. O que ias fazer naquela casa?

O meu coração congelou nessa hora.

- Alias nao sei que sentido faz, ate porque so existe uma simples razao para a tua ida ate lá que nao seja nem mais nem menos que ires atras de provas que lamentavelmente nem isso as sobes-te trazes e queimar. 
A sua insinuação alertou-me logo para a possibilidade de ela as ter na sua posse.

- Tens as provas? - perguntei ficando irritada.

- Tenho, mas mesmo que nao as tivesse, eu sou uma prova viva daquilo que tu fizes-te, ou ja te esqueces-te que matas-te um homem e fugiste!

- Eu nao matei ninguem, o que aconteceu em Milão, foi um mal entendido.

- E o que diz o teu marido do vosso filho fingido?

- Cala a boca! - gritei.

- Alice, sei muita coisa, ate porque o teu coma nao durou mais que um 1 ano, e que anos todos andas-te a servir de ai como e que eu eide dizer... acompanhante de luxo... modelo... prostituta...

A minha paciência estava a chegar a um limite impossível com esta mulher que toda a vida so sabia ameaçar.
- É triste o teu marido pensar que afinal a esposa querida nao é bem aquilo que ele idealiza. E pensa so ele ate encomendou uma investigação, é porque nao confia nada em ti...

- CHEGA! SAI DA MINHA CASA! - exaltei-me tanto que perdi ate o controle da minha própria cabeça.
- Tens a certeza? - debruçou-se mais na minha mesa. - Se eu saio por aquela porta é para dirigir-me ja a policia!

- Nao tens provas do que dizes, eu nao matei ninguem, nem aqui, nem lá.

- Pois, claro sempre safa pelos relatórios psiquiátricos.

- Eu nao sou louca!

Fechei os olhos e fiquei sozinha comigo mesma, apenas ouvindo ela a sair desta divisão. A minha vida mais do que nunca estava a um fio, por causa desta maldita que mais que nunca estava prestes a aniquilar-me, ou entao a querer dar comigo em doida.



Comentários

  1. Oh Deus e quem diria que por fim a robô seria a pessoa responsável por matar aquele maldito, não? Mesmo que ela não sabia que bem fez a Alice e que se soubesse talvez nem o fizesse, não é?

    Me parte o coração Jasper saber de coisas graves do menino Simão assim e sofrer como se ele fosse seu real filho, não o sendo.

    Me faz questionar cada vez mais o que a Alice quer. Essa informação de a Maria dar a entender que ela foi uma garota de programa por aí me faz pensar que ela só quer o dinheiro do Jasper, isso sim. Talvez ela nem de longe seja uma boa pessoa para ele.

    Aliás, me pergunto o que faz uma pessoa com a vida tão acertada a agir assim! Sumir e mentir. Se ela estava desmemoriada quando aconteceu, se foi para sobreviver, ela deveria ter entrado em contato com Jasper já ao lembrar e dito a verdade. Seria doloroso mas ele a amava e a entenderia. Agora, com mais e mais mentiras eu duvido que todo o amor que ele sente vai aguentar.

    Maria é perigosa, mas acho que a consciência de Alice deve ser uma condenação maior que qualquer coisa que ela diga.

    beijinhos e finalmente consegui comentar ehhhh

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Olá Alice que saudades hen?

      Bom de facto a robot so se tentou defender de uma maldito que infelizmente acabou da forma mais trágica como ja leu ai, mas os problemas nao vao ficar apenas por ai, acontece que muita tinta vai correr...

      O Simão de facto é uma criança muito doente e mais uma vez o Jasper sendo o "pai" que o esta a criar que vai sofrer continuamente essa dor. Era muito mais sensato a verdade ter sido contada quando precisa foi ne, mas infelizmente nao se traduziu essa imagem.

      Alice fez coisas que nao devia e por outro lado a atitudes absolutamente estranhas que levam a pensar mesmo isso.

      Sim a Maria é deveras um alvo fortemente prudencial a nossa amiga e que alguma maneira so vai acentuar mais que a mentira tem perna curta.

      Obrigada por ter vindo, ja tinha saudades :)

      Beijinhos

      Eliminar

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