Meredith que estava que estava agarrada ao seu computador, e a preparar mais um trabalho para entregar na aula de História A, viu que o seu aparelho telefónico, vibrava recebendo uma mensagem. Ao inicio, ela pensou se devia ignorar e depois que tivesse com o trabalho todo concluído, é que tirava tempo para ler e assim nessa pausa descontrair.
No entanto, após a mensagem veio a ligação, e ela vendo que a pessoa não ia parar, decidiu fazer a pausa antes do previsto, fechando a tampa do computador e discar atendendo a ligação.
- Meredith! - era Stefan que falava do outro lado para grande surpresa da garota, pois raramente ele fazia este tipo de ligações insistentes. - Preciso mesmo de falar contigo, tens um minuto? - a jovem começou a olhar para os lados vendo que nada a sua volta a impedia de conversar.
- Claro que sim, ate dois! - tentou brincar.
O rapaz que do outro lado, que acabava de voltar para casa, logo após ter deixado a jovem Gilbert, ficou meio pensativo, tentando calcular as palavras certas para dar a novidade a melhor amiga, que ja devia estar aflita para saber.
- A Elena veio aqui em casa, e nem vais acreditar o que aconteceu! - introduziu ele com certo suspense, que ia deixar a amiga ainda mais intrigada. - Acreditas que ela esta grávida? - a jovem não esperando por tal revelação quase caiu da cadeira.
- Estas a brincar! - ela não queria acreditar. - Oh isso, é trote teu para tentares induzir-me em erro, mas olha que não gosto dessas brincadeiras! E Puxa, podias ter escolhido outra pessoa, agora a Elena! - Meredith já estava a dar uma valente sova de palavras ao rapaz, que em tudo estava a contar a verdade, e que de facto a jovem Gilbert estava mesmo grávida.
- Mere, eu não estou a brincar! - reafirmou ele para grande surpresa da outra. - A Elena esta mesmo grávida e o Damon é o pai! - continuou ele.
- E dai, isso não é novidade nenhuma. - tentou parecer descontraída e desimportada. - A menos que estejas mal com a noticia, e eu estou a ser uma perfeita parva aqui. - tentou desculpar-se.
- Não, não! Esta tudo bem... - tranquilizou, logo ela angelizou. - O problema é que o Damon não reagiu bem ao facto de ser pai ao 18 anos. - a jovem deu de ombros pensativa ao escutar, e balançar a cabeça em seguida imaginando a figurinha do garoto. - Ele deixou a ela...
- Ja estou a perceber tudo! - concluiu. - Como a minha avó sempre fala, para bom entendedor meia palavra basta, e isso quer dizer que tu e ela estão de volta. - bateu palmas ela que tinha o aparelho em alta voz.
- Não é bem assim, é muito cedo para voltar a ter uma relação, mas como é óbvio, eu vou estar mais presente na vida dela, fazer o tudo e o nada por sua vida. - ela balançou a cabeça concordando. - E alem disso eu assumo a paternidade com ela, se essa for de facto a sua decisão. - Meredith que não esperava em tudo isso, arregalou bem os olhos.
Ser pai é uma tarefa que requer muita responsabilidade, muita coragem para fazer mudanças em sua vida, e nem todas as vezes a tarefa é tão simples quanto aparenta. No entanto, parece que o jovem Salvatore, estava ciente de todos os benefícios positivos e negativos da paternidade.
- Não achas uma decisão muito arriscada? - questionou ela. - Não falo, que não ajudares a Elena que acho muito bem que o faças, contudo acho que ser pai de uma criança que não é nossa, é algo diferente, há não sei. - ela desistiu.
- Tentar não custa, e olha que sempre tive um certo fascínio para crianças! - respondeu ele.
- E eu não sei, sempre que vamos a casa da minha tia Judith, és uma perdição para a Emily! - riu-se. - Seja como for, pode contar com o meu apoia, e fico inteiramente feliz por ver que estas bem.
Depois da conversa com a senhora Forbes, Niklaus tinha aproveitado para sair e ir ate sua casa para preparar uma pequena mala com algumas mudas de roupa, para ficar na casa de Caroline. Não era em tudo uma mudança definitiva, ate porque ainda era cedo para viverem juntos, como um casal. Contudo, a situação era outra, bem diferente da imagem que as pessoas podiam ter.
