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Coração de Robot - Capitulo 39 - Interrogatório

Capitulo 39 - Interrogatório

Lucy

Não lembrava da ultima vez em que havia conseguido dormir alguma coisa, sendo que nas ultimas 12 horas, o meu intenso sono não havia sido retomado.

Quando haviam casos complicados como este que acabava de iniciar, e de alguma forma não sabendo como acabar, ou ate mesmo resolver um outro pendente que de um modo ou de outro podia estar ligado.
A verdade é que de um modo, estava a falhar uma obrigação inteiramente minha, e Demi, não estando aqui, mas estando talvez pela hora no seu local de trabalho, regia da mesma opinião.

Eu tentava a todo o custo não falhar, de certa maneira ate tentar encontrar uma solução, que me leva-se a pensar que era hora de mudar, de dar tempo para nós, se não acabaríamos voltando a estaca zero, e no fim a separação repetida, ao qual dava-me muito sofrimento ter de recordar.

Ok, talvez tivesse que começar a ponderar em mudar algumas rotinas, incluindo, ponderar em pedir auxilio em determinados aspectos, e quem melhor para me ajudar que não a linda e adorável irmã do Demi, a Ashley. Ela era a minha cunhada, a mais querida e que de algum modo amava muito o irmão mais velho para o ver sofrer.

Oh claro esta que a minha intenção de o magoar era longe de ser essa, mas circunstâncias e as partidas não jogavam a meu favor.

O semáforo abriu o sinal, e eu ai retomei o caminho de volta a casa para tomar um duche que bem precisava e pena tinha de não ter tempo de passar pela minha adorável cama, pois o meu telemóvel já tocava impaciente, anunciando o meu atraso lá com o interrogatório que ia tirar umas valentes horas de sono.

Finalmente ao abrir a porta, tratei de me descalçar logo e cair no sofá, jogando tudo para o alto. O cansaço de uma noite e madruga fria, me deixavam tão deslocada de mim mesma, que me sentia a despedaçar ao cair nesse sofá quente e aconchegante.

Minutos depois de quase pegar no sono, o meu telemóvel começou impacientemente a tocar, e sem abrir os olhos, procurei ao apalpar onde ele possivelmente podia estar, mas pensando que inicialmente havia jogado tudo para o ar, ele podia estar em outro canto da sala, e talvez num estado deplorável.

Tratei de levantar, mesmo preguiçosa, mas quase a cair de tanto sono, e atendi com uma voz pouco satisfeita a maldita ligação, não tendo nem paciência de olhar no visor e ver quem requeria a minha atenção.

- Alô??

- Lucy?

- Sou eu mesma! - esfreguei o olho esquerdo mesmo ensonada e mal reconhecendo a voz.

- Lucy, esta tudo bem?

Tratei de sentar, porque estava quase a cair para o lado, e tentei puxar um pouco pela cabeça, mas não me ocorria quem podia ser do outro lado da linha.

- Quem fala? - perguntei inocente.

- Não acredito que esqueces-te que tinhas uma cunhada! - a voz parecia de uma pessoa ofendida.

- Ashley! - disse. - Desculpa, eu não olhei o visor, e nem te passa o sono que tenho, mesmo sendo horas de trabalho... - comentei olhando o relógio de parede que indicava o meu super atraso. - Há não! - levantei imediatamente. - Cunhada linda, importas-te que te ligue mais tarde? É que estou atrasadíssima!

- Sempre atarefada amiga, claro! Ate logo.

Ao desligar, corri como uma louca ate ao closet, preparando as roupas e de seguida indo para o banheiro onde já devia estar a sair, mas infelizmente entrar.

- Estou feita num oito! - sussurrei aborrecida procurando a pasta.

Alice

Apesar de não ter tido o cuidado de ter muitas horas de sono, sentia-me super bem disposta, apesar de não ter gostado muito da atitude do Jasper, que enfim, problemas toda a gente tinha.

Tratei de descer as escadas, indo ate á sala tomar o meu café, onde já estava devidamente sentada a comer, Kim.

- Bom dia Kim! - saudei ao sentar, e Luisy gentilmente servindo o meu café.

- Olá Alice, dormis-te bem? - perguntou simpática.

Peguei minha xícara e bebi um leve trago, e depois depositei na devida porcelana.

- Sim, desculpa ontem a noite, creio ter te acordado!

