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3 Semanas com a tia Alice - Capítulo 10 - Flagrante

Aquele podia ser um final de tarde surpreendente, se Caroline não estivesse atravessar uma situação meramente complicada no seu casamento. Haviam dias em que ambos já não suportavam partilhar a mesma cama, e quando esta tinha certas e curtas conversas, Damon virava as costas, como se por ventura fosse mais fácil fugir aos problemas ao invés de os resolver.

Contudo, ela estava ciente da noite que por ai podia ter, e rezando sempre para que ou ele conversa-se abertamente e desse ponto no casamento, ou não trata-se como nada. É claro que o irmão da loira já sabia dos altos e baixos da relação, tanto mais que era o primeiro a dar a mão para ajuda-la, que no entanto, achava que era algo que só ela e o marido tinham a resolver.

Porém, Jasper não era homem de baixar os braços e ver a irmã afundar numa dura realidade de seus dias afundados na magoa e na dor. Quando muito aceitava facilmente um pedido assim. Se havia algo que ele havia prometido a seu pai, era que dependendo do homem que a irmã escolhesse, ele estaria lá para a proteger, então era a hora de colocar isso em prática, impedindo de mais feridas se abrirem.

Logo após se despedir de Alice e de Candice, levou os meninos para casa, onde com cuidado Esther, ficou a tomar conta deles, enquanto este aproveitava que Caroline ainda não havia chegado e com isso partia em rumo ao escritório de advogados, onde estava Damon.

Por essa estrada fora, ele seguiu o trilho, parando inclusive apenas quando o semáforo da avenida indicava vermelho. Os seus nervos estavam a flor da pele, e quando ficou verde, ele arrancou com uma velocidade excessiva, de fazer qualquer um ser humano por ali passar levar com a sua poeira.

Tempo depois de chegar no destino, procurou uma vaga no estacionamento e sorte, era ver que o carro do cunhado ainda por lá estava, pois muito bem ele o conhecia. Saiu e trilhou com alguma rigidez até ao edifício, onde sem demoras e qualquer tipo de certezas de quanto a dar satisfações a secretária da recepção.

A rapariga atrás de si começou a protestar, dizendo alto e bom som "você não pode entrar assim, sem ser anunciado", só que ele decidiu ignorar e sem demoras, abriu a porta do escritório do cunhado e apanhou num flagrante com uma rapariga aos beijos e amasses no cimo da secretária.

- Meu Deus! - disse a mulher que estava semi nua da cintura para cima e se levantava levemente para se vestir e só então sair.

O moreno não havia gostado de ver que o cunhado o havia apanhado naquele preparo inconsequente e quase que se forçou a ironia em falar.

- Não é o que parece... - expressou-se ele que apertava a gravata despreocupado, não mostrando qualquer tipo de arrependimento.

- Sinceramente, pensei que a Caroline pudesse estar errada, mas levas-me a querer que ela tem razão absoluta para achar que andas a trai-la. - as palavras saiam num tom acusatório e totalmente desprovido de educação perante as pessoas que por ali podiam escutar.

- Vamos lá ver uma coisa, aqui é o meu local de trabalho, e como tal agradeço que abaixes o volume! - pediu Damon que se levantava, mas já o loiro estava a pegar no seu colarinho o encostando na parede bastante zangado. - Calma, ou vou chamar a segurança... - falava com alguma dificuldade virando os olhos a secretária que corria pelo corredor.

- E eu que pensava que podias fazer ela feliz, quando muito mais não passas de um ambicioso homem das cavernas que se veste de pele de cordeiro e faz o possível para a enganar. - o outro revirava os olhos quando Jasper falava em seu rosto desfeito de qualquer medo. - É bom mesmo que vás dizer à tua mulher que o casamento acabou, ou eu mesmo irei contar que andas a ter casos extra-conjugais.
Estas a ouvir? - e assim o soltou. - É um aviso.

Os seguranças logo apareceram na porta, o loiro já sacudias as mãos acenando a eles.

- Estou de saída, e não preciso de companhia! - e deitou um ultimo olhar a esse homem que nem carácter tinha. - E mais uma coisa, vou levar o teu nome a lama. - e saiu descontraída indo de encontro ao carro, para assim partir.

