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Os Especiais - Capitulo 4 - Vale Perdido

Rénne

A algum tempo que a minha casa estava mais que disponível para alugar, alias, tinha vivido lá dentro uns 3 anos, so que ela me parecia tao sombria e ao mesmo tempo medonha que pedi logo ao meu marido para comprar esta que nao era longe, simplesmente ficava bem na frente da casa que agora estava prestes a ser preenchida, caso a família em questão, preenchesse os requisitos que eu, Rénne Ruane precisava ter. Sim ou nao?

Peguei na chave da casa e aproveitei para ir ate lá, nem que fosse apenas para certificar-me se tudo estava nos devidos trincos. Abri a porta da casa e tratei de retirar os panos e lençóis que haviam sobre os móveis.

- Mama? - apanhei logo um susto ao ouvir alguém chamar por mim, foi quando voltei a minha atenção para a porta e vi a minha filha Jane.

- Pregas-te cá um susto Jane! - resmunguei. - Já que estas ai, ajuda aqui... - acenei para ela entrar.

- Mama, mas assim vou estragar o esmalte das unhas.... - olhei para ela séria. - Acabei de as pintar... gostas? - mostrou-as com bastante entusiasmo.

Minha filha era muito linda, lá isso eu nao podia negar, inteligente que se fartava e cá entre nós estava muito bem encaminhada na vida, pois namorava com o filho de Maria. Edward era um rapaz de boas famílias, bonito, tambem inteligente. Ai tudo o que mae desejava para uma filha.

- Vai lá entao nao faças nada... porem amanha quero-te aqui para receber os novos vizinhos. - ela correu ate mim.

Conhecia muito bem a sua cara, os seus olhos brilhantes.

- Vizinhos? Tem algum rapaz lindo? Hum?

- Jane, querida, eu ainda nao os conheço, como queres que te diga se tem um rapaz ou uma rapariga? - levei os braços a cintura, batendo o pé no chao.


- Esta bem mama, ja entendi.

Virou costas e saiu. Finalmente estava novamente sozinha, porque andar a limpar uma casa e ter um encosto atras de mim nao dava muito jeito.
Jane, minha filha tinha grandes tendências a olhar para todos os rapazes novos que apareciam, e por vezes isso preocupava-me. Afinal ela estava bem assim, nao queria que em momento algum tivesse uma ideia nova, e deitasse tudo a perder. Sim porque aqui Rénne Ruane pensava muito no futuro da minha filha e se eu tinha certas atitudes, certos valores a passar era sempre no intuito de de zelar o bem. Sim ou nao?

Jasper

Acabávamos de iniciar a viagem, estava sentado ao lado de Caroline, a rapariga que a partir do primeiro minuto tinha criado um laço comigo, como aquele que tinha com o meu irmão, antes de nunca mais saber dele. Tinha saudades do Peter, e como era óbvio arrependia-me arduamente de nunca ter conseguido voltar para o tirar daquele lugar. Nao havia um unico dia sequer da minha vida que nao lembra-se das ultimas palavras que havia transmitido a ele.

Flash Antes

" - Peter o pai nao vai voltar a tocar em ti eu prometo... - ele olhava para mim com bastante crença verdadeira das minhas palavras que transmitia. - Eu vou procurar um lugar para nós ficarmos e tirar-te daqui assim que possível.

- Prometes que voltas Jazz! - apertei a sua mao na minha forte, olhava ele nos olhos com lágrimas contidas.
- Prometo, eu nunca vou deixar-te mal... agora tenho de ir. "

Flash Agora

As lágrimas teimavam em sair mas eu estava a travar a todo o custo a minha batalha com a minha consciência. 7 anos se haviam passado e nunca tinha conseguido voltar, alias a ultima vez que aproximei-me da minha antiga casa, ela estava de tal modo degradada, e foi ai que fiquei a saber que o meu pai estava finalmente preso, porem do meu irmão ja ninguem sabia. Algumas pessoas falavam na hipótese de ele ter morrido, outras por ter ido embora com alguem, nunca havendo certezas de nada. Lembrar todo o passado, deixava-me muito angustiado, porque podia ate transmitir a imagem de um rapaz rebelde, mas no fundo era o rapaz mais sensível do mundo.

- Jasper, esta tudo bem? - olhei para o lado e vi Caroline com preocupação descrita nos seus olhos azuis.
- Hum? Disses-te alguma coisa faiscas? - fiz-me de desentendido.

