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One Shot - Maria - E se Maria tivesse Transformado Alice


Depois de algumas décadas a recrutar mais soldados para o meu exercito com ajuda preciosa de Roxanne e de mais tarde de duas grandiosas companheiras de luta, Lucy e Nettie, descobri que faltava algo na conquista de meus homens, que apenas só por si lutar nao chegava para minha múltipla satisfação. Eu queria mais e muito mais do que a conquista de um reles espaço, de uma reles presa. Precisava cada vez mais de poder, tao ou mais poderoso que o meu e que fizesse de nós, um alvo a deixar medo a toda a gente que tenciona-se deliberar em nosso caminho.

Segundo Nettie esta minha atitude avassaladora de dominar o mundo apenas se resumia ao desejo viciante de vencer na vida, para Lucy tudo nao passava de um capricho meu, que sempre salientava como sendo saudável e necessário. Se hoje éramos fortes e quase indromináveis deviam tudo inclusivamente a mim, pela minha grandiosa capacidade de manobra de diversão e eficiência em muitas das nossas intervenções, sem rasto.

Caminhando agora pelas ruas desertas da cidade de Monterrey que tinha sido quase avassaladora mente apanhada pelo surto da febre amarela da época das guerras em que curiosamente se havia dado a morte da minha tao extremosa criadora Roxanne, vi que desde entao uma pequena percentagem de população havia voltado as suas origens, anos depois de luta, de sofrimento e acima de tudo de muitas perdas.
Nesta minha caminhada apenas tinha a companhia de Lucy, pois Nettie nao estava propriamente em condições favoráveis de ajudar numa nova recolha, porque andava deveras sedento e capaz de torturar todas as nossas presas em meros segundos, o que deitaria por terra todo o nosso esforço, ate entao.
- Monterrey ja nao é o que era antes! - comento para Lucy num sussurro. - Ainda me lembro quando era humana de correr por esses campos fora e ver a intensa luz do sol a brilhar. - falei com saudades de um tempo meramente risonho.

- Talvez este lugar tenha mudado mesmo, porque o sol ja nao brilha daquela intensidade que antes se fazia brilhar, e humanas tambem ja nao somos. - sorriu ela ao comentar esse ultimo trecho que em tudo era o que deixava mais feliz, porque passassem anos, séculos, eu permaneceria aqui, conhecendo novas gerações e melhor mesmo era poder nao envelhecer.

Continuamos novamente os passos agora tomados pelo silencio de nossas palavras, apenas audíveis de posteriores passos e gritos cantantes. Aproximei-me cada vez mais de uma pequena aldeia, um pouco perdida no centro e ao mesmo carregada de bom sangue. Ao fechar estes meus olhos de rubi, senti um frenesim dos vários e poderosos cheiros de corpos por ai espalhados.  Quando voltei abri-los, encontrei uma adorável familia, semelhante a minha, mas ao mesmo tempo tao diferente. Nao sabia explicar, havia algo que marcava a diferença de um cuidado, um carinho e ao mesmo tempo uma atracção.

Lucy foi forçada a procurar por outros cantos, humanos que pudesse conter as características que ambas procurávamos, sendo assim nao estaria aqui para atrapalhar a minha pequena viagem ao processo vinculatório com o passado, ao qual, nao pode despedir-me da forma mais correcta e sensata.

Vaguei pelas ruas de uma forma descontraída, mantendo a minha acesa vontade de matar adormecida. Pouco a pouco fui ouvindo as vozes dessa tal família cada vez mais próximas de mim e aquela pequena saudade do passado apertou o meu peito frio. Por entre árvores e casas escondidas pelas sombras, eu mantive quieta, observando. Em outra hora eu aproveitaria desse momento para atacar e ter a devida oportunidade de ter mais um elemento no exercito, o que neste momento nao se reflectia.

- Alice da-me essa boneca que é minha! - tomei bastante atenção a brincadeira de duas irmãs em sua flor de idade, brincando em pleno jardim. A menina mais alta devia ser Alice, pois era detentora de aspecto de anjo, cabelo negro, olhos carregados de um intenso tom de chocolate. Em tudo ela fazia lembrar a mim, a sua fisionomia, a sua atitude, a sua grandeza. - Eu vou dizer a mama que tu portas-te mal e que tiras-te a minha boneca... - ela simplesmente levantou e lançou a boneca para os braços da criança ao seu lado, cujo devia ser simplesmente sua irmã caçula mais nova e por sinal bem barrenta.

