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Fim dos Volturi - Capitulo XI - Contar a verdade


Capitulo 11 - Contar a verdade


[Rneesme]

- Mae eu quando parti pensei mesmo que era para ajudar Nahuel, mas logo depois quando estavamos a chegar em Florença ele me contou que me tinha-me menti a mim tal como a voçes. O plano era dos volturi. - começei a contar a história. - No entanto quando soube o que os volturi pertendiam fazer eu disse que jamias os ajudaria e é ai que entra a minha familia eles ameaçaram que vos matavam e eu nao queria que nada de mal vos acontece-se.

- Minha querida tu foste muito corajosa. - disse minha mae toda orgulhosa.

- Eu sei mae, voltaria a faze-lo se possivel por voçes.

- Mas o que eles queriam exactamente de ti? - perguntou meu avo Carlisle.

- Eles descobriram que eu tenho outro dom para alem daquele que todos nos conhecemos. - Júlia e Bianca ficaram a olhar uma para a outra.

- Outro dom ? - disse Júlia.

- Sim, eu anulo escudos. Tenho uma acção oposta a da minha mae, enquanto ela proteje eu anulo a sua proteção. - vi que todos estavam pensando, no entanto fiquei mais fucada em tio Jasper que parecia muito pensativo. - Que foi tio Jasper? - ele olhou para mim.

- Isso de facto é muito surpreendente, tens um dom poderoso que da aos volturi a capacidade de usar isso como arma secreta para aniquilar outros vampiros que sejam mais fortes que eles.

- Isso mesmo tio, foi essa afirmação que Aro que me deu. - todos me olhavam agora.

- Tu chegas-te a fazer uso desse poder alguma vez? - meu pai parecia preocupado.

- Nao, so mesmo em treinos é ai que entra o meu medo.

- Como assim querida ? - minha mae estava apreensiva.

- Eu enganei os volturi com ajuda de um vampiro que em breve vai chegar a nossa casa, o seu nome é Narciso.

- Narciso ? - disse meu avo pensativo.

- Sim.

- Ele foi um grande amigo meu, é o vampiro mais antigo do mundo e tambem o mais poderoso. - afirmou ele.

- Sim, ele contou-me que tem o mesmo dom da tia Alice de ver o futuro e que ainda consegue ver o passado e o presente. - reparei que Bianca ficou sismada com o meu veredito.

- Isto quer dizer que vem ai uma nova guerra! - disse meu pai num murmurio.

- Sim pai, Narciso viu isso no futuro, presumo que tia Alice tambem tenha visto. - ao acabar de dizer estas palavras todos se viraram para ela.

- O que foi nao olhem todos assim para mim ? Nao disse nada porque a decisao deles so foi tomada a pouco tempo, nao vos queria alertar sem ter as devidas certezas. - ela dizi-o de uma forma calma e pausada.

- Entao é mesmo verdade que eles vao voltar ... - minha mae nao consegui-o acabar a frase que estava dizendo, bem conseguia ver em seus olhos o medo que isso representava para ela.

- De facto vamos ter de os receber novamente em nossa terra. - olhei para meu pai depois para o meu tio Jasper, tio Emmett, tia Alice, tia Rosalie, avo Carlisle, Avo Esme, mae, Júlia e Bianca. Tinha medo de acabar com isto assim.

- Vamos precisar de ajuda para os travar! - afirmou meu avo Carlisle, logo com ele se juntaram os outros.

- A quem vamos pedir ajuda Carlisle? - inquiriu Jasper.

- Primeiro vamos pedir ajuda ao clã Denali que e nossa familia, depois vamos fazer grupos e juntarmos mais vampiros para esta batalha, nao podemos simplesmente baixar os braços e deixar eles façam o que querem de nos. - era isso mesmo que gostava de ouvir, meu avo sempre tinha as palavras certas para todas as situações, embora soube-se o quanto isto seria complicado para ele, ele nao gostava de batalhas, ele evitava a todo o custo usar a sua condição para acabar com os outros, mas no fundo era a unica forma para spbreviver.

- Nos conhecemos muitos amigos que nos podem ajudar Carlisle, sera um prazer ajudarvos nesta batalha contra os volturi. - disse Júlia. Júlia pelo pouco que ainda tinha passado com ela sabia que ela era uma boa vampira e que tambem era muito forte.

Vi que alguns tinham saido porta fora em busca de reforços, detestava admitir que tudo isto novamente seria por minha causa, bolas quando isto acabaria? Será que eu so sabia puchar perigo? É que so podia.

(...)

Estava a passar no corredor do escritório do avo Carlisle quando nao pode deixar de ouvir meu pai ao telemóvel, parei e fiquei a ouvir:

- Eu sei Tanya que nao é facil para voçes voltarem a enfrentar os volturi devido ao que aconteceu com tua irmã Irina, mas é que nos estamos mesmo a precisar de ajuda. Desta vez queremos acabar com os volturi. - nao podia estar a ouvir bem meu pai estava a dizer que queriam destruir os volturi? Eu sabia que isso implicava muita coisa e que nao seria uma batalha facil de travar.

- Sendo assim para aniquilar os volturi nos vamos, assim vingamos a morte de minha irmã.

- Obrigada Tanya.

- Estaremos ai em pouco tempo, ate breve Edward.  - ouvi que tinhamos um clã ja disposto a ajudar-nos pelo menos nao estavamos sozinhos nisto.

- Ate breve Tanya, ficaremos a vossa espera. - escondi-me atras de uma porta nao queria que meu pai me visse a ouvir suas conversas com a suposta Tanya a tal vampira que minha tia Rosalie me havia contado que morria de amores por ele no passado Garrr.

Vi que ele se encaminhava para a sala, talvez fosse dar a noticia a todos sobre a primeira resposta de ajuda. Reparei que minha mae estava muito calada e preocupada, mas decidi nao lhe perguntar nada nao a queria estar a chatear neste momento. Fui ate ao jardim apanhar um pouco de ar fresco, desde que tinha chegado ainda nao tinha visto uma certa pessoa, mas nem por isso eu me encomudei, tinha prometido a mim mesma que nao faria mais nada que fosse para projudicar alguem, que ficaria em meu canto quieta. Sentei-me em um banco que havia aqui e fiquei assim a olhar para o alem, nem tinha repardo que estava alguem ao meu lado.

- Preocupada ? - esta voz era muito diferente daquelas que estava acostumada a ouvir era de alguem novo. Virei-me para a direção de onde vinha o som e deparei-me com Júlia sorrindo para mim com seus olhos dourados.

- Nao da para esconder, é assim tao notório? - perguntei-lhe corando um pouco.

- Sim. Eu entendo a tua preocupação, afinal de contas ja passei por algo assim em meu passado.

- Aserio? - fiquei intrigada.

- Sim. É uma história bem longa, tudo começou quando eu e minha irmã estavamos a viver a pouco tempo na França.



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