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One Shot - Alice - Minha Irmã, Procuro-te


Por mais anos que passassem, eu nao conseguia acreditar nessa teoria, pois a minha mae tinha tido uma gravidez saudável e por outro lado o seu parto tinha sido natural, o que segundo o meu calculo de hoje, tinha tudo para dar certo.

Tendo hoje 35 anos, e sendo uma médica bem conceituada no mundo cirúrgico, tinha uma família adorável, um marido atento, um filho carinhoso, porem nao eram a coisa mais que suficiente para apagar a visão que tinha do passado doloroso e sofrido e quase inesplicado.

Estava no meu consultório revendo alguns casos de cirurgia reconstrutiva quando comecei a chorar como uma perdida por lembrar que talvez neste dia a minha irmã por poder estar a completar mais um novo ano de vida. Era tao triste estar longe de alguem que nao tinha tido tempo nem de conhecer.
Alguem bateu a porta, levantei os olhos, limpando as lágrimas que haviam saído descontroladas.

- Doutora quer que eu chame o próximo paciente? - perguntou a secretária  de serviço.

- Sim Gianna, pode mandar entrar! - sorri para ela ao ver o paciente entrar de seguida.

Fiz o meu procedimento de médica responsável, atendendo a todos os sinais de evidentes anomalias e recomendar, consultar e ate chegar ao ponto de sugerir as supostas cirurgias que eu curiosamente dirigia.
Ao final do dia, quando cheguei em casa, deparei-me com uma surpresa muito boa. O meu marido e o meu filhote, haviam providenciado um jantar muito divertido. Jasper estava tao atencioso que deixei ele cuidar de mim como se eu fosse uma donzela, e o meu pequeno cuida-se de arrumar a minha mala de trabalho.

Sentia-me uma perfeita lorde nesta família, tanto que bastava sentar, comer, saborear e no fim de contas, conversar. Este era sem duvida o cerao de família que eu muito gostava de presenciar. Embora fossem poucas as vezes em que estávamos os 3 juntos nesta tao grande mesa da sala de jantar, pois eu estava sempre em super urgências no hospital ou o Jasper com super casos para resolver na policia. No entanto quando eles aconteciam, nós aproveitávamos como outro sem igual.

- Mama gostas-te da Lasanha? - perguntou Charlie ansioso por uma resposta minha.

- Hum... - fiz uma cara seria. - Acho que devia ter lavado um pouquinho mais de sal... - logo ele olhou na direcção do pai.

- Estas a ver pai, eu disse que devias ter colocado mais sal na lasanha! - ri-me ao ver a cara do meu marido de puro desacordo com o filho.

- Estava a brincar meu amor! - disse dando um pouco de pao para ele molhar no molho. - A comida esta óptima, voces sao sem duvidas óptimos chefes de cozinha. - gracejei.

Depois de um bom jantar, era perfeito mesmo relaxar um pouco no sofá, assistir a um bom filme, acompanhado de um bom vinho. Mesmo ao parecer a rainha da casa, eu via como eles se divertiam tanto a concretizar tarefas meramente femininas.

Quando Charlie terminou de ajudar o pai a arrumar a cozinha veio ate mim na sala para dar um beijo de boas noites, pois ja estava um pouco tarde e era necessário ele recolher-se, pois nao queria que ele chegasse atrasado na escola, ou simplesmente encontrasse uma desculpa para nao aparecer.

- Boa noite meu amor! - dei um beijo em sua testa, depois fiquei vendo ele correr ate ao quarto, claro ouvindo tambem na soada da corrida, os resmungos do Jasper, de quanto a nao correr dentro de casa.
Depois de deitar o nosso filho, Jasper sentou ao meu lado no sofá, enchendo seu copo de vinho e pousando a garrafa tomando um gole. Eu parecia uma perdida esperando uma resposta ao sabor intrinco do produto.

- É muito bom senhorita! - comecei a rir do seu modo avaliador.

- Acho que fizes-te uma má escola na tua profissão... - comentei, ele estreitou os olhos. - Entao, és óptimo a provar um bom vinho... Ou seja um óptimo trabalhador em Vitivinicultura. - riu-se, dando um beijo de seguida nos meus lábios.

O cerao de conversa nocturna estava a ser tao agradável que ate certo ponto dava para esquecer as coisas que a minha cabeça estava a pensar, so que a dada altura foi difícil mante-lo oculto, o meu extinto preocupante.