- Claro que não! Ora essa, eu é que ainda estava sem sono e então, acabei por encontrar-te por acaso no corredor... - comentou ela ao pousar a sua xícara. - Mas depois presumo que tenhas encontrado o teu marido... - comentou ela meio sorridente.

- Claro que sim! - sorri do mesmo modo e logo Jasper se juntou a nós na mesa em pleno silencio, claro.
Ao inicio mordi a própria língua por ter muitas e muitas perguntas, mas não seria uma boa ideia aborrecer o meu marido logo pela manha. Então sem muitas conversas terminei o meu café, onde com delicadeza, abandonei a sala, porem antes do abandono, deixei um beijo no meu amado, para não parecer uma indisciplinada esposa.

Quando ele estava com esses seus pensamentos ocultos, eu preferia o deixar na sua máxima vontade para que depois, ai com sua liberdade conspiratória, poder compartilhar, sem grande pressões.

Abri a varanda, onde estava um intenso e brilhante céu. Sai para o jardim, vaguei por esses relvados perfumados e intensamente verdejantes. E em meia distracção alguém não sei de onde toca-me no ombro.
Voltei a minha atenção recaída em outra hora nas flores a essa pessoa, e de certo modo me surpreendi, ao ver de quem se tratava.

- Jardineiro?!

- Esse jardineiro tem nome e é David! - mostrou sua astucia.

- Em que posso ajudar? - olhei com superioridade. - Não creio que vieste ate mim para pedir dicas de como cuidar desse lindo jardim! - ironizei.

- Agradecia que me poupasses aos comentários pouco amigáveis. - sorri falsamente. - Eu preciso da tua ajuda, e essa não me podes negar!

- E porque achas que eu perderia o meu belo tempo em ajudar alguém como tu?? - ergui a sobrancelha.

- Porque o que de certo modo o que eu preciso, pode ser útil a ti! - inclinei ligeiramente a cabeça para o lado direito.

- Não vejo em que sentido, mas estou curiosa e isso não posso negar. - sorri ajeitando uma mexa do meu cabelo ligeiramente.

Ele tratou de relatar toda a sua ideia, e de algum modo concordei em compactuar com sigo nessa mera loucura, que no fim de contas era algo que precisamente a muito tempo gostava de conhecer. Por outro lado, não encontrava meios confortáveis de chegar a concluir parte do plano.

- Lamento, mas tudo tempo um preço, e esse eu não sei se estou pronta a pagar! - falei sem grandes rodeios.

- Isso quer dizer que temes? - ele perguntou com certa audácia.

- Eu não falo pelo medo do que presumivelmente possa encontrar, mas pelo o que Jasper possa achar! - sorri sarcástica. - Se ele descobrir, o que não é difícil... - cortou.

- Só se tu contares, e como acho que não o farás, esta tudo certo! - olhou fixo nos meus olhos.

- És muito intimidador, mas fica a saber que não me deixas com medo! - suspirei.

- Ótimo, porque tudo o que quero é que sejas uma boa pessoa e me ajudes... acredita não estaria aqui agora a perder meu trabalho conversando se não fosse importante, assim como sei que para ti, também o é.
Olhei para o lado, depois para o outro.

- Ok, eu vou tentar ter acesso a essa maldita planta, e logo de seguida eu a entrego para ti! Combinado?

- Certo, senhorita Cullen!

Dito isto ele se afastou de mim da mesma maneira que se aproximou, desapareceu. Dentro da minha cabeça uma montanha russa começava a festa.

Lucy

Quando entrei no meu gabinete fui surpreendida por Nettie com umas quantas pastas na mão seguida de relatórios, o que me levava a pensar por leves e breves segundos que ela podia ser minha secretária, e não uma analista forense.

- Isso é que são horas de chegar? - questionou em tom de brincadeira.

- Não brinques comigo, porque estou para morrer! - resmunguei ao sentar na minha cadeira e logo de seguida ela despejar as pastas na minha frente.

- Antes que enterres os teus belos olhos na papelada, lembra-te que tens um casal ali fora para interrogar! - alertou ela, já na porta.

- Obrigada Nettie! - falei sem qualquer humor.

Os minutos seguintes foram de tal modo tão exaustivos, tanto que de algum modo a comparar detalhes de autopsia, com o relato do jovem casal tornava tudo muito inconclusivo, porque nem todas as peças encaixavam na perfeição do meu puzzel mental.

