Rebekah, ainda continuava revoltada com a atitude do seu melhor amigo, por ter sido um perfeito idiota no intervalo da manha, em que ela simplesmente havia escolhido a companhia do Tyler para passar o tempo. Porem era difícil para ela entender tanta revolta, sendo que raramente estava nesse impasse com ele, pois a amizade de ambos valia mais que um simples desentendimento.
Ainda assim ela ia tentar reatar a amizade com ele, por mais erros que ele pudesse ter cometido, nunca deixava de ser seu amigo, pois já se conheciam desde o tempo da infância em que juntos haviam crescido e sido criados, quase como irmãos.
Sendo que a jovem sempre havia sentido uma pequena atracção por ele, ou seja aquelas chamadas "paixões de infância", só que Niklaus nunca havia tomado conhecimento desse tipo de sentimentos da loira, que apenas a via como uma irmã mais nova a quem pudesse cuidar, embora sua mãe nunca em momento algum tivesse dado um irmão.
A garota chegava em casa naquele momento cheia de pensamentos em sua cabeça que quando o tentar colocar o seu carro na garagem acabou mesmo por bater, para sua grande revolta. Ela nesse instante ao sair para ver os estragos que havia deixado no veiculo, esfregou os cabelos irritada ao ver que tinha amarrotado parte do capo batendo numa pequena saliência do muro da casa.
Ela já prepara sensivelmente os ouvidos para ouvir do pai que não ia gostar nem um pouco do presente que a filha ia deixar para ele. Rebekah ainda pensou em ir buscar alguma coisa para disfarçar o seu disparate, contudo por mais que ela limpasse, tentasse concertar, o erro não saia.
Foi nesse instante que não sabendo mais o que fazer que lembrou de recorrer ajuda do seu amigo que pensando bem era uma boa ideia para que pudessem reatar algum erro entre eles.
Tendo na cabeça essa ideia, correu a porta traseira do carro e tirou de lá o seu aparelho telefónico, digitando de imediato uma ligação para ele.
Niklaus não estando com cabeça para nada, trancou-se uma vez mais no seu sótão que no fim contas não era um simples refugio para as suas pinturas de momentos, mas o seu aparelho começou logo a vibrar, ele podia jurar que era a imprestável da Cami uma vez mais com suas atiradas ideias para o chatear, quando ao olhar o visor ele viu que se tratava de outra pessoa, então não pensou duas vezes e atendeu de imediato.
- Rebekah, algum problema? - perguntou este alheio a situação, contudo a jovem do outro lado, já não sabia mais o que fazer enquanto observava os estragos deixados anteriormente em sua distracção desastrosa.
- Eu posso dizer que é um problema dos bem grandes! - respondeu a loira muito nervosa, mas sem humor que o jovem percebeu logo que era alguma mais grave do que um talvez simples problema de matemática. - Preciso que venhas imediatamente ate a minha garagem, eu bati com o carro do meu pai. - falou ela quase em tom de remorso. - e pior de tudo é que eu não contei para ele que queria levar o seu "Renalt" para a escola. - ela começou-se a descabelar toda.
- Calma, Bekah! - tentou tranquilizar a situação Niklaus, desligando em seguida a ligação e correndo de imediato para lá, antes que a rapariga nervosa fizesse mais algum erro.
Caroline acabava de acordar quando ao escutar o seu despertador percebia que era quase hora do jantar, que possivelmente a sua mãe estaria em muito pouco tempo em casa e pronta a começar a encher a cabeça da filha com perguntas, todas elas quase que desnecessárias.
Contudo a loira queria fazer uma surpresa para ela, preparando um jantar delicioso e daqueles de comer e não conseguir parar, pois assim teria muitos pontos para ficar em silencio de respostas curtas.
Pensando assim ela começou atacar nas panelas, pegando do cesto também as cebolas que faziam qualquer um chorar involuntariamente, sendo que essa era a arma mais poderosa que um pessoa tinha para fingir lágrimas a séria.
Quando já colocava a panela em lume brando a campainha tocou. Ela limpou de imediato as mãos as costas do pano e correu ate a sala olhando perímetro pelo olho central e ver quem era. Começou logo a sorrir quando viu que se tratava das suas amigas e abriu a porta toda sorridente.