- O que foi Alice? - olhou nos meus olhos transbordando preocupação. - Algum caso no hospital complicado de resolver? - especulou. - Nao te preocupes, és uma óptima médica e nao tens com que te preocupar, alem disso, tens sempre profissionais contigo, que de certo modo vao dar uma força... - abracei-o simplesmente nao tendo as devidas palavras a descrever o meu estado, ele retribuiu esse gesto, apertando mais para si.

Assim que tomei um pouco de coragem, afastei do seu abraço, e soltei as palavras, que efectivamente precisava para descomprimir, deste meu estado. Jasper era um bom ouvinte, so que nao gostava de estar a toda a hora a sobrecarrega-lo com os meus problemas, mesmo sabendo que a toda a hora ele insinuava estar disponível para ouvi-los.

- Sao coisas parvas, nada tem haver com o meu serviço. - esclareci logo umas de suas perguntas. Contudo suspirei, baixando gradualmente os olhos, dando a entender outro tipo de preocupação. - Nao consigo esconder nada de ti, nao é? - ele acenou afirmativamente, logo senti a maior obrigação de abrir o meu coração e falar. - Eu hoje lembrei da minha irmã... - comecei. - sabes se ela fosse vivia, estaria neste momento completando os seus 25 anos... é irónico nao? - dei um riso sem humor.

- Nao acreditas bem na teoria da sua morte como os médicos realmente assinalaram, ne? - respirei fundo, levantando o olhar ate bater no seu nível, acenando que "sim" com a cabeça. - Eu ja temia isso. - afastei um pouco para perceber o seu raciocinei.

Estava de olhos postos no meu marido, esperando com grande ansiedade a teoria na prática, assim falando. Jasper era muito bom a resolver mal entendidos, e neste caso, o assunto "minha irmã", era um caso desses. É claro que na época tinha desculpa de ser uma miúda muito jovem e pouco hábil de experiências, no entanto mesmo sendo uma jovem, tinha as minhas sérias duvidas. Porque tudo naquela semana negra era inesplicado.

A morte da minha mãe quando saudável, e da minha irmã, cujo faziam pensar. Recordava ainda hoje com grande tristeza de algumas das palavras da minha mãe, minutos após o parto, dizer umas palavras meramente estranhas, que os médicos disseram nao serem importantes, dado que eram apenas delírios de uma recém mãe, que havia perdido o bebe.

A verdade é que essas palavras nunca saíram da minha cabeça, e hoje estando aqui a pensar comigo, e dadas as circunstancias da época, que tinham sido mencionados vários casos polémicos de tráfico de bebes após nascimentos prematuros e naturais. Cheguei a colocar a hipótese da minha irmã ter sido alvo de um tráfico, isto é, ela tinha sido entregue a uma família desconhecida a troco de dinheiro.

- Alice? Meu amor! - voltei a minha atenção para ele que quase ja sonhava em pé, quer dizer viajava nos meus pensamentos vinculados ao passado. - Lembras-te de alguma coisa? - questionou, passando seu braço no meu ombro.

- Algumas coisas vieram a minha cabeça, contudo nao posso garantir como certas, é tudo muito estranho, e sem conclusões acertadas. - disse ao levantar e fazer-me acompanhar dele ate ao quarto para descansar, pois no dia seguinte, um novo trabalho chamava por nós.

Pela manha quando acordei, desta vez mais cedo que o costume, decidi que em vez de seguir caminho imediato para o hospital, iria a um lugar, bastante conhecido, na verdade a uma fundação, essa nao era uma qualquer, mas a fundação: "VPTC - Vitimas de Prematuro Tráfico de Crianças". Neste lugar sabia que podia procurar e tentar encontrar as explicações das quais demorei anos a entender.

Todas as pessoas que aqui vinham, carregavam consigo a mesma duvida que eu. Preenchiam os requisitos de mae, pai, irmão, irmã perdidos pelo tempo e pela vida roubada. Alguns dos muitos casais que aqui vinham, tinham finais felizes, pois dadas as suas lutas reaviam parentes nunca antes pensados de reencontrar, ou no meu caso de conhecer.

