Capitulo 1 - Calmitude
[Aro]
Em volterra estava tudo
muito calmo, o que nos ultimos dias nada disto era possivel, minha mulher
Sulpicia achava que isto se devia ao facto de alguns vampiros andarem com medo
de nos enfrentarem, pois todos os que tentaram acabaram arder numa fogueira. Tentei
ler algumas mentes alheias para me destrair:
" Ai estou muito
preocupada com o que pode acontecer, nao gosto nadinha deste silencio. -
Sulpicia"
Minha querida mulher
estava sempre preocupada com o silencio. Retomei minha mente em outras.
" Caius eu acho que
deviamos pedir para Heidi ir caçar para nos, nao sei se aguento muito mais esta
sede. - Athenodora"
Minha cunhada estava
sedenta, mais nada lhe perturbava ja meu irmão ... voltei a sincronizar minha
mente.
" Ainda nao
acredito que nao destruimos os cullens, eu tenho raiva deles. Queria tanto
poder destrui-los um por um por minhas maos. - Caius"
Como sempre meu irmão
tinha aquela sede de destruição pelos Cullens, bem tinha de lhe dar um pequeno
desconto a isso. Sai para o grande salão ja estava farto de ler mentes onde so
reinavam os desejos e preocupações de cada um, chamei Jane.
- Sim mestre! - Jane
sempre se mostrava disponivel.
- Minha Querida onde
estao os outros elementos da guarda? - estranhei logo nao era habitual
encontrar Jane sem seu fiel irmão gemeo consigo.
- Alec foi caçar com
Dimitri, Felix e Heidi estam de guarda ao castelo, Renata saiu, mas disse que
ja voltava, quanto a Chelsea nao sei onde esta. - Disse ela com aquela vozinha
meio infantil.
- Bem preciso que me que
me chames a Heidi tenho algo para ela fazer.
- Concerteza Mestre. -
Logo Jane saiu do grande salao me deixando sozinho mergulhado em pensamentos,
como sempre meu irmão Marcus apareceu interronpendo meu silencio.
- O que tanto pensas meu
irmão ? - Perguntou Marcus com seu ar questionante.
- Pensar eu ?
- Sim tu haverá mais
alguem aqui? - disse ele com seu ar nada convencido.
- Bem eu nao estou
propriamente pensando, de facto apenas estou imaginando... Algumas coisas
alterdas no nosso mundo. - Ele me começou a olhar com seus olhos inquisidores.
- Imaginando a
destruição de mais algum maldito vampiro, que por sinal é muito mais forte do
que alguns dos elementos da nossa guarda? - Afirmou ele.
- Bingo! Sempre atento
meu irmão. - ele deu um breve sorriso. Marcus nunca sorria sempre se encontrava
em forma discreta mas sempre seria, de nos irmãos ele sempre tinha sido o mais
pacifico com determinadas situações, ja Caius se resumia a resolver seus
problemas atravez de guerras e fins.
- Que vampiro te anda a
incomudar ? - ficou com aquele ar de quem tem curisidade de saber qual é o seu
adversário.
- Narciso. Temo que ja
tenhas ouvido falar. - começou andar de um lado para o outro.
- Narciso! - repetiu. -
Vampiro mais antigo do mundo, porque ele meu irmão? - quiz saber.
- Ele nunca vai querer
se juntar a nos, dai que uma vez que ele e muito forte quero a sua destruição.
- Marcus continou me olhando.
- Destruição, achas
mesmo que o vais vencer?
- Porque nao ? Nos temos
bons elementos na nossa guarda! - afirmei, mas na mesma ele nao parecia
satisfeito com a minha justificação.
- Nunca vamos conseguir,
jamais alguem conseguiu. A nao ser... - fiquei curiso.
- A nao ser que ?
- Existe uma pessoa que
conseguiria fazer-nos chegar bem perto dele.
- Quem ? - quiz saber.
- Reneesme Cullen. -
Fiquei atonito.
- Como a Reneesme filha
de Bella e Edward Cullen ? Como ela nos podia ajudar?-A ideia começava
agradar-me.
- Muito simples ninguem
consegue ver o futuro dela e muito menos consegue-se aperceber de sua subita
chegada.
- Isso e um facto bem
importante, mas nunca os Cullen nos ajudaria a este ponto.
- Pois nao, ela
aceitaria para defender sua familia da morte. - estava a gostar das palavras de
meu caro irmão, quando ele queria consiguia ser muito frontal.
- Seria um belissimo
plano, caso Edward ou sua querida irmã Alice nao conseguisem detectar nosso
plano.
- Optimo tenho alguem
que com certeza nos poderia ajudar.
- Quem ? - nao me
lembrava de ninguem nos ultimos tempos que nos podesse ajudar a este ponto.
- Nahuel ...
- Humm belo aliado. Será que ele esta disposto a isso ?
- Claro que sim. Ele ja é nosso Aliado. - logo Nahuel entrou no
grande salao fiquei especado a olha-lo, dado que a ultima vez em que tivemos
frente a frente foi naquela clareira com os cullens.
- Nahuel meu caro amigo. - começei a souda-lo. - Como estas ?
- Bem obrigada! - parcia nervoso.
Logo ali estivemos durante algum tempo a discutir ideias.
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