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Lua de Sangue - Capitulo II - Investigação na floresta


Capitulo 2 - Investigação na floresta

[Esme]
O fogo ja tinha sido lançado era o momento de brindar ao novo ano, vou para a varanda da minha linda sala e debroço-me sobre ela para admirar a paisagem selvagem da floresta que rodeia a minha casa e começo a dar contar de ouvir barulhos estranhos na floresta, mas nao dou assim tanta importancia ao sucedido.
Passado meia hora ao aproximar-me de certos convidados ousso por acaso uma conversa que ate certo ponto me deixa curiosa, aproximo mais para ficar mais perto, claro sem dar na vista.
- Nissie é melhor teres cuidado quando andares na floresta. - cuidado?
- Porque?
- Andam vampiros a ronda-la. - vampiros? que coisa estranhissima.
- Vampiros? Como sabes? - intrometi-me na conversa, nao estava aguentar ouvir sem poder comentar.
- É Esme existem vampiros sim, ouvi boatos. - relembrei o som que a pouco tinha ouvido na varanda.
- Mas agora faz sentido! - deixei escapaz as palavras.
- O que avo? - minha neta reparou que eu estava a esconder algo e se bem a conhecia nao ia descansar enquanto eu nao conta-se.

- Nada nao querida, vou ter com o avo. - afastei-me deles no intuito de nao largar mais pista de que algo estranho anda acontecer.
Passei pelos vários convidados, de uma forma calorosa, depois cheguei-me ate ao Carlisle puxei para um canto sem dar muito na vista, claro tudo o que neste momento nao queria era estragar o ambiente animado.
- O que foi Esme? - ele estava preocupado. - Estas estranha.
- Passa-se alguma coisa na floresta. - ficou quieto. - Andam vampiros rodando, nao estou a gostar nada disto, sabes tenho medo, nao quero que nada de mal aconteça...
- Calma Esme, assim nao vou perceber nada. Tens de falar mais devagar. - nao podia acreditar que ele estava agir com tanta naturalidade.
- Tem vampiros na floresta.
- Sim?
- Temos de investigar.
- Certo, mas nao vamos meter os miudos nisto, nem sequer os nossos convidados. Mas como soubes-te disso? - ficou curioso.
- Ouvi uma conversa entre Jacob e nossa Nissie, por isso este meu estado de nervos.
- Nao precisas de ficar assim, daqui a pouco vamos sair discretamente sem dar na vista.
- Ok.
- Espera o meu sinal e depois investigamos. - acenti afirmativamente a sua proposta.
Juntei-me de uma forma calma e simpática aos nossos convidados na festa, queria de alguma forma distrair a minha cabeça, tirando estes pensamentos negativos sobre o que se anda a passar na floresta.
O problema é que por mais que disfarça-se sabia que Edward iria ler a minha mente e logo veria que alguma coisa nao estava a bater certo. Tentei de certo modo pensar em outras coisas.  Aproximei-me das primas Denali.
- Oi queridas, estao a gostar da festa? - meti-me com elas, assim tambem estaria a distrair-me.
- Esme a tua festa esta fantástica, a tua filha Alice tem um jeito optimo para decoração. - elogiou Carmen.
- Verdade, estava tudo optimo. - disse Kate.
- Acho que vamos precisar de uma decoradora. - brincou Tanya, nao tirando os olhos de Edward.
Todos sabiam bem os sentimentos que ela nutria pelo meu filho, embora nao sendo correspondidos, nunca aceitou o facto de ter sido trocada por uma humana que hoje é uma vampira.  Coisas da vida.
- Obrigada queridas, voçes sao muito simpáticas. - dei um sorriso.
- Hora essa só dizemos a verdade. - disse a mae delas, Sasha.
Quando olho para trás Carlisle faz-me sinal, eu entendo logo do que se trata, logo virou-me para elas.
- Queridas eu ja volto, Carlisle chama-me.
- Vai lá nao percas teu homem. - brincou Sasha.
Fui ao encontro dele, logo saiu-mos para a cozinha, de lá sai-mos pelas trazeiras.
(...)
A floresta estava escura e socegada de mais.
- Disses-te que ouviste barulho a pouco? - perguntou do nada.
- Sim.
- Vinha de que lado o barulho. - apontou com a lanterna para várias direcções.
- Ali. - apontei com o dedo para o exacto local de onde vinham os sons.
Encaminhamo-nos para lá, de forma surrateira, nao queria de forma alguma assustar os visitantes, muito menos provocar uma guerra momentanea. Carlisle pega a minha mao de forma a proteger-me de inventuais perigos. Embora sendo um apelador da paz nao tolera de forma alguma que façam mal a sua familia.
- Estao ali, sao 8 vampiros jovens. - acabou por dizer. Fiquei surpresa.
- Parecem frágeis, embora nao o sejam.
- É melhor manter-mos a distancia, nunca se sabe quando podem estar a pensar em atacar. - meu marido tinha razao, nestas situações é sempre melhor manter um certo nivel de distancia.