A mais pequena finalmente silenciou nao reclamando mais, o que fez com que as vozes fossem substituídas pela chegada de um cavalgar cantante. Logo voltei a ficar mais escondida possível, para nao ter o devido azar de alguem ou um animal detetar uma presença inesperada, e sendo que a minha seria bem perigosa o suficiente para dar fim a vida de todos.

- Papa! - gritaram juntas as meninas, indo a correr ate ao homem que descia do cavalo, prendendo o mesmo no minuto seguinte, tendo logo as maos livres para receber em seu colo as filhas.

Era memorável ver um momento assim, era como olhar para a janela do passado e reviver as minhas emoções em terceira pessoa, como a vida tivesse gravada para assistir mais tarde.

- Alice e Cinthya vamos para dentro, meus amores! - chamou ele pegando em cada uma das maos delas, seguindo todos juntos para o interior de uma linda casa.

Aos deixar de os ver, voltei a realidade de uma verdadeira vampira, ao meu verdadeiro intuito nesta vinda, neste inicial encontro. Nao podia deixar que o passado demolisse as minhas ideias do futuro e em consequência disso ter de dar razao as barbaridades de Nettie.

Sai de onde estava, caminhei novos passos em direcção a casa, arrependendo-me no minuto seguinte de estar frente a porta, quando vejo aquela cara de anjo espantada olhando em meus olhos de sangue. Dou simplesmente um sorriso, semicerrando os olhos, tapar ao máximo a minha face com o meu cabelo negro.

- A senhora precisa de alguma coisa? - pergunta esta de um modo muito inocente. A sua pele emanava para mim um odor fascinante, de perder a cabeça, contudo tinha de controlar a minha sede e nao perder controle da situação em que estava a mergulhar. - Eu vou chamar a minha mama... - falou ela encostando a porta um pouco, correndo para o interior da sala, gritando: - Mama! Mama! Esta uma senhora a porta... - nao dei tempo para que ela voltasse e simplesmente tivesse de encarar esses humanos desse modo, entao preferia fazer a menina passar por parva.

Pouco tempo depois estava eu novamente em meu esconderijo, observando o desagrado da menina ao nao encontrar a minha pessoa e em consequência disso a mae achar que ela estava a ter uma alucinação. Alice ficou muito triste, ao ver que a mae nao havia acreditado em suas palavras e por outro lado, por ver que "eu" havia fugido. Ela sentou de seguida no degrau das escadas desiludida e ao mesmo tempo cada vez mais triste. Ao ver a sua imagem de menina, lembrei de uma de muitas desilusões da minha vida, de como nem tudo os adultos acreditavam, sendo que neste caso nao havia muito para acreditar, por outro lado que explicação podia haver para um ser como eu, ne? Oh claro nao, simplesmente chegava naqueles pescoços apetitosos e mordia, sugando todo o sangue suculento.

Hum, ate crescia agua na boca so de lembrar, mas eu, Maria Garcia, estava com uma missão que tinha em tudo para dar certo. Essa Alice interessava-me nao so pelo simples facto de relembrar a minha vivência humana, mas porque havia algo nela que chamava a minha atenção, talvez uma elice de poder que eu precisava para completar no meu exercito. Embora tudo nao passasse de duvidas, eu queria mota-las como certezas.

- Tenho de descobrir que dom esta criatura tem! - falei num monologo, passando a minha mao na maça do meu rosto.

Semanas depois de novas viagens na zona, novas recolhas, a minha ideia inicial em caçar aquela menina para nosso enlaço nao padecia da minha mente. Em varias das outras vezes, havia assistido a desabafos de irmãs e meio desses desabafos, tomei conhecimento de uma história de visões meramente presenteadas sob sonhos. Visões essas que deixariam bastante agradada, porque cada vez mais tinha a certeza absoluta, que o meu sexto sentido estava correcto de ela conter sim, um dom e deveras útil.

