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One Shot - Maria - Pequena Justa Vingança



Eu, Maria Garcia depois de tornar-me no ser que hoje era, e que graças a Roxanne, tinha a verdadeira oportunidade de vida, que em hipótese alguma pensei ser possível ter. Agora depois de várias décadas de lutas, de experiência, de criação de exércitos e de muito sangue derramado. Tinha encontrado um novo fundamento na minha vida, aquele pelo qual agora nao seria nem mais nem menos do que um problema, porque nenhum humano fazia frente a mim.
Pois claro estava autenticamente forte o suficiente para matar aquele que juraria numa ter nascido, sim falava justamente do meu tao odiado padrasto.

O inferno para qual o enviaria, nao chegaria para ele, tanto que nunca lhe daria aquela paz que todos os mortos tinham e muito menos lhe daria a morte so por si, sem sofrimento. Por cada dor sua eu juraria estar a vingar a morte de cada parente meu, principalmente a morte do meu pai que nao mereceu morrer daquele modo tao sarcástico e que sabia perfeitamente que tinha sido causada por ele.

O melhor amigo que atraiçoou com um faca nas costas. Como ele tinha sido capaz de nao ter escrúpulos ao ponto de aproximar-se da minha família, aproveitar-se da fragilidade de minha mae, da sua carência e assim apoderar-se de nós.
Ele nao merecia a vida que tinha, nao merecia o ar que respirava, a água que bebia, a cama onde deitava todas as noites, a comida que a minha mae preparava continuamente para ele comer, a roupa lava nos tanques do rio, das suas  palavras de apresso, da minha irmã... Ele nao merecia nada, absolutamente nada, nem uma unica oportunidade como aquela que tive.

Estava agora sentada no cume de uma montanha lançando pedras para o infinito e sempre traçando planos na minha cabeça para um fim de quem nunca devia ter tristemente atravessado no meu caminho.

- Maria! - chamou alguem por mim, que pelo qual preferi ignorar, pois o silencio era  fundamental neste momento. - Querida! - a voz da pessoa estava cada vez mais próxima de mim, contudo mantive a minha postura, continuando a lançar pedras. - Eu sei que quando vens para aqui é para ficares sozinha e que o silencio é a tua essencia, mas acredita que so quero ajudar-te. - Roxanne pousou a sua mao delicada no meu ombro, voltei os meus olhos cor de sangue para ela e sorri.

- A serio Roxanne, obrigada mesmo, porem aquilo que tenho na minha cabeça é algo pelo qual andei anos da minha vida a imaginar ser capaz de fazer! - disse, voltando a olhar para o horizonte.

- Nao existe nada agora que nao sejas capaz de fazer! - falou ela quieta no mesmo sitio. - E independentemente do que te preocupe ou que sintas que tens de fazer, lembra-te, que as escolhas sao feitas por nós, mas tambem as consequências receiam sobre aquilo que escolhemos.

Parei de olhar para o nada e voltei-me simplesmente para ela, nao entendendo de todo o que ela queria dizer, porque afinal eu so ia fazer um favor a alguem que nao prestava e isso nao ia ser uma consequência a recair sobre mim, tanto que a minha vida nao tinha o mesmo preço que a dele, e alem do mais viveria sem limites.

- Nao tenho nada a perder... nao tenho medo das consequências, das escolhas... - olhei para o lado, lembrando imagens de um passado violento. - Tive medo sim no passado, de quando ele chegava em casa podre de bêbado e acaba descarregado toda a sua ira em mim, na minha mae e na minha irmã. - suspirei com desdém. - Eu só quero vingança, aquela que tive vontade de praticar, mas que o medo e as circunstancias nao deixaram, mas agora olhando bem para a minha vida, para a minha  força e para a sua fraqueza, nao tenho nada a temer, nada mesmo.

Levantei-me do cume e caminhei um pouco mais a norte. Nao queria que Roxanne entendesse ou que sequer desse um palavra, a minha decisão estava tomada, por isso cabia a mim única e exclusivamente por em prática o meu unico desejo do momento e que acreditava que se o meu pai estivesse vivo hoje, teria a mesma vontade e seria o primeiro a dar-me a mao nesta minha iniciativa, embora ela sendo errada para uns, certa para outros.

Passo por passo fui vagueando pelas ruas da minha antiga aldeia, procurei nao dar muito nas vistas, e alem disso, as pessoas que por aqui habitavam nao eram mais as mesmas, sendo que muitas delas pertenciam a minha antiga geração, assim como Guadalupe, ou Margarida, embora elas haviam aceitado os seus novos compromissos e assim seguirem um rumo novo, seguindo com a vida para longe daqui. É claro que por mais que os anos passassem e as minhas memórias ficassem distantes, eu ainda gostava muito delas, e como era óbvio tinha muita vontade de saber como elas estavam, no entanto nem oportunidade para o saber eu tinha. Como podia eu surgir diante de alguem depois de tantos anos e ainda mais nao ter como explicar a minha alteração, ne? Ou entao arriscar-me a matar por instinto animal.

