Avançar para o conteúdo principal

Dust in the Wind - Capitulo 19 - Gerar mau ambiente

O Mystic Grill estava em um horário em que a musica as pessoas faziam sua própria festa. Matt que estava de serviço e ao mesmo tempo a divertir-se trabalhando, avistou aquela garota que havia despertado sua atenção, e no fim de contas, depois de algumas conversas com Tyler, acabou descobrindo que ela havia sido umas das suas garotas de passa-tempo.

É claro que o jovem não gostava da forma como o rapaz introduzia o termo, mas enfim, era Tyler Loockood, e tudo se esperava tratando-se de um garoto que era filho do presidente da cidade, e o mais famoso Bad Boy da zona, nunca tirando em momento algum o lugar de Damon Salvatore.

Rebekah que estava no tédio, por não ter companhia para passar o tempo, foi ate ao balcão do bar, pedindo uma drink ao jovem que distraído limpava o balcão.

- Oi, eu queria uma vodka! - pediu ela sem rodeios, e pegou da bolsa o dinheiro para pagar, e ate deixar uma pequena gorjeta ao rapaz.

Ele pegou um copo de imediato, enchendo com gelo e liquido de vodka, e colocando bem no cimo um rodela de limão para cortar de algum modo o forte sabor do álcool, e serviu a ela. Mas quando ao olhar para o balcão e viu a nota, ele disse:

- Esse drink fica por conta da casa... - arrastou a nota no sentido dela, o que a fez sorrir. - pensa que é uma forma de eu pagar pelo meu erro. - disse ele gentil sorrindo.

- Eu não devia aceitar, mas és um rapaz simpático, por isso aceito! - ela provou um pouco da sua bebida, olhando em seguia para ele. - Hum, com limão fica muito bom. - comentou.

- É uma forma de cortar o intenso sabor do álcool. - explicou ele, limpando o balcão novamente, mesmo este já estando bem limpo. - Alem disso não te vejo do tipo que bebe bebida forte. - falou ele.

E enquanto os dois loiros travavam conversa, entrava Cami na companhia de Diego no bar, olhando para todos os lados procurando alguém em particular. É claro que Niklaus, não estava ali, bem pelo contrário estava do lado da namorada em casa.

A loira que desistia de procurar, dirigiu-se ao bar ao ver que encontrava uma velha amiga, ou por outras palavras, a melhor amiga de seu loiro, que travava conversa casual com o barman. Ela estava disposta a fazer uma piada das suas ao ver que o casalinho estava feliz em sua aparição. Contudo, Diego não gostou nem um pouco no súbito interesse da companheira, puxando de imediato a um canto.

- Cami, já podes parar! - pediu ele, cruzando os braços. - Se estas comigo, podes esquecer por um minuto o outro? - pediu ele, quase implorando, contudo era difícil colocar juízo na cabeça da garota. - Se insistires em continuar com a obsessão, pelo teu ex-namorado, prefiro acabar.

- Eras mesmo capaz de deixar-me, Diego? - a garota fez cara feia, olhando ele. - Ok, deixa-me, não passas de um idiota, mesmo! - e ela saiu de seu lado indo para a pista dançar toda feliz, como se nada tivesse acontecido, se bem que para si, nada havia acontecido mesmo.

Por outro lado, Rebekah já havia percebido a presença da outra, e mesmo olhando de lado, tentava fazer um esforço para não se irritar, com as provocações dela. Matt que mesmo estando de frente já tinha dado conta do estranho clima de frieza entre elas, tentou perceber o que se passava, perguntou de forma casual.

- Desentendimento de amigas? - ela olhou para ele pousando o copo já vazio. - Não tenho nada haver com a tua vida, só quero ajudar mesmo. - tentou tranquilizar.

- Na verdade a Cami foi namorada do meu melhor amigo, e nunca gostei dela. - a loira respondeu num desabafo. - Não suporto gente como ela que acha que o mundo gira em torno de si, e que sem ela nada é igual.

O rapaz que escutava com total atenção, tinha uma real opinião igualizante para Tyer que pensava do mesmo modo e que no fim de contas, era tão igual a essa garota no que dizia respeito a ideias. Ok, é certo que Matt era amigo dele, e que para muitos este o devia defender, contudo, ser amigo de alguém, não quer dizer ser obrigado a aceitar acções, muito pelo contrário é ajudar quando necessário, aceitar se quiser, e apoiar se preciso, ou simplesmente puxar orelhas.