Tentei esquecer tudo o que estava na minha cabeça e apenas focar-me no novo rumo, na minha nova familia, que apenas contava com Caroline, Alec, Maggie, Carmen e Eleazar.

- Estava a perguntar se estava tudo bem! - disse ela, suspirando.

- Sim... porque nao havia de estar? - pisquei o olho simplesmente voltei a minha atenção para a janela lendo uma placa que dizia Vale Perdido. Observei com mais nitidez a paisagem estranha e bastante invulgar de uma cidade nova.

- Chegamos é aqui!

Saltitou Maggie no banco muito feliz e apenas sorri para ela.

- É aquela casa que diz estar pronta para alugar... - anunciou a pequena. - E é muito grande, tem um jardim... É a casa que o meu papa escolheu para nós... - e ai ouvi um pequeno choro dela.

Despertei o cinto de segurança e voltei-me para ela, tirando o seu cinto, quando Carmen parou o carro. Peguei nela no meu colo, limpando as lágrimas do seu rostinho, com o meu dedo. De pequenas caricias no seu cabelo longo e castanho e no fim dei aquele abraço aconchegante.

Maggie era a menina mais doce e completa que alguma vez conheci, ela com aquele seu jeito criança, havia amolecido um coração de um rapaz de rua, tao facilmente como nunca imaginei alguem ser capaz de o fazer.

Ao sair do carro, Caroline fez questão de ajudar a pegar na pequena com cuidado, porque estava meio adormecida no colo, e por outro lado sabia que o seu choro havia ajudado a fechar os olhos.
- Realmente a casa é muito grande vista assim! - comentou Eleazar.

Caminhei um pouco mais a frente com o cuidado todo para nao acordar assim num solavanco a pequena Maggie, que estava tao quietinha no meu colo que ate era pecado interromper o seu sonho.
Uma mulher apareceu nao sei de onde e nao estava sozinha, tinha um homem ao lado dela, com aspecto de policia, pelo qual eu gostava de manter a devida distancia. Carmen acenou para que entrássemos para casa dentro, cada um de nós obedeceu e começou desde logo o nosso teatro de uma familia feliz.

- Bom é a casa pelo qual eu falei ao telefone minha senhora, meu senhor! - falou a mulher com ar de alcoviteira.

- Podemos ver o resto da casa? - questionou Carmen com um sorriso no rosto.
Logo trilhamos pela casa, observando divisão, por divisão, escada por escada subimos, descemos e quando fomos a ver ja estávamos novamente na sala reunidos. Sentei no sofá e de seguida tambem Caroline e Alec sentaram, ja Carmen e Eleazar estavam a parte com a senhoria.

Carmen

- Oh dona Renné Ruane... - suspirei. - A casa é lindissima, e bem ao estilo do que nós precisávamos para a nossa tao grande e linda familia. - olhei para eles que estavam sentados, esperando por uma boa noticia. - Como ve a cidade onde nos moravamos começou a ficar muito violenta, e entao um amigo muito carinhoso, indicou-nos Vale Perdido, nao foi mesmo amor? - dirigi a minha atenção ao Eleazar que estava nervoso.
- É...é.. - concordou ele, pegando na minha mao, para tornar mais credivel a nossa relação fingida.

A senhoria olhou para o seu esposo e ficou um tempo em silencio, aquela troca de olhares nao estava a ser muito boa de decifrar, pois eles ainda eram meros estranhos para nós e por isso tornava-se quase um suplicia saber o que na verdade eles pensavam de nós. Maggie levantou-se do sofá e veio para ope das minhas pernas, implorando por colo, que logo decidi, tendo-a nos meus braços e assim passar as minhas maos por seus lindos cabelos, como eu sempre fazia na minha linda Alice, quando esta ainda estava comigo,
e longe de saber o desfecho da nossa vida se tornou.
Ela por sua vez encostou mais a sua cabeça na minha, passando uma das suas maos por minhas mexas de cabelo que tapavam parcialmente o ouvido e de lá sussurrou palavras.

- Eles estao com duvidas de quanto a nossa familia! - tentei fingir um sorriso para nao parecer indelicada por a senhoria e assim nao dar a entender coisas mais. - Ela acha que somos muito estranhos, e que voces, quer dizer tu e o Eleazar sao um casal bastante diferente dos que ela esta habituada assistir. - no fim de confidenciar-me tudo, afastou o seu rosto do meu ouvido e olhou nos meus olhos sorrindo, e ai a voltei a pousar no chao.

- Bom, eu e o meu marido estamos a precisar de saber se podemos de alguma forma ficar com a casa... - olhei para ela que novamente estava a olhar para nós como uma lince.