Ao entrar em casa, percebeu que o pai não estava pelo silencio, e então, decido foi direto ao quarto, onde entrou, e pegou nas suas coisas, arrumando tudo dentro da mala de viagem. Ele não podia nunca esquecer os bens essenciais, dos quais a fotografia que tinha de sua mãe com ele, quando este apenas tinha seus 7 anos, altura essa que ele estava longe de imaginar o fim da relação dos pais, e futuramente a morte de sua mãe, ele em momento algum não podia esquecer isso.
Infelizmente a vida era assim, não preparava ninguém para a morte, e quando ela chegava, simplesmente entrava e terminava com a felicidade de todos. Era desse modo que Niklaus lembrava daquela noite, em que a sua mãe estando em seu quarto, já tendo os seus últimos suspiros de vida, chamou o filho para uma ultima recordação, aquele abraço de mãe e filho que jamais em tempo algum ele ia deixar morrer, o mesmo abraço do qual ele sentia falta e todas as noites ele lembrava, e muitas vezes deixava escapar o pequeno desabafo do choro.
Mas ainda assim, ele não estava sozinho, por deus ele havia encontrado alguém que ia ajudar a superar dores e sofrimentos, e do mesmo modo ele ia ajudar a sua namorada a enfrentar a doença de cabeça erguida, nunca a deixando desistir de lutar, pois a esperança enquanto fosse viva, toda a gente continuava viva.
Tendo tudo o que queria e precisava dentro da sua mala, ele saiu sem mais pensamentos em sua memória sobre aquilo que o deixava mais mexido, e ao mesmo tempo o fazia enfraquecer, quando na verdade precisava de ser forte e transmitir aquela confiança que Caroline precisava.
Uma vez de volta a residência que ia ser seu tecto por algum tempo indeterminado, com algum respeito, ele subiu ate ao quarto da doce jovem, onde ela já estava acordada e com um sorriso fraco, mas para ele ja era tanto. O loiro que pousava a mala correu ate ela abraçando e dando um beijo em sua testa, e ficando assim a suportar o peso dela em seu peito.
Ela que estava fraca e ao mesmo tempo a sentir-se sem forças, estava feliz, porque não estava sozinha nessa hora difícil, e por outro lado ter o namorado junto a si, a deixava mais corajosa a seguir em frente.
- Eu já disse que te amo, hoje? - perguntou ela ao afastar um pouco a sua cabeça do peito dele. Ele por outro lado, acenou que não, então ela disse. - Eu amo-te muito Niklaus Mikaelson! - ele feliz ao ouvir o sentimento que a garota sentia por ele, a beijou com ternura, falando do mesmo modo carinhoso.
- E eu também te amo muito minha barbie Forbes! - sorriu.
Bem ali perto o sentimento de amor, não era de todo esse, no caso de Damon com Sophia que estavam numa autentica paragem de beijos e apalpões, no meio da rua. O garoto estava pouco a lixar para o que as pessoas pudessem comentar a seu respeito, pois em sua cabeça, não passava de um jovem solteiro aproveitar a vida.
Alem disso ninguém era digno de comentar, quando na verdade já falava o velho e lendário ditado, que quem nunca pecou, que atire a primeira pedra, é óbvio que ninguém ia atirar, porque não existiam santos a face da terra. E pensando melhor, Damon para ser santo, não teria lugar na rua, mas em algum retiro espiritual, uma Igreja.
Sophia que estava feliz em ver que o rapaz que estava em todo na sua cola, abraçou ele, sussurrando algo no seu ouvido.
- Que tal irmos ate a minha casa? Ao meu quarto, a minha cama... - piscava o olho ela para ele que já não resistia e seguia consigo nesse trilho.
Quem mesmo estando apenas a deitar o lixo no caixote, era Bonnie que via tudo naquele momento e batia em sua própria testa, por não ter dado conta de tal coisa mais cedo, e que na verdade a sua amiga Elena, estava a ser fortemente traída.
- Oh meu deus, eu preciso seriamente de contar isto a Lena! - comentou a jovem que retomava a passo de corrida a casa de avó.
Por outro lado, ja no quarto de Sophia, Damon iniciava um stripp para a garota que ria e gritava "tira tira" e se lançavam ao acto propriamente dito. Para ele o que fazia, não passava de um caso e na sua cabeça "sexo" era algo que se fazia sem compromisso, e hora marcada. Por isso quando a cena chegava ao fim, ele simplesmente pagava suas coisas saindo, sem mais.
E naquele instante ao sair meio desfraldado de casa da garota, estava Bonnie a janela, observando o sorriso satisfeito que ele tinha nos lábios, e pensando consigo, que ele havia feito aquilo que já imaginava. Ela estava chocada, é certo, ela não queria de forma alguma ser portadora de péssimas noticias, contudo, deixar amiga na ignorância dos factos, era muito anti ético.
