Avançar para o conteúdo principal

Diário de Rosalie Hale - Juntar testemunhas


Sexta-feira, 24 de Dezembro
" Juntar testemunhas "
Querido Diário:
Era madrugada, o sol lá fora estava a começar a deitar os seus primeiros raios, Carlisle estava acabar de sair do escritório o que fez com que todos nos nos levanta-semos no momento imediato.
- Carlisle ja pensou ?
- Sim.
- Entao o que vamos fazer? - perguntou Emmett.
- Eu pensei muito e cheguei a conclusão que penso ser a mais acertada para o momento. 
- Entao qual e a conclusão Carlisle ? Estou a ficar nervosa querido. - Esme estava quase explodindo.
- Precisamos de ajuda para fazer eles acreditarem na verdade. - disse Bella.
- Pois é Bella e faze-los acreditar nisso é um pouco complicado. 
- Mas nao é impossivel. - falei.
- A Rose tem razão, nos precisamos de juntar testemunhas que comprovem o crescimento da Renesmee, ela cresce, ela tem sangue, tem um coração. - Esme sobrepos-se. 
- Entao vamos ter de nos dividir na procura de ajuda, eu tenho alguns amigos espalhados pela Europa, América... enfim por muitos lugares, certamente se explicar-mos bem o que se passa, eles podem ajudar-nos, mesmo achando impossivel a salvação. - explicou Carlisle.
Juntamo-nos numa mesa em frente a ele. 
- Portanto Edward, Bella, Renesmee e Jacob vao ate ao Alasca falar com a clã Denali, Eu e a Esme vamos ate ao Egipto falar com um grande amigo meu Amun que pertence ao clã Egipto e depois vou ate ao Brasil, quanto a voces Rose e Emmett vao para Nova Iorque existem bastantes nomades que eu conhecia da época que nos podem ajudar, e tambem podem ir a Irlanda falar com o clã Irlandes eles certamente que nos ajudam. 
- Vamos sim. - disse Emmett. Ele adorava aventuras. 
- Edward o melhor mesmo é voces terem cuidado com a forma como expem o caso as irmãs Denali é uma coisa delicada. 
- Fica descansado Carlisle nos teremos cuidado. 
Preparei a minha mochila com o essencial para a viagem e saimos ainda no auge no nascer da manha, a uma coisa que me estava a custar mesmo era o facto de ficar longe da minha queria sobrinha, foi entao que dei um ultimo beijo de despedida nela. 
(...)
Em Nova Iorque...
Era uma cidade linda cheia de luz, movimento, porem o que me trazia aqui nao era uma questao turistica e sim uma questao de vida ou morte. 
Ia eu e o meu marido numa ruazinha e começamos a ouvir uns barulhos estranhos, se nao estive-se enganada diria que era um vampiro atacar um humano. 
- Emmett estas a ouvir o mesmo que eu ? - ele era um pouco distraido nisto.
- Espera. - olhei para ele, parecia atento. Pegou na minha mao e levou-me ate a onde o barulho vinha. 
Vi um vampiro atacar um humano indufeso. 
- Mas que coisa feia atacar humanos. - falei, ele logo tira os olhos de cima da sua presa e fica espantado com a nossa presença. 
- Quem sao voces ? - pergunta ele.
- Meu nome é Rosalie Hale e este e o meu marido Emmett Cullen, pertencemos ao clã Olympico. Conhece certamente o Carlisle Cullen. - dei a conhecer a gente.
- Ah! O Carlisle é um grande e velho amigo meu. Em que posso ajudar? - mostrou-se intressado, largando o humano no chao. Ah e ja agora meu nome é Garrett.
- Prazer em conhecer. - disse Emmett dando um aperto de mao.
- O assunto é delicado. - informei-o.
Começei a relatar o propósito da nossa vida, explicamos tambem o porque se pedirmos ajuda, ele pareceu ficar impressionado e tambem intressado em fazer frente aos volturi. 
- Podem contar com a minha ajuda, eu adoro conflitos. 
- Nos nao pretendemos criar conflitos. - disse eu.
- Claro eu entendo. 
- Conhece mais alguns nomades que podemos procurar por aqui? 
- Sim, tem a Mary e o Randall, sao grandes amigos meus e tal como eu de certeza que vao alinhar na busca da verdade. - sorri. 
- Obrigada. 
Ele levou-nos ate a um lugar onde encontrariamos esses dois vampiros nomades. Entramos num prédio que mais parecia abandonado numa zona pouco povoada da cidade, tudo parecia estranho pelo chao apenas encontravamos corpos sem vida, era nojento o modo como eles gostavam de viver, por outro lado Emmett achava hilariante a vida selvagem. 
Garrett chamou por Mary e por Randall, eles apareceram de um cimo das escadas com os olhos bem vermelhos, cheios de curiosidade em ver-nos no seu espaço. 
- Olá ! - diz a mulher. 
- Olá meu nome é Rosalie e este o meu companheiro Emmett. Nos pertencemos ao clã Olympico... 
- Pois eles precisam da nossa ajuda e tu sabes que eu alinho em todas as aventuras. - brincou com as palavras Garrett interrompendo-me.
- Claro podem contar connosco. - disse Randall o outro nomade. 
Fiquei feliz por ver que a busca de ajuda estava no minimo a dar certo. 