No impasse ficava Damon que estava na corda bamba entre contar tudo a mulher e tentar com isso arremedar a maldita situação, ou simplesmente aquele homem iria abrir todo o jogo. Ele não podia perder Caroline, e por outro lado, não podia arriscar-se a levar seu bom nome a lama.

A secretária ainda incrédula aproximou dele com algum receio e o olhou, mas as palavras, essas não saiam, era como se alguém as apaga-se de sua boca. Então ele acenou para que ela saia-se, pois queria ficar sozinho e formular uma ideia na sua cabeça, porque ele precisava ser rápido.

Sem demoras, pegou o aparelho telefónico, digitando uma ligação de imediato para a esposa. Ao qual aguardou sinceramente poder ter o privilégio de ouvir sua voz, sumida de ódio. Era hora de arremedar tudo, era um casamento que estava em risco, então ele teria de jogar com todo o baralho, não podia simplesmente ter o privilégio que Maria havia tido de perder a chance de ter a vida que tinha, muito embora, nem toda a gente pensava como ele.

Quando ela atendeu, uma expressão alegre surgiu no rosto dele, e palavras carinhosas por ai saíram.

- Sim, Damon! - a voz dela não estava alegre, mas também não estava carregada de raiva, muito embora estivesse magoada com ele.

- Meu amor, queria tanto escutar tua voz, e pedir desculpa pela discussão acesa nessa manhã, sei que não tenho andado a dar a devia atenção e que como marido, tenho falhado minhas obrigações, que quero muito, mesmo muito compensar. - o teatro dissimulado começava ali, onde a sentado na cadeira a fingir e sorrir, porque sabia bem que ela era uma mulher fácil de dar a volta.

- Um rebate de consciência, Damon. - ao contrário do que esperava, ela alterou o seu tom de voz, como ele simplesmente esperava. - Penso que não é uma conversa, pelo qual possamos ter pelo telefone, sabes perfeitamente que gosto de conversas cara à cara. - disse ela frontal.

- Claro, meu amor! Como quiseres, aliás que me dizes de eu ir buscar-te e sairmos para jantar? - perguntou ele novamente a bancar o marido perfeito.

A loira que estava do lado de fora do porta da creche a esperar alguns pais de crianças a levarem seus filhos, começou a estranhar a súbita mudança dele, contudo, achava ela que não era algo a confrontado pelo telefone, e talvez a ideia de jantar fora, até nem fosse má, e assim poderiam conversar mais a vontade.

- Eu aceito, mas não mais que isso. - estava pronta a encerrar a ligação, quando ele interrompeu.

- Um jantar e passar uma noite maravilhosa no hotel. - os olhos dela oscilaram, seu coração começou a bater frenético. Havia já algum tempo que o casal não tinha um momento assim. - E há algo que andei a pensar muito, e como é coisa que queres muito, podíamos tentar processar o nosso primeiro filho. - o jogo de Damon era todo ele pensado, e a única forma que ele tinha garantida de ter Caroline em sua mão era oferecer o que mais queria, ser mãe.

- Preciso desligar, depois vem me buscar.



************************************************************************


Das portas para dentro ocorria uma reunião muito importante ao qual todos os que estavam do lado de fora ansiavam por saber o resultado e com isso comemorar. Ellen que já buscava uma champanhe, precisou a esconder, para o caso de não ter uma má surpresa, a verdade é que quando a se abriu, umas caras sorridentes de lá saíram, e Rafael, tanto como Edward ou Maria, estavam satisfeitos.

E naquela troca de apertos de mãos com o novo sócio, Ellen mostrou a garrafa dando uns pulos animada. É claro que ninguém naquele instante ia repreender a mulher por estar feliz com o resultado, pois havia sido muito tempo de espera para agora ter uma boa noticia.

- Conseguimos! - disse Rafael orgulhoso. Maria não tinha como não o felicitar por um progresso grande, e com isso admitir que ele era um óptimo profissional na escolha das boas opções. - Eu disse Maria, imos conseguir! - ela mostrou um sorriso espontâneo longe daquela forçosa ajuda.