[Sarah]
Ao avançar-mos reparo em alguem a sair de uma porta com uma lanterna, voltamos um pouco para tras e ficamos muito quietos e calados de forma a poder-mos passar como despercebidos. O pior é que essas pessoas sao meio inssistentes e continuam a caminhar na nossa direcção falando.
Começo a ficar apreensiva e meus amigos tambem. Eles param a nossa frente mantendo uma certa distancia de nós, como se tivessem medo. Nao contenho as palavras e dou introdução a um diálgo.
- Quem são voçes? - sai-me espontaneamente as palavras.
- Calma, nos viemos em paz. Meu nome é Carlisle Cullen e esta é a minha esposa Esme Cullen. - fazem uma apresentação rápida. - E voçes quem sao?
- Meu nome é Sarah, estes sao Mike, Max, Jonh, Edmund, Lucy, Hanna e Emma. - sou breve.
- Sejam bem vindos. - da as boas vindas a mulher que se chama Esme, pelos menos parecem ser simpáticos.
- O que fazem na nossa floresta? Nao quero ser indescreto, é uma mera curiosidade nossa. - falou Carlisle.
- É uma longa história.
- Nós só estamos de ouvidos. - disse Esme sentando num tronco de arvore partido. respirei fundo, olhei para os meus amigos, todos eles fizeram sinal de concordancia em eu contar a nossa história.
- Nós estavamos num colégio interno, estavamos fartos das regras que eram impostas lá, queriamos viver uma vida mais folgada, infelizmente nao era premitido tal coisa acontecer, foi entao que decidimos fugir, e como vem a nossa fuga deu ate este lugar. - baixei a cabeça, mais parecia estar a fazer uma confissao de culpa na policia.
- Sabem que nao é correcto fugir.
De facto fugir nao resolve os problemas, a prova disso esta a vista.
- Nao aguentavamos mais, tinhamos de o fazer. - disse Emma.
- Entendo. - era bom ter alguem que realmente entendia-nos, sem fazer grandes julgamentos.
- São so voçes vampiros ou tem mais ? - perguntou Carlisle.
- Somos só nos, nao existe mais ninguem pelos menos que nos nos lembremos.
Será que toda esta conversa vai dar naquilo que estou a pensar? Será que eu e meus amigos vamos ter uma familia ou será que vamos voltar para aquele inferno? Se for para voltar prefiro fugir e nunca mais aparecer ou entao morrer, assim acaba-se com os problemas.
Eles se entreolham por uns instantes.
- Sim querida! - diz Carlisle para Esme.
- Nos queremos ajudar voçes, dar-vos uma familia. - disse Esme de forma franca.
- Aserio? - perguntou entusiasmada Hanna, todos sabiamos a importancia que uma familia representa para ela.
- Sim minha linda. - confirmou Carlisle. Olhei para os meus amigos e cada olhar via ou medo ou espectativa de uma vida melhor.
- Nós aceitamos a vossa ajuda, mas na condição de nao nos enganarem. - Esme protificou-se a dar-me a sua mao em prova de como tudo era de coração.
Nós começamos a caminhar para a direção que a luz da mansão encidia, quando entramos somos surpreendidos pela quantidade de pessoas que nela habitam.


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