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One Shot - Rosalie - Second Chance


Estava decidida quando tomei a decisão certa de fugir da cidade grande. Algum tempo que não sentia bem por caminhos tais. Bom, por outras palavras não andava feliz, mas cansada, desprezada e rodeada de trabalho todo ele banal. A certa altura da minha vida cheguei mesmo a pensar que não seria digna de tamanha felicidade, mas depois pensando bem, e se esse fosse realmente o meu único problema?

Vivia para a familia que tinha, cuidava da minha sobrinha já adolescente. Davina estava cada vez mais crescida, e cada vez mais fazia perguntas às quais não sabia nem queria responder. Ela só tinha de entender que certas coisas para mim são bem mais complicadas que imagina.

Amar alguém, obter uma segunda chance ao quer que seja não é de todo a coisa mais simples. Não quando fui uma sofredora nas mãos do meu antigo namorado, que ainda bem não o vi mais desde então. Royce havia destruído o meu coração em pedaços, todos eles tão diferentes tamanhos. Graças a essa destruição impiedosa nunca deixara outro homem aproximar. Aquele medo de sair mal uma outra havia transformado um casulo na minha volta. Então tudo o que tocava recomeçava do zero.

Desisti de pensar que podia ser feliz, ninguém podia cê-lo se não fosse de acordo com o outro, ou até a si mesma. No caso não me sentia preparada, e tão cedo não abriria portas para deixar entrar o cupido.

Pensando desse modo lancei o olhar sobre a brisa que soprava para longe, o vento estava bem leve, pois não havia folhas a voar. O cheiro de outono em véspera de sua ida estava a saber tão bem. Cheiro a terra, é bom mesmo. Balançava de frente para trás no velho balanço que o meu pai havia construído. Era tão pequena quando o vi cheio de cuidados a criar cada peça. Cheguei mesmo a querer ser assistente, e não é que como a praia ficava ali pertinho fui buscar conchas? É mesmo, com a minha ajuda decoramos o balanço completamente. A minha irmã nasceu depois, uns anos mais tarde, mas infelizmente nossa mãe não havia resistido ao parto. Meu pai ficou de rastos, na época e pouco mais durou a 10 anos.

Depois já imaginam como foi a minha vida, bom, tornei-me mãe e pai de Sasha e de mim mesma. Muitas vezes tomei decisões dificeis, mas não só também foi na escola que conheci Royce. Foi amor à primeira vista, namoramos pelo menos alguns anos, mas depois ele começou a ser indelicado comigo, recebi alguns maus tratos, não merecia isso... então tomei coragem e denunciei-o para a policia. Obviamente que isso destruiu a nossa relação e o amor para mim deixou de fazer sentido.

- Tia, porque não vem comigo apanhar algumas conchas? - pergunta Davina aparecendo no alpendre com o seu vestido de algodão rosa claro, chinelo de dedo e uns óculos de sol bem da moda.

- Acho que vou ficar aqui, quero ver se aproveito para colocar a leitura em dia. - desculpei-me, mas ela não pareceu ficar convencida. - A sério minha querida, o que vou eu fazer, não é? - ela mudou o peso de um pé para o outro ainda me encarando. - Está bem, eu vou! - decidi por fim vendo aquela expressão dela.

Óbvio que Davina explorou um largo sorriso face à sua tarefa bem sucedida. Tratei logo de ir trocar de roupa, queria levar algo mais largo e que o vento pouco que estivesse, pudesse levantar e refrescar-me.

Voltando para fora de chapéu de palha na cabeça, peguei numa cesta pequena de verga e caminhei atrás dela que bom, ela sempre era mais apressada que eu. Em outras palavras não tenho mais os meus 20 anos, mas caminho lá para os 32... quem me dera ser nova e saber o que sei hoje.
Provavelmente não teria feito metade dos erros que cometi.

A uns tantos metros havíamos chegado na praia, o areal estava bem quente, apesar do sol ser fraco, ele sempre aquecia alguma coisa. Descalcei as sandálias de salto cunha e andei lentamente. Tal como havia imaginado e bem, o vento soprava de cima a baixo, era uma sensação de frescura permanente.
A certa altura da minha caminhada deixei de ver a minha sobrinha que pronto bem sei que aproveitou a minha lentidão nesse passo de caracol para aprontar alguma partida. Busquei logo a minha tarefa de procurar as conchas que ela tanto desejava. Caminhei conclusiva a observar os pequenos grãos de areia quando algo brilhante mais à frente chamou claramente por minha atenção. Inicialmente fiquei intrigada, mas o que seria aquilo? Aproximei um tanto mais e agachei sobre o objecto brilhante.