Hoje por acaso estava um dia de pouco sol, digamos que um dia meramente tristonho, para uns feliz para outros nem tanto assim. Sim falava sensivelmente de mim, porque era hoje que ia por em prova todo o meu plano de marcha, encaminhar essa criatura de deus para o meu rebanho. Ri-me dos meus próprios pensamentos.

- Maria que se deve tanta boa disposição? - perguntou um dos nossos fieis soldados, o seu nome era Peter e generosamente era o meu melhor conselheiro, em derradeiras horas de exterminar quem menos fazia falta no meio.

- Peter! - sorri ao ver a sua chegada triunfante. - Como correu a matança? - perguntei. Esta manha estava prevista uma espécie de redução da nossa guarda, face a entender a ultilidade de cada soldado, sendo que muitos deles, pouco ja serviam para meu subtil agrado.

- Correu, bem! As mesmas situações a que estamos habituados, uns imploram por vida, outros nada dizem... Enfim, o mesmo de sempre. - sorriu, e eu sorri de igual modo num gesto solidário. - Mas ainda nao me respondes-te! - afirmou, rindo de lado.

- Há... Estou para aqui a imaginar um plano! - passei a mao no queixo.

- Um plano? Algum ataque para breve? - sentou no chão, ficando ao meu lado.

- Nao... Uma transformação! - respondi fixando o meu olhar no por do sol fraco e coberto parcialmente pelas nuvens.

Fez-se silencio, de certo Peter estaria a imaginar algo, ou entao a perguntar-se a si mesmo quem eu queria juntar a nós. Antes que eu pudesse dizer algo, esperei que ele mostrasse a sua fiel curiosidade sob palavras, e nao em pensamentos cujo nao poderia ler.

- E pudesse saber que tipo de pessoa queres juntar a nós? - ja temia por algo deste nível, dai que nao fiz grande caso.

- Claro! É uma jovem, mas nao uma qualquer, sabes esta cheira-me que é mais do que aquilo que aparenta, e estou a dizer isto nao só pelo que acho, mas pelo que é. - apontei o dedo na sua direcção. - Pelo aquilo que andei a por ai a examinar, deu-me a entender que esta criatura, tem uma espécie de visões do futuro. - ele levantou-se admirado.

Tambem eu estava bastantes absorta com tantas novidades, quer dizer, nunca na vida tinha imaginado que pudessem haver tantos mais factores a fazerem de nós alvos absolutamente incultos. Por outro lado, ainda bem que podíamos ter a devida oportunidade de tomar conhecimento dessas realidades e com isso valorizarmos cada vez mais a nossa condição, que em nada os humanos tinham a oportunidade de vencer.

- E como pensas fazer essa jovem virar para o nosso mundo? - levantei-me logo, mexendo no meu cabelo de um modo bem rápido e voltei toda a minha atenção para ele.

- Da mesma forma que transformo todos os outros. - afirmei, aguçando mais o olhar. - Irei induzir a presa ate um dado local e ai... - dei uma risada. - Irei ate ela, passando os meus dedos corridos em seus cabelinhos e ai cravo os meus dentes em seu pescoço, assim como fiz contigo. - desviei o olhar.

- Parece-me bem! Tem tudo para dar certo!

- Vai dar certo! - salientei.

Horas mais tarde, ja a noite havia caido na cidade quando decididamente cheguei perto da casa, onde essa garota vivia. Esperei pelo momento certo, e pela hora mais propicia a aliciar a minha ideia.
Pouco a pouco as luzes da casa foram se apagando, ficando apenas uma resumidamente, que sensivelmente, pelo reflexo que via, vinha do quarto da minha vitima. Passei os meus dedos pelo queixo, examinando a melhor forma para começar a aliciar um belo jogo.

As ideias foram fluindo a medida que subia a uma arvore mais próxima do quarto, mesmo ja no ramo, tentei aproximar-me ao máximo da janela para ter a devida visibilidade. Lá estava ela escovando os cabelos em frente ao espelho. Aproveitei desse momento para entrar, é claro que nao esperava uma boa reacção dela ao ver-me, contudo quando por ventura, pousei um pé no soalho de seu quarto, a sua postura foi inesperada para mim.

- O que queres de mim? - largou a escova que tinha em maos, afastando-se gradualmente ate a porta.

- Ora essa só quero ajudar uma anjo perdido a mudar de mundo! - respondi com tom de sarcasmo.