************************************************************************

Dou outro lado da cidade, a residência Forbes vivia um momento de jogo de milionário, em que Niklaus fazia as perguntas a jovem, e ela simplesmente respondia, ganhando ou perdendo.

A xerife que descansava no sofá estava feliz pela primeira vez, por ver que a filha não estava sozinha em ausência da mãe mental, por dormir. Pois por um lado a vinda do jovem para casa da loira, havia proporcionado grandes vantagens, e segurança a uma mãe que presava.
- Parece que a tua mãe já dorme! - comentou baixo o loiro para Caroline, que se levantava da cadeira para ir cobrir a mãe com uma manta. - Não será melhor ela ir para a cama? - perguntou este olhando a namorada. - Acho que seria mais confortável.

- Não vale, a pena! - disse a jovem beijando o alto da testa da progenitora. - Ela acaba acordando a meio da noite e vai para lá. - tranquilizou a jovem, regressando a mesa.

Durante mais de uma meia hora, eles continuaram o jogo de cultura geral, sendo que a loira seguia na frente com melhor pontuação. Ele não estando de todo a ter bom resultado, não ficou infeliz, porque isso era algo que pouco o preocupava no momento.

- Agora é a minha vez de fazer a pergunta! - apressou-se ela a escolher a pergunta. - Atenção! - pediu, ele ficou atento. - Como se chama a filha mais velha da série "Os Simpsons"? - ele coçou a nuca pensativo. - Primeira opção: Bart! 2ª: Maggie! 3ª Marge! e 4ª Lisa! - ele começou a pensar durante um tempo.

- Penso que seja a 4ª opção, a Lisa. - respondeu ele.

- De certeza? - ela tentou baralhar as ideias do loiro a sua frente.

- Absoluta! - Niklaus mostrou-se firme e confiante na opção escolhida, pois lembrava bem de quando era mais criança de assistir a esses desenhos animados com a Rebekah em casa da avó dele, lá no Fresh Quarter.

Quando a hora apertou por um bocejo, o jovem prestável, levou Caroline ao colo para seu quarto, a deitando nas mantas das cama e a vendo dormir, e só depois de algum tempo retirar-se ate ao quarto de hospedes da casa.

************************************************************************

Porem se alguns já dormiam numa noite tranquila, outros nem conseguiam de tantos pesadelos. Elena assustada, acordava de um brutal pesadelo com Katherine. Ela lembrava de que nesse sonho mau, as duas discutiam no alto de uma escada, e o assunto rodava a volta de Stefan, e num grande desentendimento a jovem era empurrada pela outra, rolando escada ate ao chão, e ficar inconsciente.

A garota ao perceber que tudo não passava de um sonho, saltou da cama, indo ate a cozinha pegar um copo com agua, pois estava muito nervosa e talvez a ter uma ligeira percepção que algo igual podia acontecer. Pois, pelo que sabia, existiam sempre sonhos que aconteciam, e pesadelos então, nem se falavam.

No entanto, na cozinha estava a tia Jenna, que pelo jeitos não conseguia dormir do mesmo modo que a sobrinha. A morena ao perceber de sua presença, aproveitou para falar abertamente sobre aquele assunto que mais tarde ou menos cedo, ia ser descoberto facilmente, pela saliência da barriga a crescer. Então puxou uma cadeira de copo na mão e sentou ao lado da tia.

- Tia! -chamou bem baixinho como se tivesse medo, ela olhou para a jovem com olhos cansados. - Eu preciso de contar-te uma coisa! - Jenna focou toda a sua atenção na sobrinha.

- Podes falar querida! - encorajou ela sorrindo docemente, e pegar na xícara do café e tomar um gole. Toda a gente sabia o que um café fazia, e depois para deixar alguém acordado por horas, era o melhor remédio, se bem que era necessário, pois a história seria longa.

- Nem sei como contar isto! - coçou a nuca, a tia a seu lado inclinou a cabeça preocupada. - Pronto eu vou contar mesmo! - suspirou, baixando os olhos ate ao tampo da mesa. - Eu estou grávida tia! - a senhora ao seu lado ficou sem reacção momentânea.

Na verdade, ela estava em estado de choque ao saber de uma noticia assim, pois em momento algum esperava ter uma sobrinha tão jovem ser mãe, bem antes de esta poder dar um primo a ela, que pela lógica seria correcto assim. Porem, Elena era praticamente uma "criança", como ela ia criar um bebe?

