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Coração de Robot - Capitulo 42 - Buscas da Robot!

Capitulo 42 - Buscas da Robot!

Então sem que ela percebesse entrei uma vez mais na casa, pouco ligando para os seus comentários pouco amigáveis, tanto que a sua educação, já havia ganho melhores dias.

Luisy percebeu da minha entrada e como boa senhora que era tentou impedir que eu pudesse entrar por essa casa dentro e arranjar uma valente confusão, talvez uma conhecida 3 guerra mundial.

- David, não faças nenhum disparate! - advertiu a senhora de meia idade. - Lembra-te eles precisam de nós, mas somos nós que precisamos mais deles.

- E eu lá preciso da esmola dos outros, Luisy! - falei quase se maus modos sem que a senhora tivesse culpa alguma. - Desculpa Luisy, mas ela deixa-me assim, sem paciência.

- E esse "ela" é a dona da casa! - fez aspas com os dedos.

- Que seja, eu não vou desistir enquanto não encontrar a minha Alice! - falei.

Fiquei parando na porta que dividia a margem traseira da sala com a cozinha, e comecei a bater com a cabeça impaciente nela.

- Porque não falas com o doutor? Olha eu conheço ele, e sei que é boa pessoa. - tentou advertir-me de uma acção mais correcta. - David! - olhei nos olhos dela. - Não deixes que o erro seja mais forte do que concerto!

E suas palavras é certo que não saíram mais da minha cabeça, mas ainda assim foquei, iria tentar, nem que fosse a ultima vez de fazer pelo justo sem que o pecador pagasse.

Voltei entrar na sala, e ela mantinha a sua postura de dona de seu nariz sentadinha no sofá lendo ou observando revistas de "Cosmopolitas" ou "Magazine". Aproximei dela, não arredando pé quando ela subiu seu olhar ate mim.

- Não vais desistir, não é? - a sua pergunta tornou-se retórica. - Já percebi que não. - falou ela por fim.
Levantou-se, pousou a revista e colocou as mãos na cintura olhando para mim com cara de sonsa, que no fim de contas era a sua cara de sempre, apesar de ser tão igual a quem eu amava, que enfim apenas tinha a mesma postura, mas o seu pensamento era diferente.

- Vem eu vou mostrar para ti a maldita planta, parece que vai interessar.

Acompanhei-a ate a escada parando logo no primeiro degrau, dado que era má educação acompanhar uma donzela ate seu quarto sem que as cabeças voadoras desse lar pensassem outras coisas, que não eram nada minha intenção.

- Vais ficar ai? - perguntou ela ao olhar para trás e perceber que eu havia parado. - Tudo certo, acho bom mesmo que fiques. Eu volto já! - sorriu e continuo a subir.

Desci o degrau e fiquei a espera dela com as mãos pousadas na minha algibeira. Esperava agora sinceramente que ela não demorasse, porque eu não teria o dia todo para esperar por si. Pois tinha coisas mais importantes a resolver, do que requerer a apenas a sua atenção.

Jasper

Depois que o médico deixou que eu pudéssemos entrar e ver o Simão estava, foi como tomar uma lufada de ar fresco. Em momento algum havia sentido tanto medo na minha vida como nos últimos tempos andava a sentir.

O Simão podia não ser meu filho, podia não ter meu sangue a correr em suas veias fracas e menores, mas sentia como se ele fosse meu. Porque sempre havia aprendido com a vida que pai não é quem nos dá o ser, mas aquele que nos cria e dá o amor que necessitávamos.

Então eu seria um pai que ele não teve, que teria o prazer de sentir uma actual paternidade que em pequeno perdi, mas ganhei de outros modos, mas nunca desvalorizando o verdadeiro valor do afecto e do amor.

- Como estas campeão! - sentei ao seu lado dando carinho na sua testa e percebendo que já estava a temperatura bem mais normal.

- Estou muito bem! - respondeu ele sorrindo. - Quando vamos para casa? - perguntou ansioso.

- Quando tu quiseres! - falou Kim desta vez, quase tirando de minha boca as palavras que iria falar.

Haviam momentos em que sentia que estava a mais num sonho de mãe e filho, mas não, eu apenas estava a fazer algo que um pai ausente não estava a proporcionar a essa criança.