Mas olhando bem para o momento em que me encontrava, nao estava bem para relembrar as boas coisas, e sim fixar nas más, porque eram essas que nutriam a minha força e cada vez mais a certeza que o meu coração de pedra tinha vontade cometer.

Estava agora parada diante da minha antiga casa, envelhecida pelo tempo, degradada pelo seu mau uso. O jardim da frente estava completamente ao abandono, as flores que um dia havia plantado para a minha mae, estavam secas, o banquinho de madeira azul construindo pelo meu pai, completamente destruído, a portada da janela semi caída. Ele, aquele imbecil tinha destruído aquilo que o suor do meu pai demorou anos a construir.

Olhei para o lado encontrei por acaso a minha velha árvore, que felizmente continuava intacta, trepei ate ao cimo e havia uma janela aberta, olhei bem antes de entrar para todos os lados, como nao havia perigo entrei, mesmo que isso fosse um factor precário para mim.
Ao colocar um pé no chão no soalho velho e apodrecido pelo cheiro intenso do álcool, dei conta de estar dentro do quarto dele que partilhava a vários anos com a minha mae, aquele que um dia pertenceu ao meu pai.

Olhei para a cómoda, tinha retratos dele, com um sorriso sinico, tao igual a si mesmo, peguei neles e simplesmente os joguei no chao, pisando de seguida, sentindo os vidros da moldura estilhaçarem-se bem de baixo do meu pé. De seguida, abri as portas do pequeno e velho guarda roupa de cortiça e de lá tirei todas as suas roupas onde curiosamente as comecei a rasgar em mil farrapos. Pedaço por pedaço fui deitando tudo no chão, enchendo um monte daquilo que era um lixo.

Olhei na direcção da porta e so queria que ele chegasse para poder começar a minha brincadeira, sim porque estava desejosa por brincar aos papas e filhas e mostrar que quem manda nao é quem veste as calças, mas quem tem poder de mandar.

Como ele estava a demorar e talvez estivesse velho para subir escadas sentei no velho sofá de canto, mal cheiroso e esperei, de braços cruzados, batendo continuamente o pé impaciente, dado que a paciência nao era bem a minha maior virtude.

Quando lá fora o sol estava cobrir-se senti o cheiro de comida que nauseou bastante e claro o meu tao sensível nariz ficou irritado, porem nao pelo cheiro da comida, que causava maior irritação, contudo pelo cheiro nauseabundo do meu padrasto. A maçaneta da porta rodou, o meu pé parou, a porta se abriu, eu levantei.

Ao dar caras comigo, ficou um tempo nao acreditando de certo que os seus mediucres olhos viam, e quando dei um risada, o seu coração bateu feito louco, como se estivesse aperceber-se do perigo que eu, Maria Garcia representava.

- Ma..Ma..Ma...Mari..Maria!!! - gaguejou com dificuldade o meu nome.

Tremelicava por todos os lados e teve de encostar-se obrigatoriamente a parede para suportar-se em pé.
- O qu..queres daqui? - perguntou fazendo-se de forte comigo. - Sai daqui oh miúda, antes que te bata... - aproximou-se de mim de punho feito.

Era completamente deplorável toda a sua cena, a serio que haviam melhores actores no teatro, mas francamente a sua representação era, digna de... digamos que zero. Era uma pena estar exibir forças comigo, ameaças que nao surtiam efeito, pelo menos contra mim, sim porque afinal quem tinha o risco de ficar magoado nao era eu. Ri com muito prazer de olhar para um cara de um idiota, feito este que estava diante de mim.

- Nao vais dizer nada, nao? És igual a tua mae... igual a tua irmã... ao teu pai, merdas!!! - ao ouvir ofender a memória do meu pai, o empurrei para a parede com tanta força que ele caiu batendo com a cabeça feito pato, mas ainda assim era cedo para morrer, queria tortura, muita tortura, sangue, muito sangue.

- Nao te admito que ofendas o meu pai... muito menos a minha mae e a minha irmã que nao tem culpa do teu mau carácter... - peguei no seu pescoço na minha mao apertando com força.

- Estou a ficar sem ar! - sussurrou com dificuldade.

Soltei um pouco, afinal nao queria que ele tivesse logo um chelico, se ainda agora estava a começar a minha vingança. Levantei-me e virei costas para ele indo ate a janela e voltando novamente a minha atenção para ele.