Então sem mais pensamentos, ela acabou ligando para a morena, aguardando ansiosa por sua atenção, porem, Elena não atendeu, logo esta desesperou, imaginando que possivelmente este que acabava de sair da casa vizinha, podia simplesmente ir para casa da jovem Gilbert. Mesmo não conseguindo resolver nada no momento restava o traço de suplica de que ela estivesse sozinha.
No entanto, após a mensagem veio a ligação, e ela vendo que a pessoa não ia parar, decidiu fazer a pausa antes do previsto, fechando a tampa do computador e discar atendendo a ligação.
- Meredith! - era Stefan que falava do outro lado para grande surpresa da garota, pois raramente ele fazia este tipo de ligações insistentes. - Preciso mesmo de falar contigo, tens um minuto? - a jovem começou a olhar para os lados vendo que nada a sua volta a impedia de conversar.
- Claro que sim, ate dois! - tentou brincar.
O rapaz que do outro lado, que acabava de voltar para casa, logo após ter deixado a jovem Gilbert, ficou meio pensativo, tentando calcular as palavras certas para dar a novidade a melhor amiga, que ja devia estar aflita para saber.
- A Elena veio aqui em casa, e nem vais acreditar o que aconteceu! - introduziu ele com certo suspense, que ia deixar a amiga ainda mais intrigada. - Acreditas que ela esta grávida? - a jovem não esperando por tal revelação quase caiu da cadeira.
- Estas a brincar! - ela não queria acreditar. - Oh isso, é trote teu para tentares induzir-me em erro, mas olha que não gosto dessas brincadeiras! E Puxa, podias ter escolhido outra pessoa, agora a Elena! - Meredith já estava a dar uma valente sova de palavras ao rapaz, que em tudo estava a contar a verdade, e que de facto a jovem Gilbert estava mesmo grávida.
- Mere, eu não estou a brincar! - reafirmou ele para grande surpresa da outra. - A Elena esta mesmo grávida e o Damon é o pai! - continuou ele.
- E dai, isso não é novidade nenhuma. - tentou parecer descontraída e desimportada. - A menos que estejas mal com a noticia, e eu estou a ser uma perfeita parva aqui. - tentou desculpar-se.
- Não, não! Esta tudo bem... - tranquilizou, logo ela angelizou. - O problema é que o Damon não reagiu bem ao facto de ser pai ao 18 anos. - a jovem deu de ombros pensativa ao escutar, e balançar a cabeça em seguida imaginando a figurinha do garoto. - Ele deixou a ela...
- Ja estou a perceber tudo! - concluiu. - Como a minha avó sempre fala, para bom entendedor meia palavra basta, e isso quer dizer que tu e ela estão de volta. - bateu palmas ela que tinha o aparelho em alta voz.
- Não é bem assim, é muito cedo para voltar a ter uma relação, mas como é óbvio, eu vou estar mais presente na vida dela, fazer o tudo e o nada por sua vida. - ela balançou a cabeça concordando. - E alem disso eu assumo a paternidade com ela, se essa for de facto a sua decisão. - Meredith que não esperava em tudo isso, arregalou bem os olhos.
Ser pai é uma tarefa que requer muita responsabilidade, muita coragem para fazer mudanças em sua vida, e nem todas as vezes a tarefa é tão simples quanto aparenta. No entanto, parece que o jovem Salvatore, estava ciente de todos os benefícios positivos e negativos da paternidade.
- Não achas uma decisão muito arriscada? - questionou ela. - Não falo, que não ajudares a Elena que acho muito bem que o faças, contudo acho que ser pai de uma criança que não é nossa, é algo diferente, há não sei. - ela desistiu.
- Tentar não custa, e olha que sempre tive um certo fascínio para crianças! - respondeu ele.
- E eu não sei, sempre que vamos a casa da minha tia Judith, és uma perdição para a Emily! - riu-se. - Seja como for, pode contar com o meu apoia, e fico inteiramente feliz por ver que estas bem.
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Ao entrar em casa, percebeu que o pai não estava pelo silencio, e então, decido foi direto ao quarto, onde entrou, e pegou nas suas coisas, arrumando tudo dentro da mala de viagem. Ele não podia nunca esquecer os bens essenciais, dos quais a fotografia que tinha de sua mãe com ele, quando este apenas tinha seus 7 anos, altura essa que ele estava longe de imaginar o fim da relação dos pais, e futuramente a morte de sua mãe, ele em momento algum não podia esquecer isso.