- Como disse, não vi nada que possa dizer ser grande suspeita a meu ver! - explicou o rapaz, segurando a mão da namorada. - Tudo o que sei é que antes de tudo acabar daquele modo que pronto, a doutora sabe, um homem, presumo que fosse um garçom de quartos, foi fazer uma entrega. - debrucei o cotovelo na mesa, de queixo na mão.

- E consegues descrever esse homem? - perguntei ao fazer uma breve nota logo de seguida num papel.

- Pelo que recordo, era moreno, alto e de certo modo musculado.

- Hum, estou a ver! - sussurrei anotando. - E depois, essa pessoa chegou a sair?

- Que nós déssemos conta, não. - quem respondia dessa vez era a rapariga.

Girei a caneta na minha mão pensativa, mas logo a peguei com precisão e rabisquei um ponto de interrogação na volta da descrição do homem.

- E de resto que mais ouviram? - retomei a questão inicial para ver se não havia sido deixado detalhe algum solto.

- Tudo o que falamos, foi tudo o que ouvimos, doutora!

- Ok! Como não sabem de mais nada, agradeço o vosso depoimento, e fiquem a vontade para vir ate aqui se lembrarem de mais alguma coisa, todos os detalhes são importantes.

- Sim, doutora!

- Obrigada!

Acompanhei-os ate a porta e voltando a estar sozinha, os pensamentos de "Miss Marple". Voltei a secretária e comecei a vasculhar as pastas, tirando minhas novas anotações e analisando os resultados.
Porem por mais vontade que tivesse de encontrar o culpado, o nome Alice Cullen não saia da cabeça.

- Parece que é uma pulga que terei de matar! - sussurrei.

Peguei no telefone.

- Margaux! - falei. - Faça-me um favor muito importante, convoque a senhora Alice Cullen para uma reunião, esta tarde. Obrigada!

Desliguei a ligação, e voltei a mergulhar no meu labirinto.

Kim

 O pequeno almoço desta manha havia me parecido muito desfocado do habitual nesta casa, que a meu ver, isso apenas queria dizer que o casalinho não estava a passar por uma boa fase, o que de certo modo eram pontos a meu favor, e talvez hora de começar a jogar com o baralho todo.

Terminei de dar a ultima medicação ao Simão e aproveite que ele ia retomar seu descanso para procurar Jasper, e informalmente conversar, ou então deixar soltar uma ponta solta de Alice e seu belo e negro passado.

- Tão irónico esse pensamento! - falei para mim mesma rindo.

Desci as escadas e reparei que Alice estava no jardim, o que tão cedo não seria uma interrupção para mim. Então tratei de ir ate onde sabia que Jasper estava sempre.

- Olá Jasper, estou não estar a interromper nada, não? - entrei dando uma leve batida em seu escritório.

- Não, entra Kim...

- Como estas? Então esta manha estavas tão calado ao pequeno almoço que estranhei... - sentei no sofá cruzando a perna esquerda.

- Estou bem, um pouco cansado apenas! - sorri de leve.

- Desculpa a minha indiscrição, mas ontem a noite parece ter sido bem atribulada... - desviei os olhos em sentidos opostos aos seus.

- Foi uma noite tranquila, nao vejo em que sentido queiras chegar... - ele encostou na cadeira cruzando os braços.

- Não foi o que me pareceu, a Alice parecia bem perturbada com a tua ausência... - cruzei os dedos em cima do joelho.

- Não vejo razões para isso, mas enfim, agradecia que pudesses mudar de assunto.

- Claro! Não quero aborrecer alguém que esta a ser terrivelmente enganado pela esposa... - levantei do sofá, indo ate a porta.

Ele levantou também pegando no meu braço pois a minha terrível e destruidora afirmação o estava a deixar intensamente desconfiado.

- Do que estas a falar? Kim, se tu sabes de alguma coisa, é bom que me contes! - obrigou-me a olhar em seus olhos.

- Eu não queria que ficasses a saber a verdade desse modo, mas eu como vossa amiga, penso que chegou a hora de te alertar para este assunto delicado. - ele ergueu a sobrancelha tal como previa.

- Fala!

- Bom, é triste saber uma verdade assim, mas... - cortou.