Na Irlanda...
O tempo era escasso, entao o melhor que tinhamos a fazer era usar a nossa força sobrenatural para chegar bem rápido dos elementos do clã que Carlisle diz ser um pouco mais intolerante as mentiras. 
Irlanda tal como forks era um pais cheio de frio e neve, nao sabia como as pessoas humanas gostavam de viver neste clima agreste, por outro lado era o local ideial para esconder a verdadeira identidade vampirica de todos. 
Aproximamos de uma casa bem pequena e deduzimos que poderia ser o lugar onde esse clã habitava. Bati na porta e vi e imediatamente alguem abriu-a, era uma mulher robusta, forte e com cara de poucos amigos. 
- Boa noite! - falei dando a saudação. 
- Boa noite! 
- Meu nome é Rosalie Hale e este e o meu companheiro Emmett Cullen. Estou certa de que deve conhecer o Carlisle Cullen. - ela parou por um segundo e mudou a sua cara para outra forma que a meu ver ja era mais simpática. 
- Entrem por favor, desculpem a minha forma menos meiga de vos receber, mas e que nao tenho por habito receber visitas inesperadas. 
- Claro nos entendemos. - disse eu.
- Meu nome é Siobhan e conheco muito bem o Carlisle, ele é um grande amigo meu. - ela falava do meu pai com certo orgulho. - Mas o que vos traz aqui? 
- O assunto que nos tras aqui é um pouco delicado sabe, nos precisamos da vossa ajuda. - ao dar introdução a minha explicação aparecem mais duas pessoas na sala. 
- Desculpem estes sao a Maggie e o Liam. Liam é o - Prazer. - disse com delicadeza, a jovem Maggie e que nao parecia muito certa da nossa presença era como se ela tive-se presentimentos.
Relatei a história de uma forma breve e clara, ao inicio a cara deles era de horror, mas depois de explicar como tudo se cedeu, ficaram mais conformados, a jovem tambem conseguia confirmar que nos diziamos a verdade. 
- Pronto é isto. Estao dispostos ajudar-nos? - eles olharam uns para os outros. 
- Sim, nos ajudamos sempre os nossos amigos, se estao a precisar de ajuda, nos nao podemos negar. - fiquei feliz por ver que havia sempre alguem com bom coração, oxalá Carlisle e os outros tragam boas noticias. 

