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Os Especiais - Capitulo 8 - Tal Mãe, tal filha

- Não gostas-te da minha surpresa... - sentou do meu lado Jane, beijando nos meus lábios sem que eu pudesse impedir, dado que sempre era difícil um homem resistir a uma mulher.

- Não esperava voltar a ver-te hoje! - disse a fim de afastar, com delicadeza.

Ela olhou para mim meio que indignada, logo tive de pensar em algo mais coerente para surtir assunto, que não desse lugar a um novo beijo.

- A tua mãe esta, quer dizer estava aqui...

Ela levantou-se rapidamente com quem estava com medo e talvez a fugir de um crime. Levantei de igual modo, ficando quase sem entender o motivo de sua reacção, alias por um lado ate desconfiava, só que mal tinha a presença da mãe, não? Ok, as mulheres eram muito estranhas, isso não tinha duvidas.

- Ela não pode saber que estou aqui, ela mata-me! - coço o cabelo, recompondo o casaco dirigindo-se ao portão. - Talvez seja melhor encontrar-nos a outra hora... - saiu sem dar tempo a mim de fazer uma pergunta, ou então dar um Tchau.

"Eu só consigo ter amizade com malucas." pensei, dei de ombros, sentando novamente na cadeira de baloiço, encostando a cabeça toda para trás e fechar uma vez mais os olhos, indo de encontro á tranquilidade.

Carmen

Procurar emprego nesta cidade estava difícil, mas mulher firme como era, não pouco ia desistir, pois se eu estava aqui, então a minha filha também estaria. "Alice é por ti que estou a lutar, já que o teu pai desistiu.. Meu amor, aqui a mama nunca vai desistir, nem que eu tenha de virar o mundo" pensei comigo já sentindo os olhos rasos de água, ao atravessar mais uma rua.

- Carmen! - parei quando ouvi alguém chamar o meu nome, virei a minha atenção nesse sentido e encontrei um alguém cujo não pensava encontrar.

- Charlie! Como vai? - comprimentei-o.

- Vou bem e você? - examinou meu rosto. - Pela sua cara, não parece muito bem não.. - comentou. - Venha comigo, eu ofereço um café.. - colocou o seu braço no meu ombro.

Entrei com ele no departamento da policia local. Ok, este não era o sitio mais interessante para visitar ou muito menos receber um café, no entanto não ia ser indelicada ao ponto virar costas a alguém que aparentemente só estava querendo ajudar.

Entramos numa outra sala, talvez a sua de trabalho que bom, estava quase um caus, diga-se de passagem, contudo não estava aqui de vistoria, apenas de passagem.

Ele prontificou-se a servir-me um café bem quente, dando em minhas mãos. Indicou uma cadeira para mim, e eu sentei.

- O que se passa Carmen, que cara é essa? - perguntou não tirando o olhar de mim. Bebi um leve gole do meu café e depois coloquei o copinho no tampo de sua secretária. - É alguma coisa que eu possa ajudar?

- Charlie.. - cocei o pescoço. - A minha vida esta muito complicada... - cortou.

- A quem o dizes, e de que maneira.. - olhei séria. - Há desculpa. - silenciou.

Procurei bem as palavras certas para falar, como era evidente não ia contar nada sobre a minha filha, tanto que isso levaria a mais suspeitas e duvidas, que sendo ele um policia, podia muito bem investigar.

Então pensei numa questão de emprego, que caia sempre bem de falar, e ate que ele conhecedor da cidade melhor que eu, podia ajudar.

- Sabes eu quando me mudei para aqui com o meu marido e minha família, fiquei sem emprego, e deixa-me que te diga que não tem sido fácil de encontrar. Parece que todo o mundo esta servido... - sussurrei quase as ultimas palavras.

- Entendo, mas sabes acho que ate posso ter alguma coisa para ti.. Aguarda só um minuto. - fiquei a espera ao ver ele abandonar a sala.

Maggie

- Que cara tão feia! - comentei ao ver que Eleazar estava encostado na porta com que sentido alivio porque a bruxa tinha ido embora.

- Ai é uma cara feia, é?! - brincou ele ao aproximar de mim e fazer muitas cocegas, que eu não conseguia fugir, nem parar de rir.

- Para, para, se não acabo fazendo xixi, e a minha antiga mama.. quer dizer uma senhora que cuidava de mim antes de saber que eu era estranha e bem antes de voltar a deixar-me no orfanato, dizia que se eu fizesse isso era uma menina feia. - fiz beicinho.

- Oh, essa senhora não sabe o que é diversão! - brincou ele mais, ao abaixar-se a meu nível. - Olhem, olhem... a pequena Maggie está a desenhar! - ele parou a sua brincadeira toda e ficou olhando o meu desenho.