- Sem rodeios, Kim!

- Ok, então o Simão, ele não é filho da Alice, por isso também não pode ser teu filho, por mais que eu quisesse!

Ele ficou em estado de choque com a bomba que acabava de estoirar.

- O que?

- Isso mesmo que acabas de ouvir! É triste, mas a verdade é que a mãe verdadeira dele sou eu, e antes que me julgues, ao qual tens todo o direito, a Alice me chantajou. - fiz meu ar de inocente.

- Isso é terrível!

- Eu sei, mas acredita que não tive alternativa de o mudar que não agora que tomei coragem para contar isto. - baixei o olhar. - Por favor não comentes com Alice sobre isso, ela vai ficar furiosa e tenho medo do que ela possa fazer... o Simão esta tão frágil..

- Garanto que ao Simão não vai acontecer nada, porque eu não vou permitir.

- Obrigada!

David

Precisava mesmo que Alice não falha-se com a parte do combinado ao achar essa planta e com isso eu tentar de uma forma sensata analisar um ponto de fuga para chegar a Robot. Muitas coisas aconteceram nos últimos dias, talvez semanas, mas respostas exactas, ainda não tinha, e quem melhor para as entregar só Alice.

Reguei a minha roseira favorita, a da rosa azul que lembrava o ténue olhar que me apaixonava e que era a razão de eu ainda sonhar, por mais amargurado que este coração estivesse.

Ao terminar, peguei na tesoura de podar e começar a retirar com cuidado todas as folhas nuas, e aperfeiçoar o belo botão de cor que este roseiral tinha.

O tempo foi passando, a tarde apertava pelo intenso calor que o sol emanava, e Luisy lá dentro preparava uns belos cozinhados, que ate mim, chegavam os melhores cheiros que o mundo conhecia.

- Hum... Já cheira bem, Luisy! - falei um pouco mais alto para a senhora poder me ouvir, e ai levantar e arrumar as coisas que eu havia desarrumado e entrar nas traseiras para comer.

Ao sentar a mesma comecei a petiscar seu belo prato e foi de chorar e comer por mais, porque estava uma delicia a ementa.

- Se a minha tia estivesse aqui, ficaria com ciumes! - comentei ao pegar um pedaço de pão para limpar as bordas do prato.

- Com toda a certeza que a senhora sua tia cozinha tão bem quanto eu... - respondeu a senhora.

- Não digo que não, mas comidas boas não se comparam! - ri.

- Tem razão menino!

Alice

Quando voltei para o interior da casa, corri apressada ate ao cofre que Jasper tinha no quarto, bem por de trás de um grande quadro de um pintor Italiano, que havíamos comprado em 2004.

Quando entrei no quarto, apenas recordei de trancar a porta por de trás de mim, pois os cuidados teriam de ser redobrados, apesar de não estar a cometer crime algum.

Digitei o código, e nervosa como estava falhei uma vez, duas... ate a terceira conseguir. Abri e de lá encontrei a planta que precisava e inspirava a cuidados para em tempo recorde a voltar a colocar no sitio.

Tendo já o documento em mãos, preparei-me animada para ir ter com esse jardineiro que estava de tal obcecado e fui impedida com uma repentina ligação que me obrigava a ter de responder, pois não reconhecia o numero, pois os dígitos, assim não indicavam. Atendi.

- Alô?

- Bom dia, estou a falar com a senhora Alice Brandon Cullen? - perguntou a pessoa do outro lado da linha.

- Sim, é ela própria, em que posso ajudar? - mostrei meu total empenho.

- A senhora esta a ser convocada para uma reunião aqui no departamento da policia, esta tarde! - pisquei os olhos incrédula.

- E posso saber qual o teor do assunto, em questão?

- Lamento essas informações apenas são dadas pela investigadora, no horário da reunião.

- Claro, obrigada!

Desliguei e voltei a arrumar o documento, pois neste momento tinha outros assuntos pendentes a requerer minha atenção. Então tratei de sair do quarto e segui rumo ao alto das escadas para ver se me despachava.

Ao pegar a chave já no andar de baixo, escuto passos apressados atrás de mim, mas não olhei, pois tinha de ser rápida, se não queria apanhar transito.

- Alice! - chamou. - Alice!

- Agora não posso meu amor, mais tarde, ok?

Sai pela porta fora, a correr ate ao carro.


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