- Vamos comemorar! - disse Edward pegando das mãos de Ellen a garrafa e assim uns copos em bandeja chegarem até eles, por outra rapariga bem atenciosa, que já despertava uns olhares cobiçosos.

Naquela animação toda, Rafael tentou se distanciar de todos para poder fazer uma ligação a namorada e com isso explicar factos. Quando discou, aguardou algum tempo até ver o sinal interrompido e começar um turbilhão de questões do tipo "com quem ela tanto fala?". Porém, não desistiu e justamente a terceira tentativa, a voz dela se fez escutar.

- Finalmente Alice... - disse ele um pouco desconfiado, e tom curioso.

- Desculpa meu amor, minha mãe no telefone é coisa para demorar horas. - logo após saber isso, repreendeu-se mentalmente, por estar a ser desconfiado com a própria mulher que dizia amar. - Mas, ligas-te para dizer que estás demorado? - perguntou ela alheia a festa que ele eventualmente estava metido.

- Não, quer dizer, a verdade é que não vou jantar, e muito embora irei chegar tarde em casa, e uma vez mais estarás a dormir, e não quero incomodar. - explicou ele, não podendo ver a expressão triste dela, mas temer vê-la magoada por ver que estava falhando com o seu dever de bom namorado.

- Está tudo bem, amor. - respondeu ela com uma voz pouco audível.

- Sério mesmo? - insistiu em saber, mesmo que ela continuamente negasse estar triste. - Tudo bem, então, amanhã prometo estar mais tempo contigo. - tentou solucionar a situação, não sabendo ao certo se uma promessa como essa podia simplesmente ser cumprida.

- Até amanhã! - e assim ela encerrou a ligação, ele decidiu não fazer caso, e já virava costas a esse pequeno problema para de breve se enfiar na festa novamente que não tinha hora para terminar.

Por outro lado, Alice estava mesmo triste, Rafael simplesmente ia falhar mais uma vez e isso significava que sentia aquela onda de que a relação estava a perder cada vez mais aquela ancora.

Volta e meia, os seus pensamentos paravam, ela necessitava focar na menina, ou simplesmente esta iria se sentir culpada por algo que não era culpa sua.

Pronta a fazer Candice sorrir, a morena sentou no lado da menina passando o seu braços por de trás dos ombros magros e pequenos desta e começou a falar com ela com aquela voz de "ursinho carinhoso" tal como fazia à sua irmã quando mais pequenas.

- E o jantar de hoje vai ser para duas pequenas e grandes pessoas! - ela riu, aquela imitação era tão engraçada e ao mesmo tempo tão acriançada que deixava qualquer um bem disposto.

- Pode ser batata frita com hambúrguer? - perguntou ela estreitando os olhos, e juntar as mãozinhas entre si.

A morena queria mostrar autoridade usando aquele discurso de comer saudável é que é correcto, mas tanto como sabia, batatas fritas caiam sempre bem, e como a noite ia ser de meninas, e como a gula por vezes não tinha limites, ela pensou em uma ideia ainda melhor.

- Podíamos ir no Mcdonald's! - sugeriu Alice entre sorrisos.

- Sim! - um sorriso rasgado soltou-se dos lábios da mais nova.



Comentários

  1. E lá vai Jasper defender sua irmã! Aposto que ele teria muita coisa para falar para o Damon, eu até maginava uma conversa, aí ele chega e paga o Damon "ocupado"!

    Meu Deus! A falta de caráter do Damon é algo sem igual! Ele realmente não vale o chão que pisa, estava lá a se esfregar em uma moça. E, olha, não querendo julgar ela (se bobear ele a estava enganando, dizendo que ia ficar com ela e se separar da mulher), mas minha filha você estava semi-nua em um escritório? Que horror!!!

    Eles foram pegos com a mão na massa e podemos ver que o Jasper se controlou para não bater nele, não? Pois, sim, ele o colocou contra a parede, mas vemos que ele se segurou para não fazer a coisa piorar ainda mais!

    Aliás, eu imagino que se Damon apanhasse de Jasper era bem capaz de tentar colocá-la contra o irmão, não? Capaz de inventar mil artimanha e a pobre mulher apaixonada poderia era cair feito um patinho. Pois é fato quando dizem que o amor é cego e muitas vezes não vemos o defeito da pessoa amada, não é?