Elena correu num abraço grande para cima da amiga, e Bonnie não ficou indiferente, pois já se juntava também fazendo uma grande risada nelas por ter aquela sensação de cocegas na barriga de tanto rir.
Depois de uma recepção calorosa, elas acompanharam a jovem ate a cozinha, de onde saia um cheiro muito agradável, ao qual era impossível não comentar.
- Que cheiro delicioso! - disse Elena. - Se a minha tia não estivesse a preparar uns "cannellonis" eu juro que comia aqui. - falou a jovem ao sentar no banco e debruçar-se sobre a mesa.
Ao seu lado Bonnie sorria, e começava com aqueles olhos de quem estava a espera de saber a grande novidade que Caroline tinha de tão importante para revelar.
- Pois é, Care o que tens de tão bom para contar? - perguntou a morena que já começava a cotovelar a outra ao lado que não parava de teclar mensagens com o namorado. - A Elena contou que tu tinhas conhecido o teu vizinho do lado... - puxou o assunto, e a loira começou de seguida a corar como tomate, o que era quase inevitável.
- É verdade, sim! - respondeu a jovem, tirando o olho para a panela que fervia. - Foi um encontro banal, não aconteceu nada, ne? - a morena inclinou a cabeça, arrecadando o aparelho no bolso. - Eu, precisava de detergente para a loiça e depois...
- Não sabias ir a minha casa? - questionou Bonnie toda empolgada, mas quase estragado a narrativa da amiga.
- Bonnie! - beliscou Elena ao seu lado que fez a jovem dar um "ai" de dor, mas que ela percebeu que essa não era bem a ideia.
Caroline perdeu-se de imediato numa grande risada que fez as duas amigas a sua frente perceberem tudo, mas absolutamente, sem grandes explicações, porque em matéria de imaginação elas eram boas, talvez uma mais que a outra.
- Tu e ele, ele e tu! - começou a gesticular a garota. - Nem um beijo? - a rapariga parecia meio desiludida, mas logo parou com o seu ar de atirada em relações e percebeu que a amiga não era do tipo de pregar garras em uma primeira oportunidade, como esta havia feito no Damon.
- Não nada disso, eu já disse que foi um encontro casual... - explicou ela novamente tirando o testo da panela e apagando o bico. - Eu precisava daquilo, ele foi simpático e deu para mim, simples. - fez-se silencio. - Ok, ele era lindo, um pedaço de homem que vocês iriam dar toda a razão para mim. - elas continuavam de olhar fixo na loira. - Eu juro que nunca pensei dizer isso, mas eu gostava mesmo de voltar a vê-lo mais vezes.
- Mas é obvio que isso vai acontecer mais vezes, ele é teu vizinho, certo? - especulou Elena.
- Não necessariamente, ele já mora aqui ao lado a algum tempo, e nunca o vi antes. - respondeu ela de seguida. - Ok, já sei o que vão dizer.... - sentou na cadeira a frente delas cheia de suas manias, desfazendo em parte sua traça esquerda. - "Caroline tu não tens saído para a rua, como queres ver alguém?" - tentou imitar a voz de uma das amigas, que logo todas juntas caíram na gargalhada.
Se por um lados uns estavam a viver uma gargalhada, outros tentavam sair de uma alhada sem tamanho, como era o caso do loiro que ia socorrer amiga.
Ao atravessar a rua e depois virar a esquerda, encontrou Rebekah toda desesperada e pintada de óleo por tudo quanto era canto, embora ele não percebesse porque, e alem disso o que teria uma lata de óleo haver com facto de ela ter batido o carro, ne? Mas ele só ia descobrir isso quando realmente chegasse ope dela e perguntasse.
- Bekah! - falou ele quando tocou no ombro da jovem que estava quase com cara de quem havia chorado uma morte, no entanto ele ao virar a cara para ver o que havia acontecido, levou a mão a testa coçando. - O que tu fizeste? - Niklaus, deu a volta a parte da frente do carro olhando para o amolgado do capo e em seguida olhar para ela.
- Não precisas de dizer nada, eu já sei que sou um desastre a estacionar, mas o que posso fazer se não aprendo. - resmungou ela arregaçando as mangas da camisa branca que já não tinha concerto por estarem todas manchadas de óleo, e de certo seu destino era simplesmente o lixo.
