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One Shot - Edward - Isabella Swan


Um novo amanhecer começava a dar sinais evidentes de inicio de segunda-feira na mansão dos Cullens, e com isso a semana continuada do nosso tão interessante teatro humano.

 É claro que o facto de irmos a escola, éramos logo vistos como alvo de conversa, pois por mais que as pessoas já estivessem de algum modo habituadas a nós, pois já vivermos a cerca de um ano na cidade de Forks, elas não mudavam de posição, e cada chegada nossa, parecia sempre a primeira. "Fazer o que, ne? Humanos são estranhos mesmos", pensei comigo.

Segunda-feira era sinónimo de levantar cedo, ir para a escola e ter as primeiras e oprimidas aulas. "Oh Céus!" Pensava eu sempre que lembra falta de inteligência de alguns dos professores que por mais anos que leccionassem, nunca saberiam mais do que nós.

 "Nem parece que vim do século passado" pensei uma vez mais quando por ventura, comecei ouvir os gritinhos de Alice impaciente, vendo que de certo ou Emmett tinha vestido a roupa errada, ou por eu não estar na sala, das duas, uma.

Entrei no closet e tirei aquela roupa que achei ser a mais adequada, quer dizer pelo menos era a que Alice tinha em mente para eu vestir. Ou menos com este dom conseguia sempre agradar a minha irmã baixinha, não fosse ela soltar os cães.

Ao estar completamente vestido, passei a escova no cabelo, deixando sempre um mero rasto de gel, verifiquei a tonalidade dos olhos, não fosse haver algum indicio de sendentação, o que na verdade não tinha grandes razões para ocorrer, dado que havia alimentado a pouco tempo..

Estando tudo nos conformes, peguei na mochila que estava na ombreira do sofá e fui ate as escadas descendo 2 de graus de cada vez, dando um salto nos últimos 4. Juntei-me aos meus irmãos com um sorriso simpático, e logo visualizei as figuras de Esme e Carlisle, onde prontifiquei a receber as indicações de pai e mãe, em cada novo dia. Embora segundo pela lógica da transformação eu fosse o mais velho de todos, isto claro, após Carlisle, era visto como sendo o filho mais novo da família, e talvez por ser o solteiro mais cobiçado, que enfim, nem valia a pena relembrar essa questão, tão hábil..


Recebidas as intruções, segui a frente para ir para o meu veiculo, na verdade para ir no meu Volvo cinza reluzente que cheirava a novo, pois o meu pai havia oferecido á muito bem pouco tempo, por ja nao aguentar estar sempre a ir ou no carro da Rosalie, ou ate mesmo de recorrer ao Mercedes do Carlisle.

Uma vez todos dentro do carro, e de cintos postos, não por temermos nossa segurança, mas por se tratar de questões cidadania humana, respeitávamos, pois não queiramos causar curiosidade em não responder de forma correcta a lei, e assim cometer alguma loucura, ou simplesmente chamar atenção de alguém, e ai a outra parte de nosso acordo antigo ia pelo ar, dado que acabaríamos matando alguém, mesmo contra a nossa vontade.

Já a circular na estrada com a minha velocidade amistosa, Alice que ia ao meu lado, não parava de brincar com o rádio, mudando de musica constantemente, que a mim pouco fazia diferença, sendo que a minha mente já estava conectada a ouvir outras coisas que suavam a vários estilos que não musica.

Pois pela mente da Rosalie tudo o que pensava era sobre ela e ela mesmo, do tipo "Eu sou a mais linda de Forks e do mundo, e nem todas as outras vampiras são tão absolutas como eu", "Oh céus", pensei comigo que mente tão egocêntrica esta da minha irmã, não?

Olhei pelo espelho retrovisor para ver o Emmett, que também na sua cabeça de vento, nada passava de jeito,  "Tenho de vencer o próximo braço de ferro, há pois sou imbatível", revirei os olhos e nem valia a pena olhar Jasper, porque a sua mente a toda a hora que lia seus pensamentos era baseada em guerra, sangue, morte..