As ondas eram fracas na sua rebentação que mal chegavam a molhar meus pés. Peguei o objecto, mas não era nada do que havia imaginado. Era uma garrafa, mas não vazia. Tinha alguma coisa dentro.

Mil e uma ideias passaram pela minha cabeça, fiquei confusa e a certa altura ponderei em abandonar aquele objecto e continuar a minha busca de conchas. No entanto, algo dentro de mim dizia que era importante e que devia mesmo ver o que tinha dentro.

Pois bem, tirei a tampa, mas o conteúdo não saia assim. Fiquei espectaste em ver se encontrava alguma coisa na minha volta que pudesse ajudar nisso, mas tudo o que encontrei foi um pequeno rochedo semi-húmido. Bom, vocês já imaginam o que me veio à cabeça, não é?

Parti a garrafa e uma folha estava rodelhada em uma linha. Desembrulhei e passei os meus olhos delicadamente pela caligrafia tremida e expressiva. Comecei a ler:

"Minha querida amada... 

Sei que neste momento deves estar a ler esta minha carta, podes até ter lavado algum tempo até acha-la. Creio que és esperta para perceber que o tempo é apenas uma circunstância que nos separa. Tem algum tempo que espero por este dia, sei que me amas, tanto quanto te amo. Sinto tanto a tua falta, és muito importante para mim. 

Os meus dias são noites indetermináveis sempre que fico longe de ti, agora sei que estás mais longe ainda. Não consegui aceitar tua partida sem explicação. Sabes que não sou dado a grandes mudanças. Faria tudo para que Deus devolve-se a minha amada Catarina. Por favor, não me interpretes mal quando disse naquele modo frio que não conseguia amar ninguém além de ti. És a única que abriu o meu coração, mas também a mesma que o lacrou e ninguém mais o abriu. Estou de luto desde então. Passaram 3 anos desde a tua morte. E todas as noites choro como se fosse o dia em que recebi a noticia mais devastadora da minha vida. Morres-te, e contigo levas-te o nosso filho. Nosso pequeno Josep. Nunca superei, e não me peças para fazê-lo, estou a ser honesto quando digo que a vida tem sido cruel comigo. 

Por favor, entende... não sou do tipo que aceita facilmente estas mudanças. Sei que vais dizer que devia mais estar preparado porque já lá vai algum tempo desde que viras-te pó. Mas para mim continuas a mesma, a mulher que amo está igualmente viva e tão presente em minha memória do mesmo modo que a vi pela primeira vez. Ainda te lembras onde foi nosso primeiro encontro? Creio que se a memória não falha, foi atrás da escola. Tínhamos apenas 15 anos quando nos conhecemos. Contudo, foi o necessário para saber que desde ali teríamos o nosso destino traçado. Vivemos juntos durante 10 anos, e apenas nos últimos anos decidimos que teríamos o nosso primeiro filho. E a vida o que fez? Tirou-me de mim ele e tu. E agora que faço eu que não suporto esta minha solidão sem que possas existir? 

Oh Catarina, queria tanto ver-te novamente, já pensei que o melhor modo seria morrer e juntar-me a ti, pois sei que seria o momento mais feliz para mim, mas também sei que não estarias de acordo em ver que havia desperdiçado minha vida de modo tão banal. Desculpa se não sou o marido que esperas que seja, mas agora viúvo, sou apenas um fraco farrapo. Sinto-me sozinho, não quero ninguém na minha vida, não quero mulher alguma que não sejas tu.

Perdoa-me se não estou bem como esperarias de mim, mas um dia sei que essa dor que carrego terá fim. 

Emmett"

Quando terminei de ler a carta fiquei com lágrimas no canto do olho, creio que chorava e nem havia percebido. Aquela era uma carta de amor, bem um amor tanto diferente das comuns cartas que me fazem chegar à redacção sempre que introduzo a coluna do amor no jornal semanal. Esse estranho homem parecia ferido e revoltado com a vida. Incrivelmente tão igual a mim. Bom tirando a parte em que ninguém morreu e fiquei sozinha porque quis. Também não esperei filho algum.

Estava comovida, adoraria conhecer aquele homem que havia tocado fundo no meu peito. Devia estar tão triste, pois em 3 anos não havia superado a dor da perda. A certa a altura até fiquei apaixonada com aquelas palavras iniciais, pareciam tão direccionadas a mim, mas ver ali o nome "Catarina" percebi que era para o amor de sua vida. Também devo confessar que senti que era ela, e que ele escrevia para mim. Se ou menos pudesse encontra-lo e dizer o quanto havia ficado tocada com suas palavras tão nostálgicas. Guardei a carta no meu bolso e esqueci para lá as conchas que havia prometido para Davina.