Entrei dentro do edifício da fundação e fui recebida da melhor forma possível, procurei em algumas das salas, registos da época dos nascimentos de bebes na maternidade "Mateus de Solta", onde evidentemente tinha sido acompanhado todo o processo pré-natal. Haviam quase pelo menos 50 mil registos nessa data, porem fui chutando algumas hipóteses de diminuir o numero, procurando saber mentalmente, nas pequenas memórias efectivamente, o dia ou a hora do sucedido. Estando assim o caso mais restrito, o numero de registos, diminuiu significativamente para um valor mais fácil de definir em ambos os sexos.

- A menina nao é a primeira a vir neste lugar procurar a verdade! - falou a senhora que conjuntamente estava comigo nesta analise. - Tem sido muitos os casos de jovens que vem aqui procurar a mesma resposta. Ainda ontem uma jovem esteve cá e segundo consegui apurar estava muito abalada, porque pelo que sei, tinha acabado de descobrir que os seus pais, nao eram quem ela pensava. - levantei os olhos curiosa nessa história.

- A serio? - perguntei surpresa. - E como era essa rapariga? Eu nao sei se tem alguma coisa haver com a minha história, mas o que ela procura é quase semelhante a mim. - fiquei pensativa.

Será que essa rapariga procurava por mim? Seria a minha irmã? Entao isso só provava mais que possível que ela nunca havia morrido e que sim que tinha sido  vitima de tráfico de bebes! Dei um sorriso ao sentir a primeira vitória.

- Bom daquilo que me lembro dela, sei que tem os cabelos claros, cumpridos, um olhar doce, assim como o seu... - levei a mao ao queixo ouvindo tudo com bastante pormenor. - tinha sensivelmente 1.60 de altura, uma cintura delgada, e pelo aspecto que tinha dava ideias de ser uma professora em alguma escola básica. - sorri ao imaginar a minha irmã leccionar para uma classe de crianças.

- E nao tem mais dados sobre essa rapariga? Ou por caso alguma fotografia? - ela acenou negativamente, dizendo que a única coisa que sabia era o nome de Rosalie Hale.

Rosalie Hale... Esse nome ficou a pairar na minha cabeça durante o dia inteiro. Mesmo estando no meu local de trabalho, nao conseguia foca a cabeça no ponto certo, porque a todo o momento precisava de fundamentar mais sobre certos dados. Contudo em outras horas pensava se não estaria a confundir tudo, só por coincidências, por a pessoa procurar meras verdades semelhantes as minhas. Oh céus que nada estava fácil para mim.

Quando cheguei em casa, dei um suspiro de alivio ao nao encontrar o meu filho que felizmente estava em casa de um colega realizando os famosos trabalhos de grupo. Esperei o meu marido chegar em casa muito ansiosa. E quando ele abriu aquela porta nao dei nem tempo de ele respirar, pois ja estava enchendo de informações e colocando em prática a sua sabedoria de investigação na policia.

Efectivamente o registo da Rosalie Hale, coincidia em pêras, no registo que podia ser feito na vez da minha irmã naquela época. As idades eram idênticas, tanto que voltei a afundar-me de cabeça nessa questão, pois nao ia descansar enquanto nao a visse cara a cara, para tirar algumas simples provas.

- Amor nao achas que estas a ir um pouco longe demais? - preocupou-se o meu marido ao colocar o Tablet no outro sofá e pegando as minhas mãos para as acalmar. - Nao quero que sofras uma desilusão, quando vires que essa nao é a pessoa que procuras!

Ele estava muito preocupado com a minha obsessão em procurar a verdade, mas ainda assim estava ciente de todos os riscos, e abalos possíveis, mesmo de bater de caras com alguem que nada tem haver comigo.

- Nao te preocupes, sei bem cuidar de mim! - tranquilizei-o. - Alem disso sou muito forte, resistente ao ponto de baixar os braços. - sorri, e ele deu um beijo no meu rosto.

Semanas depois de continua pesquisa e trabalho, estava a voltar a fundação para mais uma analise, quando sou surpreendida com uma noticia.

- Tenho uma boa noticia para si senhora Whitlock! - disse a directora. - Acho que encontramos o familiar que procura a muito. - o meu coração ao receber esse comunicado, começou a bater freneticamente, a emoção era tanta que estava capaz de morrer neste instante.