- Quem és tu? Que demónio é esse? - sorri ao ouvir as suas palavras tao aborrecidas.

- Maria Garcia, nao te lembras de mim? Da tua Mariazinha, daquela que gostavas de  abusar a torto e a direito? De quando vinhas bêbado e me espancavas de porrada? - fui alevantando a voz e depois voltando a baixar o volume, que nem valia a pena perder o controle com uma criatura tao insignificante como ele.
Ele estava aterrorizado, esfregando vezes sem conta os olhos, nao acreditando em mim.

- Levanta-te dai seu bêbado inútil! - gritei com ele. - Já! - ele obedeceu feito cordeirinho e ficou de pé.
- Porque nao me matas logo se é essa a tua vontade! - sorri novamente, e comecei a bater palmas dignas de um circo, de seguida fiquei novamente seria olhando bem nos seus olhos.

- Calma... nao vou passar tao rápido a fase final, ne? - sussurrei ao seu ouvido, andando a sua volta. - Que interesse tem de eu acabar logo com a minha diversão? - fiz cara triste. - Tambem gostavas de brincar comigo, de torturar-me, alias... - lembrei de um longo e triste episódio da minha fase semi-adulta. - Fazias questão de divertir-te tanto, que agora é a minha vez de comandar a diversão... - ele engoliu em seco.

O seu coração batia continuamente de um modo descompassado que apenas dava aquela súbita vontade de o silenciar, mas assim a festa acabaria, bem antes de começar.
A minha sede estava a ficar insaciável, contudo tinha de controlar e nao precipitar, porque no fim, o seu corpo estando sem vida, o sangue nao seria preciso para mais nada, a menos que fosse para matar a minha sede. É claro que o seu odor sanguíneo, nao era como tantos pelos quais saboreei e delirei, no entanto dava para o gasto.

- Mata-me de uma vez, onde é que tens a arma? - ri-me as gargalhadas. - Diz? Nao te preocupes existe uma bem ali dentro do roupeiro e queres saber uma coisa... - fiquei curiosa e foquei o meu olhar de sangue nele. - Foi com essa arma que matei o teu pai... - ditas estas palavras medi a minha força e a suportei apenas numa parte do seu corpo, partido-lhe uma perna. Os seus gritos de agonia eram tao intensos e bem irritantes, mas virtuosos para mim ao mesmo tempo.

- Assassino! - gritei. - Nao vou usar arma nenhuma,fica descansado que ate na morte eu vou ser tedioso para ti... Quero que sofras o dobro da dor que me causas-te ao partir o meu coração, quando matas-te o meu pai. - agora estava prestes a pisar a outra perna, quando ele pousou as suas maos na outra aleijada pelo meu golpe.

O meu olhar ardia farpas no fogo insaciado pela continua chama.

- Entao vais matar-me como? - perguntou incerto.

Era mesmo um velho inutil que ainda nao tinha percebido o  que eu era e o que o seu misero dia, talvez horas estavam a tornar-se. Faltava ja tao pouco, porem em pouco tempo, fazia-se muito.

- Se eu te disser nao vais acreditar mesmo! - puxei os seus cabelos, e novos gritos começaram. Passei a minha língua nos meus lábios ao ver o pulsar fabuloso do sangue no pescoço do inutil do meu padrasto. - Embora aches que eles nao existem, tens um bem perante os teus olhos... - suspirei, olhando prazerosamente a sua cara de medo. - É uma pena que nem tenhas oportunidade de partilhar a experiência que estas prestes a conhecer. - ele começou a mexer-se todo, nao conseguindo sair do lugar, por estar debilitado da perna que eu facilmente tinha partido.

- Vai-te embora, dei-me em paz! Estou velho! - puxei mais ainda os seus cabelos.

- Nao eras velho para abusar de duas miudas, nao? De espanca-las? Porco, nao mereces nem o ar que respiras. - soltei a raiva que o meu coração tinha.

Tinha chegado ao limite, nao ia deixar ele viver nem mais um segundo de uma vida que ele nunca devia ter concebido. Ergui-o do chao com minhas maos em seu pescoço, ele bem esperneou, mas estava a morrer sufocado. Apertei cada vez mais o pescoço, o seu respirar foi parando, o coração franqueando e nesse momento cravei meus dentes na pele dele e suguei todo o viscoso sangue, como uma cobra largando seu veneno.

No fim de saciar a minha sede, de jogar o corpo sem pinga de sangue no chao, saltei da janela, antes mesmo de alguem aparecer. Caminhei na rua como se nada tivesse acontecido, tapando cada vez mais o meu rosto, ajeitando o cabelo e voltando para o meu abrigo.
Ao colocar um pé dentro de uma casa que Roxanne chamava de lar, a encontrei sentada na frente de uma lareira a ler, como sempre.