Digamos que assustadora, mas normal para um vampiro recém-criado como ele, e Alice, essa era a fadinha mais imprevisível do mundo, pois sempre que tentava ler a sua mente, já estava a pensar em conotações ou gregas ou árabes, de modo a que eu não pudesse perceber, era assim que os melhores segredos eram guardados.

Galguei o estacionamento da escola, e estacionei a viatura no sitio de sempre, e os meus irmãos saíram, tirando suas coisas e esperando para entrarmos todos juntos. Impossível era de não esperar o imenso espanto dos alunos que sempre que nos viam, ficavam deslumbrados, então com a Rose ate ficavam sem respirar.

Ao entrar dentro do edifício e constar o toque da entrada da campainha para aulas, fui salvo de ler mentes polidas. Desta vez, e neste primeiro tempo, a minha aula seria conjunta com Alice, era aula de inglês.

Entrei dentro da sala, falando as celebres palavras de inglês perfeito, não entendendo bem o porque de estas aulas, sendo que em muitas das ocasiões, era eu e a minha irmã que corrigíamos a professora.
Sentei na minha secretária, a uma velocidade meramente humana, tirei o caderno e o livro. Quando a professora começou a aula assim por dizer, Alice ao meu lado não parava de rir, a um riso que ninguém, menos eu podia ouvir. Então como não queria interromper a aula a ninguém, e como não tinha a mínima intenção de estar a ouvir esta velha, comecei uma conversa sob pensamentos.

"Alice o que tem graça para estares a rir? Agora também quero saber, quero entrar na paródia." pensei.
"Então, Edward, bolas não acredito que não reparas-te que a professora trás as calças do pijama vestidas" olhou para mim com cara de inquisição, dando a conhecer sua resposta, quer dizer sua vontade de rir. Momentos depois de perceber mais ou menos o que ela o que ela identificava ali como evidencia de tal, ri também.

60 Minutos depois de uma aula mistura entre o tédio e comédia vivida com Alice, a campainha fez-se suar e sai com ela ate a rua, onde mantivemos um pouco os 5 juntos, antes de entrar no bar e sentar na mesa de sempre, ao qual já ninguém sentava por saber que nos pertencia.

 Por mais estranho que pudesse parecer, nesse período houve uma mudança de tema na mente desse povo humano, "Isabella Swan" era o tema da hora. "Mas quem era essa garota?" pensei comigo, tendo de seguida uma fraca ideia de que podia ser mais uma simples garota vulgar como todas as que estavam nesta escola.

Ao caminhar e entrar pela porta do bar, indo atrás de Alice e Jasper, houve um cruzar de olhares, não conseguia explicar a mim mesmo o que se estava a passar, porque simplesmente não desviava o meu olhar do dela.

 Sentei na mesa, e dei por mim a olhar para ela uma vez mais, ouvindo a conversa juntamente com as colegas que travava, soltei um sorriso, por perceber que falava de mim, e dos meus irmãos, e do quanto essa nossa aluna havia ficado deslumbrada comigo.

- Edward o que se passa? - perguntou Alice, reparando na mesma sequência de olhares.

- Amor á primeira vista! - comentou Emmett brincalhão, mas baixo da mesa sentia a perna de Rosalie bater na dele, em sinal de repreensão.

- Essa humana não para de olhar para ti, parece que come com os olhos... assim não vão sobrar nem ossos.. - revirou os olhos Rosalie pegando na maçã em cima do seu tabuleiro.

Não respondia a comentários de ninguém, simplesmente cravava o meu olhar nela, por não ser a mesma figura que as outras raparigas, e ainda mais havia algo que prendia me prendia a ela, minha indignação. A sua mente era fechada para mim, não conseguia saber o que ela pensava, ou o que achava, pois essa tarefa ficava expressa apenas por palavras ditas por si, ou pensadas pelas mentes de suas amigas Jessica e Ângela, ou ate de Mike Newton, ou Eric York...

Se haviam vezes que eu repreendia a minha minha própria mente, agora eu diria que este dom é importante, só que tinha encontrado uma garota com um pensamento oculto, isso não facilitava a minha vida, nem um pouco.

