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Dust in the Wind - Capítulo 33 - Despedida de Damon

2 dias depois...

O dia do enterro havia chegado e consigo trazia toda a dor de um ultimo adeus ao qual nunca pensamos estar preparados para o encarar. Stefan estava naquele impasse de usar um terno de tom escuro ou um de tom claro, sabendo que no fundo, seu irmão apenas ia querer vê-lo bem apesar de tudo. Porém, acabou optando pelo escuro, onde podia facilmente mostrar toda a sua solidão por perder alguém, mesmo que essa pessoa fosse a menos boa do mundo.

Damon mesmo com os piores defeitos do planeta, havia sido tão mais homem que Stefan em certas e determinadas atitudes, talvez destruindo tudo nos seus últimos tempos. No entanto, quem nunca havia tomado um erro na vida? Quem nunca havia amado com a cabeça ao invés do coração? É certo, tudo era imprevisível, incluindo a morte e incluindo as decisões pouco racionais que a própria razão desconhece.

E lá caminhava ele para a sala onde todos estavam presentes apresentando sua ultima homenagem ao jovem Salvatore, mantido em seu caixão velado. Elena estava presente, embora a um canto acompanhada por Bonnie e sua tia Jenna.

Ele andava a errar muito com ela, e com sorte ou azar, ela estava tão mais magoada do que pensava ele. Pois desde aquela ligação que não haviam trocado mais palavras, nem sequer a permissão de uma visita dele.

A morena mostrava o seu total desagrado, o que era natural, e afinal Stefan havia errado ao manter no oculto isso, pois mais tudo, ela carregava um filho do irmão, mesmo que ele a todo o tempo tentasse evitar pensar nisso. Contudo, a vida de Damon sempre estaria ligada a de Elena, quisesse ele ou não.

Depois de todas as prestáveis homenagens foi hora do corpo ser levado para o cemitério, onde mais tristemente se daria um adeus clássico. É certo que a vida nunca acaba apesar do corpo se manter frio, porém para quem fica é sempre mais difícil aceitar quem vai, ou pelo menos era desse modo que uma percentagem significativa de pessoas pensava.

Nesse caminhar de passos solenes em retorno do ultimo estágio fez muitos amigos se aproximarem do rapaz e fazer o mesmo que todos faziam, prestar suas condolências.

- Eu sinto muito a perda, amigo! - falou Alfred, um velho conhecido de Damon desde aqueles tempos em que o rapaz havia sido um grande velejador em seus grandes campeonatos nacionais.

- Ele fará muita falta, Alfred! - sussurrou ele baixando o olhar triste para seus pés.

- Fará sim, mas estará sempre de olho na gente. - tentou fazer piada, mesmo que o clima presente não estivesse para isso, e em nada era propicio rir num funeral, contudo era Alfred um amigo tão querido de Damon que, enfim ia acabar por ser perdoado por todos. - Normalmente apenas damos valor as pessoas boas quando as perdemos definitivamente. - sussurrou depois de mudar seu humor para sério devidamente conveniente perante a situação.

- Queria não dizer isso, mas confesso com todas as forças que é verdade. - disse o rapaz aproximando da urna que continha o seu irmão. - Podíamos não nos falar nos últimos tempos como bons irmãos, mas nunca vamos deixar de ser o que éramos. - ele olhou o rapaz do seu lado.

Tempo depois que Alfred despediu de Stefan, foi hora de outras pessoas se aproximarem e deixarem rosas como símbolo de paz. Inevitável era conter as lágrimas no momento, pois eram tão involuntárias e incapazes de serem amparadas com um simples lenço.

Meredith aproximou do rapaz o abraçando quando percebeu que estava tão mais sozinho do que devia, e aquele abraço mudou muito. O jovem abraçava a morena com toda a ternura, provocando um certo ciume a Elena que observava toda a cena, porém de volta e meia sua tia percebia as mudanças repentinas de humor da rapariga e não tardava a questionar.

- São apenas amigos, e é natural ela abraça-lo! - disse Jenna, mas teimosa como a sua sobrinha era, deu as costas. - Raparigas! - disse por fim ao ir atrás dela.