- Maria ainda bem que chegas-te! - falou ela nao olhando para mim, apenas apercebendo-se da minha presença pelo meu odor. - Vejo que realizas-te a tua pequena justa vingança.
- Sim... Ele merecia isso e muito mais. - falei firme.

- E agora o que pensas fazer? - levantou-se da poltrona, pousando o livro no cimo da lareira e caminhando ate mim com amabilidade.

- Nada... nao existe mais nada a fazer, a minha vingança esta concluída, ele esta morto e finalmente a minha mae e a minha irmã estao a salvo. - falei com firmeza e garantia de que nao voltariam a sofrer na mao dele.
O meu odiado padrasto estava finalmente morto, a morte do meu pai vingada e claro que a paz voltaria a reinar dentro daquela casa, tal como antes reinava e que aquele idiota roubou a paz.

Agora mais que nunca sentia que tinha uma breve missão, que em parte estava concluída, com ele de fora nao tinha mais problemas, quanto as outras pessoas intragáveis, dessas o tempo encarregaria-se de as matar, ate porque o meu principal alvo ja estava eliminado.

- A partir de agora, podes esquecer os humanos, a tua vida passada, e viver mais aquela que te dei. - disse Roxanne pegando nas minhas maos com toda a doçura. - Minha querida, Ser uma vampira, nao é so matar e ter ódio, tambem tem privilégios e prazeres.. - acenei afirmativamente.

- Eu sei minha cara amiga... - sorri, retirando as suas maos das minhas. - E a partir de agora vou aproveitar mais daquilo que dizes! - deu-me um abraço informal.

Ela tinha razao, agora era hora de traçar novos planos, começar de onde havia parado por um pequeno e simbólico percalço, voltando a virar a página. No entanto nunca era demais avisar que quem semeava ventos, colhia tempestades, por isso todas as pessoas incluindo os humanos que tinham amor á vida, aconselhava fortifuramente a manterem-se quietos, porque nunca se sabia quem poderia ser a próxima vitima do meu massacre.

Comentários

  1. Mas olha só: a Roxanne está viva por aqui! Aliás, parece que você gostou mesmo da personagem, não é? Afinal, a esposa do Stefan não tem seu nome citado, nem nos livros e nem mesmo no guia. E esse foi o escolhido por nós do Castelo pra integrar o ciclo de ones da Maria! Afinal, a transformadora dela merecia um nome imponente, né? :)

    Sabe, cheguei a sentir um certo medo dessa sua Maria vingativa, viu? Eu tomaria todo cuidado do mundo pra não ousar cruzar o caminho dela... E bem, o padrasto teve o que mereceu, no fim das contas. Ele foi um monstro com a família dela, e Maria apenas retribuiu o sofrimento que ele causou...

    xoxo

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    1. Olá Caroline :D

      Sim adorei a Roxanne descrita na nas vossas One's do ciclo de Maria e nao resisti de a ressuscitar por aqui, afinal ela foi importante para o desenvolvimento da nossa amiga.

      Ok, ela é másinha por aqui, mas a sua maldade é perfeitamente natural, pois sofreu muito em sua vida, assim como a familia. E tal como voce diz e muito bem, ele so teve o que mereceu, e cá entre nós adorei ver esse sofrimento. Senti-me uma verdadeira Maria ao escrever esta história.

      Beijinhos e é bom ver que gostou :D

      Eliminar
  2. Sabe, foi como ver o resumo do ciclo da Maria, ahauahuahauahaua.

    Esse padrasto merecia mesmo uma coça pelos que fazia e Roxanne foi um anjo ao tirar Maria de tal situação por piedade. Afial, vejam só, quem imaginaria que uma romena seria piedosa, não?

    Maria não seguia em frente sem essa vingança, então, vamos dizer que é como um divisor de águas. É bom ver que a mestre dela entendeu isso, que viu como algo que era necessário no final das contas.

    Aliás, o traste foi embora tarde para ser sincera

    Beijinhos

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    1. Olá Maria. :D

      Maria teve mesmo uma sorte em encontrar essa boa menina, sim, porque apesar de ela a ter transformado numa espécie de monstro, tambem acabou fazendo um fazendo um favor, digamos assim.

      Quem se mete com quem nao quer, acaba mal. E foi o que aconteceu com esse infeliz, que acabou morrendo a mereces das maos de quem muito fez sofrer. Quem diria, nao?

      É verdade que ele foi mesmo tarde, so que a vingança tarda, mas alcança. eheh

      Beijinhos

      Eliminar

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