Continuei a colori-lo com muita cor e brilho. Este desenho era para uma mama especial, ela sem duvida era a melhor do mundo, mesmo não sendo a minha de verdade.

No entanto sabia que ela gostava muito de mim, assim como eu dela, e muito menos em momento algum sabia que substituía a sua filha...

Alice era o nome dela, e em todos os momentos que estava sentada na proximidade de Carmen, sabia que os seus pensamentos diários giravam nessa rotação.

Eu também gostava que a minha mama se preocupa-se comigo, caso fosse viva. Pois pelo que aprendia na escola, o amor de mãe era forte e eterno, mesmo que a morte viesse e acaba-se com tudo aparentemente.

O meu papa, mesmo estando a dormir, em algum lugar, continuava a gostar muito dele, mesmo ele não estando aqui ope de mim, mas sabia que um dia ele viria. Porque eu não conseguia acreditar que ele tinha partido.

- O desenho é para a Carmen! - respondeu o Alec, logo lancei na sua direcção o lápis, e ele com o seu poder, deixo-o suspenso no ar.

- Alec o que eu disse sobre não usar os poderes! - levantou do chão Eleazar, repreendendo o filho.

- Papa ela ia acertar com ele na minha cabeça! - defendeu-se, fiz uma careta nas costas de Eleazar, ri.

- Papa ela esta a fazer uma careta! - protestou.

- Alec, não sejas queixinhas! - ri ainda mais, ele ficou chateado.

Saltei para o chão, fui ate ele no sofá, em primeiro porque precisava desse lápis que o lancei a ele, para colorir o meu desenho e segundo para desculpar.

- Desculpa Alec! - fiz a minha cara mais fofa, de gatinho obediente.

- Não devia desculpa, mas... - olhou para o meu rosto. - eu desculpo.. - abracei ele.

Alec era um irmão muito bom, e nada de deixar remorsos de quanto a receber ou não ralhetes do seu papa a minha conta. Voltei para o meu local de trabalho, porque se não a mama Carmen chegaria e o meu desenho não estaria pronto para entregar na sua mão, e ver no seu olhar o brilho.

Sentei na cadeira de pernas cruzadas a chinês e tratei de apressar todo o processo, de transformar o papel branco e rabiscado numa cenário de família feliz.

Carmen

Aguardei cerca de 10 minutos ate por fim ver a sombra de Charlie Ruane próxima da porta e voltar a sentar, dado que ja andava de pé de um lado ao outro, e por outro lado o meu café já tinha terminado.

- Desculpa uma vez mais a minha demora, mas quando começam a conversar comigo, nunca mais consigo parar. - sorri, para não parecer indelicada.

Ele sentou de volta na sua cadeira, cruzou os braços no tampo da secretária.

- Olha Carmen, acho que tenho uma boa noticia para dar-te! - levantei mais o olhar. - Consegui um emprego para ti, isto claro se ele te interessar...

- A onde? - questionei.

- Aqui, no departamento da policia. - abri um grande sorriso. - É claro que não é nada de muito elaborado, ao que talvez estavas habituada a fazer, mas ajuda muito e evidentemente é melhor que nada...

- Charlie, que nada.. - levantei. - É a melhor noticia que tive nos últimos dias. - abracei ele.

- Obrigada! - falou ele no meio do meu abraço, que logo o soltei, recompondo a postura de mulher casada.

- Começas amanha!

- Eu é que tenho de agradecer toda ajuda.. - sorri animada, peguei na bolsa. - Ate amanha.. - sai.

Corri ate ao carro que estava no parque do café onde tinha inicialmente ido a procura de um jornal, para ver os empregos, só que a minha sorte mudou de rumo e ainda bem.

Entrei no carro, parei pensativa. "Espera lá... eu vou trabalhar no departamento da policia, posso procurar mais pormenorizadamente a minha filha" pensei comigo, e logo um sorriso rasgou-se.

Dei a chave. "Mal posso chegar em casa e contar para o Eleazar" pensei uma vez mais, saindo do parque de estacionamento e dirigir-me na direcção norte da cidade.

Eleazar

Estava preocupado com Carmen, porque ela já tinha saído a horas de casa e desde então nem uma chamada havia feito. Por outro lado não queria colocar os miúdos com preocupações, muito menos ficar perto da Maggie que facilmente lia a minha mente, em três tempos os miúdos ficariam preocupados.

Voltei a cozinha, quando vi que os miúdos na sala estavam mais silenciosos, e deveras intertidos. Do reflexo da janela da cozinha, vi o Jasper a dormir, e não dei grande importância, tanto que voltei os meus olhos para os volumosos livros de culinária.

