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Dust in the Wind - Capitulo 4 - Problemas

Elena estava a chegar em casa quando ao tirar as chaves da sua bolsa viu que acabava de cair uma mensagem no seu facebook e não era de qualquer rapaz dos seu circulo de amigos, ou algum fã de suas fotos de biquíni, era simplesmente a Caroline, a sua melhor amiga.

Ela apressou-se imediatamente abrir a porta e pousar as coisas todas elas em cima da mesa e saltar para o safá, ficando de bruços, e ler a mensagem deixada pela amiga. Ela clicou em abrir e começou a ler em voz alta.

"Lena, eu hoje tive um dia estranho, conheci o meu vizinho do lado, ele é lindo de morrer, ai amiga. Por favor vem cá assim que possível e se conseguires repassa a Bonnie estou louca para contar a ela também. Xoxo"

Elena sorriu toda animada com o que acabava de ler, e a tia Jenna já entrava de imediato na sala percebendo que a sobrinha acabava de chegar de mais um dia de aulas.

- Oi Lena! - saudou a tia animada indo beijar o alto da testa da jovem que ainda estava deitada no sofá de barriga para baixo observando mensagens no aparelho telefónico.  - Como correu teu dia, querida? - perguntou esta com o seu papel de tia responsável e preocupada, embora ela fosse tal adolescente em pensamentos quanto a sobrinha.


- Oi tia! - saudou de volta a garota que não tirava os olhos do aparelho enquanto digitava uma mensagem para a Bonnie. - O meu dia correu lindamente.... - sorriu e saltou para o chão num pulo, indo ate a tia e dando um beijo no rosto que logo em seguida saiu porta fora numa grande impolgação.

Jenna não sabia que mais dizer, sendo que a sobrinha era bem difícil no dizia respeito a travar conversas em família, sendo que ela era tão mais complicada que o irmão que andava uma vez mais numa daquelas suas crises adolescência e ideias pouco agradáveis que davam muitas dores de cabeça.

É certo que os jovens Gilbert haviam superado bem a falta dos pais, ficando a viver em Mystic Falls com a tia, contudo por mais que esta, se esforça por ser pai e mãe, nunca seria eles, porque enfim essa tarefa era única e insubstituível, certo?

Elena já estava atravessar o portão de sua casa quando deu de caras com o casal, que na medida do possível queria manter distancia, então quase que deu as costas e voltou atrás, porem a jovem Pierce percebeu de sua presença e não parou enquanto não conseguiu chamar atenção da jovem Gilbert.

- Elena! - falou ela com certa ironia na voz, enquanto arrastava Stefan atrás de si como cola. - Já vais embora, eu pensei que ias sair! - comentou ela rindo, e virando o rosto para beijar Stefan nas barbas da garota que forçava um sorriso mesmo que a vontade fosse de correr para o interior da casa e não olhar mais para a cara de idiotas deles.

- Katherine vai dar banho ao cão! - e dito isto a morena bateu a porta na cara da outra.

Stefan não gostou muito do tipo de provocação que a namorada acabava de insinuar, porque por mais que não tivesse nada com Elena, ainda devia respeito e tudo o que no momento não queria era provocar uma sensação de embaraço maior.

- Era necessário esse teatro todo, Kath?! - ele repreendeu a namorada que acabava de gargalhar a atitude da outra jovem. - Já disse que a Elena e eu não temos nada e que não faz sentido tanta provocação. - alertou ele pegando no pulso dela que o olhava irritada por de alguma forma ser contrariada na sua brincadeira.

- És um chato! - falando assim ela soltou o seu pulso da mão dele, saindo uns passos mais a frente, que fizeram Stefan ir logo atrás da rapariga tentar reatar algum problema.

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Se por um lado uns estavam com problemas, outros ainda não viam a cor ou a hora de deles começarem, como era o caso de Niklaus que estava a espera de uma maldita resposta de Cami que só girava em torno de rodeios.

- Como não vais responder a minha pergunta, agradeço que me deixes em paz, ok? - o rapaz falhou batendo pulso na ombreira da janela ao assistir a uma espécie de piropos de vizinhos na rua, ao qual não deu qualquer tipo de crédito.

- Estragas sempre tudo, és impressionaste! - sussurrou ela, mas a voz não vinha do aparelho, a voz que ele escutava vinha de trás de si, como se a pessoa estivesse o tempo todo próxima dele, sem perceber. Niklaus ao perceber disso olhou de imediato para trás.

- Cami, o que fazes na minha casa? - perguntou ele incrédulo ao ver a pessoa na sua frente. - Como sabia que eu estava aqui? Em Mystic Falls? - ele voltou a perguntar, mas a garota não parecia redutível, tanto que começou com o seu jogo de charme, aproximando dele. - Cami para! - pediu ele, mas ela não estava nem ai para o que ele pedia, simplesmente o beijava em várias partes do pescoço, como se essas fossem armas poderosas de sedução.