Forks... 
Em Forks a noite ja ia a meio e o cheiro da nossa casa era bem intenso, entramos para ver e quando estavamos a colocar um pe dentro do nosso espaço demos de caras com um monte de vampiros. 
- Carlisle ! - chamei por meu pai.
- Sim Rosalie. - um vampiro que eu nao conhecia olhou para mim com certo espanto. 
- Conseguimos juntar mais alguns, eles devem estar mesmo a chegar. - avisei. - E voces? 
- Tambem os elementos do clã Egipcio ja estao presentes e as Amazonas tambem. Tambem me quer parecer que Alice e o Jasper tiveram o cuidado de mandar alguns dos amigos deles para cá. 
meu companheiro. 
Reparei na presença de Charlotte e Peter na sala, entre outras caras que a mim eram estranhas e claro as irmãs Denali ja estavam aqui, eu sabia que elas estariam dispostas a ajudar-nos nem que fosse uma forma de evitar que a irmã Irina comete-se alguma locura. 


Comentários

Mensagens populares deste blogue

One Shot - Bella - Carta para Edward Cullen

Meu amor... Como é estranho voltar a dizer estas palavras... Palavras que durante meses  atormentarem-me sempre que eram proferidas, por mim ou por outros, faziam-me desabar, chorar. Agora não me canso de as repetir. Porquê? Bem, porque elas significam que voltas-te. Significam que o meu coração voltou a bater, que eu voltei a existir, que deixei de ser um robô triste e amargurado. Agora posso afimar (e até gritar paa quem não quiser acreditar) que eu, Isabella Swan, voltei a viver e a acreditar no amor, na felicidade, que deixei de ser um ser sem alma, sim porque quando voltas-te não só trouxes-te a minha alegria de viver e o meu coração como também a minha alma. Alma essa que, tal como o meu coração, pertence-te. Por favor... Não voltes a deixar-me, porque o meu coração não vai aguentar  perder-te uma segunda vez. Tu és a minha vida! Edward Cullen, tu és a razão de eu existir e continuar viva. Se alguem perguntar a banda sonora da minha vida eu respondere...

Diário de Esme Cullen - O casamento de Edward parte 1

Sábado, 2 de Julho " O casamento de Edward parte 1 " Querido Diário: O dia seria longo para uma humana entao Alice pensou em tudo o que era adequado para Bella poder usar e abusar. A minha filha tinha providenciado uma muda de roupa depois da cerimónia, uma vez que eles partiriam ao cair da noite para lua de mel, e tambem tinha deixada a mala pronta com tudo o que era necessário a uma viagem longa. Elas iam para a minha ilha, de certo Bella ia amar. Edward concordou com o nosso presente e claro fez-nos prometer a todos segredo absoluto, pois era proibido abrir boca, enquanto eles estivessem aqui. Despachei-me por completo com a minha roupa, penteado, pois queria estar com Carlisle para receber os convidados. Afinal éramos os pais do noivo, tinhamos um perfil a manter. Sai do quarto e sai para o jardim, que seria o palco da cerimónia. Encontrei a família Denali e corri a sauda-los. Como elas estavam lindas e maravilhosas, como sempre e Eleazar, um charmoso.

Diário de Rosalie Hale - O casamento de Edward e Bella parte 2

Sábado, 3 de Julho " O casamento de Edward e Bella parte 2 " Querido Diário: Depois de ditos os repectivos "sim" demos inicio a festa da boda, todos os convidados estavam absolutamente deslumbrados com o vestido de noiva de Bella, claro que Alice conseguia saber tudo e tinha um grande gozo nisso. Edward nao tirava os olhos de Bella o tempo todo, os convidados sentiam-se tentados a ver a cena de tanto amor no ar do casal mais perfeita da festa. Eu por minha vez senti-me tao feliz vez a felecidade enorme deles uma realidade quase impossivel, era um sonho que de um livro tinha-se tornado uma realidade. Sim Edward estava amar, coisa que ás uns anos era impensavel acontecer.  Como estava curiosa quanto a opiniao dos convidados fui ter com algumas pessoas. Encontrei Renné a mae de Bella quase em lágrimas.  - Entao Renné como se sente por ver que sua unica filha agora é uma mulher casada? - perguntei. - Muito bem, ela merece tudo de bom, ela vai ser muito...