Regressei a casa e peguei imediatamente no telefone. Precisava de falar com alguém. Tinha de contar o que havia me acontecido. A certo ponto até me achei diferente, bem acho que estava um pouco mais entusiasmada... teria sido a carta a revitalizar-me?

- Alô? - escutei aquela voz tão suave da minha melhor amiga. - Rose? - sorri baixo abafando o telefone com a mão, mas recompus-me.

- Bianca preciso de falar contigo, tens um minutinho? - enrolei o dedo no fio fixo do telefone e sentei no banco da janela olhando para fora.

- Para ti sempre tenho uns minutinhos! O que se passa, amiga? - alivie um pouco a tensão, tirei a carta para fora e passei os olhos modestamente na caligrafia.

- Nem vais acreditar no que vou contar, mas encontrei uma garrafa na praia... - fiz uma curta pausa, e depois continuei nunca deixando ela intervir. - ela tinha uma carta dentro, bem não uma qualquer, mas a mais incrível que alguma vez li. E juro quando digo isso. - suspirei. - Só que era triste.

- Triste como? - perguntou curiosa.

- O narrador da carta é um homem triste, ele perdeu família, mas escreve parecendo que com a memória tão fresca de que a mulher possa mesmo responder. - ela fez um "O", mas dei seguimento. - Então fiquei bem tocada, e pensei que talvez pudasses ajudar-me a encontrar esse tal homem!

- E ele tem nome?

- Claro que sim, é Emmett... - escutei um suspiro pesado do outro lado da linha ao qual não entendi. - O que foi Bianca?

- Rose amiga não te queria decepcionar, mas tens de perceber que tem imensos Emmett's neste pais ou em outra parte do mundo, vai ser como uma agulha no palheiro. - explicou ela, aquilo desanimou um pouco, mas mantive a confiança novamente ao cimo.

- De forma alguma podemos ser negativas! - alertei. - Temos que procurar um homem que enquadre em alguns detalhes, ele era casado e tinha um filho! O nome da esposa era Catarina e o filho Josep.

- Espera, tu disses-te Catarina? - balancei a nuca, mas logo respirei fundo.

- Sim, exactamente isso que ouvis-te, mas porquê, Bia? - fiquei um pouco preocupada a certa altura, será que a minha melhor amiga sabia de algo que eu jamais havia imaginado? - Estás a deixar-me em pulgas, o que é? Conheces?

- A Catarina era a melhor da amiga do meu ex-namorado, lembras? - neguei em pensamentos. - Bom ela realmente tinha um namorado naquela altura, mas nunca liguei, não éramos propriamente intimas.

- E dai?

- Dai é que soube que ela tinha sofrido um acidente bem grave e que tinha morrido, ainda fui ao encontro do Jackson, mas já imaginas como foi tenso. - balancei a nuca imaginando.

- E pelo menos sabes onde ela vivia? Quer dizer com o marido certamente?

Por um momento desejei que disse-se que sim, pois queria tanto encontrar o autor daquela carta e falar a respeito que não aguentava a ansiedade.

- Saber, saber eu não sei... mas tenho quem possa sabe-lo! Agora só falta saber se aguentas esperar!
- Tempo necessário!

- Está bom, ligo assim que souber de alguma coisa! Beijo!

(...)

Tal como prometido Bianca não havia falhado comigo, e agora completamente confiante estava diante da morada de Emmett. No fundo estava nervosa, afinal ele não passava de um estranho para mim, e que uma estranha para ele.

Toquei na campainha e fiquei aguardando ali parada e a observar a arquitetura da casa exteriormente. A porta abriu e assumiu-se ali um homem perdidamente abatido.

- Posso ajuda-la? - essa foi a pergunta que saiu.

- Na verdade sim, quer não sei... bom... - atrapalhei-me totalmente. - Desculpe... - ele olhou confuso. - Encontrei uma carta sua e não pude ficar indiferente às suas palavras...

- Por favor entre, penso que não é assunto que se fale na porta de casa! - ele deu passagem.

Ao entrar vi uma decoração muito primordial, monótona para um homem tão bonito. Mas ai o meu cérebro se encarregou de lembrar que um homem como este estava a sofrer até aos dias de hoje. Senti-me mal por ser tão tola com os meus pensamentos.

- A senhorita aceita um café? Uma agua? - balancei a nuca em negação. Ele sentou no sofá, fiz igualmente a mesma coisa. - Encontrou uma das minhas cartas, certo?

- Sim, na praia! Desculpe se fui intrometida ao lê-la, pois percebi que era dirigida a...