Infelizmente a vida era assim, não preparava ninguém para a morte, e quando ela chegava, simplesmente entrava e terminava com a felicidade de todos. Era desse modo que Niklaus lembrava daquela noite, em que a sua mãe estando em seu quarto, já tendo os seus últimos suspiros de vida, chamou o filho para uma ultima recordação, aquele abraço de mãe e filho que jamais em tempo algum ele ia deixar morrer, o mesmo abraço do qual ele sentia falta e todas as noites ele lembrava, e muitas vezes deixava escapar o pequeno desabafo do choro.
Mas ainda assim, ele não estava sozinho, por deus ele havia encontrado alguém que ia ajudar a superar dores e sofrimentos, e do mesmo modo ele ia ajudar a sua namorada a enfrentar a doença de cabeça erguida, nunca a deixando desistir de lutar, pois a esperança enquanto fosse viva, toda a gente continuava viva.
Tendo tudo o que queria e precisava dentro da sua mala, ele saiu sem mais pensamentos em sua memória sobre aquilo que o deixava mais mexido, e ao mesmo tempo o fazia enfraquecer, quando na verdade precisava de ser forte e transmitir aquela confiança que Caroline precisava.
Uma vez de volta a residência que ia ser seu tecto por algum tempo indeterminado, com algum respeito, ele subiu ate ao quarto da doce jovem, onde ela já estava acordada e com um sorriso fraco, mas para ele ja era tanto. O loiro que pousava a mala correu ate ela abraçando e dando um beijo em sua testa, e ficando assim a suportar o peso dela em seu peito.
Ela que estava fraca e ao mesmo tempo a sentir-se sem forças, estava feliz, porque não estava sozinha nessa hora difícil, e por outro lado ter o namorado junto a si, a deixava mais corajosa a seguir em frente.
- Eu já disse que te amo, hoje? - perguntou ela ao afastar um pouco a sua cabeça do peito dele. Ele por outro lado, acenou que não, então ela disse. - Eu amo-te muito Niklaus Mikaelson! - ele feliz ao ouvir o sentimento que a garota sentia por ele, a beijou com ternura, falando do mesmo modo carinhoso.
- E eu também te amo muito minha barbie Forbes! - sorriu.
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Alem disso ninguém era digno de comentar, quando na verdade já falava o velho e lendário ditado, que quem nunca pecou, que atire a primeira pedra, é óbvio que ninguém ia atirar, porque não existiam santos a face da terra. E pensando melhor, Damon para ser santo, não teria lugar na rua, mas em algum retiro espiritual, uma Igreja.
Sophia que estava feliz em ver que o rapaz que estava em todo na sua cola, abraçou ele, sussurrando algo no seu ouvido.
- Que tal irmos ate a minha casa? Ao meu quarto, a minha cama... - piscava o olho ela para ele que já não resistia e seguia consigo nesse trilho.
Quem mesmo estando apenas a deitar o lixo no caixote, era Bonnie que via tudo naquele momento e batia em sua própria testa, por não ter dado conta de tal coisa mais cedo, e que na verdade a sua amiga Elena, estava a ser fortemente traída.
- Oh meu deus, eu preciso seriamente de contar isto a Lena! - comentou a jovem que retomava a passo de corrida a casa de avó.
Por outro lado, ja no quarto de Sophia, Damon iniciava um stripp para a garota que ria e gritava "tira tira" e se lançavam ao acto propriamente dito. Para ele o que fazia, não passava de um caso e na sua cabeça "sexo" era algo que se fazia sem compromisso, e hora marcada. Por isso quando a cena chegava ao fim, ele simplesmente pagava suas coisas saindo, sem mais.
E naquele instante ao sair meio desfraldado de casa da garota, estava Bonnie a janela, observando o sorriso satisfeito que ele tinha nos lábios, e pensando consigo, que ele havia feito aquilo que já imaginava. Ela estava chocada, é certo, ela não queria de forma alguma ser portadora de péssimas noticias, contudo, deixar amiga na ignorância dos factos, era muito anti ético.
Então sem mais pensamentos, ela acabou ligando para a morena, aguardando ansiosa por sua atenção, porem, Elena não atendeu, logo esta desesperou, imaginando que possivelmente este que acabava de sair da casa vizinha, podia simplesmente ir para casa da jovem Gilbert. Mesmo não conseguindo resolver nada no momento restava o traço de suplica de que ela estivesse sozinha.

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