Ele não gostando do rumo que o joguinho da loira tomava a empurrou, recompondo sua camisa que a garota acabava de desabotoar. Ela pelo olhar que tinha em seus olhos parecia obcecada, doente, e ele não queria nada disso para si, pois em sua cabeça já girava outra pessoa, e ela não era de certeza.

- Vai embora, deixa-me em paz! - pediu uma vez mais ele, caminhando para a porta e abrindo de seguida. - Sai! - apontou o dedo na direcção da rua.

Cami não gostou do facto de estar a ser posta na rua que logo começou a protestar.

- Tens outra não é? - ele virou a cara. - Nik, tens não tens, fala! - gritou ela que logo ele colocou a mão na boca a tapando, para que ninguém na rua pudesse escutar o seu escandalo de mulherzinha abandonada.

Sendo que de escândalos Cami era perita, pois Niklaus nunca havia esquecido um dos mais fortes e horríveis na zona do Fresh Quarter, onde toda a gente nessa noite de festa ficou a chuta-lo por todos os sentidos, incluindo o tio de Cami, que ate a um bom tempo era um grande amigo e apreciador de sua amizade do rapaz por ter sido um grande impulsionador na mudança de vida da sobrinha, contudo quando o jovem deixou a namorada para partir, e por consequência disso a relação já não estava boa, foi a gota de agua.

Por mais que ele estivesse com a sua consciência tranquila de ter dado o tudo pela relação, agora não fazia sentido tocar em fins do passado como ele gostava sempre de pensar, e como de algum modo sua mãe, antes de morrer havia ensinado. Por isso o agora para ele era um simplesmente momento em que a jovem de diante de seus olhos não fazia parte.

- Vai-te embora Cami e nunca mais apareças a minha frente! - a garota acabou cedendo, mas o seu olhar mostrava tudo, mas não uma "não volta".

Quando Niklaus voltou a ficar sozinho, sentiu um tipo de remorso por ter sido tão rude com ela, porque no fim de contas ele não era assim, mas a verdade é que a jovem havia tirado todo o seu sério e isso já era uma boa razão para ele estar no estado que estava, em pura revolta.

Quem pelo caminho não parava de resmungar era Cami que não aceitava o facto de ter sido rejeitada pelo ex-namorado que no passado havia sido louco por ela, no entanto esse sentimento havia sido muito bem esquecido, tanto que ele estava irredutível nas suas ideias, mas ela não desistir, porque isso não era do seu feitio.

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Caroline regressava uma vez mais ao seu quarto depois de deixar a cozinha toda arrumada e cheirosa. Ela sentia-se meramente cansada, contudo nada de preocupar, pois sua doença já de si era cansativa. Então acabou mesmo por deitar na sua cama, aninhando bem sua cabeça na almofada de penas de ganso.

Ela estava mesmo pronta a dormir, quando o telefone de parede da cozinha começou a tocar, ela podia jurar que alguém estava a fazer isso de propósito, como se tivesse um dedo que advinha-se quando ela se recolhia, ou simplesmente estava pronta para atender.

Como o aparelho não ia calar, e talvez o único modo que encontrasse para o silenciar fosse caindo, ela levantou indo ate lá a correr e atendeu logo antes que a chamada terminasse.

- Residência dos Forbes! - falou ela com uma voz cansada para ouvir uma voz super preocupada da mãe do outro lado da linha cheia de perguntas que não deixavam sequer a garota falar. - Mãe! - Caroline revirou os olhos.

- Como correu a consulta princesa? O que a médica disse? Quando é que fazes mais exames? - eram tantas perguntas que a rapariga se sentia perdida ao agarrar o fio do telefone.

- Podemos falar em casa mais tarde? - a xerife percebeu na voz da filha que talvez a estivesse aborrecer e acabou mesmo por ceder ao pedido da jovem.

- Ok, filha! - Caroline abriu um sorriso tão grande que ate esquecia que estava cansada. Mas antes que pudesse desligar, já a mãe dava uma ultima recomendação. - Caroline, se sentir-te pior por favor vai ao médico, ok?

- Sim mãe! - respondeu esta num fio de voz.

Quando a chamada terminou ela podia suspirar de alivio, porque a mãe finalmente havia parado com o seu lema de perseguição.

Nessa expectativa, voltou uma vez mais ao quarto e ao deitar na cama, começou a olhar para o apetecível diário que um dia as suas amigas haviam oferecido em seu aniversário.

Ele a convidava para um boa descrição de um dia, mas ela estava tão preguiçosa que não deu ao trabalho de o pegar e escrever como quase sempre fazia, sendo que nesses dias de falha, ela não o fazia pelo simples facto de não estar bem disposta.

Não que esse fosse o caso do momento, ate porque ela se sentia mais ou menos enérgica, mas enfim ela ia dormir mesmo, antes que alguém mais lembrasse de interromper a sua vontade.


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