- Eu não ia dizer isso, mas tudo bem! - apressou-se ele a justificar. - Mas ainda assim não percebo onde é que o óleo vai concertar o teu erro. - passou o dedo na pintura borrada, percebendo a saliência do amolgado. - Bom não há nada a fazer, tudo o que posso arremedar é colocar o carro para dentro da garagem e depois limpar essa borrada de óleo.
Ele deu a volta novamente e entrou no lugar do condutor, dando a ignição e com cuidado começar a fazer a manobra toda ela com custo e para não causar mais estragos. A rapariga simplesmente olhava de braços cruzados meio com lágrimas nos olhos.
Uma vez já dentro, ela foi ter com ele quase implorando para ajudar com algo mais, ele já estava a perceber qual era a sua ideia, mas longe estava ele a querer meter-se num assunto quase que privado, ate porque entre famílias ele não gostava de estar directamente ligado.
- Compreendo que tenhas medo do teu pai, mas terás de ser tu a enfrentar a fera sozinha. - ela engoliu em seco só de imaginar o pai a ir a garagem e dar com o seu lindo "Renalt" de ultima gama num estado deplorável. - Também não é o fim do mundo. - sussurrou ele ao sair.
- Não é para ti, que não tens um pai como o meu, porque se tivesse de certo que não falarias assim. - ele deu de ombros, pensando que talvez ela tivesse um pouco de razão, pois ninguém gostava de encontrar suas coisas deixadas anteriormente bem arrumadas e depois perceber ao voltar que nada era como havia sido deixado.
- Ok, eu ajudo-te! - ela bateu palminhas animada como se fosse uma criança que acabava de receber um sim, e partiu para um abraço. - Ei, ei cuidado estas cheia de óleo. - disse ele tentando se soltar, mas em vão a garota já estava pendurada nele.
- És o melhor amigo do mundo, sabias? - ela olhou para ele com um sorriso daqueles que dava vontade de morder suas bochechas de tão deliciosas e gordinhas.
- Eu sei, porque toda a gente me adora. - riu-se todo e ela começou a bater nele na brincadeira onde esqueceram o problema do carro e partiram em uma acção de amigos de volta.
Ainda assim ela ia tentar reatar a amizade com ele, por mais erros que ele pudesse ter cometido, nunca deixava de ser seu amigo, pois já se conheciam desde o tempo da infância em que juntos haviam crescido e sido criados, quase como irmãos.
Sendo que a jovem sempre havia sentido uma pequena atracção por ele, ou seja aquelas chamadas "paixões de infância", só que Niklaus nunca havia tomado conhecimento desse tipo de sentimentos da loira, que apenas a via como uma irmã mais nova a quem pudesse cuidar, embora sua mãe nunca em momento algum tivesse dado um irmão.
A garota chegava em casa naquele momento cheia de pensamentos em sua cabeça que quando o tentar colocar o seu carro na garagem acabou mesmo por bater, para sua grande revolta. Ela nesse instante ao sair para ver os estragos que havia deixado no veiculo, esfregou os cabelos irritada ao ver que tinha amarrotado parte do capo batendo numa pequena saliência do muro da casa.
Ela já prepara sensivelmente os ouvidos para ouvir do pai que não ia gostar nem um pouco do presente que a filha ia deixar para ele. Rebekah ainda pensou em ir buscar alguma coisa para disfarçar o seu disparate, contudo por mais que ela limpasse, tentasse concertar, o erro não saia.
Foi nesse instante que não sabendo mais o que fazer que lembrou de recorrer ajuda do seu amigo que pensando bem era uma boa ideia para que pudessem reatar algum erro entre eles.
Tendo na cabeça essa ideia, correu a porta traseira do carro e tirou de lá o seu aparelho telefónico, digitando de imediato uma ligação para ele.
Niklaus não estando com cabeça para nada, trancou-se uma vez mais no seu sótão que no fim contas não era um simples refugio para as suas pinturas de momentos, mas o seu aparelho começou logo a vibrar, ele podia jurar que era a imprestável da Cami uma vez mais com suas atiradas ideias para o chatear, quando ao olhar o visor ele viu que se tratava de outra pessoa, então não pensou duas vezes e atendeu de imediato.