- Grávida Elena! - repetiu esta ainda não conformada. - E a quanto tempo sabes disso? - ela questionou querendo saber, se a sobrinha estava de muito ou pouco tempo, e preocupada estava. - E o pai dessa criança já sabe?

- Duas semanas, e Damon não reagiu bem! - ela levantou da cadeira indo ate a pia deixar o copo vazio. - Nós acabamos! - Jenna cruzou os braços não gostando nada da atitude do rapaz.

- Como assim, acabaram? - ela estava indignada. - Não podes ser mãe solteira, tu precisas dele para criar essa criança! - alertou ela.

- Eu tenho o Stefan para me ajudar! - respondeu a jovem indo ate a porta. - Ele vai assumir comigo essa criança mesmo não sendo o pai. - reafirmou. - E isso para mim já vale muito mais do que pensem.

- Espero mesmo que ele desta vez não faça nenhuma barbaridade, se não vai ter problemas sérios comigo! - alertou ela. - Mas por outro lado, vou confessar uma coisa, sempre gostei mais do Stefan do que o Damon, não sei acho um rapaz mais prendado que o outro.

- É natural, eles são muito diferentes! - respondeu esta, lançando um beijo. - Tia vou dormir, e acho que devias fazer o mesmo. - riu-se saindo.



Comentários

Mensagens populares deste blogue

One Shot - Bella - Carta para Edward Cullen

Meu amor... Como é estranho voltar a dizer estas palavras... Palavras que durante meses  atormentarem-me sempre que eram proferidas, por mim ou por outros, faziam-me desabar, chorar. Agora não me canso de as repetir. Porquê? Bem, porque elas significam que voltas-te. Significam que o meu coração voltou a bater, que eu voltei a existir, que deixei de ser um robô triste e amargurado. Agora posso afimar (e até gritar paa quem não quiser acreditar) que eu, Isabella Swan, voltei a viver e a acreditar no amor, na felicidade, que deixei de ser um ser sem alma, sim porque quando voltas-te não só trouxes-te a minha alegria de viver e o meu coração como também a minha alma. Alma essa que, tal como o meu coração, pertence-te. Por favor... Não voltes a deixar-me, porque o meu coração não vai aguentar  perder-te uma segunda vez. Tu és a minha vida! Edward Cullen, tu és a razão de eu existir e continuar viva. Se alguem perguntar a banda sonora da minha vida eu respondere...

Diário de Rosalie Hale - O casamento de Edward e Bella parte 2

Sábado, 3 de Julho " O casamento de Edward e Bella parte 2 " Querido Diário: Depois de ditos os repectivos "sim" demos inicio a festa da boda, todos os convidados estavam absolutamente deslumbrados com o vestido de noiva de Bella, claro que Alice conseguia saber tudo e tinha um grande gozo nisso. Edward nao tirava os olhos de Bella o tempo todo, os convidados sentiam-se tentados a ver a cena de tanto amor no ar do casal mais perfeita da festa. Eu por minha vez senti-me tao feliz vez a felecidade enorme deles uma realidade quase impossivel, era um sonho que de um livro tinha-se tornado uma realidade. Sim Edward estava amar, coisa que ás uns anos era impensavel acontecer.  Como estava curiosa quanto a opiniao dos convidados fui ter com algumas pessoas. Encontrei Renné a mae de Bella quase em lágrimas.  - Entao Renné como se sente por ver que sua unica filha agora é uma mulher casada? - perguntei. - Muito bem, ela merece tudo de bom, ela vai ser muito...

Diário de Rosalie Hale - Uma vingança Atroz

Segunda-feira, 18 de Fevereiro " Uma vingança Atroz " Querido Diário:  Sentia raiva dentro de mim, ao saber que o homem que tanto amei, fez o mal que fez, estava agora a rir-se de mim consolado com seus amigos e vibrando com o copo cheio desse maldito álcool.  Decididamente montei um esquema onde mataria um por um, deixando para o fim o Royce King, o maior alvo abater. Ainda no meu closet desta modesta mansão procurei no roupeiro um vestido de noiva., e vestiu-o para o efeito de um casamento, podiam achar-me louca, ou talvez desequilibrada  mas uma coisa era sempre garantida eles teriam que morrer.  Sai de casa num forma bem ousada para a acção, o primeiro efeito a provocar no homem seria o seu destino fatal. Esme tentou demover-me da minha acção, porem foi ela tambem em vao, porque que os meus olhos sedentos viam era a dor desses malditos.  (...) Em pouco tempo tinha morto 6 homens, faltava ele, a sua morte seria diferente de todos os...