Podia não ter os meus próprios filhos para levar ao médico, podia não ter mais a minha própria mulher para seguir junto de si a sua gestação materna, podia nunca ouvir chamar de avô um dia. Tudo isso deixava-me a viver sonhos que ate a bem pouco tempo estavam tão reais.

Eu sonhava que era pai do meu primeiro filho, Alice a mãe que dizia ser boa, e no fim de contas era tudo uma mentira.

Sai porta fora quando percebi que eles estavam demasiado intervertidos, e como eu era um "estranho" não iria fazer falta. Porém Kim não demorou muito para seguir atrás de mim e pegar na minha mão de forma terna.

- Eu sei o que estas a sentir! - olhei em seus olhos. - Eu também senti tudo isso quando o meu filho foi tirado de mim. - suspirei. - Senti um grande vazio quando fiquei longe dele, vazio esse que ainda sinto quando penso do que podia ter vivido uma vida longe de tudo e não vivi.

- Lamento que tenhas passado por tudo isso. - dei um abraço nela confortante. - Sei que agora é hora de compensar. - soltei do abraço e limpei as lágrimas que normalmente um homem não chorava, mas que quando elas apareciam, era porque o peso das circunstâncias assim o indicava.

Entrei com ela uma vez mais e finalmente saímos com Simão indo para casa, porque era lá o seu lugar e o meu também.

Lucy

Quando abri a porta do apartamento eu apenas ia focada com o facto de ir para deitar na minha cama sem outras esperas de mais nada, mas eis que sou surpreendida com um "SURPRESA". Mandei um salto tão grande que acho que foi o suficiente para ficar desperta por mais umas tantas horas.

- Olá meu amor, eu sabia que ias chegar, por isso eu preparei esse jantar que não é tão romântico como eu esperava retribuir, porque tenho alguém que veio para se juntar a nós. - olhei para ele meio confusa aos pousar as coisas no sofá de canto.

- Demi, será que sirvo vinho verde ou tinto? - perguntou Ashley saindo da cozinha com duas garrafas na mão, e eu abri a boca num "O".

- Ashley?! - perguntei involuntária.

- Oi Lucy, ainda que chegas... qual delas preferes? - pousou as garrafas na mesa e saltitou ate mim para cumprimentar.

- Na verdade isso vai depender do que for a ementa! - falei eu, dando uma olhada no meu namorado.

- Hum deixa-te que diga que vai ser comida chinesa, porque foi o mais rápido que encontrei e chega em 4, 3, 2, 1... ups parece que já chegou! - foi na porta quando a campainha suou.

Acomodei-me na mesa como se fosse uma princesa em um castelo que é servida pelos seus criados. Demi era um cavalheiro autentico a servir o meu copo com vinho que no fim de contas optamos por tinto.

Ele sentou a minha frente e pouco tempo depois já Ashley trazia em mais o nosso jantar quente e cheiroso.

- Bom espero que esteja do vosso agrado, mas de certo que vai estar, este restaurante serve uma comida divinal. - falava ela enquanto se servia.

Confesso que comida de pauzinhos não era nada do que esperava para a noite, mas enfim eu ia aceitar, ate porque não teria mais nada para comer, certo?

- Então como correu o teu dia meu amor? Ontem... quer dizer esta manha já não estavas em casa, de certo não dormis-te! - comentou ele.

- Não para ser franca ainda não fui a cama! - respondi eu comendo.

- Estas com cara de quem precisa de férias, e olha que o meu irmãozinho é bem capaz de as tirar só para ficar contigo. - piscou o olho.

E de baixo da mesa já sentia os toques deles, e de certo que eu acabaria sendo tocada sem querer no meio da confusão familiar.

No fim de contas o jantar não estava a ser mau, afinal de alguma coisa estava a compensar o meu namorado que no meio de tudo era quem mais saia projedicado por conta de tantos erros meus.

Por outro lado ele estava bem disposto, talvez Ashley como sua irmã estivesse com algum dedo em tudo, e no fim de contas a ideia de recorrer a sua ajuda não foi em tudo má ideia.

(...)

Quando já ia para lá da hora eu tive que despedir-me da minha cunhada fofa e apenas acompanhar o meu namorado lindo ate ao quarto onde iria seguir os planos de Maggie de pedir uma massagem que em três tempos me deixaria a dormir. E dormir por conta de uma massagem era como dormir numa nuvem em que o pesadelo não existia, mas o sonho persistia.