(...)

Depois do difícil vinha o pior de tudo, era a convivência com o vazio que a vida transmitia quando a falta de alguém se sentia. A partir de agora, seria Stefan e ele mesmo, apesar de muitas pessoas querias terem estendido sua mão oferecendo auxilio, que rapidamente ele recusou pelo simples facto de que sentia que estava na hora de ele aceitar, apesar dele próprio não saber como fazê-lo.

Era quase inevitável não olhar para certos cantos da casa e não imaginar Damon no seu melhor. Afinal aquela ironia, aquelas graças e aquelas discussões tão óbvias, iam fazer falta, porque mesmo que
tivessem suas divergências, ele se amavam mutuamente, embora nunca admitissem um ao outro.

"Pois é meu irmão, agora não posso mais dizer que te amava" pensou ele ao aproximar da arquibancada dos whisky que o rapaz sempre tomava pela noite. "Quem mais irei chamar atenção quando estiver no meu silêncio?" perguntou a si mesmo agora sentando no sofá e olhar os livros embutidos em seus buracos na estante. "Acabou, e não tem retorno" ele suspirou encaixando a cabeça na almofada e endireitar-se todo olhando o tecto por inteiro, tão bem defendido por traços rústicos e autenticamente barrocos.

Podia-se dizer que o tecto da sala era de uma arquitectura tão nobre que já vinha da época de suas gerações passadas, como seu bisa-avô, avô, pai. Gerações essas que vinham já desde o século XIX, onde a família Salvatore finalmente se havia mudado das belas terras de Roma para as modestas terras da Virgínia, onde hoje Stefan Salvatore vivia desde então.

Era estranho pensar que pela mesma mansão haviam vivido tantos, e tantos familiares que dava a impressão que parte dos tantos volumes de livros embutidos nessas longas estantes podiam de facto pertencer a essas autenticas vidas.

É certo que ele tinha curiosidade em saber o que naquela época de guerra, de fome, de dor, de perda entre outras coisas, o que eles haviam sentido, e como de certo modo eles podiam encarar a perda. Sendo que é certo que cada pessoa tem sua forma de ver a vida, e como ela é única também tem seu estilo de aceitar ou não.

Ele acabou por levantar do sofá e correr até as estantes olhando os volumes com bastante cuidado, e ler coisas como "A vida de um Salvatore", "Guia Salvatore", "Dias de Guerra" até que um determinado volume o persuadiu a retirar com cuidado. Então então com o livro gasto pelo tempo, e cuidadosamente escrito com caligrafia antiga que dava a impressão de que pertencia ao inicio do século XIX. O título era "A Bíblia Salvatore".

Se Stefan não fosse uma rapaz tão modesto e meramente sério, de certo modo que ia começar a rir com o título "Bíblia", pois pelo que dava a entender, aquela que estuda a história do tempo de Cristo e dos efeitos que determinados discípulos haviam feito na época.

É certo que nada tinha haver com isso, e que o nome tinha de facto tinha outra conotação que ele tinha a fiel vontade de descobrir muito em breve. E assim foi, ele dedicou-se de corpo e alma a leitura, era tão mais importante isso no momento do que lamentar a vida vida solitária, pois a leitura sempre se tornava uma boa companhia na ausência de um amigo de verdade.

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A dois dias que Caroline havia desistido do plano da fuga pelo simples facto de ver como pudesse dar certo, porém mesmo tendo ficado quieta em seu canto, ela chegou a uma conclusão infalível que era a única alternativa que ela tinha, se não queria ficar ali para sempre.

Arrastou a cama para o mais perto possível da janela que conseguiu, o barulho da madeira a ranger ao ser mexida era inevitável, no entanto ela tinha de o fazer, pois outro modo, sendo que a voar não dava, pois assim teria saído a muito tempo e se livrado desse barraco.

A única coisa boa que aquele sitio imundo tinha de bom era a cama que mais ou menos era confortável, embora não fosse para isso que Caroline a puxava naquele instante, mas para amarrar com todas as forças o lençol traçado.