"Estas letras bem que podiam ser um pouquinho maiores" pensei ao folhear o livro. Pouco tempo depois Caroline apareceu na cozinha.

- Estas a preparar o jantar! - afirmou ela ao dirigir-se ao armário e tirar de lá um pouco para servir-se.

- É, tem de ser, alguém tem de ficar com esta tarefa! - respondi.

- Precisas de ajuda? - ofereceu-se, olhei para as suas mãos que estavam equipadas de luvas. Ela olhou para elas também.

- Não fiques preocupado que não pego fogo a casa, ou crio um curto circuito.. - lançou o seu olhar na janela. - só se não calhar! - voltou costas a mim.

Fiquei mesmo sem perceber a sua atitude. Quer dizer primeiro oferece ajuda, depois sai. "Oh céus, eu fico maluco com toda a certeza!" pensei.

Uma meia hora depois de colocar tudo ao forno. Ouvi na sala um barulho de "Carmen!", deduzi que ela havia chegado, tirei o avental e corri ate lá.

Maggie já estava no colo dela com um desenho colorido e lindo, e via que ambas que sorriam felizes, e que felicidade essa, não? Alec estava abraçado as suas pernas. Meu Deus, como o meu filho tinha ganhado um elo de ligação com ela tão bom.

Em momento algum havia pensado que o meu filho conseguiu-se aceitar que uma outra mulher substitui-se em parte a falta que a sua mama fazia.

É claro que Carmen não tinha intenção de substituir ninguém, e muito menos destruir laços, ate porque os seus estavam parcialmente destruídos. Mas era nela que eu via aquela força que não deixava eu desistir de viver, mesmo tendo o meu filho do deu lado.

- Ai que abraço tão bom.. - falou ela dando beijos no rostinho da pequena.

Aproximei deles, tirei a Maggie do seu colo, coloquei no chão.

- Esta na hora de irem lavar as maozinhas, para irmos jantar.. Vá vão lá.. - e começaram a correr. - Ei, ei.. - voltaram suas carinhas na minha direcção e de Carmen. - Nada de correr! - avisei, logo trataram de subir os degraus como meninos obedientes.

- Maggie é um amor! - sussurrou ela encarando o desenhos em suas mãos. - Faz cada vez mais lembrar a minha Alice! - uma lágrima soltou do seu olhar, involuntariamente ia passar o meu dedo para limpar, mas em meia aste, parei.

- Tens mais alguma novidade dela?

- Não! - baixou o olhar.

Compreendi que não fosse uma assunto que ela gosta-se muito de partilhar, e que de algum modo a deixa-se frágil. Tinha de aprender aceitar a sua liberdade de guardar consigo mesma o conforto da sua tristeza.

Caminhei com ela ate a cozinha, Jasper já estava entrar, quando a correr uma vez mais os meninos chegaram. Como era claro como agua, olhei para eles, que logo exprimiram um "Desculpa".

- Cheira bem! - comentou Jasper. - Quem fez o jantar? - perguntou.

- Fui eu! - respondi.

- Muito bem, vamos lá ver se desta não deixas-te agarrar nada no fundo! - revirei os olhos.

- És muito engraçadinho, achas que és o rei da comédia! - desta vez era Caroline que respondia ao entrar na cozinha.

- Olhem só quem saiu da toca!

Peguei num prato para servir os miúdos, enquanto os adultos serviam-se a si mesmos.

- E tu, estives-te no teu ninho de rato com a tua ratinha, há desculpa, ela é uma gatinha, não? - gozou.

- Por favor meninos, a mesa não! - interferiu Carmen. - Acho que já estão muito bem grandinhos para deixarem vossas desavenças de lado para outras horas, ok? - ela falava séria. - E agora por favor comportem-se! - ela olhava de um lado para o outro.

Eu cá comigo mesmo nem sabia o que dizer, quanto mais pensar. Servi o meu prato, sentei.

- Mas ela é que começa! - protestou indignado com o rumo das coisas.

- Jasper, acabou essa conversa! - repreendeu ela.

O silencio se instalou na cozinha de tal modo que as moscas nem se ouviam. Acabei mesmo por terminar a minha refeição mais rápido do que o previsto. Jasper, Caroline e os restantes miúdos levantaram da mesa, arrumaram seus pratos e praticamente saíram da nossa vista. Apenas fiquei eu sem saber se devia ou não falar.

- Esta tudo bem Car..me..n.. - gaguejei com medo de levar uma bronca.

- Esta! Alias nem falei nada na frente dos miúdos mas tenho uma boa noticia para contar..