Segui atrás da directora ate uma salinha e pimbas, encontrei uma jovem que enquadrava a idade pensada e a descrição em outra hora feita sobre a tal Rosalie. Sentei numa cadeira, ao lado da jovem e fiquei um tempo sem palavras para expressar, apenas olhando. Também ela parecia muito surpresa e nada a espera deste nível.

- Então és a famosa Alice... - afirmou a jovem a medo.

- Sim, sou.. - respondi de um modo não pensado.

- Bom vou sair para que fiquem a vontade a conversar! - a directora deixou o local, ficando apenas jogadas aos nossos próprios pensamentos.

Ela estava muito inquieta tal como eu, talvez nervosa e com medo de que eu não gostasse dela, ou ela de mim. Então atirei as primeiras palavras.

- Minha irmã, procuro-te! -sussurrei baixo esperando que ela não ouvisses. - Por toda a parte procurei-te, e finalmente encontrei-te. - libertei um sorriso saudoso e não sabendo como estávamos ambas em pé abraçadas e a chorar como duas tontas.

- Alice... minha irmã... - afastei-me dela para olhar nos meus olhos que estavam cheios de questões a tomar. - O pai? A mãe? - baixei o olhar, pegando as suas mãos para a obrigar a sentar comigo, e assim explicar todo o passado, poupando sempre a alguns maus episódios aos quais podiam ser mais delicados de abordar.

- A mãe infelizmente faleceu pouco tempo depois de tu nasceres... - ela deitou uma lágrima triste. - O pai, ele sofreu muito, muito mesmo, a vossa perda, incluindo eu, que sonhei todos o dias poder conhecer-te, sabes... - olhei para o lado buscando forças. - eu acompanhei o teu crescimento dentro do ventre da mãe...
- lacrimejei, ao lembrar certas imagens, certos momentos, certas idas simples ao hospital quando o pai não podia acompanhar a mãe. - Embora tudo tenha sido a 20 anos, lembro como se fosse ontem. A mãe estava tão feliz em ter uma filha, então o pai nem se fala, porque meu Deus, não havia um dia em que ele não gritasse ao mundo que ia ser pai novamente. - ela deu um sorriso maravilhoso.

Tivemos algum tempo a conversar, a recordar e quando fomos a olhar as horas, já estava a tarde em alta. Nesse momento tive a leve ideia de irmos almoçar juntas, travar nossas primeiras impressões como irmãs. Tinham sido muitos anos a viver de uma vida "solitária", que hoje ao olhar para o futuro, sentia-me a mulher mais feliz do mundo, primeiro por ter um marido digno de amar e ter orgulho, um filho que arrancava de mim todos os meus melhores sorrisos a cada novo nascer do dia.

Depois de um almoço tranquilo, passei o resto do dia com ela, a Rosalie era sem sombras de duvida a melhor coisa que estava acontecer na minha vida. Uma caixinha de surpresas, digamos assim. Quando a levei para conhecer o Charlie, meu deus, vi nela uma áurea tão igual a da mãe. Era com que a reencarnação dela, a maior figura maternal que alguma vez havia conhecido. A forma como ela tratava o sobrinho era de um gesto único e apaixonante, que daria a conhecer que um dia podia também ela ser uma boa mãe.

- Charlie querido essa é a tia! - indiquei ao meu filho, que estava com um sorriso cativante.

- Olá tia Rose! - sorri, ao vê-los numa pura ceita familiar.

Nesse instante ate fui a cozinha para pegar uns copos com sumo e presenteia-los dessa forma meiga. Era maravilhoso ver toda a gente feliz. Ate o meu marido que supostamente pelo o horário devia estar de serviço, estava a entrar por aquela porta, com um grande sorriso nos lábios, ao ver que alegria tinha conquistado esta casa.

- Olá familia! - saudou e logo atenção do pequeno Charlie foi exclusivamente para o pai.

- Charlie querido... - repreendi o meu filho que ja estava a deixar o pai sem ar. - Assim vais amarrotar a gravata do pai.. - sorri para não parecer demasiado censurante.

- Desculpa pai... - gracejou, olhando para mim de seguida. - Olha papa, aqui esta a tia Rose, vem, tens de a conhecer. - e puxou por ele.

Juntei-me a eles com um grande prazer por ver que neste momento as minhas duvidas estavam finalmente saciadas, e que mesmo ao fim de muito tempo a minha vida também podia ter um final feliz.

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