- Rebekah, algum problema? - perguntou este alheio a situação, contudo a jovem do outro lado, já não sabia mais o que fazer enquanto observava os estragos deixados anteriormente em sua distracção desastrosa.
- Eu posso dizer que é um problema dos bem grandes! - respondeu a loira muito nervosa, mas sem humor que o jovem percebeu logo que era alguma mais grave do que um talvez simples problema de matemática. - Preciso que venhas imediatamente ate a minha garagem, eu bati com o carro do meu pai. - falou ela quase em tom de remorso. - e pior de tudo é que eu não contei para ele que queria levar o seu "Renalt" para a escola. - ela começou-se a descabelar toda.
- Calma, Bekah! - tentou tranquilizar a situação Niklaus, desligando em seguida a ligação e correndo de imediato para lá, antes que a rapariga nervosa fizesse mais algum erro.
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Caroline acabava de acordar quando ao escutar o seu despertador percebia que era quase hora do jantar, que possivelmente a sua mãe estaria em muito pouco tempo em casa e pronta a começar a encher a cabeça da filha com perguntas, todas elas quase que desnecessárias.
Contudo a loira queria fazer uma surpresa para ela, preparando um jantar delicioso e daqueles de comer e não conseguir parar, pois assim teria muitos pontos para ficar em silencio de respostas curtas.
Pensando assim ela começou atacar nas panelas, pegando do cesto também as cebolas que faziam qualquer um chorar involuntariamente, sendo que essa era a arma mais poderosa que um pessoa tinha para fingir lágrimas a séria.
Quando já colocava a panela em lume brando a campainha tocou. Ela limpou de imediato as mãos as costas do pano e correu ate a sala olhando perímetro pelo olho central e ver quem era. Começou logo a sorrir quando viu que se tratava das suas amigas e abriu a porta toda sorridente.
Elena correu num abraço grande para cima da amiga, e Bonnie não ficou indiferente, pois já se juntava também fazendo uma grande risada nelas por ter aquela sensação de cocegas na barriga de tanto rir.
Depois de uma recepção calorosa, elas acompanharam a jovem ate a cozinha, de onde saia um cheiro muito agradável, ao qual era impossível não comentar.
- Que cheiro delicioso! - disse Elena. - Se a minha tia não estivesse a preparar uns "cannellonis" eu juro que comia aqui. - falou a jovem ao sentar no banco e debruçar-se sobre a mesa.
Ao seu lado Bonnie sorria, e começava com aqueles olhos de quem estava a espera de saber a grande novidade que Caroline tinha de tão importante para revelar.
- Pois é, Care o que tens de tão bom para contar? - perguntou a morena que já começava a cotovelar a outra ao lado que não parava de teclar mensagens com o namorado. - A Elena contou que tu tinhas conhecido o teu vizinho do lado... - puxou o assunto, e a loira começou de seguida a corar como tomate, o que era quase inevitável.
- É verdade, sim! - respondeu a jovem, tirando o olho para a panela que fervia. - Foi um encontro banal, não aconteceu nada, ne? - a morena inclinou a cabeça, arrecadando o aparelho no bolso. - Eu, precisava de detergente para a loiça e depois...
- Não sabias ir a minha casa? - questionou Bonnie toda empolgada, mas quase estragado a narrativa da amiga.
- Bonnie! - beliscou Elena ao seu lado que fez a jovem dar um "ai" de dor, mas que ela percebeu que essa não era bem a ideia.
Caroline perdeu-se de imediato numa grande risada que fez as duas amigas a sua frente perceberem tudo, mas absolutamente, sem grandes explicações, porque em matéria de imaginação elas eram boas, talvez uma mais que a outra.
- Tu e ele, ele e tu! - começou a gesticular a garota. - Nem um beijo? - a rapariga parecia meio desiludida, mas logo parou com o seu ar de atirada em relações e percebeu que a amiga não era do tipo de pregar garras em uma primeira oportunidade, como esta havia feito no Damon.