- Se nao estao interessados, nós vamos procurar outra casa para morar, nao é mesmo meninos? - perguntou Eleazar, o que fez com que eu ficasse deveras desconfortável, porque se Silvestre tinha indicado este lugar, era porque tinha de ser aqui que nós tínhamos de ficar. Eu nao ia desistir, nao ia mesmo.

- O que é isso amor! - suei a cómica da situação meio embaraçosa que se estava a instalar. - Aconselharam esta casa porque é a ideial, e alem disso ja olhas-te bem para as horas, temos tanta coisa para tratar, que o facto de andar a saltitar de lado em lado, vai nos roubar muito tempo. - agarrei-me ao braço dele, afastando dos desconhecidos. Voltei-me para eles. - Só um minuto que preciso de dar uma palavrinha aqui com o meu marido.

Fomos para o canto mais distante da sala, procurei sempre nao dar impressões erradas sobre nós, a quem acabava de nos conhecer, e quem sabe acabando mesmo por ceder a casa.
Eleazar nao parava de tremelicar como uma menina tímida, isso irritava-me profundamente, porque os homens deveriam ser o alvo mais forte de qualquer tipo de familia, e nao parecer o rato, ne? Ok tambem nao podia julgar alguem pelo qual acabava de conhecer, e que por outro lado ate era bom pai. Porem a questao agora noa era essa e sim aquela de convencer a senhoria de nós éramos uma familia e que precisávamos acesamente de uma lar, para manter estas crianças a salvo, para manter uma farça e assim chegar ao ponto fundamental de tudo, a minha filha. Nao havia uma hora se quer, que nao pensasse nela, que nao chorasse, por lembrar de coisas que partilhamos juntas, segredos, aprendizagens tao simples e tao reais. Era justamente por estas crianças e principalmente por ela que estava disposta a tudo para ver toda a gente feliz e a salvo.

- Eleazar, nós temos mesmo de convencer esta mulher de que somos a familia ideial pelos quais eles procuram! - olhei nos seus olhos enquanto soltava as palavras. - Eu sei que pode ate parecer um absurdo, e que é tudo estranho, mas... - olhei para o lado suspirando e depois voltei o meu olhar para ele, pegando na sua mao. - Olha bem para eles, aqueles rostos que ves? Sao criados de expectativas de que vao ter uma vida digna, de que ninguem os vais olhar de lado, ou sentir nojo, nao queiras destruir o que eles demorar para construir. - fui franca com as minhas palavras sentidas levadas a cada coração deles.

Maggie olhava para mim com amor, Caroline com esperança de ser feliz, Alec com vontade de viver bem sem ser gozado na escola, Jasper por finalmente encontrar amigos de verdade.

- Tens razao Carmen! - olhei de repente para ele nao estando a espera de ouvir uma palavra sua. - Nao posso desiludir nenhum deles, nao posso fazer isto ao meu filho Alec, porque aquilo que hoje arrisco, é por ele e se um dia algo de mal acontecer, ai eu nunca vou perdoar-me, porque... - abaixou a cabeça. - Eu prometi um dia a minha... - soltou um suspiro pesado. - Sasha que eu ia estar sempre presente na vida do nosso filho, e que nunca o podia deixar magoar-se. - passei a minha mao docemente no seu rosto, passando toda a minha confiança nele, ele retribuiu o mesmo gesto e no fim de nossa conversa demos o primeiro passo para a nova vida da familia Misty.

Respirei fundo quando voltei a ficar de frente para a Renné Ruane e seu marido. Estando agora profundamente mais confiante, dado que Eleazar, finalmente tinha encontrado a verdadeira forma de nao baixar os braços. Pus em pratica o nosso plano.

- Desculpem estar a fazer esperar aos senhores, mas o meu marido por vezes é um indeciso, mas ja esta tudo resolvido, agora so precisamos de saber ao certo que senhores acham da nossa familia, se estao de acordo com as condições que podemos proporcionar, se é que me entende! - fui simpática como sempre era, porque se havia boas formas de cativar as pessoas, era conversando carinhosamente.

- Eu e o meu marido, tambem chegamos a uma conclusao, que pode ser benéfica para todos. - esperei atenciosamente pela resposta.

Renné olhou para nós com olhos de analise clinica, como se por alguma ventura procura-se uma nódoa no nosso ceio, ate finalmente abrir a boca.