- O meu amor precisas de miminho! - falou ele.

 Então pegou-me no colo e levou até cama deitando-me com cuidado e descalçando os meus sapatos, e dar aqueles pequenos beijinhos que uma garota arrepiava toda, e simplesmente crescia logo aquele desejo.

Alice Original

Ao voltar a sala entreguei nas mãos do jardineiro o que queria e falei em sussurro mais baixo que o possível para ele esperar por mim na estufa que em três tempos o iria ajudar, mesmo que o meu interesse não fosse mutuo ao seu.

Ele cedeu e saiu, dando as costas a mim, e eu simplesmente voltei a sentar no sofá, ligando a TV quando por poucos minutos  um carro chegou fazendo aqueles sinais de luzes para lá da janela.

Não levantei para ver como em outra hora faria, ao invés disso eu mantive o meu estado quieto, não criando euforia, porque estava muito magoado com o meu marido, se o assim podia continuar a chamar, e amiga que no fim de contas era mais uma inimiga.

Eles entraram como se nada fosse, com muitos sorrisos, Jasper trazendo o menino no colo e a idiota aqui a observar sem uma recepção de "boa noite", porque ao fim ao cabo eu ai era a dona da casa em parecia com ele, ou não? Ou será que eu já teria perdido esse direito?

- Boa noite para vocês também! - levantei cruzando os braços.

Jasper ignorou e seguiu em frente com a criança nos braços subindo as escadas de seguida. Mas a Kim ao contrário do que esperava permaneceu a olhar para mim.

- Tu és uma traidora! - lancei a minha primeira farpa.

- Engraçado, não sei do que estas a falar! - fez-se de sonsa.

Haviam duas coisas que eu não tolerava nas pessoas, principalmente aquelas que a gente pensava serem nossas amigas e que no fim ainda eram piores que almas vendidas ao diabo. Eu não tolerava pessoas de baixo nível, sonsas e ainda mais aquelas que nos fizessem passar por parvas ou idiotas como agora sentia.

- Achas que eu não ia descobrir o facto de ter traído a minha confiança? - dei um passo a frente.

- O Jasper merecia a verdade, mais que toda a gente sabias isso! - bateu o pé.

- EU É QUE DEVIA TER CONTADO! - comecei a gritar que nem uma louca. - Não tu!

- Engraçado, perdes tão facilmente a cabeça. - ironizou.

Achava que não havia ninguém pior que a Maria, mas no fim de contas todas as cobras tem suas espécies em que umas eram mais venenosas que as outras, e talvez o veneno da Kim ainda fosse pior do que eu imaginava.

- E quem és tu para falar, hum? Por acaso contaste ao Jasper que concordas-te em eu trazer a criança? - comecei a rir da sua cara. - Espera, eu roubei o teu filho, né? - gargalhei animada na sala.

A história que vivia nesse momento mais parecia um teatro daqueles que nem direito a ingresso tinham de tão frouxos que eram.

- Eu contei tudo, e sabes, ele ficou do meu lado! - esticou a sua cabeça na minha direcção como se isso me fizesse medo.

- Isso é porque ele ainda não conhece o tipo de cobra que tu és, porque quando conhecer, podes ter a certeza que vais para a rua com uma mão a frente e uma mão atrás. - estiquei também a minha cabeça para ela, fazendo frente a suas ameaças e suas oferendas.

- Isso jamais vai acontecer, sabes porque? - inclinei a cabeça para o lado direito. - Porque o Jasper esta caidinho por mim, e quem vai para a rua daqui por um tempo serás tu, ou melhor não sei se o teu destino não será um hospício ou na prisão, qual escolhes? - questionou pegando a revista fingindo a ler.

Tirei-a logo de suas mãos muito irritada.

- Isso jamais vai acontecer! - gritei uma vez mais.

- Estas a ver como andas desequilibrada? - altivo a voz. - Alice para, socorro! - começou a gritar mais alto, e logo Jasper apareceu a correr pelas escadas.

Eu não estava a fazer nada mais do que discutir e ela já estava a dar conta de um teatro bem ensaiado, um daqueles que faria uma alguém tão como o Jasper acreditar.