O intervalo terminou, e o meu segundo tempo agora seria Biologia.. Levantei da mesa, seguida de todos atrás de mim, pegando em seus tabuleiros, pouco mexidos, e nos separamos, indo cada um para sua respectiva aula.

 Dentro do laboratório, a minha banca estava vazia, dirigi-me apenas a ela, sentei e tirei um livro. Minutos depois estava estava a ouvir os risos e brincadeiras de alguns colegas a entrar na sala e ao levantar o meu olhar curioso, encontrei ela, que uma vez mais cravava o olhar de um modo telepático.

Ao perceber de algum modo rápido que não sobravam mais bancas, e que por sinal o lugar ao meu lado, era o único vazio, fiquei frustrado. Porque quanto mais ela se aproximava de mim, mais eu sentia repulsa, era um sentimento estranho, e deveras assustador, dado que o seu cheiro era tão tentador...

O professor deu inicio a aula, e sem querer ser injusto, esta estava a ser a mais difícil para mim. "O que ela pensa de mim? Porque não consigo ler a sua mente?" tanta coisa eu pensava, e por vezes quando percebia que estava a olhar por entre os cabelos, eu disfarçava. Ao fim de um tanto sofrimento, decidi que era melhor sair, porque não estava aguentar esta aproximação tão grande e absurda.. Faltava mais de pouco de um 1 minuto para tocar, quando peguei na mochila e sai.

O primeiro lugar que queria dirigir-me neste momento era ao secretariado para mudar de disciplina, tinha de haver uma maneira de manter-me longe dessa garota, que estava a dar comigo em doido, e pela primeira vez sentia-me incapaz de controlar a minha existência. Abri a porta e a menina Cape já estava de olhos postos em mim, e com pensamentos nada correctos para uma menina da sua idade, que enfim, mais valia estar em silencio mesmo.

- Menino Cullen, algum problema? - perguntou parando de mexer nos papeis.

A minha vontade era de falar Bella era o meu problema, contudo ninguém ia entender esse meu ponto de vista, ne?

- Eu queria mudar a cadeira de Biologia! - falei.

- Lamento, mas é não é possível... - abaixou os óculos para me olhar, e continuar com os seus pensamentos nada puros.

- Como não? Mude para Geologia, Bioquímica, ou outra coisa.. - e ouvi a porta se abrir, olhei e vi que era ela, aquele garota que me atormentava. - Esqueça.. - sai passando ao lado dela com uma rapidez que de certo todos ficaram a olhar para mim.

Cheguei no estacionamento e já eles estavam a minha espera, Alice só tinham preocupação na sua mente, mas eu preferia ignorar as suas ideias, e tudo mais. Dei a ignição e quando chegamos finalmente em casa, fui no quarto, e voltei para o andar da sala, onde tirando a chave do chaveiro, peguei no Volvo e dirigi-me ao hospital, precisava de um conselho, se não ia explodir.

Uma vez no hospital, fui recebido pelas secretárias e enfermeiras com pensamentos nada puros, que estando já tão decidido em fazer uma tal viagem que já não importava com o que estes humanos pensavam de mim, ou qualquer elemento da minha família.

Bati a porta do gabinete onde ao ouvir a voz de anunciou de permissão de entrada, entrei.

- Filho não esperava encontrar-te aqui! - falou admirado.

- Carlisle eu vou embora! - fui directo.

- Embora? Mas porque? - ele estava preocupado e como pai era normal, e como líder também.

- Eu quero ir embora, pronto! - baixei o olhar.

- Se quiseres vamos todos contigo, somos uma família... - exprimiu-se.

- Não! - respondi. - A Rosalie não ia perdoar nenhum de nós se voltasse a ser obrigada a começar de novo o faz de conta. E alem disso os meus irmãos não tem nada haver com o que esta acontecer comigo. - pousei a mão no ombro dele. - Vou para o Alasca por um tempo, vai me fazer bem sair daqui.. - ele suspirou derrotado, e acenou que "sim" com a cabeça.