- A sério, qual?


Comentários

  1. Ah, Jane essa safada! Estava desconfiada de que fosse ela! Minha outra opção seria o Edward vindo tirar satisfações... hehehe

    Mas a garota já chega, vai beijando e nem dá chance pro menino se situar direito! Ooo dó! rsrsrsrs Mas vamos combinar que, mesmo um pouco surpreso, ele deve ter gostado disso, nem que só um pouco... ele parece um safadinho, sabe? rsrsrsrs

    Oh, Jane fugindo com o rabinho entre as pernas pra não ser pega pela mãe! Tive de rir... rsrsrsr Quero só ver quando Renné descobrir que a filhinha terminou o namoro com o Edward... O.O

    Concordo com a Carmen, a delegacia não é o lugar mais simpático para se visitar e tomar café. Até a sala da secretaria da escola parece um lugar mais divertido! rsrsrsrs Oh, mas será que Charlie vai poder ajudá-la de alguma forma? Isso seria muito bom!

    Maggie é uma figurinha, sem mais! rsrsrsrs Parece que, mesmo que impliquem vez ou outra, ela e o Alec estão se dando muito bem! É interessante ver a interação entre esses dois pequenos. :) Oh, Alec usando seus poderes! Mas foi por uma boa causa, certo, se não levaria um lápis bem no meio da testa! rsrsrsrs

    Charlie conseguiu um emprego para a Carmen, que fofo!!! Tenho pra mim que a Renné não faria esse esforço todo por uma quase desconhecida... Acho ela meio maluca, na verdade! rsrsrsrs Mas fiquei aqui me perguntando o que exatamente a Carmen vai ter de fazer... #curiosa

    Eleazar preparando o jantar, isso que é exemplo! hehehe Mas acho que ele não percebeu as farpinhas sendo trocadas entre a Care e o Jazz ainda, por isso não entendeu o porquê dela sair da cozinha... Aliás, parece que ele também está se apegando a essa nova família, não é? Fica feliz em ver seu filho nutrindo tanto carinho pela Carmen, e isso é muito fofo! *--*

    E mais uma vez, Jasper e Caroline começaram uma discussão! Se não fosse a Carmen, acho que se pegavam pelos cabelos! Ooo dó! rsrsrsrsrs Tenho pra mim que entre esses dois tem uma amor mal curado! hehehe

    Adorei o capítulo! Até o próximo...


    xoxo

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    Respostas
    1. Sim tenho de concordar com voce que essa menina Jane é um tanto ou quanto bem safada, mas como voce bem diz, o Jasper nao fica atras. Alias qual o homem que resiste a uma mulher oferecida, nao mesmo?

      Sim, a Jane tem com que um respeito muito grande pela mae, vai que ela descobre e deixa a sua menina de castigo sem aquelas coisas todas que ela gosta e tal.. né? A que precaver. E sim Renée vai ficar para morrer quando descobrir que depois voce irá assistir.

      É certo que o cenário nao foi o melhor, nao? mas necessário a conseguir da a Carmen uma oportunidade de emprego, que bom ela bem precisa, pois as contas da casa precisam de ser pagas, nao?

      Sim Maggie é uma menina que apaixona sempre que escrevo, sabe as vezes penso nela como sendo a Heidi de #Amor, que tambem é fofinha e tem ternura para dar e vender. Alec é bom menino tambem e as vezes ate bem demais, porque muitos em sua idade, nao sao tao calminhos, certo?

      Bom o emprego que Charlie ofereceu a Carmen, voce vai descobrir no proximo capitulo, mas posso desde ja dizer que pode ser uma mais valia a procura de uma mae sob sua filha.

      Eleazar e seus dotes na cozinha, nao? Ele de facto tenta a todo o custo manter a farsa a todo o vapor, entao precisa de cuidar da familia. E que bem que ele esta se saido.

      Jazz e Care estao muito mal resolvidos, e tudo a conta de uma dada loira e tal, que agora ela é a causadora, mas mais tarde ate poderá ser outros, que voce ainda vai descobrir mais a frente e rir muito talvez.

      É Carmen é um amor de pessoa, e os pequenos veem nela aquela figura que perderam em circunstancias devastadoras da vida. Alec perdeu a mae quando esta ficou doente, e pequena Maggie perdeu seus papas num acidente.

      Sim Carmen é quase que um braço de ferro nessa casa para manter os animos desses meninos calmos, se nao com Eleazar tudo vira bagunça. eheh

      Ainda bem que gostou, nao existe nada que me deixe mais feliz que isso :D

      Ate ao próximo..

      Beijinhos

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