- Voces podem ficar com a casa... - soltei um sorriso muito feliz e todos os miudos saltaram do sofá felizes. - na condição de que a senhoria possa vir ai sempre que quer, para dar uma visita, sim ou nao? - o meu sorriso saiu logo do meu rosto, quer dizer o facto de ter uma mulher a entrar constantemente na nossa casa nao era a coisa mais feliz de ter, visto que queriamos máxima descrição.

Cheguei-me ate ela, passando o meu braço no seu ombro, caminhando ate a porta.

- Dona Renné, acha que é... bom demasiado indelicado se pedir-mos para ficar desde ja hoje a viver? - mordi o lábio.

O coração de todos anciava por uma resposta positiva.

- E eu lá como senhoria posso dizer que nao aos meus novos vizinhos, sim ou nao? - suspirei de alivio por finalmente tudo estar a dar certo.

Ou menos esta noite ja poderia dar um tecto a estas crianças e assim começar com as minhas buscas.
Horas depois de conversar continuamente com a dona Renné, foi hora de dirigir-me ate ao colégio Asturia, onde Eleazar acompanhou-me e lá inscrevemos os nossos filhos, é certo que tivemos de providenciar algumas situações ilícitas, como a procura de ganhar documentação falsa, porque tínhamos um segredo de familia a guardar e o principal alvo nesta situação era nao chamar atenção de ninguem, fosse em que circunstancia estivéssemos, pois a vida deles em momento algum podia estar em risco, o que de outra maneira colocaria a da minha filha tambem.

Caroline

Estava instalada no meu novo quarto, é certo que em nada se comparava ao que eu tinha na verdadeira familia, porem este era diferente especial, porque partilharia com uma doce criança, a Maggie era um doce puro.

Comecei a arrumar as minhas poucas roupas, nesse bocado apareceu Maggie a porta de uma forma silenciosa e ao mesmo tempo com aquela carinha de anjo que apaixonava qualquer coração mole como o meu.

- Estas triste! - disse ela aproximando de mim. Olhei nos seus olhos carregados de amor e peguei em si ao colo, pousando na minha cama, abaixondo-me um pouco para ficar a altura dos seus olhos.

- Por um lado sim, porque tenho de ficar longe da minha familia, para os proteger, mas por outro, estou feliz porque tenho a voces, a ti! - sorri ao prenunciar a altura palavra.

- Eu gosto muito de ti, desde o primeiro minuto que te vi, e sei que posso confiar nas tuas palavras, e nesse olhar que em nada engana... - falou tocando no meu rosto com o seu dedo, traçando uma linha de um coração. - És a melhor irmã de mentira que tenho.

Dei um grande abraço nela, com toda a ternura do meu coração. Nao havia nada melhor para alguem ouvir palavras como estas, mesmo que apenas tivéssemos ligadas pelo elo do poder, ja a sentia a pequena Maggie, como uma irmã de verdade, irmã essa que queria proteger com a minha própria vida, só para garantir o seu sorriso permanente.
Afastei-a do abraço, ela ainda sorria, mostrando os seus dentinhos perfeitos, um olhar delicado.

- Queres que te faça umas tranças? - perguntei, ajudando ela a soltar o seu rabo de cavalo.

- Sim... - voltou-se de costas para mim, dando espaço para eu sentar na berma da cama ao seu lado.
Tratei de levantar e tirar do W.C uma escova e alguns ganchinhos para ajudar no preparado das trançinhas da pequena.

Escovei o seu cabelo com muito cuidado, dando pequenas massagens, e muitos sorrisos, pouco a pouco fui formando os aglomerados de cabelo na minha ideia. O seu cabelo era tao macio e delicado, como o da minha irmã Claire. Baixei o olhar, parando parcialmente de trançar ao lembrar da imagem dela. Era dificil esquecer o passado, quando ele era tao importante para nós.

Nesse momento uma lágrima rolou involuntariamente do meu olho e tive mesmo de lembrar um dos momentos de um dia feliz, dedicado as princesas.

Flash Antes

" Tinha acordado com muita vontade de brincar com a Claire as princesas, era sábado, um dia de brincadeiras pela casa e de muita boa disposição. A mama estava a trabalhar e o papa estava em viagens de negócios. Entao a casa sendo assim estaria apenas por nossa conta, e eu era a irmã mais velha, tinha o dever de manter tudo em ordem, porem quando me juntava as loucuras da Claire, transformava-me numa criança, tao igual a ela, ou mais aprofundada ainda.