Quando finalmente deu o ultimo nó nele e o puxou firme para verificar a sua segurança, ela trepou os caixotes até ao cimo e assim alcançar a janela, ao qual lançou a corda de lençol para fora. Só que no instante em que ela queria sair, escutou a chegar um carro e logo parou, pois não queria ser apanhada e com isso perder a sua única chance de fuga.

Ela se manteve quieta e ao escutar a porta bater do carro, aquela voz falou:

- Como ela está? - perguntou Cami ao rapaz que fazia vigília no lado de fora da casa.

- Igual a como deixas-te! - respondeu ele sem grandes falas.

- Ótimo! - disse ela sorridente colocando os óculos na cabeça e voltar ao carro, onde o som do motor deu a entender que estava de saída, e assim a loira suspirou de alivio, pois não estava com grandes formas de correr dali para arrumar tudo no sitio, sendo que nem tempo teria.

Uma vez o som do carro aparentar ficar longe, ela começou a pensar consigo própria "É agora, vamos Caroline". Ela colocou uma perna para fora evitando sempre aquela coisa de olhar alturas e depois quando debruçada sob o peitoril da janela passou a outra se agarrando firme a janela, embora esta não fosse muito segura, ao qual ela rezava por aguentar seu peso.

Só então depois de seu corpo todo ter passado para o outro lado é que ela colocou as mãos no lençol descendo cuidadosamente de olhos fechados até ao gramado verde do chão.

É certo que quando seus pés pousaram na grama fresca, ela sorrio tão feliz que finalmente havia conseguido ultrapassar uma barreira pelo qual em outro momento seria impossível de imaginar ao fazê-lo. Contudo, não era hora de parar, e de certo que Caroline tinha muito caminho para trilhar, mesmo desconhecendo o sitio pelo qual estava, o que de certo modo ia dificultar tanto na sua orientação.

Ainda assim não baixou os braços e trilhou o mais depressa possível para fora da vista de quem a pudesse eventualmente a ver. "Tenho de ser rápida, ou então irei ser apanhada" pensou consigo ao dar uma olhar para trás e ver tudo ficar no sitio.

Ela não estava preocupada com o facto de virem a descobrir que havia fugido, estava sim com medo de ser apanhada por eles, e assim sabes-se lá o que essas pessoas podiam fazer consigo. Nem era bom pensar coisas assim, pois as vezes elas podiam simplesmente acontecer. "Vou sair desta, ou não me chamo Caroline Forbes" pensou ela de cabeça erguida.

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Por outro lado, Niklaus estava longe de saber que sua namorada estava meramente a salvo das garras de Cami. Na sua cabeça ela apenas ainda continuaria em perigo constante, em que por mais ajudas que estivesse a querer mostrar, não estava a conseguir por não ter uma única pista do paradeiro, cujo a maldita nem isso havia mencionado.

Ele bateu punho no cimo do cómodo do sótão da casa, quando desistindo de mais uma tela mal pintada. É certo que a sua pintura não estava a correr da melhor forma pelo qual tão fluentemente saia. Por outro lado, o motivo da sua inspiração, não estava presente, e tudo isso mudava uma vida.

O aborrecimento era tal, que ele sentia que ficar sozinho não estava ajudar em nada, primeiro afastava os amigos de si, e depois apenas tinha por perto a memória viva daquele medo, daquela insegurança, em que a falta de noticias o deixava completamente louco.

O pai do rapaz já nem sabia que mais fazer para ajudar o próprio filho que a dias que se trancava simplesmente naquele sótão carregado de memórias. Ainda assim, o senhor respeitava a posição que o loira impunha na sua vida e no seu pensar. Contudo, era sabido pelo mundo que o maior valor que um pai tinha era prezar a felicidade de um filho.

Naquele instante acabava Niklaus de sentar no peitoril da janela quando por ventura dois toques na porta o chamaram a sua atenção, ao qual ele simplesmente disse:

- Agora não!