- Catarina, sim à minha falecida esposa! - respondeu ele ao interromper-me, baixei a nuca. - Escrevo todos os dias para senti-la mais perto de mim, mas não tem sido nada fácil viver esta luta diária de que acordo e ela não está mais aqui!

- Não consigo imaginar o quanto possa ser doloroso para si!

Ele levantou do sofá dando uma caminhada em volta da sala. Espalhadas ali haviam imensas fotografias de uma família feliz. A esposa era bem bonita, bem até mais que eu. Emmett parou diante do retrato dela e suspirou pesado.

- O que aconteceu? - ele olhou de imediato para mim, quase engoli as minhas palavras.

- Catarina e eu tínhamos combinado de nos encontrar mais tarde para celebrar o aniversário do nosso Josep, ele estava a completar um ano. Então achei que poderíamos ir num parque com o nosso filho, no entanto nesse dia trabalhei até mais tarde, e pedi para ela se encontrar comigo lá, só que atrasei-me mais do que tencionara e quando cheguei lá não vi nem a minha esposa, nem o meu filho. - o seu olhar parecia tão vazio ao relembrar o episódio mais devastador de sua vida. - Foi quando recebi uma chamada do hospital, entrei em pânico. Eles disseram que a minha esposa havia sofrido um acidente e que não havia resistido ao impacto. O meu filho ainda ficou ligado às máquinas durante dois dias, mas o coraçãozinho dele deixou de bater umas horas depois, ai percebi que também o havia perdido. - uma lágrima saiu do meu olho, estava tão emotiva. - Face a isso os meus dias tornaram-se um verdadeiro inferno na terra. Não havia canto algum desta cada que não me fizesse lembrar eles.

- Porque não foi embora para esquecer tudo isto?

- Porque nunca quis, a minha história toda foi escrita aqui, os meus sonhos realizados e outros destruídos. Simplesmente é neste espaço que olho para os objectos e lembro do perfume doce que a minha Catarina usava, das brincadeiras que Josep sempre fazia comigo.

- Lamento não devia ter provocado essas memórias, deve ser um tanto embaraçante.

Ele olhou para mim, os seus olhos estavam vermelhos e cansados de tanto chorar. Lembrei da velha história que fala que um homem nunca chora, mas tem sempre algum que foge à regra.

- Mas e você? - abri bem os olhos quando percebi que agora era a minha vez de contar minha versão.

- Eu? - ele balançou a nuca em assentimento. - Não passo de uma mulher sofredora! - ele ergue uma sobrancelha aproximando do sofá e sentar, parecia interessado. - O meu ex-namorado era um bruto comigo, todos os dias era vitima da sua crueldade. Cheguei a temer pela minha vida, mas um dia tomei coragem e o denunciei.

- Ele batia?

- Sim, muito! - ele engiresse a postura. - Mas desde que fiquei sozinha nunca mais procurei ninguém para companheiro, apanhei medo creio! - sorrio francamente.

- Certamente que o homem certo ainda vai aparecer, não se esqueça disso! - pediu, e sorri em agradecimento uma vez mais.

(...)

Uns meses mais tarde, era de esperar que uns amigos pudéssemos tornar tudo mais intenso, eu finalmente havia encontrado um companheiro com quem pudesse conversar, alguém que não fosse arriscar a magoar-me por prazer. Emmett cada dia mais surpreendia-me. Eram encontros atrás de encontros e Bianca bem havia dito que um dia a minha sorte ia mudar. Só que nunca imaginei que mudasse tanto e para tão bom.

Quem diria que o homem das cartas se apaixonaria por mim, e eu por ele. Era uma sortuda por ser a mulher mais feliz do mundo.

- Olá amor da minha vida! - apareceu ele de surpresa em minha casa com um grande ramo de rosas vermelhas, as minhas favoritas.

- Oh amor, obrigado! - sorri tão feliz e abracei-o. - Amo-te tanto, és o melhor homem da minha vida!

- O melhor homem da tua, mas que mais poderia ser? - questionou pousando o ramo na banca do lado e colocar as mãos na cintura preocupado.

- Então, tem um outro homem que vem a caminho, ouvi dizer isso em algum lugar, mas é segredo porque ainda não sei se é positivo!

- Estás grávida? - animou-se.

- Penso que sim, amor! - comentei minha suspeita, ele pegou-me ao colo e girou-me ali mesmo. Estava tão radiante quanto eu. - Prometo que vou cuidar muito bem de nosso filho, amor!

- Juntos vamos, e desta vez prometo que não vou deixar nada de mal acontecer com os únicos rumos da minha vida agora! - beijou-me intensamente.

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