- E estou muito bem nesta vida, nao quero que venhas e estragues tudo o que construímos. És má e so matas pessoas! - deu um passo atrás.

- Oh! Nao sejas absurda! - ela engoliu em seco. - Só tens a ganhar bandir-te para o meu lado, porque olha só.... - sentei na sua cama que era molinha. - Vais viver para sempre, nao precisas de te preocupar com dietas, pois a tua alimentação fica na base de sangue... Há e ja para nao dizer que terás sempre tudo o que quiseres! - sorri. - Ainda queres viver nessa vida inutil? - apontei para ela, depois olhei para o espaço de um gosto fraco de decorar.

- Eu sou muito feliz assim! Nao a ser um monstro! - resmungou.

A minha paciência estava a chegar ao limite zero. Levantei da cama, fui ate ela, e novamente começou a fugir de mim. Deixei de lado as palavras e peguei firmemente em seus pulsos, saindo pela janela com ela. Corri sob uma velocidade vampirica extraordinária, ela tentava gritar a todo o custo, mas as minhas hábeis maos estavam muito habilitadas abafar os seus ruídos.

Parei quando ja estava bem longe da cidade, larguei-a no chão, ela chorava compulsivamente, o que a mim deixava com mera compaixão, porem a vontade de a ter no nosso mundo era maior do que a deixar viver no seu. Entao abaixei-me a seu nivel, peguei em seus cabelos afastando do ponto onde via o pulsar do sangue mais activo. Hum, que cheiro maravilhoso ele emanava. Aproximei meus dentes gradualmente ate sentir a sua carne rasgar, e lá sair o sumo pelo qual eu ansiava saborear. Nessa troca de nutrientes, larguei meu veneno.

Ela caiu no chão, contorcendo-se de dor, dor essa que em dias passaria e ai ela voltaria a vida, agora como um ser imortal e melhor mesmo era saber que seria util, ja que ninguem mais agradeceu por esse beneficio, em sua vida humana.

(....)

3 dias depois....

Estava a chegar na cabana de madeira para ver se a nossa recém nascida, ja havia acordado. Quando por ventura entrei no espaço reservado a mesma, vi a cama vazia, olhei a minha volta tentando encontrar com os olhos aquilo que a mente nao encontrava como resposta.

- Estas a minha procura! - voltei-me para o sentido onde a voz se desaguava. - Por acaso nao estas a espera que te agradeça por esta linda vidinha! - falou com sarcasmo.

- Nao! - dei um passo em frente. - Claro que nao! - dei outro passo.

- Ja que estas aqui, podes explicar para mim porque eu estou a sentir esta sede incontrolável em minha garganta? - ri-me. - Nao sei onde esta a graça! - resmungou.

- É normal a tua sede, assim como é normal que a partir de agora tudo seja novo para ti, mas para isso é que eu estou aqui, para te ensinar. - gargalhei um pouco ao ver a sua expressão de inconformista. - Anda deixa-te disso... - peguei em sua mao e caminhamos juntas para o exterior.

Na rua mostrei muitos dos novos caminhos para ela, de como tudo seria nobremente diferente do que ela estava apta a conhecer. É claro que ate em simples coisas ela ficou com que deslumbrada, com os meus soldados tambem, porem quem nao ficaria, ne? Alice foi ganhando confiança de um novo começo, ensinei várias técnicas fundamentais para uma verdadeira vampira.

- Em minhas visões tinha visto criaturas perfeitas, mas ve-las agora ao vivo é muito mais perfeito de ser. - comentou. Sorri feliz por ver que ela aos poucos começava aceitar, sem quais queres reclamações constantes.

- A muito ainda que tens para conhecer! - falei, entrando numa nova aldeia, longe de Monterrey, pois assim a sua caça nao tao delorosa, ficando num sitio novo e ao mesmo tempo desconhecido.

Cada vez mais ela se revelava mais do que aquilo que eu pensava ser possível, isso deixava-me com o sentido de dever cumprido, contudo qual outro vampiro nao ficaria assim? Esta era eu, a mulher guerreira e forte, capaz de dominar o mundo, mesmo daqueles mais fortinhos. O que na verdade apenas um nada no oceano, quando eu era um tudo na terra. Tudo isto apenas para resumir que o mundo apenas pode ser comandado so por quem tem poder, assim como eu.