- O que se passa aqui? - olhou ora para mim, ora para ela.

Estava completamente indignada com a forma absurda como Kim tinha capacidade de tanto disfarce a seu favor, é certo. Ela estava manipular todo o jogo a seu prazer.

- Essa louca estava a tentar matar-me! - ela falava como se eu não estivesse presente.

- Alice estas a ir longe demais! Sai! - gritou comigo, ao qual apenas sai pela varanda não tendo mais estômago para olhar essa impostora de classe baixa.

Ao atravessar as portas do jardim, eu ainda não estava em mim, não conseguia acreditar no que a minha amiga estava a fazer comigo, com a minha família, com a minha vida.

As minhas lágrimas corriam por meu rosto involuntárias, sem acção oposta. Eu não via por onde andava, eu não tinha rumo.

- Alice! - alguém pegou o meu braço puxando para um espaço que não estava a identificar bem. - O que aconteceu? Esqueces-te do combinado?

Fechei e abri os olhos umas tantas vezes e vi que a pessoa que acabava de ajudar era o jardineiro.
- Jardineiro! - sussurrei.

- Esta tudo bem? Precisas de algum copo de agua? - perguntou ele pegando num copo e servindo, ao qual bebi sem represálias.

- Obrigada!

Depois de recuperar mais ou menos do episódio devastador que a minha vida havia sofrido, eu tentei focar em outro ponto, na busca desse laboratório, da sua robot.

- Vamos ao que interessa! - disse eu.

- Tu não estas bem, eu preciso que fiques bem primeiro.

- E lá eu preciso que alguém importasse comigo? - deixei escapar a minha rudez. - Desculpa, eu não quero falar sobre isso, por isso agradecia que respeitasses.

E ambos focamos os olhos nessa planta, onde encontramos uns pontos subterrâneos  na casa que estavam fechados com portas e cadeados que facilmente alguém de punho os arrebentaria.

- Vamos a isso?

- Mas agora?

- Claro, quanto mais rápido melhor. - sorri aceitando.

Saímos equipados de lanternas na mão para o primeiro trilho, David ia na frente para o caso de haver alguma coisa errada e preparar-me para o efeito de poder ajudar, mesmo que eu não fosse grande ajuda.

Então achamos a tal porta de madeira antiga e cheia de ervas que metiam nojo apenas de olhar, só que eu precisava de conter o meu arrogante lado desligado. Então ele arrumou a porta e percorreu-se um intenso e escuro canal.

Os barulhos que conseguia ouvir, eram apenas dos nossos passos nesses pequenos embuçados lagos de agua que pelo cheiro parecia de esgoto. Comecei a ficar enjoada, e com vontade era de voltar para trás.

- Eu não consigo, é um cheiro insuportável! - falei eu.

- Não vais desistir agora! - disse ele. - Anda, tapa o nariz com isto, não será mais um problema.

Coloquei a mascara e o cheiro realmente dissipou, mas o medo e o nojo permaneciam lá, por mais coisas que dissessem. Vi um rato bem a frente da bota, comecei a morder-me por dentro para não gritar, mas foi inevitável e então saltei para o colo dele.

- TIRA-ME DAQUI! TIRA-ME DAQUI! - parecia uma estérica pedindo para sair.

Kim

Depois que Jasper aparecer e Alice receber uma descasca daquelas que eu ansiava tanto por ouvir, tive vontade de festejar, mas não podia fazê-lo na frente dele, como era óbvio, então permaneci com o meu teatro.

- Estas mesmo bem Kim? - perguntou ele acompanhando ate ao quarto.

- Esta tudo bem obrigada! - disse por fim, ao abrir a porta. - Eu acho que mereci ouvir essas coisas dela...

- Não mereces-te coisa nenhuma! - ficou parado na porta comigo. - Alice não tinha esse direito, e se depender de mim, ela não volta mais a fazer nada contigo, eu prometo. - sorri.

- És um homem bom! - sussurrei ao aproximar o meu rosto do dele, mas ele simplesmente o virou fazendo com que o beijo caísse sobre sua bochecha.

- Boa noite, Kim! - ele seguiu ate a seu quarto.

"Jasper, Jasper ainda vais ser meu!" pensei comigo mesma ao fechar a porta atrás de mim.


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