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Diário de Esme Cullen - Treinos e dia de Consoada

Sábado, 24 de Dezembro
"Treinos e dia de consoada"
Querido Diário:

O confronto estava cada vez mais próximo, e cada vez mais próximo podia estar o nosso fim, nao era justa forma como tudo poderia levar um rumo tal tenebroso. Uma vez que todos os vampiros a quem tínhamos de alguma forma recorrido estavam presentes era a hora de alertar para certos e inventais perigos. Carlisle, meu marido, pediu a todos com sua delicadeza que pudessem de alguma forma tomar atenção, em suas palavras.

- Como vosso amigo tem de vos alertar para eventuais perigos. Na verdade a minha familia ja esta a contar que de alguma forma os volturi nao queriam ouvir-nos e que de alguma forma tenhamos que lutar. - deu a conhecer o ponto da situação, a que a qualquer momento se pudesse tornar, pois ninguem era obrigado a sofrer na consequência de outrem, como tal cabia a nós alertar.

- Como ? - precipitou-se Amun.

- Ninguem nos avisou disso. - disse Kebi a companheira de Amun.
Eles estavam deveras desconfortáveis com ponto da situação em que momento algum pensava ter de integrar.

- Ninguem avisou! Pelo pedido de ajuda, nao era para esse efeito, mas e óbvio quem quiser ir embora, está vontade. - realçou Carlisle. - É claro que nao vamos ficar chateados, é um direito apenas vosso, ao qual saberemos respeitar com todo nosso aprecesso.

- Nao vamos abandonar ninguem. - disse Benjamin. - Nos viemos para ajudar, e como sendo amigos do bem, juntos vamos lutar se assim tiver de ser. - sorri feliz, ao lado do meu marido, que tinha ao fim de alguns minutos de basta tensao, soltando um sorriso.

Era bom ouvir estas palavras de incentivo a que nao estávamos sozinhos nesta fase complicada e que sendo unidos facilmente a retornaríamos.

- Claro nao queremos mesmo e aventura, nem acredito que depois de tanto tempo vamos poder voltar estar de frente a frente com aqueles malditos. - falou Vladimir com um riso irónico.
Segundo Carlisle estes romenos tinham uma espécie de desabença para tratar com os maiores culpados da destruição do reino de Roménia, ao qual na época os vampiros superiores, simplesmente eram estes que hoje estavam diante de nós para ajudar.

- Mesmo meu irmão. Quem vais escolher para arrancar a cabeça? - perguntou Stefan.

- Por favor, isto nao e nenhuma batalha, nao queremos isso. - avisou Carlisle, apelando sempre ao maior feito da história da humanidade, a paz.

- Pois, mas o melhor e ficar preparado para o que vier, porque com os volturi nunca se sabe. - falou por cima de mim Vladimir.
Nao foi dada resposta alguma, pois sabia que o propósito destes dois era luta por vingança privada e antiga com eles.

(...)

A tarde estava óptima para fazer uns bons treinos no jardim, Bella queria de alguma forma desenvolver o seu escudo protector, e contava com ajuda de Kate, Edward, Garrett, Zafrina e entre outros que estavam com vontade de uns bons choques. Ao inicio nao estava a dar certo o treino, Kate achava que faltava algo para incentivar Bella. Depois de algumas tentativas com Bella, o guerreiro Garrett quiz experimentar a sensação de levar uns valentes choques, nunca acreditando na verdadeira força da loira.

Coitado eu nao gostava nada de estar em seu lugar, ele estava a sofrer muito, claro a dor nao era propriamente a melhor sensação do mundo. Mas sabia que ele estava a suportar toda essa descarga por conta de estava a querer impressionar de alguma forma as nossas primas e para ser bem sincera achava que estava a conseguir resultados.
Depois foi a vez de outros experimentarem diversas sensações, pois haviam vampiros com outras habilidade muito impressionavas.

Ai como podia eu esquecer que hoje era um dia especial para uma criança, corri do jardim para dentro de casa e vi que Bella estava a fazer a mesma coisa, so que na medida do possível ambas nao estávamos a realizar a mesma coisa na hora. Espreitei ela a tirar uma chave do chaveiro e encaminhar-se para a garagem, fiquei curiosa, no entanto deixei essa curiosidade para matar mais tarde.
Fui ate ao meu quarto e de lá tirei uma caixinha pequenina e troce-a para baixo. Como na hora que eu estava a descer as escadas Renesmee estava a entrar com Edward.

- Nessie meu amor tenho uma coisa para te dar. - ela fica sorridente.

- O que é avo? - perguntou ela alagando o sorriso doce.

- Um presente, feliz Natal.

- O que é o Natal? - as vezes esquecia que ela era tao especial e tao novinha que haviam coisas tao simples de contar. Coisa que so os humanos festejavam, e que para nós nao passavam de meros dias estranhos, dado que um vampiro nao era dado a essas comemorações, sendo que olhando bem para o meu passado, na verdade, abrindo a porta da vida humana... Lembrava-me de preparar  com as minhas irmãs a nossa arvore de natal em frente a lareira, e de ouvir a minha mae a cozinha na cozinha os rabanetes. Eram dias tao felizes, que ficaram na memória, e hoje passando-se décadas, via que estava na hora de abrir essa lembrança e comemorar.

- É uma época de muito amor, carinho, um dia em familia... - suspirei. - É um dia que marca o nascimento de um menino.

- Que menino? - perguntou ela saltando para o meu colo no sofá.

- Jesus Cristo. - disse, passando os meus dedos pelos seus cabelos ondulados.

- Ah é ele que vem trazer-me os presentes? - sorri da sua inocencia.

- Nao querida, esse é o pai Natal. - sorri docemente e dei-lhe a pequena caixinha que tinha entre maos. - Abre-a, é para ti.

Ela abriu e ficou deslumbrada com um colar que tinha lá dentro, nao era um qualquer era o colar da nossa familia, nele continha o brazao que nos unia.

- É lindo. - ela abraçou-me bem forte. - Obrigada! - agradeceu.

- Nao precisas de agradecer meu amor, é para te sentires protegida e saberes que nunca, mas nunca vais ficar sozinha.

Eu sabia que nao podia garantir protecção permanente porque o futuro era incerto, tanto podia estar viva no amanha, como morta no futuro. A vida era um jogo ao qual tínhamos de saber jogar a melhor carta.

(...)

A noite na floresta...

O frio povoava a floresta agreste e com ele trazia a queda dos pequenos flocos de neve. Renesmee ficava deslumbrada com o efeito que esse clima provocava na gente, eu sorria para ela, imaginando momentos passados a duas, eram unicos e especiais.
Emmett independentemente de ser como sempre era, um brincalhão tinha sido um bom filho, pois soubera muito bem cuidar da Rosalie, achava que o facto de o ter ao lado dela ajudava e muito na aceitação da sua nova condição, que dentro de horas podia estar por um fio, sim a nossa vida podia ja nao ter mais sentido no amanha.

Permaneci ao lado dos meus filhos escutando o cantar histórias e aventuras destes amigos que se preparam junto connosco perder a sua vida.
Emmett achava que eu estava a ser demasiado pessimista, porem a minha visão dos factos era igual a de muita gente, era nesta hora que fazia falta a minha irmã Alice. Onde será que ela estava?

- Bom parece que a pequenina ja dorme. - falou Zafrina.

- Sim, é um anjinho a dormir. - disse Bella sentada com a filha no colo aninhada.
Se a minha vida acaba-se amanha teria saudades destes episódios.


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