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Paixão Proibida de Jane - Capitulo XI - Entrega a paixão


Capitulo 9 - Entrega a paixão





[Heidi]


Jane pelo menos estava com o seu amado, nao havia assim grande problema.

No caminho de acesso ao castelo vejo Chelsea e Renata a vaguear, escondo-me atras de umas arvores e fico sob escuta a conversa delas.

- Jane pensa que engana toda a gente, mas a mim nao. - era Renata que estava a falar.

- Renata nao te preocuopes que nos vamos encontrar a verdade e entregar de bandeija ao Aro. - Chelsea gostava mesmo de ser venenosa.

- Aro nao que ele demora muito tempo a decidir, que tal Caius? - ai que cobra.

- Hum boa ideia. - ambas riam enquanto regressavam ao seu posto.

Certamente elas andavam a tramar alguma, só nao sei o que fazer. Primeiro vou ter de contar tudo isto a Jane e depois ao Alec.

Havia agora um problema maior é que nao podia voltar para o castelo sem Jane. Bolas estou de maos e pés atados.



[Jane]

A tarde era maravilhosa, William era sem duvida um amor de pessoa eu nem merecia tamanha felecidade. Ele pega-me ao colo e leva-me para um quarto escuro onde só reina a luz das velas.

Esta luz de velas fazia lembrar-me os tempos antigos, mas simples. Deitou-me sob a cama macia, ficando ele em cima de mim com uma respiração ofegante. Nao estava a perceber o que estava acontecer, realmente eu nestas coisas era um pouco ingénua. Ele começou a despir-me muito lentamente, depois beija-me cada parte do meu corpo dando-me a sensação de arrepio de choque. Ai era tao bom estar assim com ele nesta nossa forma única. Recorri ao mesmo procedimento dele e ele só conseguia dizer palavras como AMO-TE e AMO-TE.

Sabia que o que ele nutria por mim era totalmente puro, o mesmo que eu sentia. Chegando a conclusão eu paro e afasto-me dele. Reparo na desilusão no seu rosto jovem.

- Eu nao posso! - disse.

- Porque?

- Nao agora, tu sabes o que sou.

- E dai eu gosto de ti a mesma.

- Tu nao estas a perceber a gravidade da situação.

- Qual situação Jane? Confia em mim.

- Nao se trata de confiança. - ele nao estava a perceber. - Trata-se de que é perigoso deixar-nos levar pelo prazer.

- Jane eu sei que é perigoso, mas tu sabes tanto quanto eu que temos quebrado tantas barreiras juntos, por isso deixa-me ajudar-te a quebrar mais esta. - olhei nos olhos dele, notei que continha uma mera lágrima ao canto do olho. Decidi que era o momento de tentar sem deixar chegar ao ponto de por em perigo.

-Tudo bem vamos tentar. Ouvis-te tentar, se eu vir que isto esta a tornar-se cada vez mais perigoso eu paro.

- Ok como tu preferires.

Voltamos a repetir o mesmo gesto de a pouco, agora talvez com mais intensidade apaixonante. Eu estava com um certo medo de perder o controle e mata-lo, no entanto por mais tentador que o seu cheiro fosse tinha de me controlar.

Embora ter aquele corpo quente em cima de mim, deixava-me sem folgo, ver suas veias salientes e batimento do seu coração frenético deixa-me cada vez mais tentada ao prazer de provar o seu poderoso sangue.

Tinha de parar de pensar, antes que dece em doida, Will nao é nenhum alimento para mim e sim meu namorado. NAMORADO! Agora que penso bem nesta palavra nunca antes tinha pensado em prenuncia-la, pelo menos nao desta forma tao apaixonada.

(...)

Ai agora estava a começar a senti-lo dentro de mim, neste momento sim eramos como um unico corpo entregue a paixao ardente.

- Sim Will, és tudo para mim! - disse-lhe em tom de prazer, dando um rosnado sem querer, talvez o tenha assustado.

- Amo-te minha Jane Volturi! - gostava quando ele dizia o meu nome.

Nao demorou muito para toda esta fase passar e pronto mais uma barreira passada, ja nao existem mais medos entre nos. Olhei para ele e perguntei:

- Gostas-te do momento? - queria muito saber a tua opiniao.

- Claro que sim, foi unico. - sorri para ele e dei um beijo de cortar a respiração.

- Quero ficar contigo hoje, amanha e sempre.

- E vais ficar! - ele dizia estas palavras com um brilho nos olhos.

Amava este jovem nao só por ser belo, mas por ser forte o suficiente de poder suportar uma vida sobrenatural. Todos estes pequenos momentos passados a dois faziam-me lembrar muito a história de amor de Bella e Edward, em que agora ele e que era o humano e eu era a vampira. Realmente o amor nao tem qualquer explicação.

- Vamos eu tenho de voltar para casa, ja esta a ficar tarde. - ele pegou na minha mae e fez-me olhar para ele.

- Amanha quero ver-te novamente.

- Ok eu estarei contigo nao te preocupes. - gostava de ter mais segurança nas minhas palavras.

- Toma cuidado contigo.

- Nao te preocupes que eu estarei sempre atenta.

- Eu assim espero, sabes que nao quero que nada de mal te aconteca. - reparei na sua preocupação, queria reconforta-lo e deixar ficar confiante, infelizmente nem eu propria sabia o que podia estar a minha espera ao virar da esquina.

- Eu amo-te e nao me canso de o dizer.

- Eu tambem amor.

Estes momentos nunca deviam acabar, acho um verdadeiro pecado isso. Agora percebo porque existe aqui uma ligação tao poderosa que se torna inquebrável. Dei um ultimo beijo nele e sai em rumo a floresta onde encontraria Heidi a minha espera.



 

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