Comentários

  1. Sabe, eu gostei da possibilidade, mas juro que esperava um encontro entre a Alice e o Jasper, sabe? Mas eu sou Alisper, então ignore-me, ehehehhe.

    Ah eu gostei de ter a Cynthia ali na fic, ela e a Alice se implicam, mas aposto fielmente que se amam totalmente.

    O pai delas me pareceu uma boa pessoa, sabe? Ele pareceu do tipo que ama as filhas e que teme muito por sua segurança, me deu muito dó depois... Fico aqui imaginando como foi para essa família descobrir depois que Alice não estava mais ali... Tadinho!

    Ok, não teve Jasper mas o Peter tá ali, ehhhhhhhhhhhhhhhhhhh.

    Aliás, parece que é Peter quem faz as vezes de capacho da bela Maria, não? OOOOO

    Fiquei impressionada com o fato de a Maria, aparentemente, transformar uma Alice tão nova... Coitadinha! Para mim pareceu-me (pela cena dela com o pai) que ela não era mais que uma criança....

    Se pararmos para pensar ela cometeu um crime aos olhos de Volterra, hein? OOOOO

    E, ah a ideia e a execução foram incríveis, só em perdoe pela demora para comentar :(

    Beijinhos!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Olá Alice :D
      É sempre bom voltar a ver voce por aqui..

      Bom a nossa amiga Maria aprontou um novo ataque que ate foi assim bem pensado nao? Pois bem Alice era o proximo alvo e que por acaso bem atrativo, ne?

      Sim os pais e a irmã devem ter sofrido muito a perda de nossa amiga, pois nunce se esta totalmente preparado para algo assim.. enfim, ne?

      Sim desta vez nao houve um Jasper para possivelmente salvar a nossa donzela das garras da má Maria... e sim Peter era quase que um apaixonado por essa mulher sedutora.

      Sim Alice era bem novinha e neste caso posso reafirmar que Maria nao tinha tempo a perder no que se dizia respeito a sua extravagancia, nao é verdade?

      Sim um crime por assim pensar e conjectuar aos pensamentos dos supremos malvados, contudo essa menina ai parece saber mais do que aparenta, pois facilmente se escapa sempre.

      Obrigada por ter vindo e ainda mais por ter gostado, sabe que fico sempre feliz e cada vez mais motivada a ao ver voces comentarem. :D

      Beijinhos

      Eliminar
  2. Olá, está um frio terrível e eu tentarei comentar algo enquanto espero as meninas, bem, eu disse que viria e cá estou (momento raro, hein? pq vivo sem tempo!)

    Alice parecia se dar muito bem com a família, não é?

    Sabe que fiquei com dó dela, né? Tadinha, tantos sonhos destruidos... Aposto que a família ficou arrasada como desaparecimento (ainda por cima de dentro d casa!)

    Como Peter era caidinho pela Maria creio que infelizmente não haja Jasper aqui, não é? E muito menos Charlotte (triste, porque gosto dela, viu?)

    Concordo com a Ana, acho que a Alice era muito nova para ser transformada,tanto pelo ponto de vista "legal" (pra turminha da Itália) quanto prático (crianças não costumam ser muito obedientes), mas agora já foi, ehehhe.

    Beijinhos

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Olá Maria :D É ótimo ver voce por aqui...

      Sim ela era muito ligada sim.. o que talvez nao sei possa ter sido a pior parte a familia quando a perda foi sentida, que enfim.. talvez algum dia desses escreva uma one a relatar esse sentido, quem sabe.

      Sim Peter aqui é como que um Jasper por assim dizer, e infelizmente nao tem aqui nenhuma Charlotte que eu tambem amo muito... Alias adoro ela.

      Na verdade sim, mas como a Maria pouco esta interessada com as regras de outrem, fez o que o seu instinto pedia e como voce diz, ja foi, ja nao é desfeito.

      O jeito é ela aprender a viver com essa condição.

      Foi muito bom ver voce por aqui, viu? Espero te encontrar aqui outras alturas.. que mesmo nao sabendo se quando, é sempre bom ter aqui voces. Seja sempre bem vinda.

      Beijinhos

      Eliminar

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