- Não nada disso, eu já disse que foi um encontro casual... - explicou ela novamente tirando o testo da panela e apagando o bico. - Eu precisava daquilo, ele foi simpático e deu para mim, simples. - fez-se silencio. - Ok, ele era lindo, um pedaço de homem que vocês iriam dar toda a razão para mim. - elas continuavam de olhar fixo na loira. - Eu juro que nunca pensei dizer isso, mas eu gostava mesmo de voltar a vê-lo mais vezes.
- Mas é obvio que isso vai acontecer mais vezes, ele é teu vizinho, certo? - especulou Elena.
- Não necessariamente, ele já mora aqui ao lado a algum tempo, e nunca o vi antes. - respondeu ela de seguida. - Ok, já sei o que vão dizer.... - sentou na cadeira a frente delas cheia de suas manias, desfazendo em parte sua traça esquerda. - "Caroline tu não tens saído para a rua, como queres ver alguém?" - tentou imitar a voz de uma das amigas, que logo todas juntas caíram na gargalhada.
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Se por um lados uns estavam a viver uma gargalhada, outros tentavam sair de uma alhada sem tamanho, como era o caso do loiro que ia socorrer amiga.
Ao atravessar a rua e depois virar a esquerda, encontrou Rebekah toda desesperada e pintada de óleo por tudo quanto era canto, embora ele não percebesse porque, e alem disso o que teria uma lata de óleo haver com facto de ela ter batido o carro, ne? Mas ele só ia descobrir isso quando realmente chegasse ope dela e perguntasse.
- Bekah! - falou ele quando tocou no ombro da jovem que estava quase com cara de quem havia chorado uma morte, no entanto ele ao virar a cara para ver o que havia acontecido, levou a mão a testa coçando. - O que tu fizeste? - Niklaus, deu a volta a parte da frente do carro olhando para o amolgado do capo e em seguida olhar para ela.
- Não precisas de dizer nada, eu já sei que sou um desastre a estacionar, mas o que posso fazer se não aprendo. - resmungou ela arregaçando as mangas da camisa branca que já não tinha concerto por estarem todas manchadas de óleo, e de certo seu destino era simplesmente o lixo.
- Eu não ia dizer isso, mas tudo bem! - apressou-se ele a justificar. - Mas ainda assim não percebo onde é que o óleo vai concertar o teu erro. - passou o dedo na pintura borrada, percebendo a saliência do amolgado. - Bom não há nada a fazer, tudo o que posso arremedar é colocar o carro para dentro da garagem e depois limpar essa borrada de óleo.
Ele deu a volta novamente e entrou no lugar do condutor, dando a ignição e com cuidado começar a fazer a manobra toda ela com custo e para não causar mais estragos. A rapariga simplesmente olhava de braços cruzados meio com lágrimas nos olhos.
Uma vez já dentro, ela foi ter com ele quase implorando para ajudar com algo mais, ele já estava a perceber qual era a sua ideia, mas longe estava ele a querer meter-se num assunto quase que privado, ate porque entre famílias ele não gostava de estar directamente ligado.
- Compreendo que tenhas medo do teu pai, mas terás de ser tu a enfrentar a fera sozinha. - ela engoliu em seco só de imaginar o pai a ir a garagem e dar com o seu lindo "Renalt" de ultima gama num estado deplorável. - Também não é o fim do mundo. - sussurrou ele ao sair.
- Não é para ti, que não tens um pai como o meu, porque se tivesse de certo que não falarias assim. - ele deu de ombros, pensando que talvez ela tivesse um pouco de razão, pois ninguém gostava de encontrar suas coisas deixadas anteriormente bem arrumadas e depois perceber ao voltar que nada era como havia sido deixado.
- Ok, eu ajudo-te! - ela bateu palminhas animada como se fosse uma criança que acabava de receber um sim, e partiu para um abraço. - Ei, ei cuidado estas cheia de óleo. - disse ele tentando se soltar, mas em vão a garota já estava pendurada nele.
- És o melhor amigo do mundo, sabias? - ela olhou para ele com um sorriso daqueles que dava vontade de morder suas bochechas de tão deliciosas e gordinhas.
- Eu sei, porque toda a gente me adora. - riu-se todo e ela começou a bater nele na brincadeira onde esqueceram o problema do carro e partiram em uma acção de amigos de volta.

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