- Caroline! - chamou ela batendo a porta do meu quarto. - Vamos brincar, mas preciso primeiro que faças as minhas tranças, é que só tu é que sabes as fazer como eu gosto. - Levantei da cama com um sorriso abrotado nos lábios e fui abrir a porta, onde peguei nela ao colo, sentando na minha cama, pedindo para esperar com os dedos.

Voltei da casa de banho com uns utensilos muito engraçados e ela começou a sorrir tao feliz que acabei entrando numa brincadeira nao planeada, mas que fez tao bem, a infancia permanecia inteiramente dentro de mim.

- Vais ficar lindas com essas tranças e depois com aquele vestido de princesa! - falei encostando o meu rosto no dela, provocando a cocega.

- Eu vou ser uma princesa e tu que vais ser? - perguntou inocente, olhando nos meus olhos.
Fiquei pensativa, olhando para os lados, brincando.

- A fada da princesa, uma fada boa... - apertei o nariz dela e começamos a luta de almofadas.
É claro que essa luta valeu por um quarto cheio de penas e depois duas verdadeiras crianças em pleno momento de infância."

Flash Agora

- Caroline? - ouvi Maggie chamar por mim, logo lembrei novamente de continuar o trabalho de suas tranças.

- Sim minha querida. - respondi com carinho.

- Estavas a onde? - levantei a sobrancelha nao entendendo. - Há ja sei, lembras-te da tua irmã! Tens muitas saudades dela... - baixou o olhar. - Eu tambem tenho do meu papa. - suspirou triste.

Logo peguei no seu rosto, passando os meus dedos enluvados para limpar as lágrimas, tirar toda a tristeza.

- Podes ate ja nao ter o teu papa, mas eu prometo que a mim, vais ter sempre, aconteça o que acontecer. Prometo! - dei um novo abraço.


Comentários

  1. Então a casa em questão é da Renée? Interessante... E ela é mãe da Jane, que namora com o Edward! Uau! Mas não sei se foi só impressão minha, mas essa mocinha parece muito curiosa em saber se os novos vizinhos tem um filho bonitinho, não? Pra uma mocinha comprometida, isso não deveria ser tão interessante... rsrsrsrs Mas fazer o que né?

    Ah, que dózinha do Jasper! Ele teve de deixar o irmãozinho pra trás e nunca conseguiu voltar para buscá-lo. Será que ele vão voltar a se encontrar algum dia? Ownn... ele também está todo derretida pela pequena Maggie! Parece que a menina já conquistou o coração de todos.

    Renée parecia bem desconfiada, não? Por alguns momentos achei que ela não fosse alugar a casa pra eles. Mas depois da conversinha da Carmen com o Eleazar, as coisas finalmente começaram a se ajeitar. :) Só achei meio estranho a Renée pedir pra entrar na hora que bem entender na casa... Vai entender!

    Ownnn... a Maggie e a Caroline juntas são tão fofas! Que lindinhas, parecem mesmo verdadeiras irmãs! E a lembrança que a Care teve da Claire, ela deve sentir muito mesmo por ter de se afastar da família, né? Que dózinha! Mas acho que essas novas irmãs ainda vão fazer muito bem uma a outra, viu?


    xoxo

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    Respostas
    1. Sim a casa em questao pertence a familia Ruane.. que nao é nem mais nem menos que uma familia meio que maluca, vai se lá entender porque, nao? eheh Sim essa menina Jane nao é de todas as meninas a melhor flor para se cheirar, ela tem lá aquele ar de nao partir um prato, mas parte logo todos... Tadinho do Edward gosta muito dela, mas um dia a coisa vai azedar e quem nao vai gostar é a mae desta...

      É mesmo muito duro isso, nao? Na época ele deixou o irmão por uma boa causa, afinal ele queria encontrar estabilidade para viver com ele, so que a coisa saiu diferente do que imaginava.. é normal que doa.. Maggie é um presente muito bom na vida de todos...

      Renée tem um estilo muito estranho de ser, as suas desconfianças sao que bem complicadas de manter longe, afinal uma mulher curiosa e desconfiada acaba descobrindo toda a verdade, nao é mesmo? Ah é essa atitude nao impressiona em nada, ela é assim mesmo desvairada e cusca...

      É essa a ideia que pretendo passar aos leitores, e no fundo elas para a vida de mentira, nao? E parece que de todos, sao elas quem melhor representao...

      Sim Maggie é uma espécie de encarnação de Claire que no fundo entende as coisas e razoes da irmã... Acredito piamente que tudo farao para se proteger uma a outra, sem duvida alguma...

      Beijinhos

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