No entanto, a pessoa pelo qual abria a porta naquele instante, não era longe o pai, e nem de perto Cami, mas a sua melhor amiga que afinal andava tão distraída com sua vida que as vezes esquecia que o amigo estava péssimo, e com isso a sua solidariedade era tão natural que o loiro já nem reclamava.

- Klaus! - ela aproximou preocupada e meramente a pedir para que de algum modo ele pudesse abrir seu coração e conversar. - Eu sei que estás triste, e que só queres ficar sozinho, mas por favor, deixa-me ajudar! - ele revirou os olhos, cercando o olhar na árvore que estava a vista do quarto de Caroline.
- Fiquei a saber o que aconteceu com a... - mas ela parou antes de proferir o nome. - mesmo assim penso que ela ser encontrada e vais ver tudo vai passar. - pousou a mão no ombro dele ao qual este olhou.

- Não sou tão optimismo como tu! - disse ele de forma breve.

- Para! - apontou o dedo. - Niklaus Mikaelson, não és assim! - ele voltou a revirar os olhos pois não gostava quando ela chamava pelo nome completo, dado que isso remetia para um discurso sério ao qual nem para isso estava disponível.

- Rebekah, por favor!

- Irei desistir quando finalmente levantares essa cara e mostrares o bom que és. - ela cruzou os braços. - Vá lá! - ela insistiu. - Vamos sair, tomar um ar, comer alguma coisa porque saco vazio não aguenta de pé.

- E o teu namorado como está? - desconversou só para irrita-la.

- O Matt está ótimo, mas não troques de assunto assim, quero mesmo é ver-te bem. - descruzou os braços puxando por ele para fora daquelas quatro paredes carregadas de telas inacabadas.

Ao ser levado pela loira mesmo de má vontade para a rua, aos poucos aquela áurea carregada ia mudando, de certo Rebekah estava a fazer um ótimo trabalho. Quando pararam no parque da cidade, o rapaz sentou na grama fresca mesmo por de baixo da árvore e encostou sua cabeça no tronco.

Ela por sua vez seguindo no mesmo passo sentando do seu lado e o olhar como quem pede algum tipo de explicação mais. Niklaus não havia simplesmente sentado para conversar, sendo que ele naquele instante apenas queria fechar os olhos e imaginar coisas boas, cujo deviam acontecer um dia e que ele tão esperava que de sonhos passassem a realidade.

"Quem me dera poder ter aqui a pessoa mais importante da minha vida e partilhar essa relva fresca com ela" pensou ele ao mexer as mãos no gramado verde coberto de pequenas folhas deixadas cair dos galhos da árvore por conta do vento.

Uma meia hora depois daquele longo silêncio, decidiu quebra-lo.

- Está mesmo muito calor e penso que vou comprar alguma coisa para beber, irás querer? - perguntou ela ao levantar da grama e sacudir as mãos na ganga.

- Não! - respondeu ele ainda de olhos fechados.

Ela deu de ombros ao ver que nada ia mudar no amigo e então seguiu até a rolete ambulante pedindo uma coca-cola gelada e só então regressar e ver que o rapaz já não estava mais no mesmo lugar.
"Bolas! Ainda agora estava aqui, como ele foi embora sem me avisar?" questionou a ela mesma sob pensamento e ao mesmo tempo desiludida.

Por outro lado, Niklaus havia saído mesmo na hora certa e como não estava na sua virtude de desabafos decidiu sair sem se chatear justo com quem mais preocupava com ele. É certo que nunca havia sido um bom detentor de com paixões e que isso de ter de ouvir conversas femininas na hora não iam de certo ajuda-lo em nada quando na verdade apenas queria ficar sozinho.

Entrou em casa quando finalmente havia passado o outro lado da rua que por outras palavras era o cantinho do parque pelo qual ele havia escapado na dianteira. Também era certo que não ia falta tempo até que a jovem liga-se a pedir explicações ao qual ele não tinha comentários a tecer, ou simplesmente aparecer ai do nada.

Ele suspirou ao bater a porta e encaminhar para o sofá onde caiu de cabeça nos travesseiros e fecho os olhos querendo se entregar a algum sono.


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