Antes que eu pudesse voltar costas a tudo, ele voltou a proferir palavras.

- E a Esme? - bateu culpa no meu peito.

De todos os elementos da nossa família, aquela que tinha maior feição era ela, pois desde muito cedo que a via como a minha mãe, dado que a minha havia perdido naquela epidemia da gripe espanhola, que graças a Carlisle havia sido salvo.

É claro que pensava nela, ao tomar esta decisão como certa, e que algum modo iria ficar muito triste, e não aceitar de todo a minha vontade de fugir ao mundo.

- Ela vai entender... eu sei que vai... - e assim virei costas, fechando a porta atrás de mim.

Dirigi-me ao volvo, entrei e fiquei um tempo a olhar para o tabliet, pensando em mais pensando, só que não encontrava forma alguma de conseguir estar neste lugar quando a começava estava próxima também.

Ia referir de algum modo os sentimentos da minha família, se comete-se alguma loucura, então a melhor forma dos evitar, era fugindo, a este meu estado. Levantei os olhos e foquei na estrada, dei a chave e sair sai cantando pneus.

Sem mais palavras segui rumo ao Alasca decidido a fugir da realidade que os meus dias estavam prestes a ser, e de algum modo da realidade que não queria que os meus irmãos sofressem. Com a minha velocidade extraordinária, cheguei a fronteira em pouco tempo, e por mais cerca de meia hora estaria no Alasca, deixando para trás as curtas memórias que por agora queria esquecer.

Uma vez já na casa das primas Denali, fui recebido com grande estima por Tanya, com seus pensamentos apaixonados por mim, tendo todo o cuidado de não me deixar levar, por Irina que estava simpaticamente animada por me ver, e Kate. Carmen e Eleazar não estavam por casa, segundos as irmãs Denali, eles haviam saído para caçar, e com esse conceito, sai para a neve nessa perceptiva.

Ao caminhar pela neve fluída e branca, sentei num rochedo quando por ventura já estava no centro da floresta. Os meus pensamentos voltaram a rodar a sombra da minha mente, "Bella, Bella, Bella" ela não me saia da cabeça.

Fechei os olhos e pouco tempo depois de os manter cerca de 3 minutos fechados, ouvi passos leves, e os abri de imediato, colocando-me em posição de ataque, só que ao ver quem era, baixei a guarda, voltando a sentar no rochedo.

- Esta tudo bem Edward? - perguntou não obtendo um olhar novo meu. - Senti muito a tua falta, e fiquei imensamente feliz por ver que estas aqui... - levantei, dei um passo a frente, ela pousou as suas mãos no meu ombro, passando na minha frente, logo as afastei delicadamente não passando uma imagem errada.

- Desculpa Tanya, mas eu vim para ficar sozinho, pode ser? - ela olhou indignada ao ser rejeitada.

Não olhava para ela da mesma forma que olhava para mim, e toda a gente sabia disso, incluindo suas irmãs que por mais que a avisassem, ela gostava de acreditar nas suas fantasias fantásticas.

- Tudo bem, mas se precisares de mim, já sabes! - e assim se afastou e desapareceu entre as árvores.
Uma vez sozinho uma vez mais, a minha mente, voltou a focar na garota que era a causa da minha fuga. Uma coisa era certa, nunca havia fugido de lugar algum, por mulher alguma, mas essa tinha mudado a minha forma de ser.

Dias se passaram e cada vez mais senti que ela não saia da minha cabeça, e que não conseguia lutar contra isto, e que não tinha como fugir se queria ficar perto dela. Tomei uma decisão de voltar para Forks, que deixou Tanya muito triste, mas logo compreendeu que a minha estadia aqui era temporária.

Despedi-me de todos e dirigi-me ao volvo e arranquei, pegando estrada ate a onde eu nunca devia ter saído. Não ia lutar mais contra a minha vontade, se tinha de ficar perto, assim seria, se tinha arriscar, assim seria, mas longe dela eu não ia ficar, nunca mais.

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