    Ah mas que cachorro! Ele fez o oposto do que Jasper mandou fazer! Uma pena o Jasper não ter ligado para a irmã. Não precisava ser para dedar o cachorro, podia ser só pra marcar pra almoçar/jantar com ela, sei lá! Qualquer coisa! Mas agora o Damon vai levá-la em um jantar e seduzi-la, bem capaz de a pobre cair mesmo nessa :(

    Oh Deus, por favor, tomara que ela não engravide! Tomara!!!! Use seu sexto sentido feminino Care, perceba que aí tem, por favor!!!!

    E se a coisa anda tensa entre Damon e Care, na empresa do Rafael a historia é bem outra.

    A linda e fofa Ellen já queia comemorar, hein? Aposto que ela estrava pressentindo que desta vez Maria cederia, ehehhe. Ok, ela teve suas dúvidas se deveria ou não mostrar a garrafa e as taças, mas sorte que deu certo!

    Mas por outro lado temos o Rafael ligando para a Alice e...puxa esse casal está ficando muito afastado. Eu não creio que ele acha que ela o está traindo! Que absurdo! (Embora, pensando cá com meus botões - e isso só porque estou com um casaquinho de frio, senão nada de botões, ahauhaua - ela até teve chance de fazê-lo, mas não o fez).

    Tomara que eles consigam conversar no dia seguinte um pouco mais, pelo menos...Se bem que dependendo o jeito que ele chegar em casa talvez não seja uma boa ideia, né? Ixi....

    Acho que Maria logo não será a única sócia solteira, hein? E se bobear ainda é capaz de acabarem juntos, ehehhehe.

    Mas se elaestá triste, pelo menos ela tem a sobrinha pertinho e acho que uma ida ao Mc Donalds vai ser uma boa distração a ambas. :D

    Eu simplesmente amei o capítulo, estava louca pra lê-lo e já estou ansiando a continuação :D

    ResponderEliminar
  2. Olá, olá!

    Então para começar vimos aqui uma tensão enorme entre aquilo que Damon andava a fazer com Caroline e o facto de ser pego em flagrante pelo cunhado. É certo que a ideia de Jasper era procurar Damon para conversar, afinal era o seu dever de irmão poder de algum modo zelar um pouco da boa relação existia, certo? Enfim, não correu bem a coisa toda e parece que de uma conversa a coisa passou a outro plano bastante desagradável. E se o loiro anteriormente sentia algumas duvidas quanto ao teor dos sentimentos do rapaz pela linda Caroline, agora tiravas certezas de que não amava de verdade. Triste isso, não? (Pior mesmo é você ter de ir num casamento e escutar umas juras de amor eterno. Falsos maridos, esses!)

    Infelizmente Damon mesmo assim depis de tudo não se deixou vencer, afinal é um advogado bem esperto sabe muito sobre esquemas e como manipular clientes. É um absurdo, eu sei... mas infelizmente existem pessoas assim.
    Também estou na torcida para que Caroline dê conta da generosidade apressada da marido moribundo e que não caia nessa cilada... afinal só se vai machucar ainda mais e ambas sabemos qual o resultado de um coração ferido por mais que nunca fique sozinho. (é neste momento que me pergunto por onde deve andar o Stefan) haha

    De más intenções e mal intendidos temos um lado oposto de comemoração... (isto porque todos estão alheios aos reais factos) enfim, era hora mesmo de comemorar com certeza. E olhem só Maria estava animada e feliz com o sócio... momento único na história... bom mesmo esse rapaz continuar nesse caminho, mas que nunca se desleixe com o seu outro (ambos sabemos como aquilo anda mau) mas Alice lá vai aguentando. (embora me questione até quando e não passe com ideias erradas pela cabeça) amor é tudo o que posso definir.

    É uma ideia, mas convenhamos que esses sócios são muito opostos, seriam mais que gato e rato numa perseguição. Mas vendo a coisa toda pelo lado menos clínico, sabemos que até os mais opostos se atraem.

    Que bom que está a gostar, pois a mim deu um grande gozo escrever esses capítulos absolutamente fantásticos. Logo logo sai um novo... É só esperar... até ao próximo.

    Beijinhos

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